Destino
38 Fatos
Notas iniciais
—Então. Pediu Emma após a loira a sua frente a lhe encarar por alguns minutos.
—Quero falar sobre Killian Jones. Disse apertando os dedos.
Emma soltou um suspiro longo e fez uma cara de quem não entendia por que Elsa falaria de Jones, mas sentia que sua vida ruim, poderia piorar muito ali.
—O que você teria para me falar sobre ele? Emma soltando o corpo em uma das poltronas.
—Eu cuidei dele ontem na parte da manhã, quase do almoço. Disse a loira. – Ele apareceu... Elsa não pode concluir o que tinha a dizer, Swan a interrompeu.
—E o que eu tenho a ver com isso? Diz ficando em pé e andando de um lado para outro. — Alias, como sabia que eu o conhecia? Cruza os braços e a olha.
—Ele disse que estava lá por sua conta. A Dra diz e respira fundo antes de continuar. — Que era seu namorado. Quando vê a reação de Emma, a loira se aproxima e passa as mãos pelas laterais do braço de Emma, para confortá-la e finaliza. – Eu sei que é mentira dele, por saber sobre Regina, mas eu vim te falar, somente por achar estranha a atitude dele, ele parecia alucinado e eu fiquei tão chocada pelo o que ele disse e preocupada com seu estado, que nem relatei a ninguém no hospital para detê-lo. Confessa Dra Frozen, ainda mantendo os carinhos no braço.
—Ei não se preocupe. Emma segura a mão dela e da um sorriso reconfortante. — Eu sei lidar com ele, mas obrigada por vir até aqui. Sorri e passa a mão pelo braços da loira.
Elsa num impulso a abraça. Dra havia se encantado pela Major Swan, no tempo que conversaram antes de irem de fato para a cama. Achou que havia achado um anjo, safado e sem vergonha mais um anjo. Frozen nunca achou que se encantaria tanto por uma mulher como se encantou por Emma, se era amor? Ela não sabia, apenas gostava demais da mulher que agora ela abraçava.
Emma pega de surpresa a apertou. Precisava tanto de um abraço, desde o ocorrido com o Killian, até as noticias de Mulan. Lembrando-se de Mumu, ela desabou e começou a chorar, se agarrando mais ainda a Elsa, que a apertou, querendo ser todo o conforto que a major precisava no momento.
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Ruby havia chegado minutos depois de Elsa. Assim que Mary falou sobre a Dra. Ruby resolveu ir “conferir” o que acontecia. Tanto ela quanto Mary se encontravam na porta, vendo e tentando ouvir todos os movimentos dentro da sala.
—Ai caraio. Soltou a morena. — Elas estão se abraçando Mary. Disse afobada.
Mary a empurrou para o lado e olhou pela fechadura também. — E Emma esta chorando, por que Swan esta chorando com essazinha e comigo não? Disse irritada.
—Deixa de ser idiota. Ruby soltou e arregalou os olhos quando recebeu um beliscão. –Ai, sua louca, eu só quis dizer que Emma precisava desabafar assim. Disse passando a mão pelo braço.
—Mas eu estou aqui para isso. Disse emburrando. —Eu ainda queria dar a noticia para ela sobre Mulan. Endireitou e levantou a mão.
Ruby segurou e estreitou os olhos. — Espera mais um pouco. Pediu. —Emma precisa disso, ai você entra e conta para ela. Lucas ponderou.
—Ok, ok. Mary disse levantando as mãos. – Mas Regina saberá dessa visita. Sorriu de lado.
—Deixa de ser coviteira. Ruby a pegou pelos ombros e a afastou da porta. — A mulher não esta fazendo nada demais, deixa elas. Disse a levando para a sala. — Liga para o seu boy, que eu vou ligar para minha baixinha. Sorriu e tirou o celular do bolso.
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—Eu vou ser a melhor. Sorriu de lado, igual Emma. – Vou atrás de James, volto logo. Sorriu e foi atrás do marido, precisava o fazer ver como Deus estava sendo bom com eles.
—Claro!Sorriu e fez um movimento de vá logo.
Margareth saiu na porta e encontrou James parado e apoiado no carro, com a respiração ofegante.
—Eu não consigo. James tinha os olhos vermelhos. –Eu, eu... Engoliu em seco e soltou o ar. —Eu a amo tanto, mais tanto que não cabe dentro de mim, Margareth. Ela é minha princesinha. Confessou caindo em prantos.
—E ela precisa de nós. Disse segurando o rosto dele e o fazendo encarar. —Eles precisam de nós.
—Margareth, você não entende. Disse segurando as mãos dela, que ainda permaneciam no rosto dele.
—Entendo. Disse sorrindo cumplice. — Mas nós a amamos demais e vamos amar tudo que ela amar. Parecia uma ordem, mas estava repleta de carinho.
—Eu estou tentando. Confessou ele e sorriu.
—E vai conseguir, podemos dar passos de bebê. Ela sugeriu. — O que acha? Questionou segurando as mão dele e entrelaçando-as.
—Não os passos de Emma quando era bebê, aquela lá, corria e não andava. Brincou ele.
—Não, podemos dar os seus passos de bebê Sr Swan. Disse lembrando-se quando conheceu a sogra do marido e a mesma disse que James era um rapaz muito tranquilo e que estava abismada que ele havia conseguido engravidar Margareth tão rápido, afinal desde bebê, seus passos são de tartarugas.
—Meus passos. Diz ele sorrindo e depois gargalhando. –Tudo bem que eu achei que Emma seria mais rápida do que eu em muitas coisas. Comentou e depois balançando a cabeça termina a frase. —Mas dois bebês é muito até para ela. Disse sorrindo.
Margareth, só o acompanhou na risada. Não havia mais o que falar, estava feliz, pois sabia que o marido ia mesmo tentar. E se ele não tentasse, ela tentaria pelos dois. Só nunca mais ia deixar a filha, nem que para isso, tivesse que mudar todos os seus pensamentos e maneira que viveu todos os anos até ali.
—Que tal levarmos ela para tomar sorvete? Questiona parando na porta. — Só nos três, como fazíamos em datas especiais? Pergunta animada.
—Se eu puder tomar o quanto eu conseguir, eu topo. Disse sorrindo e era nesses momentos que ela via Emma ali, sua Emma.
—Todos vão tomar o quanto aguentarmos o que acha? Disse abrindo a porta.
—Eu aceito. Sorriu de lado, limpou as lagrimas e segurou a esposa selando os lábios. —Eu te amo e sempre você consegue me mostrar motivos, para amar mais, meu amor. Declarou-se.
—Ownt, que lindo, quem diria que o Sr duram James era romântico. Comentou Ruby rindo.
James apenas a olhou, enquanto Margareth e Mary riam sem parar. Cruzou os braços e espremeu os olhos. Ruby já recuava alguns passos, quando parou perto da parede e abriu a boca em espanto, quando James começou a gargalhar bem alto.
—Sabe garota. Disse ele ainda rindo. —Eu estou começando a gostar de você. Sorriu.
—E isso é bom? Questionou, mas ninguém respondeu, todos se viraram para a porta do escritório que se abriu. — Gente é serio, ele gostar de mim é bom? Pergunta novamente e se vira para o mesmo lugar.
—Pessoal. Emma disse chamando mais ainda a atenção a elas. –Essa é a Dra Frozen. Apontou para a loira.- Uma amiga. Completou.
—Ufa. James soltou e todos olharam para ele. — O que? Eu achei que você tinha trocado Regina. Da de ombros e senta no sofá.
—Pai. Resmunga Swan indignada. —Eu não sou assim, ok? Ela diz revirando os olhos. —Elsa veio falar sobre o Jones.
Todos a encaram.
—Mulan esta viva e cortando batatas. Solta Mary.
—Mary!! Todos gritam. Emma por conta da noticia. Ruby, James e Margareth, por descrença.
—O que? Diz para todos. — Eu só queria dizer uma noticia boa. Resmunga cruzando os braços.
—Verdade? Pergunta Swan emocionada.
—Sim minha princesa. James diz sorrindo e indo até ela. — Fa Mulan esta ótima, na base, cobrei alguns favores. Pisca e a puxa para perto. — Vamos tomar um sorvete? Eu você e sua mãe. Pede ele. — Assim eu conto como consegui. Ele estava tão animado.
—Sim. Emma diz empolgada. —Agora. Sorri amplamente.
—Eu também quero. Diz Ruby sorrindo, quando todos a olham com cara de “sério” ela da de ombros e diz. —Melhor irmos então. Anuncia Ruby.
—Não. Swan diz rápido. — Vamos fazer assim, vocês três ficam aqui, eu vou rapidinho e volto, assim vocês me colocam a par das coisas na viagem e você Elsa, para falarmos sobre o Jones, pode ser?
—Você pedindo assim, fica difícil resistir. Brinca Mary e se joga no sofá.
—Tem certeza Emma? Eu não quero atrapalhar. Elsa fala baixo.
—Não vai, fica Elsa. Pede sorrindo.
Ruby e Mary trocam olhares e sorrisinhos cumplices.
—Ok, eu lhe aguardo. Disse de maneira tímida e sentou no sofá.
—Cuidem dela. Pede Swan e abraça a mãe e o pai. — Vamos? Pede toda contente.
—Sim Sra. As duas dizem e veem Swan saindo.
—Então Elsa. Ruby se acomoda e a encara. — Emma é boa de cama mesmo? Pergunta na cara de pau.
—Ruby. Mary lhe chama a atenção, enquanto levanta para acudir Elsa, que havia se engasgado com o assunto repentino.
—É curiosidade. Explica a morena e da de ombros.
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—Elas ligaram. Diz Tinker vendo o celular dela. Tendo a atenção de todos.
—Hurum. David concorda também olhando para o seu visor. E todos os olham.
—Emma também. Regina concorda. Todos encaram Regina
—Ashley deixou mensagem apenas. E a atenção é voltada para Victor.
—Marian... Todos se olham e continuam a andar, deixando Robin para trás. —Hey. Ele diz indignado.
—Parece que alguém esta com dificuldades de andar, não é mesmo? Whale provoca o Hood.
—Eu me machuquei ontem. Diz contrariado.
—Imagino como. Cantarola Tinker, fazendo todos rirem.
—O que quer dizer com isso? Questiona ficando irritado.
—Nada, ela não quis dizer nada. Aurora interfere e sai puxando Tinker e Regina pelo braço.
Robin para e fica encarando o grupo. Sua raiva subindo, já não basta o que Arthur fez ele passar noite passada, na varanda. Ele ainda tinha que se sentir humilhando por aquelas mulheres que, queriam ser homens na opinião dele.
—Droga Arthur. Resmungou voltando a andar. — Eu disse pra ir devagar. Bufou e tentou ir mais rápido.
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A hora do sorvete entre a família Swan foi descontraída e animada. Emma estava orgulhosa de seu pai. Que tinha engolido todo o orgulho e pedido um favor para alguém. O que ele raramente fazia.
Havia tentado falar com Regina, mas a mesma não atendeu, ficou pensando se era pelo seu sumiço, ou por estar ocupada. Mas Swan sentia-se melhor.
Aquele dia podia ser perfeito, só faltava a sua namorada ali. Que seria o melhor dia, sua namorada e Mumu, ai sim seria o melhor dia da sua vida.
Sem contar, quando ela conheceu Regina, quando ela soube dos seus dois bebês, ou... Emma pensando melhor resolveu deixar aquele dia, que ainda iria acontecer, por que ela sabia e acreditava que iria acontecer. Que se encaixaria num dos melhores, não o melhor, mais um dos melhores.
Sorrindo terminou seu sorvete e como sua criança interior ainda vivia. Fez uma competição com seu pai, mesmo a protestos de sua mãe. Quem aguentava outra rodada. E o começo da tarde dos Swan’s foi assim. Risadas, brincadeiras e muito amor.
Eles quase se esqueceram do que ainda e o que poderia vir.
—Hora de ir para casa. Margareth disse.
James levantou e foi pagar a conta, mesmo Emma dizendo que queria dividir, seu pai não deixou.
—Emma. Margareth chamou a filha. — Acho melhor você contar a Regina, sobre a sua amiga. Margareth aconselhou.
—Mãe, eu senti essa sua insinuação. Emma riu da cara da mãe. —Elsa é apenas uma amiga mesmo. Disse confiante a abraçando.
—Uma amiga que não ligaria de ser mais que isso, eu consigo ver nos olhos dela. Margareth disse parando e fazendo Emma a olhar. — Eu a entendo, você é linda e uma mulher maravilhosa, mas Regina tem cara de quem é capaz de matar, vamos evitar isso ok? Pede a mulher sorrindo.
Emma gargalha, logico que sua mãe iria fazer isso, a constranger e ainda mais, envolver Regina nisso. — Ok, eu vou falar. Emma se rendeu.
—Boa garota. A mãe passou a mão nas costas da loira e a puxou para saírem.
—Eu não sou um cachorro mãe. Emma resmungou e a apertou. — E eu sou maravilhosa, esta bem? Perguntou rindo.
Um homem que estava olhando a um tempo Emma e que estava perto dela nesse momento, resolveu tentar a sorte.
—Isso mesmo minha senhora, ela é maravilhosa. Sorriu e piscou.
James que vinha atrás, admirando as duas mulheres de sua vida, andou mais rápido e parou apontando o dedo para o cara.
—Acho melhor você manter seus comentários para você mesmo amigo. Disse firme.
—Olha aqui Sr...Ele ia tentar falar algo, mas Emma pegou o cara pelo colarinho e prensou na parede.
—A próxima vez que você ousar me desrespeitar a mim e a meu pai, eu não vou ser tão legal assim. Disse o soltando.
—Humm. Ele sorriu quando ela o soltou. — Adoro uma mulher nervosin... Sua frase não chegou ao fim, logo ele segurava sua boca e olhava incrédulo.
—Acho que os dois não foram claros o suficiente. Disse Margareth chocalhando a mão.
—Mãe! Margareth. Disse os dois Swan ao mesmo tempo.
—Ele mereceu. Defendeu-se, enquanto era arrastada pelo marido.
—Isso foi irado. Emma soltou dentro do carro, depois de uns minutos. Os pais a olharam e logo todos estavam rindo.
—Sua mãe sempre foi boa com a esquerda. Riu mais ainda.
Emma fez cara de nojo, mesmo que o pai não tivesse falado em sentido malicioso, ela como uma boa Emma Swan que era, logo imaginou o que não devia.
Quando menos perceberam, todos estavam na frente da casa. Emma antes de entrar, ouve o celular tocar e atende.
—EMMA SWAN. A voz do outro lado parecia bem irritada. —ESPERO QUE HAJA UM BOA EXPLICAÇÃO PARA QUE ELSA, NOSSA OBSTRETA ESTEJA NA SUA CASA A ESSA HORA, SENDO QUE VOCÊ NÃO É A PESSOA QUE ESTA GRAVIDA.
—Mary. Emma suspira, antes de começar a falar. –Meu amor, fique... Não termina a frase, logo a linha fica muda. —To ferrada. Emma suspira, mas não nota que o celular descarregou.
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—Regina respira. Pede Aurora.
—Vai se fuder. Grita irritada e joga o celular na parede.
Regina estava estressada. Logo depois que Ruby havia ligado e dito que tudo estava bem, que Mulan estava a salvo e que Emma havia saído com os pais. A morena respirou aliviada, mas quando ouviu ao fundo Mary gritar, que Elsa estava lá, toda essa calma esvaiu.
Ela não estava irritada com a obstetra, ou com Emma. Estava furiosa consigo mesma, afinal havia tomado o celular de Ruby e obrigado a mesma a entregar a Mary, fazendo-a explicar a historia inteira. Ela ficou arrasada consigo mesma. Não tinha conseguido ficar com a namorada e ainda tinha alguém que havia a amparado em seu lugar. Aquilo estava a matando.
Queria tanto estar com sua mulher, apoiar ela, abraçar ela, a fazer rir, mas não podia, estava presa a uma porcaria de palestras por uma semana.
Sua insegurança e hormônios começaram a deixa-la ainda mais nervosa. E se Emma visse que Elsa era melhor? E se Elsa fosse realmente melhor? E se Emma quisesse pegar seus filhos e criar com Elsa? Ela sabia que poderia ser paranoia, mas não conseguiu, ligou e exigiu explicações, para que pudesse se sentir no controle, mas quando a ligação caiu, seu coração afundou.
Será que nem se explicar Swan queria? Então se antes ela estava dominada por raiva, agora ela se enchia de medo e dor. Acabou sentando em sua cama aos prantos.
—Hey, hey. Pediu Tinker. —Não fica assim, quer que eu mate Elsa? Perguntou carinhosamente, Regina negou. –Emma? Morena voltou a negar e chorou mais.
—Telefone. Disse Aurora estendendo o celular de Regina, que havia trincado um pouco a tela.
—Eu não quero... Aurora não a deixou terminar, logo dizendo que era da casa dela. —Oi. Disse desesperada e limpando as lagrimas. — Não eu não estou chorando. Disse rápido. —Eu te amo, tá eu vou me acalmar e ligo, beijos. Disse encerrando a ligação.
—E ai? Perguntou as duas de uma vez.
—Era Emma. Sorriu. –Ela disse que eu preciso me acalmar e que me ama. Disse ficando em pé e abraçando as duas. —Ela ainda me ama. Disse super feliz. — Eu preciso de um chocolate. Correu para a dispensa do quarto e pegou um mordendo. —Ela me ama. Disse mais uma vez, entrando no banheiro.
—Ok. Disse Tinker. — Se for para virar uma psicótica eu não quero ficar gravida. Disse ainda olhando para a porta do banheiro.
—Uma psicótica bipolar, não se esqueça, bipolar. Disse fazendo a mesma expressão de Tinker, as duas se jogaram na cama e suspiraram.
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—Eu já terminei aquela remessa. Diz Mumu ao Jefferson.
—E? perguntou ele.
—Eu quero falar com a Emma. Disse virando os olhos como se fosse obvio seu pedido.
—Você esta proibida de fazer qualquer coisa. Disse o amigo. – Sinto muito, ordens do Jones.
Mulan socou a parede ao seu lado e gritou de raiva.
—Hey fique calma, eu já mandei um recado para August, para ele falar com Emma. Disse o amigo.
—Obrigada. Disse ela voltando para dentro.
Mulan sentou em sua “cama” e pensou, como Jones conseguiu fazer isso, se nem lá ele se encontrava? Será que sua obsessão por Emma era tanto, que ele estava seguindo as duas? Será que ele havia a indicado para missão? E o que ele ganharia prejudicando ela?
Por longos minutos pensou e logo veio a resposta. Emma, ele queria Emma sem ninguém para defender. Logo um desespero tomou conta dela, ela tinha que falar com Emma e ela iria, nem que para isso, tivesse que ser punida.
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—Eu já disse que eu não quero nem saber Robin. Grita Killian do outro lado da linha. — Veja bem companheiro, se você não fizer o que eu estou lhe pedindo, sua mulher vai receber umas fotos suas, com, deixa-me ver, Arthur? Diz rindo. — Como eu sei? Cara eu já lhe disse que sei de tudo, ainda mais sobre o Arthur, é um amigo antigo, sempre gostou de fazer esse serviço para mim. Ele gargalha, depois de uma resposta ele sorri. — Que bom companheiro, aguardo informações. Sorri e antes de desligar. —Espero que consiga sentar, se não tome algum remédio para dor é suspeito um homem do seu tamanho, não conseguir fazer uma tarefa tão simples. Finaliza a ligação.
—Vamos ver Swan, vamos ver, o que você acha da sua linda “mulher”, quando ver as fotos que vão chegar a você. Sorri jogando o celular para cima e pegando. —Essa dor terá volta. Diz colocando a mão no nariz, afinal toda vez que sorria doía, isso não queria dizer que ele iria tirar o sorriso de vitória de sua cara tão cedo.
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