Destino

3 Capítulo dois. — Caminho sem volta.


Notas iniciais
Oi pessoas lindas que moram no meu coração! NÓS TEMOS MAIS DUAS RECOMENDAÇÕES!! OBRIGADA ANNIE E CUPCAKE, AMAMOS VOCÊS!!
E esse capítulo é dedicado à todos que comentaram; recomendaram; favoritam; estão acompanhando e até aqueles que leram e não se manifestaram,!
Eu estou quase pulando de felicidade, o que é muito contraditório pois esse capítulo é triste.
Enfim, vamos ao que interessa, boa leitura e leiam as notas finais, hein?

Jude Heartfilia

— Por que Layla? Por que...? — sussurrei desolado.

Eu sabia onde poderia adquirir as respostas. Caminhei tremulamente, mal sentindo minhas pernas até a cômoda onde o papel fino e elegante descansava. Ao contrário do habitual, uma raiva quase possessa me dominou. Eu queria rasgar e jogar fora a maldita carta. Queria pegar a minha esposa dos braços do canalha que se disse meu melhor amigo. Queria bater em alguma coisa.

Fitei o papel com aquela crescente raiva absurda. A letra inclinada da Layla estava quase irreconhecível, como se sua mão estivesse tremendo enquanto ela escrevia. Em certos pontos a tinta da caneta estava manchada, mas eu me recusava a acreditar que ela havia chorado.

Voltei a sentar, tentando me preparar psicologicamente para o conteúdo.

“Jude,

Peço-lhe perdão por ter sido desonesta todos esses anos. Não posso afirmar que nunca cheguei a te amar, porque eu te amei sim e muito! Mas esse amor não durou... Não consegui te proporcionar o mesmo amor continuamente. Eu achei alguém melhor. Alguém que vá me fazer mais feliz! No começo fiquei muito confusa com esses sentimentos, tanto que não consegui lhe contar a verdade! Quando vi, já estava fazendo o errado...

Sei que nunca vai me perdoar, eu te abandonei, abandonei nossa filha! Mas eu nunca quis essa vida. Para ser sincera, ter uma filha com você, nunca esteve nos meus planos. Fui falsa comigo mesma, porém, isso foi preciso para que eu descobrisse que Gildarts foi e sempre será meu verdadeiro amor. Sinto muito Jude, eu nunca quis ter Lucy, nunca quis o circo, nunca quis você... Por favor, siga sua vida sem mim. Não tente me achar porque eu não vou e não quero voltar. Siga em frente, eu sei que consegue! És um homem maravilhoso, vai achar alguém melhor que eu. Cuide bem da sua pequena Lucy e caso possível, não me difame aos olhos dela, mesmo que me odeie.

Por fim, me despeço.

Adeus,

Layla.”


— Se sou maravilhoso, porque o escolheu?! — gritei.



Inúmeras perguntas se formavam na minha mente. Mas todas sem uma única resposta...



Sempre pensei que quando se encontrava uma pessoa era na verdade o destino unindo duas almas gêmeas. Quando conheci Layla, ela era a minha vida! Me apaixonei perdidamente pelo seu jeito de ser, seus lindos cabelos dourados exalando um perfume viciante, seu sorriso que demonstra muito mais que palavras e um olhar encantador. Essa foi a Layla que conheci, mas agora talvez eu não a conheça mais. Isso porque ela escolheu trilhar um caminho diferente do que ela realmente escolheria, quis me abandonar, abandonar tudo que construímos. Amor, o circo, plateia, uma filha, uma vida! Ela não quis tudo que pude oferecer, recusou tudo que eu fiz para ir de encontro aos braços dele... Por quê?


— Jude... — Ouvi uma voz doce e pude constatar que era Claire. Provavelmente, ela ouvira meu grito e veio checar se estava tudo bem. Seu sorriso que antes sempre pairava absoluto havia desaparecido. Parecia muito mais magoada do que eu. Ela andou com passos delicados e lentos até a cama onde eu me encontrava, e se sentou na ponta. — Desculpe, se eu soubesse disso antes... Eu... Poderia impedir! — Lamentou como se fosse culpada.

— Não Claire. Não se culpe.

— Eu a criei! — exclamou levantando o tom.

— Mas a escolha foi dela. — A Sra. Chickentiger abaixou a cabeça. Ela sabia muito bem que Layla na verdade escolheu esse futuro. Escolheu me abandonar.

— Jude... Eu não sabia... — Falou magoada e continuou se culpando, tomei uma atitude e abracei-a colocando seu rosto molhado em meu peito.

— Claire, por favor, não tome essas dores. — Tentava acalmá-la de alguma forma. — Eu vou ficar bem... Prometo... — Apesar de estar falando para ela, era como se eu dissesse para mim mesmo. Eu iria ficar bem sem o amor da minha vida? Sabendo que não veria mais aquele sorriso lindo me dando um bom dia? Não ouvir sua voz doce perguntando o que compraríamos para Lucy? Não senti seus toques macios sob minha pele num aconchegante abraço? Sem ouvi-la chamar meu nome em nossos momentos de amor? Eu poderia suportar a vida daqui para frente sem tudo isso?

Não, eu não posso. Porque quando ela me abandonou ela levou consigo o meu coração, aquele que sempre foi dela. E eu que tanto o guardei para entregar à pessoa mais importante para mim, vejo que fiz uma escolha errada...

— Tudo bem. — Assentiu abrindo um sorriso fraco. A carta que estava em minha mão acabou escorregando, caindo no lençol fino da cama. — É a carta?

— Sim. — Ficamos em silêncio por um tempo até ela de repente se levantar e sair do quarto. Meus olhos pairavam na parede onde possuía uma foto grande. Layla sorria de maneira inexplicavelmente feliz enquanto segurava Lucy que tinha acabado de nascer, eu tinha uma emoção misturada no rosto, come se estivesse chorando e sorrindo ao mesmo tempo — o que era de fato, verdade. A foto foi tirada no hospital. Agora me pergunto: Então todos os momentos que passamos foram apenas... Falsos?

As lágrimas voltaram e eu sabia provavelmente eu não iria sair desse quarto. Não por algum tempo... Muito tempo talvez...

Dias depois.

O circo que estava em Mississipi tinha voltado para Washington, onde nossa casa fixa permanecia. Algumas apresentações em outros lugares foram canceladas, ninguém tinha animação no momento para fazer algum espetáculo. Layla tinha ido embora, todos sentiam sua falta, principalmente eu...

A loira apresentava como assistente do apresentador. Em pouco tempo seu sorriso conseguiu conquistar a todos. Sempre motivava o elenco para que tudo ocorresse como planejado.

Então tudo isso foi falso? Por que parou de me amar Layla?

Claire se encarregou de cuidar de Lucy, isso porque eu não conseguia ver minha pequena sem me lembrar de Layla. Eu não conseguia esconder o sofrimento no qual passara já que as duas eram idênticas. Chorar virou meu passatempo, ficava o tempo todo relembrando todos os momentos no quais passamos, queria saber o que fiz de errado para ela não me amar. Para não querer sua própria filha, mas, talvez eu não seja o errado, talvez ela seja a única errada aqui. Por ter abandonado sua família, pessoas que jamais podemos abandonar.

Alguma parte de mim sabia que eu estava me acabando. Ora eu sentia uma raiva incabível, ora eu chorava descontroladamente. Não queria fazer mais nada, nem ver mais nada.

Talvez fosse preferível morrer que viver naquela tortura.

A porta foi aberta e isso interrompeu meus devaneios.

— Wendy? — Exclamei ao ver a azulada adentrando o local com um embrulho nas mãos. — O que é isso?

— Abra. — Falou rudemente, entregando-me o embrulho. Abri cuidadosamente revelando o que tinha dentro. Era um porta retrato, na foto eu segurava Lucy com o maior carinho. Lembro-me que quem tirou essa foto foi Claire, estávamos no jardim da casa. Layla estava dormindo, era uma agradável manhã. Um sorriso de orelha a orelha estava no meu rosto.

— Por que está me dando isso? – questionei confuso.

— Jude, você se esqueceu de Lucy! — Retrucou totalmente irritada, fiquei surpreso com esse tom de voz nada comum dela. — Layla foi embora, mas Lucy não! Ela está aqui e precisa de você! Ela é a sua filha! Cuide dela! Qual é a droga do seu problema, imbecil? – a pequena botou suas mãos na minha camisa e me sacudiu – Só porque a Layla resolveu te trocar, não é como se a Lucy não existisse – berrou fora de si.

— Lucy... — Nesses dias o que eu fiz foi só lamentar pela perda de Layla. Meu deus! Eu abandonei minha filha! Eu estou abandonando a Lucy do mesmo jeito que Layla me abandonou! —Eu não quero abandoná-la! – berrei de volta desesperado, sacudindo-a.

— Então vai vê-la! — Não pensei duas vezes e coloquei o porta retrato delicadamente na cama para logo depois sair correndo em disparada do quarto. Quase cai nas escadas, porém nada mais me importava, eu precisava ver Lucy! Minha filha! Encontrei-a no jardim no mesmo lugar que foi tirada aquela foto, minha pequena estava encolhida nos braços de Claire chorando.

— Lucy! — A Sra. Chickentiger olhou para mim e sorriu entendendo o recado, me dando minha filha. A me ver ela parou de chorar na hora. — Lucy minha filha, eu não vou fazer o que sua mãe fez com você! Eu prometo! Nunca vou te abandonar... Eu te amo... Tanto!

A minha filha sorriu. Aquele sorriso. Era torturante saber que ela era tão parecida com a mãe. Sua mãozinha gordinha atacou meus cabelos, e ela reposou sua cabeça em meu peito, ronronando. Claire gargalhou e eu a acompanhei.

Nunca, nunca mais iria abandonar minha filha.

~*~

— Respeitável público! Agora eu os apresento a dupla invencível nas fitas! — A multidão gritou sem ao menos eu ter citado algum nome. — Wendy e Chelia! — Ouvir o grito dos telespectadores era esplêndido! Não havia algo melhor que isso! As meninas entraram animadas, acenaram para o público e começou o espetáculo com as fitas, no qual ensaiavam á alguns dias para apresentarem.

Depois de ter decidido que não abandonaria Lucy, decidi não abandonar a herança de meu avô! Que batalhou tanto para ter! Além de que o circo era minha vida! Eu o amava! Não podia abandoná-lo e nem abandonar o elenco! Com ou sem Layla a vida seguiria em frente e eu tinha que mostrar exemplo para todos continuarem!

E Lucy seria o meu motivo de viver, juntamente ao meu trabalho! Seria ela que me daria esperanças e força para continuar este caminho!

Sete anos depois.

— Jude Heartfilia! — A enfermeira chamou na recepção com um catálogo na mão.

— Sou eu.

— Me acompanhe por gentileza. — Falou gentilmente. A segui por um corredor suando frio. Finalmente iriam anunciar o resultado dos meus exames. A moça abriu a porta branca no final do corredor, que deu para uma sala onde um velhinho estava sentado.

— Doutor Yagima!

— Jude! Que bom te ver! — Estendi a mão para cumprimentá-lo que foi correspondido. Sentei na única cadeira macia que estava á frente da mesa. — Não tenho boas notícias. — Disse direto com um semblante sério. Comecei a tremer instantaneamente esperando o mesmo continuar. — Jude, você tem leucemia.

O tempo parou. Minha respiração ficou descompassada e eu tinha plena consciência da tremedeira de minha perna. Leucemia? Não era possível! Como? Há algumas semanas atrás cortei o dedo com a faca que eu estava utilizando para picar cebolas. Porém o corte foi mínimo e saiu muito sangue daquele mísero buraquinho. Fui para o hospital e constataram que meu organismo não estava conseguindo coagular o sangue. Depois disso não poderia fazer um corte sequer se não iria ter de ir para o hospital. Dias depois comecei a ficar anêmico e ter falta de ar. Um exame feito foi que eu tinha poucas células vermelhas e que isso ocasionava vários problemas.

Nunca pensei que fosse ter leucemia por conta desses sintomas...

— Jude? Está tudo bem? Você está pálido. Eu sei que é difícil... — O doutor interrompeu meus pensamentos.

— Não sei... É muito grave?

— Infelizmente, sim. — Suspirou anotando algumas coisas em um papel. Já ouvi muitos alertas sobre câncer, mas nunca pensei que eu mesmo fosse ter algum dia. — Jude você já fumou?

— Não. Por causa de Lucy nunca pude.

— Mas se não fosse por isso, fumaria?

— Não. — respondi convicto.

— Já inalou fumaça de cigarro?

— Não. — Com as minhas respostas, Yagima continuava a anotar coisas no papel. Ele era um ótimo doutor. Talentoso no que faz, um dos melhores em Washington.

— Tem tido perda de apetite ultimamente?

— Sim, não tenho vontade de comer mais nada.

— Por acaso tem histórico de desordem sanguínea?

— Sim.

— Jude você está sofrendo de leucemia mielóide aguda. Precisa começar o tratamento rapidamente ou não vai conseguir resistir. Suas células vermelhas estão muito baixas, era para ter feito o exame antes. A cura é mais eficaz no começo do câncer. — decretou. Me olhando com pena;

— Ok.. — sussurrei sem forças. Ele me entregou um papel para uma internação em um hospital urgente. Conversamos mais algumas coisas sobre o que eu precisaria saber. No final da consulta, de cabeça a baixa me retirei daquela sala, não antes de ouvir mais alguns alertas. Na volta para casa não pude parar de pensar o quanto minha vida vai mudar a partir de agora. Vou ficar afastada de Lucy, do circo, dos meus amigos... Infelizmente naquela cidade não havia recursos para o tratamento adequado. Eu teria de me mudar, mas... Eu realmente queria que a Lucy me visse definhar?

~*~

— Isso é sério Jude?

— Sim. — Suspirei triste. Claire e Paul não tinham palavras para dizer. Afinal o que dizer quando uma pessoa importante diz que vai se internar em um hospital porque tem câncer?

Um semblante triste e surpreso pairava no rosto dos dois à minha frente. Ambos não sabiam o que iriam fazer agora, na verdade nem eu sabia. Mas eu precisava pelo menos decidir uma única coisa antes de ir embora.

— Claire, Paul, por favor, prometam que vão cuidar da Lucy! — Eles se entreolharam e me responderam gentilmente.

— Lógico!

— Pode sempre contar conosco. — Sorri com isso, eu podia com quem contar e essa é a minha família!

O circo também era outra prioridade minha, mas isso eu sabia que meus sogros não iriam conseguir administrá-lo muito bem, talvez seja por causa da idade. Por isso tratei logo de ligar para meu sócio, Makarov Dreyar. Sabia que com ele eu podia contar.

— Jude! Como vai? — Ele atendeu simpático como sempre logo no terceiro toque.

— Olá Makarov! Tudo... Certo e com o Senhor?

— Mais feliz impossível!

— Qual o motivo de tanta felicidade hein? Compartilhe comigo! — Perguntei curioso esperando alguma resposta. Eu precisava de alguma notícia boa do jeito que as coisas estão indo.

— O circo, Jude! — Respondeu eufórico me fazendo ficar um tanto confuso.

— Circo? Que circo? — perguntei confuso.

— Fairy Tail!

— Ah, e o que tem ele?

— Está na rede! Estamos famosos!

— Sério?

Não quis falar nada, pois Fairy Tail sempre foi famosa. Só havia caído de reputação após meu afastamento repentino e o cancelamento de muitos contratos. Foi Markarov que me ajudou a reerguer meu patrimônio.

— Sim! As pessoas já até comentam bem sobre nosso trabalho no site oficial!

Sorri muito com essa notícia! Lutei muito para chegar onde estou e fico bastante feliz que tenho conseguido!

Conversei mais com meu sócio sobre como está situação financeira do circo entre outros assuntos. Até que cheguei ao propósito da minha ligação repentina. Makarov se calou ao ouvir a bomba. Tanto que pensei que tivesse desligado o telefone de tão silêncio que estava do outro lado da linha.

— Makarov? O senhor está aí?

— Meu Deus! Jude eu sinto muito! — falou triste.

— Eu também. Mas infelizmente é isso que está acontecendo.

— O que você decidiu? Vai mesmo nos deixar? — Perguntou sério.

— Makarov, por favor, tome conta do circo. Não sei se vou poder voltar algum dia a apresentar novamente. Por isso quero que você cuide dele para mim, leve alegria para todos! Sei que consegue! Por favor! E também, um dia, se eu não voltar, — hesitei. Falar de morte nunca é fácil, afinal — Quero que você seja o tutor legal da Lucy.

— Não tem problema algum! Claro que faço isso! Jude não se preocupe, vou cuidar do seu circo e da sua Lucy com minha própria vida!

Sorri com isso, seria difícil abandoná-lo. Na verdade abandonar minha vida, mas eu sei que com ele o circo estará seguro.

~*~

— Vovó, aonde o papai vai? — perguntou minha pequena com seus olhinhos achocolatados brilhando.

— Calma querida, ele vai apenas viajar por uns dias. — Claire respondeu não dando a entender que eu não iria voltar.

— Papai faça uma boa viagem tá? Não demore. — Lucy falou assim que a peguei no colo para me despedir. Minhas coisas já estavam na mala dentro do carro, tudo estava pronto para partir. Mas era doloroso, não ver minha pequena por um tempo.

— Claro Lucy, voltarei assim que puder! — Palavras que não expressavam na verdade o que eu queria dizer a ela. Eu queria falar que estava tudo bem, que eu não iria ir embora ou coisa do tipo. Mas não, não estava tudo bem. Provavelmente eu não iria mais vê-la por anos! Se eu voltasse a vê-la... Não! Eu tinha de ter pensamentos positivos!

— Eu te amo papai!

— Também te amo minha princesa!

Com um sorriso largo, dei a partida acenando. Após alguns momentos, Lucy correu atrás do carro.

— Me traga presentes! E chocolates! — berrou sorrindo largamente para mim. Ainda vislumbrei Paul indo brigar com ela por ter corrido.

Quando já estava longe o suficiente, desabei em lágrimas.

— Oh Lucy, minha pequena... — Lamentava em soluços.

Mas eu tinha esperança! Que um dia eu iria me recuperar e voltar á vê-la de novo! A viver junto com ela! Estar ao seu lado acompanhando seu crescimento!

Mal sabia eu que nunca mais voltei... Mesmo lutando com todas as minhas forças.

Sete meses depois. — Markarov Dreyar.

Triste, realmente triste.

Era assim que eu deveria me sentir, mas na realidade eu estava quase pulando e cantando Shakira internamente.

Após as células cancerígenas terem passado para o cérebro de Jude, ele teve sérias complicações, e seu tratamento de nada valeu. Com a morte oficial dele, o circo finalmente seria meu. Ah e a pirralhinha dele também, mas eu poderia mantê-la com os avós até a morte deles. Assim ela não me atrapalharia.

Finalmente! Assim eu poderia transformar ‘fairy tail’ em um negócio digno de um Dreyar. Aliás... Fairy Tail soa meio bonitinho demais... Talvez um nome mais forte... Mas isso era para outra hora.

Agora eu precisava apenas me fingir de triste pela morte de meu ‘querido’ sócio. Já havia conquistado a confiança de todos, mal podia esperar para ver a cara deles quando eu transformasse todas aquelas fadas.

Vou prendê-las pelas caudas e nunca mais poderão fugir de mim.

É, Jude, você realmente fez um grande bem... Para o meu bolso!

Saí do quarto rindo e entrei no luxuoso carro preto com meu neto. Preparei minha melhor cara de enterro e conversei meus planos para o futuro com Laxus, a caminho do cemitério.


Notas finais
Não tentem nos matar ;-;

Eu esqueci o que eu ia escrever aqui, sério. E, eu acho, que era algo importante. Mas paciência.

Ahn, sim, digam o que vocês acharam, tá? Eu deixo vocês nos xingarem, mas se a Luu ficar com raiva se resolvam com ela U-U

Bom, como vocês viram ainda não foi agora que a história combinou com o prólogo... Pois é. Ainda tem muito chão ♥

E aí, ainda estão com raiva da Layla? Viram, ela nem é tãão ruim assim! E o Markarov, o que acharam dele?

Quais seus palpites para a futura personalidade da Lucy?

Deixem comentários!!!! Eles nos motivam a escrever! Beijos ♥