Destino Ou Coincidência ?
25 Capítulo 25 - Maconha?!
Notas iniciais
Vivi: era pra Lívia postar hoje (ela que escreveu dessa vez), mas eu tinha que revisar e a irmã dela pegou o computador antes de eu terminar '-' não sei que nota ela ia deixar...
enfim ^^ o capítulo ta ai :3
enfim ^^ o capítulo ta ai :3
– Ace, nem sei como agradecer... Você é o melhor irmão do mundo... – Luffy falou, enquanto terminava de arrumar sua mochila.
– Eu não mereço ser chamado de melhor irmão do mundo, mas tudo bem. – Ace riu. – Merece. – Luffy falou. – Vou esperar lá fora.– ok. Luffy colocou sua mochila em suas costas e foi para o lado de fora, enquanto Ace trancava a porta de casa. Os dois rapazes pegaram um taxi e foram em direção à rodoviária. ==--==– Os sigo? – Um homem qualquer falou.– Segue. – Uma mulher com longos cabelos negros falou. O carro deu partida, seguindo os dois rapazes. ==--== Chegaram à rodoviária, que estava completamente lotada, pois estava perto das festas do fim de ano.– Vai na frente e guarda meu lugar na fila. – Ace falou. – Daqui a pouco vou lá.– Ok. – Saiu dali. Ace procurava o dinheiro para dar ao taxista, e devido ao exagerado movimento de pessoas na rodoviária, nem percebeu um certo homem colocar algo em sua mochila, ninguém percebeu.– Obrigado. – O taxista falou e logo depois saiu dali. Ace foi até onde Luffy estava, e ficaram conversando um pouco. ==--==--==– Conseguiu? – Sim...– Eu achava que apenas pegar o celular daquela vadiazinha era o suficiente para separar os dois... Vejo que tenho que pegar um pouco mais pesado, gomen Luffy-kun. ==--==--==-==-==– Com licença. – Alguns guardas se aproximaram dos dois rapazes. – Podemos revistar suas bagagens?– Claro. – Ace deu sua mochila.– É que acabamos de receber uma denuncia que vocês estavam transpor- Parou de falar quando achou algo de suspeito na mochila do rapaz. – O que é isso?– Isso o que? – Ace examinou o que tava na mão do guarda, não sabia o que era. – Não é meu.– E o que estava fazendo na sua mochila? Isso é maconha... – O guarda falou. – Ei, revista o outro garoto ali. Luffy deu sua mochila.– Esse garoto também tem, em maior quantidade.– O que?! Mas como?! – Luffy se surpreendeu. – Me acompanhem. – O guarda falou.– N-não! Por quê?! Isso não é meu! Não posso perder essa viagem! Por favor! – Luffy gritou, tentando fazer o homem largar o seu braço.– Luffy! Fica calado! – Ace gritou. – Fica calmo, isso não é nosso, pra que esse desespero? Luffy se calou, e deixou os homens o levar. Luffy encarava a multidão que observava a ação dos guardas, logo avistou uma mulher com longos cabelos negros, bonita... ERA ELA! “- Foi ela! Sua... Pu... Hancock... Eu não acredito...” – Luffy falou mentalmente.– SUA LOUCA! – Luffy gritou, enquanto tentava “voar” para cima da mulher. – PORQUE VOCÊ FEZ ISSO?!– Eu acho que ele ta sob o efeito das drogas... – O guarda sussurrou.– Que drogas?! Eu não uso drogas! QUE MERDA! ==--==--==--== Os dois rapazes estavam na delegacia, sentados em uma cadeira na sala do delegado, o esperando.– Que raiva... – Luffy falou.– Quem você viu na rodoviária? – Ace perguntou.– A pervertida (Hancock)... – Luffy falou. – Eu tenho certeza que era ela.– Nossa, será que foi ela mesma? Pararam de falar quando o delegado entrou na sala, ou melhor, a delegada.– Hm... Dois rapazes tão jovens no mundo das drogas... Que triste. – a mulher falou. Eles ficaram calados, ninguém acreditaria neles mesmo.– Não é nosso! – Luffy gritou.– Primeiro abaixe seu tom comigo, entendeu? – Falou calma, mas de um jeito super assustador. – Você é menor de idade? – Perguntou para Ace.– Não. – Ace respondeu.– Hm, e você? – perguntou para Luffy.– Vocês pegaram nossas identidades, olha lá. – Luffy falou impaciente.– Se tivéssemos pegado não estaríamos perguntando, vocês não estavam levando identidade. – A mulher falou.– Sou menor. – Luffy falou.– Quantos anos?– 17.– Hmm... ok. – A mulher falou. – Você vai passar um tempo preso. – Apontou para Ace. – E você — Apontou para Luffy. – Vou encaminhá-lo para o FEBEM. Ace aceitou. Gritar e resmungar apenas pioraria as coisas, mas Luffy não aceitou, bom, isso era injusto, a droga não era dele!– Me passe o endereço dos seus pais ou responsável.– O Ace é meu responsável.– Ah... .– Você não pode fazer isso... Eu tenho que visitar uma pessoa... Eu tenho que saber se-– Você irá descobrir Luffy, quando sairmos daqui nós vamos visitá-la. – Ace falou. Luffy ficou calado. ====------======------=======------======= Oito Meses depois...– Argh... To parecendo uma baleia... – Nami falou, enquanto cutucava sua barriga.– Mas daqui a algumas semanas irá voltar ao seu normal... – Vivi riu.– Eu ainda não acredito que o Luffy ainda não veio me visitar... – Nami falou. – Eu acho que ele arranjou outra garota, foi isso...– Hey, Nami! Aquele garoto te ama! –Vivi falou. — Ele deve estar com algum probleminha...– Dever ser... – Nami falou. – Bom, vou dormir, até amanhã!
– Ei, vou dormir no seu quarto. – Vivi falou. – Você está perto de ganhar bebê e tem que se prevenir, se você sentir alguma coisa no meio da madrugada eu to lá.– Ok. Nami deitou em sua cama logo adormeceu, Vivi armou uma rede do lado da cama da garota e também dormiu. Estava uma noite tranquila, mas no meio da madrugada Nami acordou, sentiu que algo estava diferente, levantou e viu que derramou um liquido. Desesperou-se.– Vivi! Me ajuda! – Nami gritou.– O que o que?! – Vivi despertou.– Eu acho que a bolsa estourou... – Nami fez uma pequena careta.– Vamos, vem pro carro, vamos para o hospital. – Segurou na mão da amiga. ==--------========------======--------===== Dois anos depois... Luffy já tinha saído de sua “prisão” há muito tempo, bom, não teve tempo de visitar Nami, até achou que ela já havia o esquecido, decidiu tentar esquecer. Há alguns dias os dois rapazes planejavam um passeio, apenas de divertir no melhor shopping do Japão, eles haviam se mudado há pouco tempo, agora bem perto desse lugar.– Vamos, vamos! – Gritava para Ace sair do banheiro.– To indo! – Ace gritou. – Estava arrumando meus cabelos, diferente de você que só passa a mão. – Ace riu. – Com o cabelo desse jeito você não vai arranjar uma namorada como planejava.– Vai da certo. – Luffy falou. Os dois rapazes caminharam poucos minutos até chegar ao seu destino. Caminharam um pouco pelo shopping, e foram até a parte de games, que era tudo moderno e encantava qualquer um. Começaram a jogar jogos com censores de movimentos. O tempo dos dois no jogo acabou, saíram daquela área.– Nossa, eu nunca fui tão feliz na minha vida. – Luffy riu.– Como um jogo faz um homem feliz! – Ace riu. Os dois continuaram conversando sobre jogos. Luffy sentou algo esbarrar em suas pernas, olhou para o chão e viu um pequeno garoto, chorando.– Ei, o que foi? Está perdido? – Pegou o garoto no braço.– To... – O garoto falou baixo enquanto chorava. – M-minha mãe...– Vamos procurá-la. – Luffy sorriu. – Ei não chore! Nós vamos encontrá-la! Como ela é? O garoto aparentava ter um ou dois anos de idade, era bem pequeno, e mal falava.– E-ela tem... Cabelos... “lalanja”. – (Imitando um bebê u.u) – Laranja... – Luffy nem deu muita importância, existe várias mulheres ruivas pelo mundo.– Ta ali! – o garoto apontou.– Aquela?– É!!! – O garoto se animou. Luffy se aproximou da mulher que o garoto tinha citado.– Ei, ta procurando esse rapaz? – Luffy sorriu, Sem prestar muita atenção no rosto da garota.– Aw Obrigada! Eu estava ficando louca! – NAMI agarrou o menino, e o apertou. – Obrigado nem sei como – Parou de falar quando fitou o rosto do garoto. ==========-----------------==================--------------============
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