Despertar de uma sub
15 OUTTAKE I – COMO SERIA A PÁSCOA COM MESTRE CULLEN?
Notas iniciais
____________________
Coelhinho da Páscoa, que trazes pra mim?
Uma lemon, duas lemons, três lemons também...
Coelhinho da Páscoa, que mais você tem?
Algemas de chocolate também.
CAPÍTULO ESPECIAL DE PÁSCOA! CONTEÚDO ADULTO!
E como é um especial, produzido por mentes pervas e embriagadas de chocolate, não tem qualquer influência direta sobre a estória básica da fic. Portanto, se você não se sente a vontade lendo esse tipo de coisa (O que você está fazendo lendo uma fic BDSM, afinal?), pule esse capítulo e vá comer chocolate.
OUTTAKE I – COMO SERIA A PÁSCOA COM MESTRE CULLEN?
_______________________________________
Bella Swan
______________________________________________
Por tudo o que tinha ouvido falar, sabia que o feriado da Páscoa era um dos mais movimentados no club, já que não era um feriado tão prolongado para os membros viajarem... E como a maioria ali não tinham filhos, era mais do que comum aproveitar aqueles dias entre as salas privadas do club.
Cabia a mim, como submissa do Mestre Cullen, assim como a Alice, como submissa do Mestre Withlock, receber aos sócios convidados para a festa especial de Páscoa. Provavelmente por uma questão de habilidade, Alice ficou responsável pelos Doms, entregando-lhes, como um presente da casa, um chicote feito de chocolate, e a mim, a cada Submissa, um par de algemas, também de chocolate.
Não era uma tarefa difícil. Poderia até mesmo ser divertida, se eu não estivesse tão constrangida pelos constantes olhares que recebia. Eu sabia que a razão para tantos olhares era a forma como estava, provocantemente, vestida. Nada mais do que meia arrastão, um apertado e decotado corpete preto e orelhas de coelhinha.
Eu bem que tentei questionar as roupas (ou neste caso, a falta de roupas) que Alice tinha escolhido para a ocasião.
"Entre no clima, Bella... e pense na cara que seu Mestre vai fazer quando te ver assim, de joelhos diante dele...” – Foi o que ouvi como resposta.
E era por isso, só por isso, que me encontrava daquela forma nesse momento. Ainda não tinha encontrado Edward desde o inicio da festa, afinal de contas, por conta da minha "missão do dia" tivemos que vir separados, e ele, provavelmente, chegaria ali a qualquer momento. E, eu esperava que a minha roupa realmente o agradasse e não me rendesse uma punição.
Eu senti meu coração acelerar e uma corrente elétrica percorrer todo o meu corpo no momento em que o vi adentrar o salão.
Eu sempre teria essa reação a ele, mesmo que se passassem anos, eu ainda perderia o ar cada vez que meus olhos caíssem sobre ele.
Edward era, simplesmente, de tirar o fôlego.
E sua presença era tão imponente e poderosa que eu poderia senti-la mesmo que estivesse a quilômetros de distancia.
Foi sentindo meu coração retumbar em meus ouvidos que abaixei minha cabeça, em um sinal claro de submissão, a meu Mestre, quando vi que apenas alguns passos nos separavam.
– Cuidou direitinho dos ovinhos de Páscoa, Coelhinha?
Imediatamente, lembrei-me de nossa despedida antes de eu vir ao clube, mais cedo, enquanto ficava de joelhos com seu membro entre meus lábios e sua coleira em meu pescoço.
Foi impossível esconder o rubor que tomou meu rosto no momento em que o ouvi, sendo apenas capaz de assentir suavemente.
– Exatamente como meu Mestre ordenou... — Murmurei, abaixando, ainda mais, o rosto.
Fitei seu sorriso levemente malicioso quando ele afagou o meu, me fazendo lhe encarar.
– Assim que terminar seu serviço, Coelhinha, me encontre no escritório... Tenho um presente para você.
E assim ele se afastou... Me deixando cheia de vontade, com aquele calor suave que tomava meu corpo sempre que ficava em sua presença.
Os minutos pareciam correr devagar quando não estava em sua presença, mas por sorte, não demorou tanto assim até que a última algema fosse entregue e eu estivesse, finalmente, livre para me dirigir ao seu escritório. Incidentes como o da primeira noite ali não aconteciam mais... Todos sabiam que eu era a submissa do Mestre Cullen e ninguém ousava tocar no que é dele, o que me deixava tranquila para circular entre as pessoas, mesmo que desacompanhada.
Entrei em seu escritório, após uma leve batida na porta, tomando minha posição: apoiada em meus joelhos, ao lado de sua cadeira, por trás da mesa, e permaneci em silêncio enquanto ele buscava algo em uma de suas gavetas.
– Hoje é um dia muito especial, Coelhinha... É páscoa! E como você tem sido um pet bonzinho, merece um presente...
Assim, ele levantou de sua cadeira, prendendo uma guia em minha coleira. Como eu já sabia o que fazer, apenas o segui, junto as suas pernas, de quatro, até passar por uma porta, que levava a uma sala privada... Era quase como uma versão menor do nosso playroom ali, anexa ao escritório.
–Retire o seu corpete e suba na cama, Coelhinha. Posicione-se para o seu dono! — Seu tom de voz imperativo, era o suficiente para me fazer estremecer... Não era preciso tocar entre minhas pernas para sentir a leve umidade que surgia sempre que o ouvia, ou mesmo cobrir meus mamilos para comprovar como ficaram turgidos sob o tecido.
Sem questionamentos subi na cama, ficando de quatro... "de gatinha", como ele dizia.
Ele se aproximou de meu rosto, arrumando meus cabelos que tinham coberto minha face, voltando meu rosto a ele.
– Deveria te deixar de orelhinhas por todo o fim de semana, Isabella... Parece ser o bichinho ideal para você encenar. — Ele sorriu malicioso enquanto cobria meus olhos com uma venda.
Podia sentir sua presença ao meu redor, seus passos rodeando a cama.
– Apesar de que, Coelhinha, você merece umas boas palmadas por exibir esse traseiro assim, sem minha permissão. — E sem nenhum aviso, além desse, senti o primeiro contato firme do flogger em minha pele, me fazendo gemer baixinho, num misto de choque, dor e prazer.
E como sempre acontecia, eu senti o desejo de implorar por mais. Mas, sabia que se continuasse a me portar, exatamente, como meu Mestre desejava, eu seria recompensada, então apenas empinei meu traseiro um pouco mais no ar, em um oferecimento mudo.
– Você quer mais, Isabella?
Ele perguntou arrastando o flogger sob minha carne, que certamente estaria avermelhada, me fazendo querer gritar "Sim, Mestre", mas obedientemente respondi apenas:
– O que meu Senhor desejar para mim...
Poderia jurar que ele sorria com minha resposta, já que me premiou com mais um estalar do flogger, desta vez do outro lado de minhas nádegas... Mas foi o máximo, para minha tristeza, que recebi dele aquela noite.
–Sabe que é a Páscoa, Isabella... – Ele voltou a se pronunciar após ordenar que eu me deitasse de costas sobre a cama – É um período cheio de simbolismos e tradições... — Ele ia falando, como se explicasse a uma criança o porquê fazia cada coisa, até que senti, o primeiro pingo morno em meu pescoço...
Não era cera, tinha certeza. Era mais cremoso... Escorregava por minha pele
– Os ovos... A coelhinha... O chocolate... Tudo tem um significado. Assim como o meu chicote e a sua coleira.
Agora eu podia sentir os pingos ao redor de meus mamilos, fazendo-os ficar ainda mais turgidos, e me obrigando a morder os lábios para conter um gemido.
O doce aroma já tinha tomado os meus sentidos, e era impossível ficar totalmente quieta quando os pingos mornos do que eu, agora, reconhecia como chocolate chegaram ao meu ventre, rodeando meu umbigo.
E só ficou ainda mais difícil me conter quando ele continuou a me torturar, descendo os pingos mornos e doces até a minha intimidade.
– Ohh Mestre! – Gemi, por fim.
– Como disse antes, você tem sido um pet muito bonzinho... Bastante obediente, tem se esforçado bastante por seu Mestre... E como recompensa, eu escolhi um presente especial para você.
Eu podia sentir, enquanto ele falava, algo sendo deslizado entre minhas dobras intimas, cobrindo-se com o chocolate morninho que estava ali... Algo que eu poderia supor ser um dildo, pelo formato, mas era diferente... E a diferença se tornou mais clara quando, com cuidado, meu Mestre o empurrando para dentro de mim.
O que eu sentia era completamente diferente do aço frio dos plugs que Edward apreciava que eu usasse... Era mais... Suave, quase cremoso. Não conseguiria explicar corretamente a sensação, mas era algo que nunca havia sentido... E independente do que fosse, era fodidamente gostoso.
– Mestre... uhnnn, Mestre... Eu tenho permissão para gozar? — Murmurei, tentando me conter ao máximo a fim de que Edward não parasse com aquilo, já que ele começava a aumentar o ritmo com aquele dildo, todo especial, entrava e saia de mim.
Nunca foi preciso muito para que Edward me levasse à beira de um orgasmo, mas, daquela vez, existia algo de diferente que me fazia estar cada vez mais perto de explodir.
– Shii, comporte-se, Isabella! — Ele disse num tom firme.
Mesmo que tudo o que meu corpo desejasse naquele momento fosse se entregar a um poderoso orgasmo, não tinha a permissão dele... Tinha de me conter... Encontrar forças onde não havia mais para resistir à tentação, para não sucumbir aos meus desejos, para dar ao meu Mestre apenas satisfação, nunca decepção.
Minha resolução de obedecê-lo completamente não foi suficiente para conter o gemido de frustração que soltei quando o senti retirar o objeto delicioso que estava prestes a me levar à loucura.
Felizmente, no segundo seguinte, eu pude senti o seu peso sobre mim... Acomodando-se... Invadindo-me, fazendo com que me sentisse finalmente completa.
Foi a vez de um suspiro pesado escapar por meus lábios enquanto ele tomava o meu corpo e arrebatava meus sentidos. E, em meio aquele arfar, senti o meu presente brincando em meus lábios.
–Abra a boca, Isabella... — Ele disse com a voz levemente mais pesada e rouca que o de costume, forçando o que antes estava em minha intimidade, a entrar em minha boca, e finalmente pude sentir o gosto de chocolate tomar meu paladar.
E sentindo os dois, Edward e o meu presente de páscoa, ouvi sua permissão, que eu tanto aguardava:
– Goza, Isabella... Vem para mim... Comigo.
Meu corpo todo parecia amolecido, e o gosto do chocolate misturado ao meu parecia ainda mais excitante, mas mesmo totalmente sem forças, senti um arrepio gostoso quando sua língua limpou um de meus mamilos, murmurando:
– Feliz Páscoa, Isabella!
– Feliz Páscoa, Mestre! – Consegui dizer antes que mais uma onda poderosa me atingisse.
Fale com o autor