Destino
36 Eu perdi minha fé, você devolveu-a de volta pra mim!
Notas iniciais
Capítulo 36-
Você me deu asas e me fez voar
Você tocou minha mão e eu pude tocar o céu
Eu perdi minha fé, você devolveu-a de volta pra mim
Você disse que estrela nenhuma estava fora de alcance
Você me apoiou e eu fiquei de pé
Eu tive seu amor, eu tive isso tudo
Sou grata por cada dia que você me deu
Talvez eu não saiba tanto, mas eu sei que isto é verdade
Cada dia eu gostava mais dos momentos a sós com Oliver, muitas vezes eu até esquecia que esse casamento tenha sido arranjado e eu acho que deveria esquecer mesmo, ficar lembrado só iria me fazer mal então vida que segue.
Acordei no outro dia, fui ao banheiro e quando estava na porta e senti um olhar sobre mim e me virei encontrando Oliver olhando pra mim e corei. Ele se levando vindo até mim.
Narrador POV
—Não tem nada melhor pra fazer não?- ela o provocou e ele sorriu
—Na verdade até tenho- ele a beijou mas Felicity queria mas E assim que o fez, se jogando nos braços dele, as mãos voando para seu pescoço e seus lábios se encontrando em fúria. Ele a ergueu pela cintura, girando o corpo e prensando- a contra a parede, ao mesmo tempo que sua língua devastada a boca de Felicity, que gemia se esfregando nele.
Oliver desceu as mãos pelas coxas dela, subindo sua camisola, maravilhado com a maciez de sua pele. Suas línguas se enroscaram, aumentando ainda mais o tesão entre eles. Felicity sentia seu sexo molhado, assim como sentia o membro de Oliver latejando de encontro a ela. Ele desceu beijos pelo pescoço dela, abaixou a camisola e olhou seus seios, enquanto os acariciava. Estava em um estado de excitação que nunca tinha sentido antes desde que a beijou. Ele adora o modo como suas bocas pareciam se encaixar. Adorava os pequenos gemidos que ela dava ou até mesmo o mínimo sinal de excitação. Mas não queria acreditar nos seus pensamentos. Abaixou a cabeça e sugou os seios fartos, fazendo Felicity gemer mais alto. Seu gemido o arrepiou da cabeça aos pés. Como se esquecer daquele som que o enlouqueceu a noite inteira anteriormente e mesmo assim o continuava tirando de órbita?
Você sempre esteve lá para mim
O vento carinhoso que me levava
Uma luz no escuro brilhando seu amor na minha vida
Você tem sido minha inspiração
Em meio a mentiras, você foi a verdade
Meu mundo é um lugar melhor por sua causa
Puta que pariu... não poderia ser.
— Eu te quero, Oliver...
— Eu também... eu também, Felicity.
Descendo a mão, Oliver afastou a calcinha dela, gemendo ao sentir seu sexo molhado, pronto para ele. Nenhum dos dois queria esperar muito. Nenhum dos dois conseguiria tamanha façanha.
Beijou Felicity novamente e voltou a ergue-la, ao mesmo tempo em que empurrava seu membro para dentro do corpo dela.
— Ah...
Ambos gemeram juntos, numa mistura de prazer e alívio. Oliver estremeceu e abaixou novamente a cabeça, abrindo a boca sobre os seios dela, enquanto investia seus quadris, dando arremetidas profundas. Felicity ofegava e rebolava, os olhos brilhando pelo prazer de tê-lo novamente. Agarrava-se aos cabelos dele, pressionando sua boca contra seu seio.
Oliver estava entre alucinado de prazer e desesperado ao mesmo tempo.
Seu membro estava esmagado dentro dela, provocando um prazer sentia todas as vezes em que estava com ela. O rebolado frenético de Felicity em seu pênis, seus gemidos, sua boca... tudo nela remetia a mais profunda e inegável sensação de prazer e êxtase.
Alguns homens poderiam dizer que o corpo de uma mulher é igual... são todas iguais. Mas ele sabia que não. E tinha certeza agora, que o corpo delicioso que seu membro estocava com ferocidade o fazia decorar cada pequeno detalhe da pele pálida de sua esposa, suas pintas até mesmo sua vermelhidão.
Felicity gemeu em protesto quando Oliver saiu de dentro dela. Mas ele a segurou no colo, caminhando rapidamente na direção a cama por ela. Praticamente jogou-a na cama, seu membro voltando a dar sinal de vida ao ver Felicity deitada, os cabelos espalhados no travesseiro e as bochechas rosadas. Tirou rapidamente a roupa, sob o olhar luxuriante dela. Felicity se apoiou nos cotovelos, observando o corpo perfeito que a levava a loucura. Seu sexo ainda ardia de desejo por ele e não via a hora de tê-lo novamente. Isso era loucura ela pensava, faziam sexo como coelhos, mas ao pequeno olhar dele ela estava pronta para recebe-lo.
— Vem...
Com passadas largas, Oliver chegou até a cama onde se ajoelhou, deixando o corpo dela entre suas pernas. Não era apenas o tesão que o deixava fora de controle... era a descoberta.
Abriu a camisola que já estava abaixado até a cintura e deslizou-o pelas pernas.
Espalmou as mãos grandes pela pele macia, apertando-a, lembrando-se perfeitamente de quando viu aquele corpo desnudo pela primeira vez. Seu membro dolorido exigia entrar novamente dentro do corpo pequeno e acolhedor.
—Oliver... por favor...
Ela implorou e com um único puxão a calcinha foi tirada de seu corpo. Oliver arfou e fechou os olhos, uma sensação estranha tomando conta de si. Seu cheiro o atingiu feito uma lança e não resistindo, enterrou a língua na fenda úmida, fazendo Felicity erguer o tronco e quase berrar de prazer. Oliver fechou os olhos, enquanto saboreava seu doce sabor... aquele sabor único que ainda que só as lembranças o faziam sentir na ponta da língua. Chupou, mordeu e devastou o sexo inchado e molhado, deixando Felicity se contorcendo na cama e implorando por mais.
Quando se tornou impossível segurar, Ele jogou seu corpo sobre o dela, erguendo sua perna e penetrando-a com força. Felicity prendeu as pernas em volta da sua cintura, incomodada com a paralisia dele.
Oliver estava com o rosto enterrado nos seios dela, o membro enfiado profundamente dentro dela, latejando e inchando o tempo todo. Felicity remexeu os quadris e ele ergueu a cabeça.
Oliver começou a mover os quadris, forte... muito forte, quase com violência. Ergueu os braços dela acima de sua cabeça, prendendo-os com as mãos, enquanto investia seu pênis profundamente, cada vez mais rápido, cada vez mais selvagem. Mas tinha a certeza de não a estar machucando, ele nunca faria isso.
Queria que ela sentisse todo o prazer que ele estava sentindo queria dar o melhor orgasmo da sua vida e não demorou muito parar que ambos explodissem em prazer, aquele seria uma sensação que ambos nunca esqueciam e nem esse dia.
Você foi minha força quando eu estive fraca
Você foi minha voz quando eu não podia falar
Você foi meus olhos quando eu não podia ver
Você enxergou o melhor que havia em mim
Me ergueu quando eu não conseguia alcançar
Você me deu fé, porque você acreditou
Eu sou tudo o que sou, porque você me amou
Eu sou tudo o que sou, porque você me amou
Fale com o autor