Notas iniciais
Olá, segue mais um. Boa leitura!

David abriu a porta sorrindo. Fazia tempo que Regina não dedicava um dia para ir vê-lo, principalmente depois que ele se envolveu com Mary e a noiva foi morar com ele.

—Seja bem vinda estranha. Disse puxando-a para um abraço, ela sabia que ele sempre faria isso, mas todas as vezes era pega de “surpresa” e ficava constrangida com isso.

—Oi estranho. Falou ela depois que foi solta, já procurando por Emma com a mão. — Esta é Emma Swan. Falou sorrindo.

—Prazer. Emma passou a mão pela cintura de Regina e a puxou para perto, enquanto a outra mão ela apertava a de David.

—Wow. Falou o loiro.— Regina Mills, e o seu bom gosto. Disse soltando a mão de Emma e as colocando no bolso de sua calça.

O silêncio se estabeleceu e neste momento Emma pensou que nunca havia pensado se Regina já se envolveu com mulheres, pela reação das pessoas que ela conhece, a resposta era um sim, afinal ninguém se viu surpreso por ela estar com uma mulher, mas sim por estar em um relacionamento sério. Foi tirada de seus pensamentos por David que as chamou para apresentar Mary.

—Vem. Falou a morena vendo que a loira estava confusa. — Pensando em algo? Por exemplo, você em uma bicicleta? Falou baixo e sorriu quando Emma revirou os olhos.

—Já disse: eu mais uma bike é igual a uma queda, então não vai nos ver juntas. Disse e olhou em volta enquanto seguia para a cozinha.— Estava pensando se você é lésbica mesmo ou bissexual. Foi direta. Até tinha pensado em ser sutil, mas viu que ela e Regina, sutilezas e meias palavras não funcionavam, tinham sido diretas até agora, para quê mudar a abordagem?

Regina parou na mesma hora, se surpreendeu pela pergunta de Emma, até aquele momento a loira não havia demonstrado interesse na vida pessoal dela, a não ser, se o bebê estava envolvido, ela poderia muito bem dizer que gostava apenas de mulheres e acabar com aquela conversa, mas uma fagulha de provocação a tocou e neste momento resolveu ser evasiva, afinal não entendia o repentino interesse da loira.

—Que coisa mais indelicada de se perguntar. Falou no mesmo tom que a outra, parada na entrada da cozinha.— Não te ensinaram que não deve perguntar estas coisas? Questionou séria, mas estava rindo por dentro.

—Não vejo porquê não pode. Falou Emma naturalmente. — Mas se te ofende ou invade seu espaço, apenas esqueça a pergunta. Respondeu e começou a andar puxando Regina consigo.

A morena tentou parar ela. Queria dizer que não era nada disso. Que estava apenas a provocando, mas a loira não deu tempo, entrou na cozinha. Emma estancou na mesma hora, Regina que estava atrás dela a xingando por ser tão “sensível” bateu em suas costas.

—Emma? Emma Swan? Perguntou Mary, animadíssima, cheia de farinha nas mãos e no seu rosto.— Emma terrível Swan é a namorada de Regina? Da sua Regina? Perguntou ela para o noivo, com um entusiasmo enorme.

—Terrível eu não sei, mas ao que tudo indica, Swan sim. Respondeu o noivo sorrindo. — E Regina não é dele. É minha!. Disse puxando Regina para mais perto dela.

—Ela é a cisne que eu lhe disse, lembra? Falou enquanto limpava a mão e ia de encontro á loira. Assim que a alcançou a abraçou apertado, Emma no susto ficou um minuto parada. Sem acreditar no que estava acontecendo, mas logo voltou ao normal e abraçou Mary, soltando-se da “namorada”, e levantou Mary do chão e a rodopiou.

—Mary White. Falou rindo enquanto a colocava no chão e apertava em seus braços. — Não acredito que Mary “juro que não vou me casar” White, está noiva. Falou rindo e recebeu um tapa no ombro por isso.

—As coisas mudam. Falou rindo. — E como estáo o Sr e Sra Swan? Perguntou ainda olhando apenas para a loira.

—Ótimos. Respondeu a loira ainda com um sorriso no rosto, mas assim que levou um cutucão se virou e puxou Regina. — Olha a minha indelicadeza. Falou sorrindo e abraçou Regina.— Esta é Regina Mills, minha.... minha.... Não sabia nomear, não que não soubesse da farsa toda ou que não tenha falado isso ainda, mais dizer a Mary, uma pessoa importante para ela, é como se tudo se tornasse finalmente real, por que da Mary White, ela nunca tinha escondido nada.

—Namorada. Terminou Regina estendendo a mão.— Sou amiga de David também. Completou sorrindo, já não gostava da noiva de David e ao perceber toda intimidade com Emma, pareceu gostar menos ainda.

—Nossa, que loucura. Pronunciou David.— Minha melhor amiga e sua melhor amiga sumida. Pronunciou animado e abraçou a noiva. — Diz para mim que esse mundo é pequeno ou não é. Falou ele apertando a noiva e dando um beijo em sua testa.

—Na verdade, a cidade é pequena. Comentou Emma rindo e olhou para a morena que foi sua melhor amiga. —Estou feliz por você. Pronunciou sinceramente, Mary abriu um sorriso enorme e apertou a cintura do noivo.

—E eu por você. Comentou e Emma sorriu largamente. — Finalmente resolveu sossegar? Perguntou a morena e foi terminar a torta.

—Eu sou sossegada. Respondeu Emma rindo.

—Sei. Disse a amiga olhando para ela como se soubesse algo a mais.— Que tal sentar aí e me contar sobre esses anos que não esteve aqui hein? Afinal, faz cinco anos que não nos falamos direito. Falou a olhando com carinho.

—São muitos anos. Comentou a loira, queria falar com a amiga, mas não na frente de Regina e David. — Marcamos uma hora e colocamos a conversa em dia, que tal? Perguntou na expectativa.

—Claro. Respondeu a morena sorrindo. — Então Regina. Chama a morena mudando o foco na mesma hora.— Conte-me como conseguiu ganhar a terrível Swan. Falou de modo engraçado e piscou para Emma.

—Não era terrível. Rebateu a loira. — Apenas incompreendida. Disse levantando o nariz.

—Hurum. Falou a morena. — Por todas aquelas garotas né? Perguntou rindo da cara de Emma.

—Mary. Chamou David que via a interação das duas. — Acho que isso não é uma boa ideia. Comentou ao ver que a noiva queria provocar a amiga.

—Ah. Comentou sem graça ao ver que Regina pareceu se incomodar com aquilo.— Emma e eu sempre nos provocamos assim. Falou sorrindo sem graça. — Prometo não tocar no passado. Levantou a mão suja. — Por que não me conta como se conheceram? Perguntou por fim, querendo pisar em terreno neutro.

Regina sorriu forçado e começou a contar tudo, claro que ela usou a estória do combinado, mas resolveu exagerar para seu lado, afirmando que Emma quase implorou uma chance e para que elas morassem juntas. Emma resolveu não desmentir, ficar brigando pela estória delas na frente dos outros ficariam estranho e chato. Ao terminar de contar ouvem um assobio dos lábios dos dois.

—Wow. Comentou Mary.— Isso sim é amor. Diz sorrindo alegremente. A torta já estava no forno e David ao seu lado.

—Sim. Responde Regina sentada perto de Emma.

—Agora como vocês se conheceram? Pergunta Emma aproveitando para saber sobre a vida de Regina.

—Olha. Começou David.— Foi odiando um ao outro. Disse e começou a rir. — Eu e Regina frequentamos o mesmo curso da faculdade, éramos rivais, enquanto eu queria ser o melhor aluno. Ela também desejava o mesmo. Falou lembrando-se dos acontecimentos. — Um dia precisamos fazer um projeto juntos, e ao invés de nos ajudarmos acabamos competindo, foi um desastre, resumindo, perdemos nota e acabamos amigos. Disse ele sorrindo ao final.

—Não! Eu tirei uma boa nota. Disse Regina arqueando a sobrancelha.— E ganhei no projeto, você admitiu que eu sou a melhor e pronto, aqui estamos. Falou com um sorriso superior.

David negou com a cabeça. — Sonha. Disse a olhando. — Não disse antes e nunca falarei isso. Declarou por fim.

—Continue a mentir para si mesmo. Debochou Regina.

Logo outra conversa engatou, sobre o passado, nada que entrasse em muitos detalhes, a torta foi servida e Regina comeu satisfeita, quando terminou e eles apenas tomavam xícaras de café, a amiga de Emma indagou.

—Como está sendo? Perguntou para as duas. Regina logo tratou de contar. Claro que contando vantagem para seu lado, Emma sorriu.

Por segundos a loira se desligou e analisou a cena, sua suposta namorada conversando com o amigo, que era noivo de sua melhor amiga, quanto tempo desejou isso? Quanto tempo ela quis isso na sua vida, achou que não conseguiria? Pensou até que não merecia, mas olha ela lá, sorrindo e fazendo os outros sorrirem, olhou para Mary e viu que a amiga não mudou, nem crescer ela cresceu, sorriu com isso. David ela não conhecia, mas parecia ser o Ideal para sua amiga. Volta o olhar para Regina, a morena ali sentada ao seu lado, sorrindo e digamos que a fazendo parecer uma boba apaixonada, ela gostou disso. Gostou de como se sentiu ali, junto a Mary, a David e principalmente a Regina. Sorriu, abriu um enorme e grande sorriso, ainda ouvindo a voz de Regina finalizar, digamos que exageradamente sobre como ela era.

—Emma Swan. Pronunciou Mary. — Estou extremamente feliz com isso, jamais pensei que poderia encontrar uma romântica incorrigível em você. Sorriu para amiga, Mary White, realmente não tinha imaginado a Emma, namoradeira e rebelde, sorrindo feita boba e pelo que a namorada disse, ser a pessoa mais romântica do mundo. Sempre que pensava na amiga era exatamente isso que ela queria para Swan, um amor e lá estava ela apaixonada.

David sorriu. Por mais que Regina fosse fechada e a amizade deles não envolviam fofocas amorosas ele estava contente. Parecia que sua amiga, centrada e desacreditada no amor tinha encontrado alguém perfeito para ela e isso o deixou mais animado ainda.

Regina sorriu, gostando de como o clima era leve e descontraído, e enquanto Emma tentava não parecer a mais “melosa” da relação, ela absorveu um pouco de cada um. David ainda era o mesmo descontraído e romântico, todo atencioso com Mary. Ela por sua vez parecia menos estranha e afobada de perto e por um momento desejou ser realmente amiga da mulher, apenas para ter acesso as estórias que Emma jamais lhe contaria. E ao pensar na loira a olhou de soslaio. Como ela estava linda, relaxada e descontraída, com um brilho intenso no olhar e com pequenos gestos para esclarecer as coisas. Sorriu novamente, por finalmente se sentir realmente a vontade para ser apenas ela, a Regina.

Logo a noite chegou e elas precisavam ir embora para casa. Emma abraçou Mary e ouviu dizer várias vezes para marcarem algo para eles, tipo uma saída de casal, e claro a conversa para por o papo em dia. Emma concordou rindo de todo o entusiasmo da amiga e foi saindo com Regina, que conversava sobre trabalho a sua frente.

Para na porta, Regina automaticamente pegou a mão de Emma e agradeceu a noite. Foram assim, até o carro. Ambas com sorrisos nos lábios. O tempo parecia frio. Logo Emma viu Regina soltar sua mão e se abraçar, mostrando que estava com frio. A loira tirou sua jaqueta e colocou nos ombros da morena. E a abraçou.

Swan gostou disso, parecia cada vez mais real. Regina também tinha gostado se aconchegou nos braços da loira e sorriu. Emma a levou até o carro e abriu a porta.

—Que gentil. Falou Regina a olhando com um sorriso bobo no rosto. — Quem a visse, até acharia que você é uma namorada que além de apaixonada é toda “cavalheira”. E voltou a sorrir, sem deixar de fazer as aspas com as mãos.

Emma murchou seu sorriso, parecia que tinha voltado a realidade. Seu sorriso ficou forçado, fechou a porta de Regina e andou até seu lado, sua postura mudou totalmente.

Abriu sua porta e sorriso antes encantador tinha sumido. Emma foi o caminho todo tensa, olhando para frente e prestando atenção na estrada.

Regina foi ao seu lado, sem entender. Ficou repassando todos os momentos, até parecia uma realidade alternativa, a Emma toda sorridente e animada, agora tinha voltado a ser a Swan tensa e centrada. Suspirou frustrada, tentou entender se tinha feito algo errado, mas não achou nada, depois a única opção foi pensar que talvez Emma tenha recebido alguma coisa no celular, pois ela pareceu demorar um pouquinho para entrar e antes que surtasse com isso, resolveu que iria focar nisso, ela poderia ter recebido uma noticia ruim.

Emma parou o carro e foi sair, mas Regina segurou seu joelho.

—O que houve? Perguntou a fitando.

—Nada. Emma responde e tenta novamente.

—Você parece tensa, na verdade eu diria. Analisou calmamente a loira a sua frente, olhou e percebeu que a palavra exata seria.— Decepcionada, melhor frustrada. Regina ainda a olhava nos olhos.

—Não é nada disso. Emma forçou um sorriso.

—Olha aí. Regina apontou para ela.— Esse sorriso falso aí, eu sei que ele não é verdade, vamos, fale comigo. Tentou novamente.

—Anda reparando nos meus sorrisos? Perguntou a Major tentando mudar o foco da conversa. — Só falta me dizer que eu tenho seis tipos de sorrisos. Provocou, lembrando-se trecho de um filme que Regina havia visto naqueles dias.

—Você tem mesmo. Regina não escondeu. — Tem aquele debochado que eu odeio, aquele de quem aprontou algo e quer sair impune, tem o que é dedicado a sua mãe, um para seu pai de admiração, tem aquele de quem tem razão sobre tudo e por último aquele enorme que você estava antes de entrar no carro. Explica Regina.— Na verdade, tem outros, mas não quero falar dos seus sorrisos, quero saber porquê ele está assim, forçado. Regina ainda a fitava nos olhos.— Esse seria o sétimo. Brincou para amenizar o clima.

—Poxa. Murmurou Emma. — Isso, foi....foi... tão.... GAY. Falou rindo, não iria admitir que aquilo a balançou, e que ninguém a tinha falado assim, e principalmente Regina não tinha dito nada, sobre o sorriso cafajeste que todos viviam alegando que ela tinha, mas não podia cair novamente naquela ilusão, elas não tinham nada e Emma julgava que jamais teriam.

—Emma pare de desviar. Agora Regina tinha abandonado o lado calmo.

—Não é nada, por que tem que ser alguma coisa? Pergunta a loira virando para frente.

—É seu pai? Como está o trabalho com ele? Tem algum problema lá na empresa?Questionou rapidamente.

Emma arqueia as sobrancelhas e faz uma careta de dúvidas, Regina suspira e desce do carro, tinha desistido de entender qualquer coisa relacionada a loira. Emma desceu atrás dela.

—Ei. Falou Emma apressada e ficou ao lado de Regina na frente da porta da casa.— Por que está irritada? O que eu fiz? Questionou.

—Nada. Ironizou Regina entrou em casa.

—Qual é. Falou Emma.— Não é nada, não vamos brigar depois de uma tarde tão maravilhosa. Swan pareceu quase choramingar por aquilo.

—Não vamos. Enfatizou Regina. — Pode ficar sossegada, não vou ficar perguntando mais nada. A geneticista falou e seguiu para a cozinha.

—Reginaaa. Choraminga novamente.

A morena ergue a mão na frente do corpo.— Estava tudo ótimo. Confessou.— Ai você muda do nada. Completa, bebe o copo de água e o coloca na pia, e demonstra estar irritada. —Aí quando pergunto sobre seu pai ou seu trabalho, faz uma cara de “tá bem”, como se fosse algo absurdo querer saber sobre isso. Termina a fala e cruza os braços. — Isso que a grávida aqui sou eu, então eu tenho que passar por mudanças de humor do nada, não você. Disse agora chateada, pensando na droga de hormônios que mexiam com seu emocional.

—Três coisas. Primeiro eu concordo, a tarde foi ótima. Emma disse se aproximando cautelosamente. — Segundo, não tem nada acontecendo. Falou ainda mais perto. — Terceiro não achei absurdo, apenas estranho, você nunca pergunta. A loira pontuou. — Não serão três, serão quatro mesmo, vai ver eu estou com aquela coisa de gravidez compartilhada. Termina cutucando a barriga de Regina. —Vamos, não fica assim. Fala tentando descruzar os braços da morena.

—Você tem que parar de ler estes livros. Regina sorri de lado, tentando acreditar na fala da loira. — Vai acabar tendo uma gravidez psicológica. Fala rindo da careta de Emma, ainda mais depois que ela cutucou a barriga da loira.

—Este é seu jeito de dizer que “tô gorda”. Emma pergunta desafiadoramente.

—Não. Responde sinceramente e já começa a se afastar, para na porta da cozinha e sem se virar termina sua fala. — É meu jeito de dizer que não acreditei em você, mas respeito não querer falar. Sorriu para si mesma e foi para o quarto.

—Não sou mentirosa. Reclama a loira a seguindo e a fazendo parar na porta de seu quarto.

—Não disse que é mentirosa. Retrucou e entrou no quarto, foi fechando a porta, mais antes que terminasse a segurou. — Disse que não acreditei, mas se quer por assim, você é uma péssima mentirosa. Regina fechou a porta e gargalhou alto.

Emma balançou negativamente a cabeça e foi para seu quarto, apesar de Regina não acreditar, pelo menos estava insistindo mais naquele assunto.

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Emma acordou cedo e foi correr. Voltou para casa, tomou um banho e se trocou e parou na frente do quarto de Regina. Pensou em chamá-la, mas não queria atrapalhar o sono da morena, foi ai que ouviu o alarme soar, sabia que Mills sairia dali em exatos trinta minutos. Desceu para fazer um café exagerado e subiu novamente e ficou ali plantada na porta de Regina. E como era de se esperar, a morena saiu depois do tempo previsto, encontrando a loira á sua espera.

—Swan. Pronunciou assustada.— O que faz aqui? Perguntou nitidamente sem entender.

—Seu café. Disse animada. — Você já.... E foi interrompida.

—Sim, tomei minhas vitaminas, não eu não me esqueci da consulta, sim eu vou tomar todo o café da manhã e devagar para não causar enjoos, sim eu sei que você vai me buscar. Terminou Regina pegando o copo de vitamina da mão da loira. — Mas não vai precisar, nós encontramos lá. Falou a morena descendo na frente de Emma.

—Não mes... E não terminou a fala novamente.

—Swan, eu sou pontual e não vou me atrasar e estou dizendo que vou com meu carro, isso não vai entrar em discussão. Terminou a fala e começou a saborear sua vitamina.

—Ok. Disse Emma e deu de ombros.— Três horas, não se atrase. Falou rindo e gargalhou da cara de Regina. Enquanto ela saia para trabalhar.

—Não se atrase. Murmurou a morena para si mesma. — Como se eu não fosse pontual. Reclamou, subiu terminou de se arrumar e saiu.

O dia foi passando rapidamente para Regina. Já para Emma se arrastava a ansiedade era tanto que ela não se continha. Ás duas horas já tinha saído da empresa e se dirigia a casa dela, Regina havia esquecido de levar os exames de sangue que tinha feito para saber sobre a gravidez e Emma achou melhor levar tudo, mesmo a morena dizendo que não precisava.

—Eu sei Regina...(...)... Mas vou levar mesmo assim...(...)... Sou mesmo....(...)... Chatona que nem você...(...)... Não se atrase. E desligou o celular rindo. Seu sorriso morreu e seus olhos arregalaram.

—O que faz aqui? Quer dizer, como? Quando? Perguntou indo rapidamente até a pessoa na sua porta.

—Um mês Swan, eu disse que estaria aqui dentro de um mês. Disse sorrindo, enquanto Emma a envolvia em um grande abraço apertado, cheio de saudades e carinhos.

Notas finais
Até a próxima