Destino
13 Gravidez
Notas iniciais
O almoço começa em silêncio. Mas isso muda rapidamente, quando Tinker resolve fazer várias perguntas para Emma sobre sua vida, primeiro abordou amplamente: trabalho, família, amigos e quando as perguntas se tornaram pessoais demais, Regina se intrometeu.
—Pare com isso. Repreende Regina. — Não precisa responder mais nada Emma. Fala a morena.
—Por que não? É uma pergunta simples. Fala sua amiga loira.
—Não é não. Discorda a morena. — Você não tem nada a ver com o passado dela. Briga novamente com a amiga.
—Nem é para tanto Reh, a pergunta é simples. Reclama a loira novamente.
—Tinker Bell, Emma não vai responder com quantas ela foi para cama, isso não é da sua conta. Regina começou a ficar irritada demais. Até ficar quase de pé ela tenta.
Emma segura a mão de Regina e a olha ternamente e depois desvia para a barriga da morena, fazendo Regina entender.— Calma. O que faz com que a morena sente novamente. — Tinker, o que eu vivi até aqui, ou o que Regina viveu até aqui, não é importante, esse passado, apenas nos moldou para ser quem somos e nesse momento essa morena aqui é quem vai me dar a família que eu sempre sonhei, então não se preocupe, eu a farei a mais feliz e a pessoa mais mimada do mundo, eu lhe garanto. Disse dando um sorriso enorme no final para as duas a sua frente.
—Eu quero me casar com ela também. Exclama Ruby, fazendo Regina e Emma gargalhar e Tinker fecha a cara. — Amor! Não tenho culpa, ela é um sonho. Comenta toda abobada.
—Se faz tanta questão. Murmura irritada. — Vem cá. Falou a loira encarando Swan.— Você não tem defeito? Fala olhando interrogativamente.
Emma a olha sem entender, e sorri dando de ombros, não ia dizer seus defeitos. Não á loira esquentadinha que a estava fazendo passar por um interrogatório.
—Tem sim. Falou Regina sem ao menos olhar para os lados. — Ela tem muitos. Afirma com tanta convicção que até Emma se surpreende.
—Tenho é? Questiona levantando a sobrancelha. — Diga-me três. Falou cruzando os braços.
—Você é mandona. Diz Regina sorrindo e levantando um dedo. — Teimosa. Fala levantando outro. — E por último, não menos importante: é meio desorganizada, para uma Major do exército. Falou levantando o terceiro. – E só para não obedecer você, ainda digo que você, é rígida demais as vezes, outras, age feito criança vingativa e ainda por cima, ameaçadora. Diz rindo.
—Olha quem fala. Rebate Emma. — Você é mais teimosa que eu, mais vingativa, perfeccionista demais, turrona e muito mais ameaçadora que eu, ainda mais quando sorri de lado e estreia os olhos. Rebate Emma rindo e logo as duas estão em uma gargalhada só.
—Eu shippo muito vocês. Gritou Ruby quebrando o clima que tinha ficado. — Vocês são muito fofas juntas, não são querida? Pergunta para Tinker.
A loira encara a amiga e a namorada da amiga, fica de pé e anda até elas de cara fechada e antes que, qualquer uma das duas tenha uma reação a loira abraça o pescoço das duas.
—Finalmente. Comemorou Tinker. — Finalmente depois de todas aquelas mulheres que não prestavam, você encontrou alguém do seu nível. Comemora abraçando as duas apertadamente. — São meu casal favorito agora. Fala soltando e agora encara Emma.— Mas se afastar ela de mim eu vou sumir com você. Disse abrindo um sorriso enigmático e estranho.
—Ok. Falou Ruby.— Até eu me assustei. Falou a morena.—Senta aqui, senta, meu amor. Falou olhando para Tinker que ainda encarava Emma.
Tinker concordou e foi se sentar ao lado de Ruby, não antes de apontar dois dedos para seus olhos e depois para Emma, indicando que ela estava de olho nela.
Emma sorriu, tinha gostado dessas amigas de Regina, elas eram engraçadas e totalmente malucas, mas era nítido o carinho que sentiam pela morena. Ficou contente por Regina e automaticamente Mulan apareceu em seus pensamentos, sentia falta da sua única amiga, sorriu lembrando-se da amiga.
O almoço foi se estendendo e logo a tarde chegou, Tinker se deliciou com a torta e com as caretas que Regina fazia, enquanto via Ruby e Emma disputar quem comia mais rápido. Revirou os olhos, agora Ruby tinha uma aliada nas criancices.
—Parem com isso. Falou a morena ficando irritada.— Estão sujando minha cozinha. Bradou.
—Desculpa. Disseram as duas juntas sorrindo com cara de culpadas.
—Crianças. Murmurou Tinker. – Regina! Quero conhecer o seu quarto. Falou a loira e sorriu lindamente para a amiga.
—Não. Falou Regina, sabia que a loira perceberia que as coisas de Emma não estariam lá.
—Por quê? Perguntou fazendo bico.
—Eh...Bom... Emma. Falou olhando para a loira que nem prestava atenção nela. — Ela odeia que entrem no quarto dela, não é, querida? Perguntou Regina.
Emma que estava focada em sua torta ergueu os olhos e encarou as duas a sua frente e quando pensou em pergunta o que era, viu nos olhos de Regina “apenas concorde”.
—Hurum. Murmurou e voltou para a torta. — Seja o que for. Falou baixinho, fazendo Ruby rir ao seu lado.
—Como você é chata. Resmungou a loira. — Me deixa olhar rapidinho, ela nem vai saber. Disse se aproximando de Regina e com esse movimento a morena sentiu o perfume, que aparentemente estava mais forte que o habitual recuando.
—Nossa. Comentou Regina.— Seu perfume, você passou demais. Comentou indo para longe.
—Não passei. Reclamou a loira. — Só pinguei algumas gotas, você sabe que tenho essa mania. Queixou-se.
—Não parece. Faz uma careta. — E não vou mostrar meu quarto. Falou séria. — Outro dia eu mostro. Declarou.
Tinker bufou e deixou assim mesmo. Logo as duas estavam indo embora, Ruby apenas dizia que tinha adorado Emma e que não tinha tido muito tempo para conversar com Regina, já que a loira da sua namorada a monopolizou. Já Tinker dizia que voltaria logo e que tinha até gostado de Emma. As duas saíram mas Ruby volta rapidamente e sussurra para Regina.
—Quando pretende contar? Pergunta a morena.
—Do que... Não conseguiu terminar.
—Da gravidez. Falou a olhando nós olhos. — Tinker é meio desatenta, mas eu sou bem ligada, devia contar logo, por que se ela descobrir que você ficou grávida e não a contou, já viu. Falou beijando novamente o rosto da amiga e saindo, não antes de sussurrar que ela tinha sorte.
Regina entrou e encontrou a loira lendo o livro novamente, pensou em passar reto e ir para seu quarto, mas logo mudou de ideia e voltou e parou na frente de Emma.
—Obrigada. Disse sinceramente.— Você conseguiu as convencer. Falou enquanto via Emma desviar seus olhos do livro para ela.—Você conseguiu dizer as palavras certas. Falou já não sabendo mais o que dizer, afinal a loira só a olhava.
—Não disse nada mais que a verdade. Falou a loira a olhando nos olhos.— Pretendo sim, mimar você e te deixar muito feliz. Falou arrancando involuntariamente um sorriso de Regina. — Porque você está realmente realizando meu sonho e farei de tudo para que este bebê, seja a pessoa mais feliz do mundo, mesmo ele ainda em sua barriga. Swan termina de falar e se levanta.
Regina a olha indo em direção ao quarto dela, queria muito que Emma tivesse parado na parte de mimar ela e a fazer feliz, por um instante sem saber porquê, queria ser mimada. Mas entendia a loira, Emma queria mesmo a criança e só pelo jeito que falava, sabia que ela merecia muito ser feliz ao lado do seu filho ou filha.
Sentou-se no sofá e ligou a TV, colocou a mão no ventre e encostou-se, por hora estava satisfeita, por ser mimada, mesmo que não seja, simplesmente por ela mesma. E pela primeira vez em sua vida, desejou encontrar alguém que quisesse a fazer tão feliz, como Emma queria fazer pelo bebê que ela carregava.
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—Emmaaaaa! Não quero mais fazer isso. Regina soou manhosa quando disse.
—Só mais cinco minutos. Pediu a loira.
—Não. Reclamou a loira.— Você disse isso a dez minutos atrás. Falou se sentando no sofá.
—Regina vai fazer bem para você e para o bebê, vamos lá , só mais cinco minutos. Pediu a loira novamente.
—Estamos bem. Disse firme. — Melhores ainda sentados aqui no sofá relaxando e não nas posições estranhas iguais a essa aí. Fala enquanto relaxa ainda mais no sofá
—Não são estranhas. Rebate Emma.— São relaxantes e importantes. Você sabe que yoga faz bem. Fala a loira se levantando do chão e indo até o sofá.
—Não sei de nada, apenas que este sofá é maravilhoso. Regina empurra Emma para longe dela e ao mesmo tempo estica o pé. — Sei que meus pés estão inchados, minha fome aumentou, meu olfato está mais aguçado e estou muito cansada e isso tudo é culpa sua. Fala enquanto mexe os pés como se pedisse massagens.
—Não é como se eu tivesse te engravidado ou forçado a isso. Emma fala, mas mesmo assim pega os pés da morena.— Você fez isso a você, não eu. Fala enquanto inicia uma massagem.
—Você vê do seu jeito e eu do meu. Regina dá de ombros e suspira de alívio quando sente as mãos de Emma começarem a deliciosa massagem do fim do dia.
—É amanhã. Disse a loira quando viu que Regina ia pegar no sono, como sempre fazia, quando ela iniciava a massagem.
Regina a contra gosto abre os olhos e a encara sem entender.— Amanhã? Questiona e ergue a sobrancelha.
—É... A consulta. Emma soa como se fosse óbvio. — Não diga que esqueceu?. Pergunta Emma parando a massagem.
Regina mexe os pés e Emma volta a massageá-los.— Não esqueci. Diz com convicção. — E você lembra todo dia.
—Então consegue sair mais cedo? Perguntou com expectativa.
—Lógico. A morena fala e fecha os olhos novamente.— Não é como se eu seguisse um horário, nesse um mês que passou você já me fez chegar atrasada ou sair mais cedo, do que fiz a minha vida toda.
—Mas todos foram justificáveis. Defende-se Emma.
—Não mesmo, sempre por motivos bobos. Fala Regina rindo. — Um dia foi por que espirrei e podia ser perigoso e ficar realmente gripada, precisei fugir de você, outra vez foi por causa dos meus enjoos, na outra por que passei mal do estômago, outra vez.... Regina parou de falar quando sentiu Emma parar os movimentos.
—Ok. Disse a loira irritada agora. — Eu e meus motivos bobos vamos para o quarto. Fala Emma e começa a caminhar até o quarto.— Esteja pronta ás três, nem um minuto a mais nem um minuto a menos. Falou a loira e sumiu pelas escadas.
—Sério? Grita a morena não acreditando.— Emma eu não quis... Disse e depois. —E minha massagem? Deixa para lá, às vezes ela achava que Emma estava com o sintoma de gravidez compartilhada, estava tão sentimental. Bufa, não quis parecer chata, só que achava a loira meio exagerada.
Emma já controlava as vitaminas que ela tomava, os exercícios diários, sua alimentação e a mimava o tempo todo e sempre estava disponível. Regina deitou a cabeça no travesseiro e respirou fundo. De repente veio uma vontade de comer torta de limão, mas não qualquer, uma que só Mary a noiva de David que ela não era muito amiga fazia.
—Emma. Disse a morena correndo para subir as escadas. — Vou sair. Falou entrando em seu quarto.
—Para onde? Na mesma hora a loira apareceu.
—Casa do David! Vou obrigar a noiva dele a fazer uma torta para mim. Sorri satisfeita com ela mesma.
—Eu vou junto. Falou a loira sumindo para seu quarto.
—Não precisa. Regina fala rápido, para Emma foi rápido demais.— Vou sozinha.
—Não vai não. Emma fala já pegando a chaves do carro de Regina. — Vamos juntas, como um lindo casal que somos. Falou de modo zombador, o que fez Regina revirar os olhos.
—Ok. Deu-se por vencida a morena.— Mas eu dirijo. Falou e tomou as chaves de Emma.
Quando ela foi tomar a chave da loira, sentiu o perfume da mesma e seu estômago embrulhou, arregalou os olhos e correu para o banheiro.
Emma foi atrás e segurou seus cabelos, como sempre fazia.
—Você podia ser aquelas grávidas que não sentem nada, não é? Mas não, resolveu ser aquela que tem enjoos, desejos e tudo mais em dobro. Murmurou Emma.
Regina se levantou e lavou a boca e se virou para Emma. — Seu bebê resolveu isso, não eu. Falou enquanto secava a boca. — Ainda quero torta. Choraminga a morena.
Emma faz uma careta e sai do quarto da morena. – Amanhã, vamos saber porquê de todos esses enjoos, cansaços e tudo mais que você sente, parecer muito mais que nas outras. Falou Emma. —Apesar de achar que todas devem pensar que com elas é pior. Resmungou a loira para ela mesmo.
—Comigo é pior de verdade. Falou Regina e parou fora do quarto. — Vai lá tomar um banho e não passa perfume, ele me enjoa. Disse descendo as escadas.— Vou ligar para David e pedir para que suma com os perfumes também. Disse para Regina.—Se não vou morrer de tanto colocar tudo para fora. Declarou dramática.
—Exagerada. Falou Emma de cima da escada rindo da careta que Regina provavelmente estava fazendo.
Regina ligou para o amigo, alertando que iria para casa dele, assim, sem ser convidada e queria a torta de sua noiva. David riu, nunca tinha visto a morena assim, querendo ou pedindo algo de maneira tão natural, e gargalhou mais ainda quando ela afirmou que a namorada ia e que a mesma estava com alergia atacada e por isso pedia que ninguém usasse nada com cheiro forte. Nolan concordou e disse que aguardava e que claro que Mary faria a torta para as duas, ele ainda afirmou que estava feliz pela amiga finalmente apresentar a namorada para ele.
Ela sentou no sofá, parecia que ela e o sofá tinham um relacionamento sério e toda vez que ela tentava terminar ele a puxava de volta, tal pensamento a fez sorrir, ouvir de David que ela parecia mais leve a fez bem, e ele tinha razão, desde que tudo mudou há exatamente um mês e vinte e cinco dias, se sente diferente, atribuía tudo a gravidez, ao rumo certo de sua pesquisa e ao fato da mudança de casa. Mas não queria envolver uma certa loira e seus cuidados no meio, de jeito nenhum ela colocaria essa tal loira no meio de toda essa novidade.
Pegou o livro que Emma vivia lendo, “O que esperar, quando se está esperando” riu. A loira parecia uma criança ás vezes, era mandona, era teimosa, mas tinha que admitir que ela era feita para ser uma mãe, ou no caso seu papel de “pai”. Regina achava que ela se encaixava bem nesse papel, Emma parecia aquele típico pai de primeira viagem, que entra em desespero ao menor sinal de algo mudando do rumo estabelecido no livro ou artigo que ela lê, isso a deixava mais, por falta de palavra, pensou na “diferente”, se encaixa, Swan. Era diferente de tudo ou todos que já conheceu, percebendo que seus pensamentos vagavam demais para esse rumo, resolveu abrir o livro e na mesma hora caíram algumas folhas.
Surpreendeu-se quando percebeu que eram planos, coisas que queria muito fazer com seu filho ou filha, ela não usava uma definição, apenas via bastante brincadeiras e coisas para ensinar.
Uma chamou sua atenção, ao ler novamente não acreditou e caiu em uma gargalhada enorme. Uma risada que ela nunca havia dando com tanta vontade.
Emma nesse momento estava descendo as escadas e ao olhar a morena rindo daquela maneira sorriu, era bom ver ela assim, feliz e radiante, por que Regina estava extremamente radiante. Continuou andando até ela e quando viu na mão da morena o que era, parou.
Mas no mesmo momento andou rapidamente e tirou os papéis das mãos de Regina. A morena se assusta por um momento, mas logo volta a rir, ainda mais da cara envergonhada de Emma.
—Pare com isso. Manda e pede ao mesmo tempo a Regina.
—Você... Não conseguia falar mais nada, voltou a gargalhar.
—Infantil. Disse a loira e foi guardar suas coisas no quarto, quando voltou Regina ainda gargalhava dela. — Para com isso. Pediu novamente.
—Ok... Puxou o ar com força. — Ok. Falou tentando ficar séria. — Me explica isso. Pediu ainda tentando não rir.
—Não tenho que explicar nada. Falou ríspida.— Vamos ou não na casa do seu amigo? Falou a loira e virou o rosto para não encarar Mills.
—Emma. Falou Regina e quando percebeu que a loira estava realmente brava, resolveu consertar. — É que é meio difícil acreditar nisso. Tentou se justificar.
—Esquece. Falou a loira. — Apenas vamos? Perguntou constrangida.
—Não vai me dizer, o porquê? Perguntou a morena, se levantando e seguindo Emma até a porta.
—Não. Respondeu simplesmente.
—Emma. Chamou Regina.
—Eu já disse que não. Disse e saiu andando na frente.
—Ok. Disse Regina se sentando no banco do carona. —Foi só uma pergunta.
—Ninguém me ensinou. Falou a loira com raiva.— Não tinham tempo para isso, apenas para me repreender ou advertir, bicicletas, aparentemente não são coisas que meninas que tem que ir para o exército precise aprender. Disse ainda irritada. — Satisfeita? Meu pai não quis me ensinar. Sua voz saiu alta e brava, que fez Regina recuar um pouco em seu banco.
—Desculpe-me. Pediu Regina. — Eu não queria, sabe, deixar você brava. Falou tentando se defender e ainda não obtendo resposta da loira.— Eu não sei nadar se isso faz você se sentir melhor. Confessou.
Emma riu daquela informação, mas não por que Mills, não sabia nadar, apenas por que Regina havia revelado algo para que ela se sentisse melhor.
—Não devia ter levantado a voz. Disse Emma, não se desculparia, mas nesta afirmação Regina já entendia que ela queria isso. — Então eu não sei andar de bicicleta e você não sabe nadar!. Afirmou.
Regina concordou sorrindo e Emma também balançou a cabeça em sinal de que já estavam bem e logo uma conversa acalorada sobre quem ensinaria quem primeiro.
—Regina, eu não vou aprender a andar de bicicleta nesta idade. Falou Emma pela milésima vez.
—Vai sim e eu a nadar. Falou como se fosse já certo este veredito. — É fácil. Falou tranquilamente.
—Não mesmo. Falou a loira e desligou o carro.
—Sim! E não vamos mais discutir isso. Falou a morena séria e desceu do carro.
—Não vai acontecer. Falou Emma e parou ao lado de Regina e estendeu a mão a morena.
—Veremos. Falou sorrindo e tocou a campainha, enquanto pegava a mão que Emma havia estendido e apertava levemente.
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