Destino
23 Expectativa X Realidade
Notas iniciais
Meio dia em ponto, Emma e Regina se encontrava dentro do carro, perto a casa dos pais da loira, Emma estava nervosa, queria muito que agora desse tudo certo e finalmente poderia conciliar as duas coisas, seus pais e sua namorada.
Com a expectativa a loira abre um sorriso enorme e sai do carro, corre para o outro lado e abre o de Regina.
–Sorriso lindo esse seu. Mills sussurra perto dela e beija seus lábios.
–Os seus são muito mais lindos. Sorri e agora Emma quem sela os lábios.
–Vem vamos logo. Emma sai a puxando.
Regina queria dizer para ela ir com calma, Swan quando tratava-se dos pais voltava a ser criança e ela gostava disso, mas não queria que sua namorada saísse ferida, não quando ela colocava aquele sorriso lindo nos lábios e tinha aquele brilho nos olhos.
Emma chegou a campanhinha e a apertou, junto apertou as mão de Regina. Assim que a porta se abriu, seu sorriso lindo e aquele brilho nos olhos verdes mudaram, era exatamente disso que Regina tinha medo, dessa expressão de decepção na cara da loira.
–O que faz aqui? Pergunta a loira irritada.
–Emma, não fale assim com seu capitão, dê o tratamento adequado para ele. Repreende o pai.
Killian estava com um sorriso arrogante nos lábios, enquanto James o pai de Emma, estava ao seu lado, com uma mão no ombro do homem, como se fossem amigos de longa data.
–Ele não é mais meu capitão. Emma disse entre dentes.
–Emma Swan, não foi essa educação que lhe dei. James adota outra postura, fica reto e com o semblante carregado. – Agora trate com o respeito que ele merece e lhe foi ensinado. Exige.
Automaticamente Emma ficou rígida, soltou a mão de Regina, ficou ereta, com os braços na lateral do corpo, ergueu uma mão e bateu continência ao Jones, fazendo o sorriso dele aumentar ainda mais.
–Descansar Major. Ele disse sorrindo. – James, meu amigo, como eu lhe disse, a Major Swan tem um problema com autoridades, mas vejo que o Senhor lida muito bem com isso. Diz de frente ao Sr Swan.
Regina olha aquilo tudo e não consegue entender, a única coisa que vem a cabeça dela é como aquilo tudo não parecia bom, nada, nada bom.
–E você? Perguntou Killian a Regina. – Quem é? Fala como se ele precisasse ser informado de tudo.
–Regina a namorada e mãe dos filhos dela. Sorri estendendo a mão pra Jones. – E se tudo continuar como está, vou ser uma Swan. Sua sobrancelha arqueia e o sorriso demonstra que sua intenção era clara “Emma é minha”.
–Wow, achei que fossem boatos sobre sua conduta inapropriada. Jones diz fingindo surpreso.
–Não lhe devo explicações sobre minha vida particular. Disse Emma e entrou arrastando Regina, queria confrontar sua mãe.
James e Killian entraram logo depois. A Sra Swan não foi vista. Emma por ser teimosa, resolveu sentar no sofá e participar sim do almoço, ela devia saber que isso aconteceria, que seu pai jamais iria mudar e que eles não tinham um futuro juntos, era algo impossível e isso fazia sua garganta dá um nó, seu peito doer e lagrimas querer sair.
Silencio incomodo se instalou entre eles, mas não o tempo que Emma desejava.
–Jones é um ótimo homem. Começa James. – Tem um emprego instável, uma conduta impecável e gosta muito de você Emma. O pai de Emma fala como se Regina não estivesse ali.
–O que? Pergunta Regina. – Você está mesmo sugerindo isso? Perguntou ficando irritada. – Emma está com uma pessoa, com uma conduta impecável e um emprego também e que a ama, alias que vai lhe dar dois filhos. Fala exasperada.
–Emma querida. Chama James, e Emma apenas o olha, não tinha reação para aquilo. – Ele quer ter filhos, seus filhos. Diz calmamente.
Nessa hora toda a calma e boa vontade de Emma acaba, ela ergueu-se do sofá rapidamente, foi ate o pai e o fintou bem de perto.
–Escute aqui senhor. Emma dizia com um dedo apontado para o rosto do pai. – Eu amo a Regina, ela é a mulher da minha vida e eu já tenho filhos, dois filhos, e eles serão amados e cuidados e vão saber amar e respeitar os outros. Gritou está parte. – E quer saber tenho certeza que eles me amaram de verdade e não será como é conosco, por obrigação. Diz indo até a porta, para e volta e vê sua mãe parada na porta. – Eu sabia, lá no fundo sabia que jamais conseguiriam me amar como eu sou, mas eu juro que tentei, para mim acabou, eu não tenho e não preciso de pessoas como vocês fingindo ser meus pais. Berra olhando para os dois.
Emma deu passadas seguras até lá, de cabeça erguida, não esperou nem por Regina, sabia que se por um segundo parasse tudo iria por água abaixo e ela choraria como uma criança pequena e indefesa e isso ela jamais faria.
Chegou a porta e abriu abruptamente, mas para a sua surpresa Cora estava lá com um sorriso envergonhado e uma travessa na mão.
–Vejo que estamos sintonizadas. Sorriu para a loira, mas assim que a viu de olhos vermelhos deixou a travessa cair no chão. – O que houve? Emma. Falou Cora a pegando nos braços.
Emma falhou miseravelmente e desabou no colo da Sra Mills, chorou como nunca havia chorado, de todas as decepções essa foi a pior. Estava se sentindo perdida e sem rumo, achou que finalmente seria reconhecida e amada pelo que era, mas estava enganada, seus pais jamais conseguiria a amar do jeito que ela era e isso a matava.
–Quero ir embora. Sussurrou se apegando aquela mulher a sua frente.
Regina que vinha atrás, estancou, sua mãe a tão poderosa Cora Mills, abraçava e afagava Emma a sua Emma, com tanto carinho e proteção que ela não sabia o que fazer, apenas ficou lá parada sem fazer nada.
–Regina venha aqui. Ordenou Cora e a morena conseguiu ver um deslumbre de sua antiga mãe, autoritária e fria. – Leve Emma para o carro, já saio. Disse sem olhar para a filha, apenas fazendo círculos nas costas de Emma e a olhando firme, para a loira que agora era uma criança indefesa.
Regina nada disse, colocou-se em movimento e tentou pegar Emma, mas a loira se negou, resolveu ela mesma sair fora daquela casa, que um dia julgou ser sua também. Se seu pai a machucara com aquela atitude, sua mãe a magoara mais, por sua submissão, jurou naquele momento que nunca mais pisaria ali novamente.
Assim que Regina e Emma saíram da casa, Cora entrou e Margareth saiu de seu “congelamento” e andar mais para frente.
–Vou dizer uma única vez. Disse para os dois, James estava de pé e estancado no mesmo lugar que a Sra Swan estava. – Fique longe dela, aquela mulher é incrível, amorosa e forte e não sei o que fizeram, mas conseguiram a destruir e isso não tem volta, não ligo se foram vocês que a geraram a colocando no mundo, a partir de agora ela está sobre a minha proteção e se ousarem a machucar assim novamente, vocês vão conhecer Cora Mills e não vão gostar nenhum pouco disso. Falou e começou a caminhar para fora da casa.
–Mas ela é nossa filha. James falou dando um passo para frente. – Você não tem esse direito. Diz indignado.
–Não se autodetermine uma coisa que não merece. Cora vociferou. – Emma ligou-me animada, conseguia ver seu sorriso enorme e sua felicidade por telefone, ela estava tão animada que finalmente vocês pareciam aceitar e veio com tanta expectativa, que acho que mataram a esperança dela com esta realidade. Disse tristemente. – Eu perdi minha filha, por escolhas e erros meus, agora batalho para poder ver ela um pouco, vocês a tinham aqui, de coração aberto e a deixaram ir e antes que abre a boca e diga qualquer idiotice, lembre-se que foi sua escolha quebrar o coração dela e que se eu fosse vocês faria de tudo e um pouco mais para recuperar, por que perde aquela menina, aquela mulher é a coisa mais idiota que alguém poderia fazer. Finaliza seu discurso saindo da casa, sem ouvir mais nada que tenham a falar.
Assim que Cora sai, Killian levanta do sofá, vai até aos Senhores Swan.
–Acho melhor eu ir. Diz sorrindo de lado. – Não se preocupem, Emma colocará a cabeça no lugar e fará a escolha certa. Sorri para si mesmo.
–Saia da minha casa. Margareth soa sombria. – Saia da minha casa e nunca mais volte aqui. Fala entre dentes.
–Sra Swan, acho... Ele não consegue terminar.
–Eu disse para sair daqui. Grita ela, James rapidamente fica na frente dela, mas também não consegue falar nada. – E você também, saia daqui, saia da minha vida, por que eu juro que se eu perder Emma novamente eu nunca mais olho na sua cara James Swan. Fala e começa a chorar. – Eu sou uma droga de mãe. Desaba nos braços do marido. –Eu a tive e a perdi para a escola, depois eu a tive e perdi para a guerra, depois eu a tive e perdi pela sua ignorância, James eu não aguento mais perde ela, eu não posso mais perde ela. Fala batendo nos ombros do seu marido.
–Sra você precisa se conter. Killian fala assustado pela aquela cena.
–Você a ouviu, saia da nossa casa e não volte mais. James diz e não olha para o Jones.
Killian sai da casa, revoltado, tinha tudo para dar certo seu plano, mas não contava com a aparição daquela senhora e muito menos com o discurso que ela fez para os pais de Emma. Agora precisava ver outra forma para conseguir o que queria, afinal Capitão Jones sempre tinha o que desejava.
–Querida, fique calma. Disse James. – Vem senta aqui, vou pegar uma água. Margareth não se opõe, afunda-se no sofá e continua a chorar.
James entra na cozinha e é a primeira vez que seu coração doi daquela forma, como se algo fosse arrancado dele, sempre viu uma sombra de decepção nos olhos da filha, mas ele não sabia ser de outro jeito, foi ensinado a ser assim, lembrava que seu pai vivia falando “James seja homem, uma decepção não vai mata-lo, vai apenas fortalece” e ele acreditava nisso, achava que estava tornando Emma mais forte, mas aquela olhar de hoje, aquelas palavras e a forma como sua princesa saiu de casa foi demais, queria correr atrás e implorar perdão, mas não pode seu orgulho não deixava.
Agora Sr Swan estava travando uma batalha consigo mesmo, deixar todo ensinamento e orgulho de lado e ir atrás da sua menina, ou esperar ela voltar a si e vê que ele só queria seu bem? James lutava contra tudo aquilo que acreditava, e pela primeira vez em seus sessentas anos, ele chorou, sentou a mesa e desabou, não sabia o que fazer, nem o que deveria fazer, só sabia que doía, doía muito aquela sensação, e um sentimento desesperador tomou conta dele.
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–Ela não quer falar comigo. Disse Regina pela quarta vez a mãe.
Emma entrou no seu carro assim que saiu da casa dos pais e se trancou lá. Deu partida e veio para casa, apenas quando viu que Regina estava com a mãe, segura e protegida. Como chegou antes, subiu ao quarto e se trancou não abria por nada do mundo, estava assim a mais de duas horas.
–Regina já disse que assim que ela estiver pronta vai sair de lá. Repetiu pela quarta vez a mesma frase.
–Mais eu quero que ela saia agora. Disse contrariada. – Como eu posso ajudar ela, se ela não deixa? Pergunta jogando-se no sofá.
–Já ajuda você está aqui quando ela precisar. Fala a olhando com carinho.
Um silencio se instaura, nenhuma das duas sabia como conduzir a conversa para outro rumo, ela delicado demais tudo.
–E os bebês? Tentou um campo neutro.
–Estão ótimos. Sorriu Regina. – Ainda me dão enjoo, me fazem comer canela. Faz uma careta. –Fico muito emotiva e também muito carente, mas são tão...tão... Sorriu como se aquilo fosse uma boa resposta para reforça o “tão”.
–Essenciais? Cora questiona e ganha um afirmativo. –É estranho e maravilhoso os sentir ai não é? Questiona novamente.
–Sim, completamente. Sorri mais amplamente ainda. –Pego-me pensando em como eles estão, se estão confortáveis, como vão ser, se vão me amar, se vou magoa-los. Disse triste a ultima parte. – Quer dizer, claro que vou. Balança a cabeça negativamente. – Todos magoam uns aos outros, só espero nunca magoa-los tanto sabe? Pergunta com a mão na barriga acariciando.
–Como eu fiz? Pergunta com os olhos tristes a filha. – Te machuquei tanto que não consegue me perdoar? Ou cogitar está possibilidade? Pergunta segurando as mãos de Regina.
–Você me feriu muito sim. Uma lagrima escorre pelos olhos de Regina. – De uma maneira que não sei se consegue conserta. Fala ainda encarando a mãe. – Mas não quer dizer que não possa tentar. Finaliza abaixando a cabeça e encarando as próprias mãos.
–Sério? Pergunta olhando para a filha, com um sorriso envergonhado no rosto.
Regina não consegue responder a mãe, a campanhinha começa a tocar, ela quebra toda aquela aura com sua mãe para verificar, quem estava quase quebrando o aparelho. Assim que abre a porta Mulan entra correndo e sem dizer nada, sobe para os quartos, logo uma porta é aberta e fechada. Regina vê aquilo e fica chateada, queria ser o porto seguro da loira, mas pelo visto era outra pessoa.
–Hey. Chama a mãe. – Ela precisa de um tempo para ela mesma e o que melhor uma velha amiga pra isso? Tenta passar segurança.
–Uma namorada? Pergunta e se senta na poltrona de frente com a mãe.
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–Não precisa explicar nada. Mumu disse e se sentou no chão, tirou um baralho do bolso e começou a embaralhar.
–Obrigada! Emma diz cortando o baralho, sem olhar para a amiga.
–Disponha! Mulan sorri de lado e distribui as cartas.
A loira sorri. Emma havia mandado uma mensagem para a oriental avisando que iria para a casa dos pais, e que tinha sido convidada, não só ela como Regina também. Viu a animação da loira e ficou feliz por ela, afinal o sonho da amiga estava se tornando realidade, tinha seus bebes e agora poderia dividir isso com a família.
Quando Mulan mandou mensagem, mais tarde perguntando como tinha ido e Emma não respondeu ela não pensou duas vezes, pegou o velho baralho das duas e correu para lá, sabia que a loira não iria ficar “choramingando” seus problemas, alias sabia exatamente como Swan agiria, por isso fez o ritual que sempre faziam quando uma das duas não estava bem. Cartas sempre era uma boa solução.
O jogo durou a tarde inteira, no meio dele Emma chorou novamente, contato tudo que aconteceu , dizendo o quanto se sentia burra por ter acreditado que seria diferente e jurando a amiga que jamais derramaria uma única lagrima por aqueles senhores novamente, Mulan a aparou e a escutou com atenção, apenas dizendo que tudo ficaria bem, até que a loira foi se acalmando e voltou para o jogo e o silencio no quarto, não houve vitoriosa, apenas jogo atrás de jogo, quando Emma , sentiu mais segura a querer sair do quarto, claro que Mulan saiu antes e foi dar um alerta, enquanto a loira tomava um banho.
–Sei que deve está louca para falar com ela sobre hoje, mas não é assim que funciona. Diz enquanto ia até a porta. –Emma é bem fechada, deixe que ela venha até você ok? Pede a oriental.
–Não gosto disso, não gosto nem um pouco disso. Fala bufando. – Mas vou respeitar o espaço dela, só queria ser útil de alguma forma. Diz triste.
–E está sendo, deixando que ela venha até você. Fala e abraça a amiga. –Agora preciso correr, deixei Aurora no meio de um filme para poder correr até aqui, ela deve está querendo minha cabeça. Sorri para Regina e sai rapidamente de casa.
Regina fechou a porta e voltou para o sofá, mas logo sentiu um cheiro maravilhoso vindo da cozinha.
–Está cozinhando? Perguntou a morena com água na boca. – É a sua famosa lasanha? Pergunta animada.
–Sim. Responde a mais velha. – Convidaram para um jantar e é o que vamos ter. Sorrindo. –Quem sabe hoje não lhe ensino o segredo? Piscou para a filha, que logo abriu um grande sorriso para aquilo.
Regina ergueu as mangas da blusa para ajudar, a conversa de antes não voltou ou se quer foi mencionada, elas não fariam assim, tentariam do jeito delas.
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Emma desceu para a cozinha e parou na porta. Viu uma cena que não achou que veria tão cedo, mãe e filha cozinhando. Logo um aperto se fez em seu coração, não iria viver aquilo com sua mãe, não viveria mais nada com seus pais. Tratou de limpar esses pensamentos e a lagrima solitária que rolou pelo seu rosto e entrou na cozinha de vez, com um sorriso que claramente não chegava aos seus olhos.
Logo as três estavam na tarefa de preparar algo, enquanto uma cortava a outra cuidava das panelas e outra pegava as coisas, parecia que faziam aquilo a um bom tempo.
Emma logo tratou de pergunta se a morena tinha comido algo e quando Regina disse que sim, ela ficou mais tranquila.
A noite veio e o jantar se foi, logo Cora havia ido embora, com a sensação que poderia ter Regina de volta.
Mills e Swan foram deita-se, dessa vez não houve namoro no sofá. Assim que Regina deitou ao seu lado, Emma colocou a cabeça na barriga da morena e começou a falar com os filhos, habito que estava se tornando frequente.
–Hey garotos, ou garotas, ou os dois. Sorriu de si mesma. – Está tudo tranquilo aí? Falava baixinho, nessa hora Regina começou a fazer um carinho em seus cachos. – Deve está quentinho, aconchegante e cheio de comida. Disse como uma confidência. – Vovó Cora cozinha bem não é? E a mamãe Regina come bem também. Ouve o bufo da morena de indignação. – Mas continua super linda. Tenta Emma. – Só quero dizer para não se preocuparem, vocês serão muito amados e não vamos impor quem vocês devem ser. Fala com a voz embargada. – Vou amar como forem, do jeitinho que vierem pra mim. Lagrimas começam a cair. – Só tem uma regra bem importante, namorar só depois dos vintes e no sofá está bem? E mais lagrimas em meio a um sorriso. – Mamãe ama vocês e vai sempre cuidar, proteger e respeitar. Agora um soluço vem junto. – E fiquem tranquilos eu vou dar um jeito de suprir a falta dos seus avós. Fala chorando mais. –Eu vou consegui superar. Logo outros soluços vieram juntos.
Regina que apenas olhava sentou-se e a puxou para si, fazendo carinho. – Vai ficar tudo bem, eu estou aqui. Dizia repetitivamente a loira.
–Eu vou superar. Repetia a loira pra si mesmo. –Doi tanto Re, será que nunca vou ser o suficiente. Desabafou por fim.
Regina ficou um tempo com a loira daquele jeito, até conseguir a fazer deitar com ela, em seus braços e a ninar, repetindo que tudo ficaria bem e que ela não sairia de seu lado. Emma demorou a dormi, mas logo vencida pelo cansaço desabou no sono profundo.
Mills ainda ficou um tempo acordada velando o sono de sua namorada, e fez um juramente não só para ela ou para Emma, mas para seus bebês também.
–Eu vou cuidar dela, não se preocupem eu não vou deixar que a machuquem desse jeito novamente. Falava enquanto passava a mão na barriga, afinal eles pareciam agitados.
Regina começou a fazer carinho em sua própria barriga, parecendo acalmar os bebês e logo ela se entregou aos braços de Morfeu, não antes de prometer novamente que faria de tudo para não ver sua loira assim novamente.
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