Despertar de uma sub

19 EXTRA DE AGRADECIMENTO - Pet Play


Notas iniciais
As personagens pertecem a Stephenie Meyer, a nós apenas a trama e seus cenários.Recluse plágio!
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Uau 1000 reviews!
Eu não tenho palavras para dizer o quão veada isso me faz... Muito menos para agradecer, corretamente, a todas. Mas, espero que um extra apimentado consiga mostrar, pelo menos, um pouquinho da minha gratidão e felicidade.
PS: É um extra sem qualquer influência sobre a estória então, se tu não se sente a vontade para ler pervice... Basta ignorar!

EXTRA — Pet Play

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"Que eu possa proporcionar o melhor presente Àquele a quem pertenço por desejo, amor e paixão..."

Como seria o reencontro de Mestre Cullen e sua submissa, se não existissem vídeos e um ex Dom querendo atenção?

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Bella Swan

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Eu não fazia ideia de a quem pertencia a casa para onde Edward havia me dito para ir e esperá-lo.

Tudo o que saiba, graças a minha chegada adiantada e minha busca pelo local, é que até que meu Mestre chegasse, eu estaria sozinha.

Essa informação me deixou menos receosa para atender ao pedido de meu Senhor.

Quando a noite caiu, e os minutos se aproximaram da hora combinada, eu me dirigi ao amplo quintal e olhei, atentamente, ao redor, antes de retirar o sobretudo que usava.

O vento frio atingiu minha pele nua e eu estremeci.

Não estava em Chicago... Isso eu sabia pela quantidade de horas que passei dentro de um carro, guiado por alguém da confiança de Edward e pelas muitas arvores que avistei pelo caminho, assim como a falta de qualquer outra casa próxima a que estava.

E o clima... Era ainda mais intenso aqui. O vento soprava forte e eu acredito que congelaria se ficasse tempo demais do lado de fora da casa, vestindo nada mais do que meias 7/8, salto alto e minha coleira.

Dobrei cuidadosamente o meu casaco e o coloquei em cima de uma das cadeiras de balanço que ornamentavam e davam um ar aconchegante a casa e desci os poucos degraus até que estivesse exatamente no mesmo local em que o carro que me trouxe havido sido estacionado, imaginando que esse seria o mesmo local escolhido por Edward.

Me coloquei de quatro e esperei.

Edward chegaria em breve. Finalmente, eu iria revê-lo, depois de quase duas semanas afastados por conta de sua viagem de negocio e ele, não só me agraciaria com a sua presença, como desejava jogar.

E quando ele chegasse, segundo as suas palavras, eu seria a sua cadelinha e se fosse bastante obediente seria recompensada por isso.

Eu ainda odiava o termo, mas adorava o que “ser a sua cadelinha” queria dizer. Em nosso, ultimo fim de semana juntos, Edward havia me mostrado que ser seu Pet pode ser, realmente, muito prazeroso.

Ao longe eu ouvi o ronco do motor de um carro e a expectativa me tomou.

Não demorou muito até que o carro foi estacionado a minha frente. Eu desejei poder olhá-lo, mas me mantive na posição que ele havia ordenado, com minha cabeça baixa, fitando o chão, até que ele deixou o carro e parou a minha frente.

- Você sentiu a minha falta, Pet? – Sua voz profunda me entorpeceu.

Eu não sabia se tinha permissão para falar, então me inclinei e beijei seu pé, para logo em seguida descansar meu rosto sobre o seu sapato. Desejei que meu gesto fosse o suficiente para mostrá-lo o quanto senti saudade.

- Eu acho que isso quer dizer que você mal podia esperar para que eu voltasse para casa... – Ele disse calmamente. – Minha cadelinha foi negligenciada nos últimos dias. Ninguém para brincar... Ninguém para cuidar das suas necessidades... Talvez, eu consiga me redimir essa noite.

Meu coração acelerou quando ele se abaixou a minha frente e com a mão, levantou a minha cabeça me fazendo fitar seus olhos verdes e luxuriantes.

Deus, como senti falta desse olhar. Desse toque. De todo ele.

- Eu tenho novos brinquedos para você, Pet. – Ele anunciou com um sorriso. – Você foi uma boa menina e fez tudo o que seu Mestre mandou? Eu odiaria ter que mantê-los guardados... Existem alguns que eu mal posso esperar para usá-los em você.

Eu assenti timidamente.

- Eu acho que vou saber isso em breve, não é?

Com isso, ele voltou ao carro e apanhou uma mala e a carregou até a porta que nos levaria até a casa. Então, ele olhou para trás, para mim e sorriu.

- Muito bem, Pet! Eu estou orgulhoso da minha menina. Agora, traga o seu traseiro bonito até aqui... Você sabe como, não é?

Eu me obriguei a me mover, usando apenas minhas mãos e joelhos, até que estivesse ao seu lado.

Seus dedos deslizaram por meu cabelo e ele me acariciou por alguns segundos, antes de abrir a porta e me mandar entrar.

Eu permaneci parada próxima a porta, enquanto ele levava a sua mala até algum quarto, fazendo nada além de imaginar o que ele poderia ter planejado para essa noite.

Quando Edward voltou, ele se abaixou a minha frente e prendeu uma nova guia a que eu já usava e me fez segui-lo, ainda de quatro, até que chegamos a um espaçoso banheiro.

- Eu tive um voo longo, Pet. Você não se importa que eu tenha um banho antes, não é?

Minha guia foi presa a um dos suportes para toalha e eu passei a admirar cada pedaço de seu corpo, enquanto ele se despia com toda a naturalidade do mundo, completamente indiferente ao fato de que todos esses dias longe dele, me deixaram mais do que necessitada e apenas a visão de seu corpo nu era capaz de me levar próxima a um orgasmo.

Ele sorriu quando um gemido escapou por meus lábios, ao ver a forma como ele fechou os olhos e aproveitou as gotas d’água que caiam sobre si. Eu nunca invejei tanto algo em minha vida. Eu queria ser a água que acariciava, livremente, o seu corpo.

- Qual o problema, Pet? – Ele disse, agora se ocupando com o sabonete. – tendo um tempo difícil em se manter de quatro para o seu dono?

Eu ensaiei um movimento negativo de cabeça, mas fui paralisada com a visão de sua mão ensaboada descendo por sua barriga, até encontrar seu membro rijo.

Eu acho que babei.

- Ou o problema é o tempo em que sua linda bocetinha passou sem atenção? – Ele provocou. – Eu estaria correto se concluísse que minha cadelinha está no cio?

Eu assenti, sem me importar com os trocadilhos ou com o fato de que estava começando a apreciar a forma como a palavra “cadelinha” soava dita por ele.

- Vamos lá, Pet, você pode falar livremente... Diga ao seu Mestre o quanto você precisa de atenção.

- Hum, Mestre... – Disse, tentando me aproximar, mas a guia presa ao suporte, não me permitiu me mover. – Sua cadelinha sentiu tanta a sua falta.

Ele riu. Alto e brilhantemente.

- Eu amo saber que sou o responsável por fazê-la falar assim... Acho que não temos mais problemas com o uso de “cadelinha” não é?

- Eu gosto... Quando é você quem diz. – Reconheci, timidamente.

- Você não precisa me dizer, Isabella. Eu já sabia disso pela forma como você choraminga, se contorce e fica ainda mais molhada toda vez que eu te chamo assim... Eu te conheço melhor do que você mesma. Você me pertence e essa é a minha função.

- Mestre, por favor! – Pedi quando ele começou a deslizar sua mão, coberta de espuma, por toda a sua extensão.

- O que você deseja, minha garota safada? Me diga, e quem sabe eu te dê...

- Por favor, Mestre, me deixe me juntar a você...

- Eu estou no banho, Isabella. – Ele me deu um sorriso que queria dizer que ele continuaria me torturando. – E o único banho que uma cadela pode dar em seu Dono, é um banho de língua... Eu sei que você está ansiosa por isso, mas nós não precisamos de um chuveiro para isso... Então, seja boazinha e espere.

Edward estava apreciando a forma como eu gemia e tentava conseguir alguma fricção unindo minhas pernas ao máximo ao ver como ele continuava a se tocar.

- Hummm Isabella... – Ele prendeu seu olhar ao meu. – Eu preciso reconhecer que também senti falta de me afundar em você durante esses dias longe. Felizmente, para mim, eu não tenho um Mestre malvado que me proibiu de conseguir algum prazer por mim mesmo.

Porra, isso é tortura!

- Você sabe o que é bom, em vê-la assim? – Ele continuou, aumentando o ritmo de seus movimentos. – É que se você continuar sendo uma boa menina e aguentar, apenas, mais uns minutinhos... Eu vou ser bastante generoso em deixá-la gozar para mim, antes mesmo de deixarmos esse banheiro.

Eu tentei pensar em qualquer outra coisa. Qualquer coisa que me fizesse conseguir a recompensa que ele prometia, mas era difícil, realmente difícil, especialmente quando eu o vi arfar e fechar os olhos, em um claro indicativo que seu auge estava sendo atingido.

“A submissão é um estado, pode-se ou não atingi-lo...” ­– Comecei a recitar um texto que há poucos dias encontrei em um dos meus sites preferidos sobre o estilo de vida que partilho com Edward.

Nada poderia nos descrever melhor.

“Há uma conquista, um apoderamento,

mas sem um consentimento dela nada é possível.

A quem tornar-se submissa? Com quais critérios?

Em que condições? Por quais motivos?

Há muito que se desconstruir e depois elaborar, infinitas vezes...

Dependendo do quanto se foi educada a sacralizar o corpo,

tornar-se uma fêmea pode ser tarefa sem prazo.

É necessário estar segura, sentir-se protegida, valorizada e desejada.

É preciso confiar, entregar-se, render-se e abdicar de si mesma.

Também é fundamental cuidar-se,

manter a mente, o corpo e a alma no mais alto conceito.

É difícil sair inteira de uma sessão onde se vive

o avesso do que o mundo demanda.

É árduo ultrapassar as próprias neuroses.

É por vezes angustiante sair da zona de conforto.

Estar "do outro lado" não deve ser nada fácil,

mas acredito que é mais de acordo com a vida, que seja

menos brusca a passagem para dentro e para fora do bdsm...

Amar não é indispensável,

mas o amor faz com que tudo isso funcione melhor.”

Eu continuei a repetir o texto, uma e outra vez, minha voz se tornando um pouco mais alta a cada novo movimento de Edward, até que o vi tombar a cabeça de encontro a parede molhada e seu gozo espirrar contra o chão do boxer.

Eu estava ofegante, mas orgulhosa de mim mesma por ter conseguido. Não era apenas a recompensa que Edward havia prometido... O que realmente me deixava orgulhosa era o olhar de admiração dele, quando voltou a abrir os olhos e me encarou.

- Essa foi uma boa tática... – Ele disse com a voz rouca. – Eu estou orgulhoso, Isabella!

Ele não se preocupou em secar o corpo, quando deixou o boxer e caminhou em minha direção.

- A cada dia, você se aproxima ainda mais do momento em que será a submissa dos sonhos de qualquer Dom... – Ele se abaixou a minha frente e deslizou sua mão gelada por minha pele até alcançar o meu centro pulsante. – E eu serei o único que poderei dizer que você me pertence.

Eu gemi, sem pudor, quando ele deslizou dois de seus dedos para dentro de mim.

- Porra, Pet! – Ele aumentou o ritmo de suas investidas. – Você está tão perto... Eu a fiz esperar demais?

- Eu... Oh Mestre! Eu tentaria, com afinco, esperar por quanto tempo você desejasse...

- Essa é a minha menina de ouro! – Ele sorriu para mim e girou seus dedos em meu interior, me fazendo gritar de prazer. – Você me agrada tanto, Isabella!

- Ob... Obrig... Obrigada, Mestre!

- Você não precisa esperar mais. Venha pra mim, minha cadelinha.

A forma como meu corpo respondeu a ele foi avassalador. Tão intenso, que a única coisa que me impedia de estar deitada sobre o chão frio do banheiro, após ter acabado, era o fato de minha coleira continuar presa ao suporte da toalha e os braços de Edward me aparando.

...

Ele me carregou até a cama, sempre sussurrando provocações em meu ouvido. Sua voz despertando, mais uma vez, meu corpo sedento para ele.

- O que você acha de ver e sentir os presentes que tenho para você? – Ele perguntou e, maliciosamente, deslizou um de seus dedos por meus mamilos, me fazendo abrir os olhos e o olhar com fome. – Humm, seu olhar me diz que você já está pronta para continuarmos a brincar...

Seus dedos se fecharam ao redor da sensível área, provocando uma deliciosa dor.

- Nós temos a noite inteira, Pet. E eu quero testar, cada um dos meus novos brinquedos... Só então, eu vou sussurrar, novamente, minha permissão em seu ouvido.

Obviamente, ele cumpriu a sua promessa.

Eu fui apresentada a um novo prendedor de mamilos que possuíam um peso em cada ponta, me fazendo choramingar a cada novo movimento e a bolinhas tailandesas, que me permitiram entender porque ele tinha, justamente hoje, me liberado do uso do plug anal que eu deveria usar todos os dias. E, é claro, existia um novo, intocado, chicote, ansioso por deixar o meu traseiro no tom de vermelho que Edward tanto gostava.

Ele me fez andar pelo imenso quarto, como a cadelinha obediente que eu era – segundo ele, enquanto seu chicote descia, sem piedade, sobre minha pele.

Quando meus gemidos se tornaram tão altos que, segundo meu Mestre, eu poderia ser ouvida implorando para ser fodida a quilômetros de distancia, ele usou uma gag para diminuir as minhas lamurias.

Eu continuei a percorrer o cômodo empinando, cada vez mais, o meu quadril em sua direção. Me deliciando ao ouvi-lo me dizer o quão bem eu estava me saindo... E que, sem duvida, eu merecia uma recompensa no final da noite.

- Você é uma mesmo uma cadela, Isabella. – Ele acertou seu chicote entre as minhas pernas e nem mesmo a gag foi capaz de conter meu gemido agoniado. – Você está gostando disso. Eu posso ver pela umidade escorrendo por suas pernas... Você gosta que eu fale assim com você e você gosta, você ama que joguemos assim, não é?

Eu podia sentir minha pele quente e ardente e isso só me trazia ainda mais prazer.

- Essa é a sua cena predileta, Pet? Você quer repetir isso uma e outra vez... Todos os fins de semana?

Eu acenei positivamente e ele se colocou a minha frente, me obrigando a parar.

- Continuei a ser uma boa menina, Isabella. Mantenha-me orgulhoso e satisfeito com você e eu, prometo que a colocarei de quatro sempre.

Se antes eu não tinha a intenção de decepcioná-lo agora eu tinha também um incentivo para agradá-lo, cada vez mais.

E quando ele deixou minha boca livre, eu nem mesmo esperei pela ordem que eu sabia que viria. Apenas, o acomodei o máximo que podia e apreciei cada gemido que ele deixava escapar.

Eu poderia continuar assim por toda a noite, mesmo quando ele dava um passo atrás, me testando. Era um jogo e eu ganhei todas às vezes. Eu não o deixei escapar por meus lábios nenhuma vez e como prêmio, Edward me posicionou sobre a cama, meu rosto colado ao colchão macio, me deixando completamente exposta e empinada para ele e me preencheu completamente, enquanto ele brincada, tirando e colocando, as bolinhas tailandesas de minha entrada intocada... Me fazendo ansiar pelo dia em que ele também me preencheria dessa forma.

Não demorou muito para que eu começasse a implorar por sua permissão. Mas, ele me levou até o limite, sempre negando o que eu tanto desejava, até que ele sentiu... Conhecendo meu corpo tão bem quanto à palma de sua mão que eu não conseguiria mais... Então, ele me permitiu alcançar o êxtase, antes de mover seu quadril em minha direção com força e com um só movimento me livrar de todas as bolinhas que ele tinha me feito receber.

Eu gritei, a pleno pulmão, seu nome. Vezes sem fim e continuei a dizê-lo mesmo quando me tornei consciente das lágrimas que molhavam o meu rosto, evidenciando o quão intenso tinha sido o que ele me proporcionou.

Edward me puxou para os seus braços e com doces beijos, secou cada uma das minhas lágrimas antes de dizer:

- Eu também senti a sua falta, anjo.

Notas finais
Mais uma vez: MUITO OBRIGADA!
Vocês são demais!
Por favor, me deixem saber o que acharam, okay?
xoxo