Destino

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Notas iniciais
Olá pessoal. Explicando, sim foi um pesadelo, um pesadelo horrivel, tenho certeza que todos aqui, já tiveram um? aquele que te deixa mal, que você lembra de todos os detalhes, de como foi e acorda as vezes chorando. Se não, digo por experiencia. Boa Leitura!!!!

Emma acorda na casa dos pais e logo sente o corpo quente de Regina contra o dela, o cheiro maravilhoso da namorada, depois daquela tormenta toda, ela queria aproveitar cada segundo com a namorada.

—Amor. Chamou a loira beijando os pescoço da namorada.

—Não. Resmunga Regina.

—Morzinho. Tenta Emma novamente e sua mão esta na barriga da morena descendo.

—Não. Murmura a morena novamente e segura a mão da Swan.—Nem pense nisso.

—Agora é tarde, já estou pensando. Murmurou, apertando o bumbum da namorada.

—Sério, Emma. Regina se vira para ela e a abraça. —Não vou fazer nada aqui.

—Regina Mills, negando fogo? Provoca, ficando por cima da morena.

—Não vou fazer sexo na casa dos seus pais, eles já me odeiam. Coloca as mãos nos ombros da loira.

—Não vamos fazer sexo. Reclama a loira.

—Não? Regina arqueia a sobrancelha.

—Não. Afirma.—Vamos fazer amor, isso sim. E a beija.

—Emma, eu não vou realizar um sonho pervertido adolescente.

—Por que não? Emma questiona afundando o rosto no pescoço da morena.

—Por que seu pai não me da medo. Responde acariciando as costas.—Mas sua mãe, me apavora. Diz rindo.

—Mentirosa. Murmura ainda com a cara afundada no pescoço da amada. —Esta se vingando.

—Acredite em mim. Disse a morena apertando a bunda da loira. —Se eu fosse vingar, não seria com isso, sabe que não resisto a você. Passa a mão para as costas da loira.

—E mesmo assim está resistindo. Aperta-se mais.—Injusta. Reclama e se joga ao lado.

—Sensata. Regina se levanta.—Deixa eles me amarem aí voltamos aqui e eu deixo você fazer o que quiser. Sorriu maliciosamente.

—Pais, obrigada! Vocês sempre acabando com minha vida sexual. Sorri vendo a namorada sumir pela porta do banheiro. Resolve virar de lado e esperar, sem perceber que acabou caindo no sono.

Regina sai e percebe que a loira estava apagada. Decide deixar ela assim mesmo e vai para a cozinha, amava a loira, mas os esfomeados dos filhos da Swan não queriam esperar não.

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Emma acorda e olha para o lado, não encontrando Regina. Espreguiça-se e vai ao banheiro, pensando nas possibilidades do por que Regina não esta no quarto. Será que seu pai expulsou-a? Nam, Regina teria brigado e batido o pé. E se foi sua mãe? Muito menos, ela pareceu gostar dela. Então só resta comida. Emma sorri orgulhosa. Seus bebês são Swan’s mesmo. Estufa o peito, enquanto termina de escovar os dentes. Faz bochecho e pisca para si mesmo no espelho.

Loira coloca a calça. E desce mesmo sabendo que se tivesse algum problema ela saberia, ela vai vagarosamente. Não mentiria pra si mesma, estava com um pouco de medo.

Assim que alcança o ultimo degrau ouve a voz de Regina, ela estreita os olhos, não entendendo. Logo se ouve a voz da mãe e depois seu pai. Eles pareciam vivos e bem.

Vai calmamente até a cozinha, percebendo que não era de lá os sons. Anda até a porta do quintal e para, cruzando os braços e faz um bico enorme. De onde estava não conseguia ver o que eles mexiam, mas sabia que estavam fazendo algo juntos e sem ela.

—James. Chama Margareth. Não é assim que faz, Regina está certa. Fala a mulher ao marido cutucando o ombro dele.

—Não, lógico que não. Ele resmunga. Se eu colocar este parafuso aqui vai ficar bom. Ele diz impaciente.

—Sr Swan. Regina o chama parecendo bem irritada. Eu tenho certeza do que estou falando, coloque o parafuso, onde mandei e vamos acabar logo com isso. Cruzou os braços.

—Regina, não tente me ensinar, como se faz isso. Ele levanta e a olha nos olhos.

Antes que a morena retrucasse, Emma limpou a garganta chamando a atenção de todos. Logo eles estavam olhando com caras de culpados e terem sido pegos no flagra.

—Oi filha. Margareth é a primeira a falar. Fiz seu café vem. Começa a andar para perto dela.

—Amor. Chama Regina sorrindo culpada ainda. Vem, eu confesso que já comi algo, mas sabe como nossos bebês parecem impacientes. Sorri de lado.

—Princesa. James finalmente se mexe e joga a chave de fenda no chão. Eu comprei aquele pãozinho que você tanto gosta. E chega a ela beijando sua testa.

—O que aconteceu. Pergunta a loira sendo puxada para dentro da casa e sentada na mesa. Vocês estão se dando bem, isso é legal, mas por que estavam mexendo.... Não consegue terminar.

Regina beija os seus lábios. Pegando Swan e seus sogros de surpresa. Emma rende-se e a beija de volta, o beijo é interrompido pelo pigarreio da Sra Swan.

James encara Regina emburrado e braços cruzados. A morena o olha como se dissesse era isso ou eu teria que contar. Sr Swan bufa e Regina ri internamente, por ver o quanto seu sogro e namorada são parecidos.

—Adoro seu chocolate quente mãe. Emma diz, como se magicamente estivesse esquecido de tudo. Quando na verdade estava vermelha e morrendo de medo de levar bronca.

Eles se olham e suspiram juntos. Acabam sentando a mesa com a loira e uma conversa aleatória é iniciada. Os bebes são citados, mas James não se pronuncia na hora. Agora que começou a aceitar a filha, não sabia se conseguia aceitar isso também. Era muita coisa para se absorver, apesar de pensar assim, sem ele perceber, alguns sorrisos escapavam, ao ver a paixão que sua filha dizia sobre os bebês.

Assim que o café termina. Elas vão para a sala. Na verdade a mãe de Emma a segura na cozinha com um papo bem estranho e sem noção. Perguntando sobre flores. Coisa que Emma Swan menos entendia na vida, a loira pensou a conversa inteira em como sua mãe conseguia, falar de tantas flores assim. No final apenas concordou com a flor que a mãe queria e sorriu.

Quando chega a sala, seu pai e Regina pareciam discordar em algo, mas assim que a loira apareceu, os dois ficaram em silencio.

—O que esta acontecendo? Pergunta a loira desconfiada.

—Nada. Os dois respondem ao mesmo tempo.

—Nada? Arqueia uma sobrancelha.

É nada. Afirma Regina.

James completa. – Absolutamente nada, então te vejo na empresa? Pergunta sorrindo.

—Amanhã. Responde ainda olhando desconfiada. Hoje quero ficar com os bebês e a Regis. Sorri animada.

—Está bem. Ele o abraça. Amanhã nos vemos. Beija seu rosto. Vai até Regina e estende a mão para ele.

Regina como uma boa provocadora o puxa para um abraço apertado e sussurra. Nada de espionar mais. Sorri e o solta.

Ele revira os olhos e vai até a esposa. Margareth faz o mesmo, mas primeiro se despede de Regina com um beijo na bochecha e mais cochichos. Depois em Emma, abraça-a forte.

—Eu te amo tanto. Diz com lagrimas nos olhos.

—Eu te amo mais. Brinca, que nem quando era criança.

—Eu te amos muito, mais muito mais. E beija a bochecha dela e a abraça mais forte ainda.

Antes que Emma respondesse Regina fala primeiro.

—Já entendemos vocês se amam muito. Bufa com toda aquela melação.

—Regina! Swan a repreende. É os hormônios. Diz baixo para a mãe.

—Sei bem. Ouve a voz do pai e da um sorrisinho.

Beija os dois e logo elas estão se despedindo e indo para o carro. Emma estava pensativa, tentando entender todos aqueles sinais e comportamentos estranhos.

Entram no carro e partem, rumo a casa delas.

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Mulan estava deitada no sofá de cabeça para baixo, esticando as pernas e as dobrando.

—O que esta fazendo? Pergunta Aurora.

—Pensando. Responde ainda na mesma situação.

—Em? Questiona.

—Emma. Ela responde, dando uma cambalhota e ficando em pé. Será que ela já tem a próxima consulta marcada? Fala fazendo caretas.

—Não sei, deve ter. Aurora sorri. Para de fazer careta e senta aqui. Bate no sofá. Ela queria tanto ser mãe, que deve ter marcado até a faculdade já. Sorri e beija os lábios da oriental, afinal a oriental cedeu e sentou.

—Será que pergunto se posso ir? Fala abraçando a namorada.

—Claro que não. Aurora se solta e a olha. Anda, fale o que esta acontecendo, Mulan perguntando se pode ou não fazer algo? Ainda mais com a Emma? O que esta realmente acontecendo? Questiona a olhando nos olhos.

—Nada ver. Fala ficando em pé novamente. Tá é que... Respira fundo, estrala os dedos, coça a cabeça e solta os ombros. Tem essa tal de Mary vadia agora e se ela quiser que ela seja a nova madrinha do s filhos dela? Pergunta em um único fôlego.

Aurora agora levanta e vai até a namorada. Lógico que não amor, esta possibilidade nem existe, você é a alma gêmea dela, ela não faria isso com você. Acariciou o rosto da oriental. E outra a Mulan que eu conheço, com certeza já teria seqüestrado a criança e obrigado Emma aceitar você como madrinha. Sorriu.

—Verdade. Limpou uma pequena lagrima. Na verdade eu teria matado a Mary. Sorriu e Aurora arregalou os olhos. Ta bem, só sumiria com ela por um tempo. E riu mais ainda.

—Assim, bem melhor. Puxou pela cintura. Adoro o seu sorriso. Beijou os lábios e a puxou para mais perto.

—E eu o seu cheiro. Sussurrou contra os lábios da namorada. Adoro tudo em você. Sorriu e mordeu o lábio inferior. Até aquela sua manchinha na bunda, que me deixa louca. Sorriu maliciosamente.

—Eu sei que adora. Carregou a voz na malicia. E eu adoro suas pintas. Vai para o pescoço da Mumu.

—Até aquela na.... Não termina a frase. Aurora ataca a boca dela.

Logo as duas estão no sofá, se amando, se entregando mais uma vez, uma a outra. Pertencendo-se.

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Emma e Regina chegaram a casa. A loira chegou e correu colocar sua roupa de corrida, precisava pensar em tudo. Tinha certeza que noite anterior foi um pesadelo e não queria mais se lembrar daquela droga de cenas, mas tinha que admitir que ficou morrendo de medo. Por alguns segundos achou que tinha perdido tudo na vida. Tudo aquilo que sabia agora que merecia.

Sentiu perder o mundo que estava e aquilo com certeza a fazia muito mal. Estava cogitando voltar a falar com Archie, ele foi de grande ajuda para ela no período do exército e agora poderia ajudar novamente. Gostava de conversa com o seu terapeuta, apesar de esta com sua alta em mãos.

Terminou sua corrida com a decisão de voltar a falar com ele. E outra na cabeça. Descobrir o que Regina, seu pai e sua mãe estariam aprontando. Subiu pulando de dois em dois degraus.

Chegou a porta e viu Regina de olhos fechados deitada.

—Já? Questiona a morena. Achei que demoraria um pouco mais, já ia descer fazer nosso almoço. Disse abrindo um sorriso.

—O que estava fazendo? Perguntou a loira tirando a camiseta, calça e meias.

—Deitada? Pergunta e arqueia a sobrancelha, sorrindo e abrindo os olhos, sem olhar para a loira.

—Não aqui. Emma gira os olhos. Estou falando sobre a casa dos meus pais. Emma cruza os braços.

Regina senta com a maior naturalidade e a encara. Nada amor. Declara e levanta-se, mudando sua postura, como se fosse agarrar Swan. Você gosta de me provocar né. Sorri e abraça o pescoço da loira.

—Não eu estava correndo e ....Sua boca é invadida pela língua de Regina. Emma rende-se ao beijo e quando o ar se faz necessário ela volta a falar. Você esta escondendo algo de mim, meu pai e minha mãe estão envolvidos, eu vou descobrir. Se solta da morena.

—Amor. Chama Regina tentando puxar a loira.

—Nops. Ela nega sorrindo. Eu vou agarrar você depois de um banho, eu sei que você tem essa tara comigo suada, mas eu não gosto. Sorri e fecha a porta. Eu vou descobri isso, e para essa missão vou precisar da minha parceira. Sorri e vai ate o chuveiro. Mumu temos uma nova missãoo. Cantarola e toma seu banho

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—Mary por que estamos aqui? Pergunta Tinker.

—Preciso da sua ajuda. Confessa a morena de cabelos curtos, a loira assente. Preciso que ajude a conquistar Mumu. Diz quase desesperada.

—Mary você esta louca? Pergunta a baixinha. Ela namora, você é noiva, não vou .... Antes de terminar Mary a interrompe.

—O que? Não, não é desse jeito. Ela fala ficando vermelha. Eu estou dizendo como amiga, Emma gosta muito dela e eu quero que ela me aceite na roda de vocês. Diz desanimada.

—Ufa. Ela olha para trás, onde Ruby e David assistiam TV. Por um segundo achei que tinha cedido ao seu lago gay. Sorriu sem graça.

—Não, claro que não. Suspirou e mudou sua expressão. Hey eu não tenho um lado gay. Revira os olhos.

—Ta legal. Finge acreditar. —Então eu vou te ajudar, só vou precisar da ajuda de umas pessoas. Sorri animadamente.

—Quais? Questiona ficando empolgada.

—Regina, Ruby e a namorada de Mulan. Bate palmas. Pode deixar, vocês vão se dá bem. Diz feliz.

—Combinado. Ela sorri agradecida. Você é incrível. E a abraça.

É eu sei. Sorri e logo fica assustada. Droga, Emma Swan e seu convencimento são uma doença. E gargalha junto a Mary.

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Emma saiu do banheiro e Regina não estava lá. Talvez ela devesse ter passado tempo demais no banho. Mandou uma mensagem para Mumu “Operação”. Deixou o celular, colocou uma roupa e desceu as escadas.

—Nossa consulta é daqui três dias. Disse Regina ouvindo os passos da loira.

—Eu sei. Sorriu para a namorada. E como eles estão? Pergunta chegando perto e colocando a mão na barriga dela.

—Quie... Sorriu, seu sorriso ficou enorme. Parece que eles estavam te esperando. Diz emocionada.

—Mamãe chegou. Diz Emma agachando e beijando a barriga. Isso façam bastante festa agora. Sorri e olha para Regina. Eu te amo tanto. Levanta e puxa Mills. Você fez eu viver, Regina, eu juro que até agora estava sobrevivendo, mas agora eu vivo e é graças a você e a esses bebes que eu amo tanto. Uma lagrima desce de seus olhos verdes. Eu lhe amo tanto e sabe o que é melhor? Regina nega. É que não dói, só me faz bem, meu amor, meu grande amor. Beija os lábios.

—E você é meu grande amor também. Regina sorri largamente e encosta suas testas. Você me deu um sonho, uma vida, um motivo e sabe o que é melhor? Repetiu a pergunta. É que eu já não sei viver sem isso que temos, antes eu poderia voltar a viver a minha vidinha de sempre, mas agora com você, aqui, não, nada me faria querer voltar ou ir a qualquer lugar, Te amo minha menina. E a abraça forte.

Elas trocam um beijo apaixonado. Quando Regina esta se animando os celular toca.

—Amor eu.... Regina a puxa e não deixa. Amor é os... Novamente a morena não deixa. Sério o celular está tocando. Antes que a morena consiga a pegar novamente, ela se afasta e sorri.

Regina bufa claramente irritada.

—Meu pai. Emma olha para Regina.

—Sogrão ta com saudades suas já? Sorri e quando Emma não sorri de volta, achando estranho.

—No seu celular. Emma entrega a morena. Por que ele... não termina o seu próprio celular toca e ela faz careta.

—O que foi? Pergunta a morena atendendo. Um minuto sogrão. E olha para a loira.

—Sua irmã! Afirma. Pronto.

As duas ficaram se encarando enquanto ouvem as noticias. Tentando prestar atenção na própria conversa e na conversa da outra.

Notas finais
Até a próxima.