Notas iniciais
Talvez eu continue esse fic mas não tenho muito certeza.
-Padre tem uma pessoa querendo se confessar com o senhor. -Certo,certo. Vande-a pra o confessionário. -Ok.. Uma menina de cabelos negros,magra e bem bonita mas estava com o rosto coberto de lágrimas se dirigiu ao confessionário. O padre a observou caminhar e ficou imaginando que problema teria uma jovem tão bonita. Não passou se muito tempo e ele mesmo se dirigiu também caminhando lentamente até la. O padre sentou-se numa cadeira e disse pra jovem se sentar na que ficava de frente pra ele e disse: -Pode começar a falar. -Padre,eu não sei até quando eu vou agüenta. Ela começou chorar,o padre sentiu um grande aperto nu peito. Queria poder abraça-la mas a sua igreja era muito rígida e se visse provavelmente iria espalhar boatos que ele estaria tendo um caso com ela ou coisa parecida,então se manteve firme e continuou. -Oque você não agüenta mas minha jovem?? -Sabe padre,desde que meu pai abandonou a mim e a minha mãe. A minha vida virou um verdadeiro inferno. -Mas porque? -A minha mãe antes eu pudia disser com orgulho que ela era a melhor mãe do mundo mas agora se tornou violenta,me bate por qualquer coisa que eu faça ou diga. Ela vive drogada,já vi na minha casa uns caras da pesada e disseram que se ela não pagar a divida vai matar nós duas. Eu não sei oque fazer padre,juro que não sei oque fazer. -Fique aqui na igreja até as coisas se acalmarem. -Alguém com tantos pecados quanto eu padre não merece vim parum um lugar tão divino. -Mas você não tem culpa do que sua mãe fez minha jovem. O padre tentava acalma-la com suas palavras mas ela só chorava mas e mas. -Padre....Eu não te contei ainda o pior de tudo. -Conte-me minha filha. -Quando esses caras,aparecem a minha mãe me obriga a fazer coisas pra pagar a dívida com eles. -Que tipo de coisas?? Depois da ultima frase que ela disse,ela não pode se conter e começou a chorrar descontroladamente. As frases que ela pronunciava eram em meio de seus chorro e soluços. -Ela...Me obriga padre.... A me prostituir pra eles. O padre ficou pasmo com oque ouvia sera que ele havia ouvido direito,ela disse que a mãe a obriga a fazer programas?mas que espécia de mãe é essa? Ele ficou perdido nos seus pensamentos de revolta quando a voz da menina o trouxe novamente de volta. -Quando...Eu digo que não vou fazer ,ela faz isso comigo. Padre eu me sinto tão suja. A menina levantou um pouco a manga do longo vestido que usava e mostrou as cicatrizes de queimaduras pró padre. -Venha pra cá minha filha,nós iremos cuidar de você e ninguém ira lhe fazer mal algum. -Obrigada padre,muito obrigada mesmo. A menina se levantou e andou em direção a porta mas antes de sair deu uma ultima olhada no padre e disse: -Obrigado por me ouvir quando ninguém queria me escutar. -È o meu dever. A menina correu e sem se importa com oque as pessoas iriam falar o abraçou e foi embora. ---------****----------------- Nu dia seguinte uma multidão se surgiu numa casa que não ficava muito distante dali e o padre foi ver porque de tanto alvoroço. -Mas oque esta acontecendo aqui? Um policial veio na direção dele em passos lentos mas decididos e disse: -Parece que a mulher que morava aqui tinha uma dívida enorme com o traficantes de drogas da região e mandou seus homens matarem quem havia na casa. A filha da moça que morava aqui tentou defende-la mas a estupraram depois a esfaquearam e fizeram o mesmo com a mãe. O padre ficou sem ação,a mãe a tratava tão mal mas ainda assim ela a defendeu até a morte. -Eu não devia ter deixado ela ter saído da igreja.-murmurou pra se mesmo. Depois daquela assassinato tornou mas freqüentes naquele igreja confissões de jovens problemáticas e o padre acabou acostumando-se a ouvir histórias tristes e que geralmente davam em suicídio.
Notas finais
Nenhuma,eu acho.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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