Despertar de uma sub
35 OUTTAKE II - Sonho de natal!
Notas iniciais
Hoje a noite é bela, juntos eu e ela
Vamos ao playroom, juntos a jogar
Ao soar o sino, sino pequenino
O chicote vai nos excitar.
É natal!!! E como eu quero que vocês sejam um pouquinho contentes (e quentes!) eu encontrei uma forma de postar um daqueles outtakes que não acrescenta nada a história, mas nos deixa com calor.
PS: Não tem ligação direta com a trama que está sendo narrada, portando se você não se sente a vontade em ler esse mimo, pule esse post e vai esperar o papai noel chegar.
PS2: A fic continuará de onde paramos no capítulo anterior, ou seja, ainda existe o preto para se digerido pelo Mestre e por sua submissa. Nenhuma ilusão de natal!
Boa leitura! Feliz natal!
OUTTAKE 2 — Sonho de natal!
Bella Swan
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– Você foi uma boa menina durante todo o ano, Isabella? — Ele sussurrou próximo ao meu ouvido. A julgar pela mordaça que ele tinha acabado de colocar em minha boca, ele não esperava por uma resposta, ainda assim eu me contorci o máximo que as cordas presas ao meu corpo permitiam e ele sorriu. Era um sorriso travesso, daqueles que promete o céu e a terra e que te faz desfalecer ante ao prometido.
– Parece que a minha gatinha está ansiosa pelo seu presente de natal... – Aparentemente essa noite seria regada a provocações.
Suas mãos percorreram as minhas costas até chegar as minhas nádegas expostas, pela posição que ele me tinha feito assumir – inclinada sobre o seu banco de chicotadas – e eu dei boas vindas à ardência provocada pelo estalar de seus dedos contra a minha pele.
Minha mente estava nublada demais pela excitação para precisar quantas palmadas eu recebi, mas a cada contato eu me sentia beirar o precipício do prazer.
Eu não tenho ideia de como ele era capaz de construir um orgasmo apenas com as palmadas, mas o fato é que eu precisava de só mais algumas para me entregar.
Obviamente, ele sabia disso e como sua intenção era me enlouquecer, ele se afastou e eu lamuriei contra a mordaça.
– Eu sei... – Ele disse com diversão evidente em sua voz. – Você quer mais, não é? A minha putinha sempre quer mais...
Eu concordei com um movimento vigoroso de minha cabeça, o que e o fez sorrir.
– Houve um momento, durante esse ano, em que você odiava me ouvir chamá-la assim, você se lembra? E agora... isso só a deixa mais excitada.
As pontas de seus dedos acariciaram a minha pele quente e desceram até encontrar a minha intimidade. Eu lutei contra as amarras desejando ter mais do seu toque.
– Eu amo a forma como você se entrega. – Eu cerrei meus olhos com força ao senti-lo deslizar para dentro de mim e iniciar um torturante movimento de vai e vem. – Amo a forma como você me permite moldá-la aos meus gostos. Amo a forma como você me excita ao se ajoelhar a minha frente... – Sem nenhum esforço, ele me manipulou com maestria até que todo o resto deixou de importar e eu me preparei para alcançar o céu. – Não, não! Ainda não! – Ele interrompeu os seus movimentos. – Não serão os meus dedos dentro de você quando você gozar.
Se eu não tivesse uma mordaça, eu certamente estaria implorando nesse momento.
Felizmente, ele me conhecia o suficiente para saber o quanto eu precisava dele e de todas as inebriantes sensações que só ele me causava.
Como todo o quarto se encontrava em silêncio, exceto pela minha respiração entrecortada, eu pude ouvir o zíper de sua calça ser abaixado e choraminguei ao senti-lo brincar com minhas dobras úmidas.
– Tão molhada... – Ele se inclinou sobre mim, até que seus lábios estavam próximos ao meu ouvido. — Eu quero um presente também, Isabella. Um presente que só você pode me dar... – Eu tentei me mover, em busca de algum contato maior, mas tudo o que eu conseguia era empinar mais ainda mais os meus quadris em sua direção, ainda assim eu continuei a me contorcer, mesmo quando o senti se posicionar entre as minhas nádegas.
Eu era apertada e ele era grande, ainda assim tudo o que eu senti foi prazer, um prazer crescente e tão potente que parecia me roubar o ar enquanto ele investia contra mim. A principio seus movimentos eram suaves e eu podia ouvir sua voz me murmurando palavras apaixonadas, mas não demorou muito para que a luxuria que nos envolvia falasse mais alto e suas investidas ganharem potencia o suficiente para fazer com que meus gemidos fossem ouvidos mesmo através da mordaça.
O meu corpo, a essa altura suado, deslizava minimamente sobre o couro do banco, despertando os meus mamilos e aumentando a intensidade da minha excitação.
Seus dedos voltaram a procurar por minha intimidade e ele passou a acariciar o meu clitóris com uma suavidade nada condizente com o seu selvagem vai e vem, mas ainda assim, era exatamente o que eu precisava para aproveitar a onda esmagadora de prazer que me atingia.
Nada mais existia. Apenas meu corpo sendo possuído da forma mais intima possível e todo o prazer que o ato trazia para nós dois. Meu Mestre e eu.
Quando Edward liberou o seu prazer, junto comigo, eu desejei que a noite jamais tivesse fim. Ou, que ao menos, ela voltasse a se repetir todos os dias.
– Foda-se! – Ele sibilou. – Eu, fodidamente, amo...
Eu abri meus olhos, me sentindo dolorida, ofegante, suada e muito, muito necessitada.
Maldito sonho! Maldita noite de natal! Maldita seja a falta que ele me faz... e maldito seja o presente que eu nunca vou receber.
Notas finais
xoxo
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