Notas iniciais
Boa leitura!

Capítulo 12

No final das contas eu acabei deixando a livraria na hora de sempre porque percebi que era muito mais complicado convencer Angela do que tinha sido com Edward.

E até mesmo cogitei a hipótese de seguir com a minha rotina normal, o que incluía uma ida rápida a uma confeitaria onde eu conseguiria alguns doces que Edward e eu criamos o habito de beliscar após o jantar e seguir para casa a pé. Obviamente minha resolução foi mudada no momento em que coloquei os pés para fora da confeitaria e voltei a sentir a mesma inquietação de antes.

Me obriguei a não entrar em pânico mais uma vez e entrei no primeiro taxi que apareceu.

Obviamente, Edward já estava em casa, mas em vez de ir procurá-lo como sempre faço, segui direto até a cozinha em busca de um copo d’água e alguma coisa para enganar o estômago. Com toda a atenção que dei a minha conversar com Benjamin na loja, acabei deixando passar o almoço e agora estava faminta.

– Você chegou cedo... – Eu quase engasguei com a água que estava tomando.

– Oi... – Deixei o copo sobre a mesa e me virei em sua direção. – Cheguei bem a tempo de preparar algo para jantarmos.

– Marie acabou de sair... — Ele respondeu. – Ela preparou algo. Mas como eu não te esperava até mais tarde...

– Sinto muito. – Sussurrei sem saber se me referia ao fato de tê-lo obrigado fazer outros planos ou por ter mentindo para ele.

Ele se aproximou, colocando seu corpo a frente do meu e eu senti uma necessidade imensa de sentir seus braços ao meu redor.

– Você parece cansada.

– Um pouco. – Admiti, embora tão tenha tido coragem de dizer que era muito mais cansado emocional do que físico.

– Por que você não toma um banho enquanto eu coloco a mesa? – Edward sugeriu me hipnotizando com o seu sorriso torto que eu tanto adoro. – E, se você preferir, nós podemos apenas assistir a um filme e relaxar hoje à noite.

Eu sabia que se dissesse que era isso que eu gostaria de fazer, ele realmente concordaria, sem nenhum problema, mas eu não queria isso.

Está certo que eu não estava em melhor momento, mas eu não queria que seja lá o que estivesse me incomodando, interferisse entre Edward e eu.

– Eu não quero mudar o que tínhamos planejado.

Ele apenas ficou me olhando por um longo tempo como se dessa forma fosse capaz de ler a minha mente.

Eu tentei me conter, mas tê-lo tão perto era tentador demais.

Envolvi meus braços em seu pescoço e o apertei com o máximo de força que tinha.

Ele riu. Um riso alto, contagiante, reconfortante. O som se infiltrou em minha corrente sanguínea como se fosse tranquilizante sendo bombeado em minhas veias, me permitindo ficar em paz.

– Obrigada! – Disse em seu ouvido quando o senti retribuir o abraço.

– Pelo o que, meu anjo?

– Por... Ah, você é incrível!

Ele voltou a rir e foi inevitável acompanhá-lo.

– Fico feliz que você pense assim, embora não seja verdade.

...

Eu me sentia muito mais leve quando meu corpo foi imerso na água morna da banheira.

Edward tinha esse efeito sobre mim. Sua proximidade era capaz de me fazer sentir bem, quase como se ele fosse o remédio para todos os meus males.

Foi pensando em como seria bom se ele me visse da mesma forma que me banhei rapidamente e me ocupei em me vestir.

Aproveitei o fato de que Edward não tinha separado nada que gostaria que eu vestisse – não sei se pelo fato de eu ter chegado mais cedo do que ele supunha ou apenas por ele preferia que eu estivesse nua em seu playroom e me arrumei como sabia que ele gostava, mas ainda sendo eu mesma.

No final, o resultado tinha sido bom: a cinta liga negra que eu usava oculta pelo vestido comportado me fazia sentir desejável e com isso eu me sentia confiante. Por fim, calcei um sapato de salto alto, já que desde a nossa pequena encenação no escritório de Edward, ele tem deixado bastante claro que o excita me ver usando salto.

Eu só não esperava me deparar com ele, casualmente sentado em nossa cama, quando deixei o banheiro.

Seus olhos percorreram todo o meu corpo, me provocando. Me fazendo desejá-lo, com intensidade.

– Eu acho que não estou vestido de acordo... – Sua voz soou rouca e eu estremeci bastante consciente de que isso era um dos efeitos que eu provocava nele.

Foi a minha vez de analisá-lo. Meus olhos deixaram o seu rosto e desceram, passando pelo tronco coberto por uma camisa simples branca até alcançar a evidente ereção oculta pela calça jeans.

Gemi baixinho.

– Você sempre está bem... Não importa o que vista.

– Algum motivo especial para tudo isso? – Ele movimentou seu braço apontando para mim e em seguida para a caixa que continha o seu presente, que eu havia deixado sobre a cama, sem imaginar que ele estragaria a minha surpresa.

– Você estragou a minha surpresa. – Cruzei os braços e por pouco no fiz um bico.

– Eu não. – Ele tentou esconder o riso e eu estreitei meus olhos. – Eu juro!

– Você olhou. – Acusei, antes de me encaminhar até a cama e retirar a caixa e a colocar distante dele.

– É para mim? – Ele perguntou docemente.

Uma rápida olhada na caixa e eu pude ver que ela continuava lacrada.

– É claro que é para você. – Posso jurar que meu rosto estava completamente vermelho nesse momento.

– E eu posso ver?

– Nós podemos jantar primeiro? Eu estou, realmente, faminta.

Edward assentiu antes de se colocar de pé e me puxar para mais perto.

– E tudo isso? – Uma de suas mãos deslizou pela lateral do meu corpo. – Também faz parte da sua surpresa?

– Eu só queria ficar bonita para você...

– Eu pensei que você já soubesse... – Sua boca roçou o lóbulo da minha orelha e eu me prendi ainda mais a ele. – Aos meus olhos, você sempre está linda!

...

Eu não sei se Edward tinha esquecido da minha surpresa, mas o fato é que após o jantar ele me deu 10 minutos para estar em minha posição, com meu vestido devidamente fora do meu corpo em nosso quarto de jogar.

Eu corri até o quarto que dividimos durante a semana e apanhei a caixa embrulhada e rapidamente fiz como ele tinha instruído. Por um segundo hesitei sem saber se deveria retirar a lingerie e os saltos, mas os mantive já que Edward não tinha me dito nada sobre eles.

Quando ele chegou, me encontrou de joelhos, ao pé da cama, a cabeça baixa, as mãos repousadas sobre minhas pernas cobertas pela meia de seda negra.

Ele parou a minha frente. Nenhuma palavra foi dita, mas mesmo assim eu me inclinei e depositei um beijo sobre cada um de seus pés, que agora estavam descalços.

Senti no momento em que sua mão se infiltrou por meu cabelo e sorri reconhecendo o ato, como uma aprovação a minha saudação.

– Você me trouxe um presente, Isabella? – Embora ele estivesse usando o tom forte, autoritário – aquele que eu internamente chamava como o tom Dom, ainda existia uma ponta de diversão em sua voz. – Você pode falar livremente essa noite.

– Sim, Mestre. – Eu respondia imediatamente. – Eu espero que o agrade.

Eu apanhei a caixa que estava ao meu lado, no chão e a ofereci a ele, sempre mantendo minha cabeça abaixada, mesmo que eu desejasse ver o seu olhar quando ele abrisse a caixa.

– Você pode abri-la para mim? – Era uma ordem disfarçada de pergunta, a submissa em mim sabia disso. – Fique mais perto... – Ele se sentou na beirada da cama e eu prontamente me coloquei entre as suas pernas, como sabia que ele gostava.

Eu me ocupei em retirar o laço e a fita adesiva que mantinha a caixa lacrada e a repousei sobre o colo de Edward antes de abri-la.

Ainda existia um papel de seda branco por cima e eu deixei a cargo de Edward retirá-lo, subitamente insegura de qual seria sua reação.

Ele arqueou sua sobrancelha perfeita para mim e eu engoli em seco.

– Erh... Humm, se você não gostar e...

– Meu discurso gago e sem sentido foi interrompido pelo movimento do braço de Edward, revelando aos seus olhos o que tinha dentro da caixa.

Eu mantive meus olhos presos ao seu rosto, tentando encontrar qualquer indicio em sua feição, mas eu não conseguia lê-lo tão bem quanto ele me lia.

Ele apanhou a coleira e olhou atentamente, se prendendo a todos os detalhes, até que um discreto sorriso começou a se formar em seu rosto.

– Eu estou confuso... – Ele disse, rodando a coleira em sua mão. – É um presente para mim ou para você?

Eu ruborizei. Intensamente.

– Para você, Mestre. – Respondi baixo. – Eu... Eu só... Eu pretendia agradá-lo, Mestre.

– E você me agradou, Isabella. Muito. Não duvide disso. Eu só estou me perguntando o quão bonito seu pescoço ficaria com ela...

– Seria uma honra usá-la, meu Senhor.

– Humm veja, então esse é um presente para nós dois.

Eu assenti entendendo seu ponto. De fato, era algo para o deleite de nós dois. O dele de saber que eu pertencia a ele e o meu de ter seu nome em mim como prova da minha entrega a ele.

– Afaste o seu cabelo para mim, Isabella.

Eu obedeci e senti quando ele prendeu a nova coleira em volta do meu pescoço.

– Primoroso! — Ele exclamou acariciando minha bochecha para logo em seguida puxar a guia presa à coleira e aproximar meu rosto do seu. – Agora, eu acho que posso encontrar uma forma de encaixar o restante do meu presente nos meus planos hoje à noite...

Seus lábios roçaram a pele do meu rosto antes que ele me dissesse para ficar de pé.

Seu corpo se moldou ao meu, por trás e ele me fez fitar a cama a nossa frente.

– Eu tinha planos de prendê-la a essa cama hoje à noite... – Ele disse ao meu ouvido. – E eu ainda vou fazer isso, é claro. Mas acho que antes temos tempo para um pequeno aquecimento...

Sempre me conduzindo pela guia, ele me levou até o outro lado do quarto.

– Eu acho que esse é um bom momento para retirar a sua calcinha...

Eu precisei me contorcer para conseguir retirá-la, já que Edward manteve seu aperto sobre a guia, me mantendo próxima a ele, sendo impossível me abaixar totalmente.

– Agora, afaste suas pernas para mim. – Ele disse quando eu, finalmente consegui retirar o fio dental que vestia.

Ele se afastou, permitindo que a corrente de aço batesse contra a minha pele.

– Um pouco mais... – Ele pediu e eu afastei ao máximo minhas pernas. – Boa menina!

Eu não ousei me mover quando ele voltou para perto da cama e apanhou as algemas e as tornozeleiras.

Ele se abaixou a minha frente e com habilidade prendeu cada um de meus tornozelos a um elo de aço que eu não tinha me dado conta que existia preso ao chão. Mesmo que eu quisesse, seria impossível mover minhas pernas agora.

– Agora seus braços...

Edward trabalhou em prender meus pulsos juntos e depois ele me disse para levantar os braços e os prendeu acima de minha cabeça.

Eu estava completamente presa, sem nenhuma possibilidade de fuga. Totalmente a sua mercê.

E eu estava amando isso.

Ele sussurrou palavras obscenas em meu ouvido e percorreu suas mãos por cada centímetro do meu corpo, o acariciando, o aquecendo, até que eu me sentia queimar desesperadamente no fogo da luxuria que ele jogava sobre mim.

Eu se ocupou de beijar, sugar e arranhar a pele do meu ombro enquanto suas mãos hábeis manipulavam sem piedade meus seios, que a essa altura estavam expostos, já tão sedentos por atenção.

Eu estava tão presa à nuvem de excitação que ele me impunha que não percebi sua intenção, até ele sussurrar em meu ouvido:

– Respire fundo, Isabella... – Eu obedeci apenas para sentir uma picada intensa em meu mamilo que me fez me debater e gemer alto.

Seus lábios passaram a distribuir beijos molhados ao redor do objeto que parecia mastigar meu mamilo rígido, me distraindo da dor que parecia se expandir por todo o meu seio.

Eu fechei meus olhos e uma visão de Alice presa, exatamente da mesma forma que eu estou agora, se contorcendo ao ter prendedores presos aos seus mamilos, me veio à mente.

Eu queria isso. Queria me contorcer como ela, de prazer.

Passei, então, a me concentrar no movimento da língua de Edward em minha pele e gradativamente a dor se transformou em prazer e continuou a ser assim, mesmo quando ele concedeu o mesmo tratamento ao meu outro seio.

Ele continuou a me torturar, apertando impiedosamente os meus montes arrendados até que eu estivesse implorando, choramingando por mais.

E ele me deu mais.

Sua mão passou a atingir meu traseiro me fazendo tentar saltar a cada nova palmada, enquanto a outra passou a acariciar meus lábios íntimos.

Céus! Era indescritível.

– Olhe só para você... – Ele disse quando eu me contorci ainda mais e pedi, sem nenhum pudor, para que ele estivesse dentro de mim. – Tão impertinente... Tão desavergonhada... Como uma vadia implorando para ser fodida.

Eu gemi. Audivelmente.

– Você gosta disso? Gosta que eu fale assim com você?

– Sim, Mestre. – Respondi porque gostava de absolutamente tudo o que ele fazia comigo entre quatro paredes.

Seus movimentos cessaram e eu choraminguei querendo mais.

– Você estava perto, não é? – Com um puxão meus mamilos forma libertos e eu gritei, de dor, de prazer, de necessidade. – Mas eu tenho outros planos para você.

Ele trabalhou rápido para me soltar e me levou, segura em seu braços, até a cama.

– Você lembra o que eu te disse que faria? – Ele questionou ao me colocar sentada no meio da cama.

Eu assenti.

– Me prender a sua cama, Mestre...

– E isso vai ser só o começo... – Ele prometeu. – Estenda seus braços para mim.

Edward acariciou meus pulsos e os beijos antes de voltar a prendê-los, agora com um tecido.

– Eu vou prendê-la a cabeceira da cama, Isabella... – Ele informou após se certificar que meus pulsos estavam devidamente presos, sem nenhuma possibilidade de serem soltos, a menos que ele quisesse. – Deite de bruços para mim.

Ele me ajudou a encontrar a melhor posição, já que eu não podia usar minhas mãos para me apoiar e depois me amarrou a cabeceira da cama.

– Empine esse traseiro bonito para mim... – Mais uma vez ele me ajudou, segurando firmemente a minha cintura até que eu estivesse acomodada sobre uma almofada. – Muito bem... Nós vamos cuidar dele hoje. – Ele acariciou as minhas nádegas antes de me ordenar afastar as pernas e as prendeu em um afastador.

Eu sabia o que viria. O que ele vinha prometendo há semanas com seus atos. Todas as vezes que estivemos juntos, não importa se como submissa ou não, ele sempre encontrava uma forma de deslizar um ou dois de seus dedos em minha entrada virginal e eu aprendi a apreciar isso, a desejar e até mesmo pedir por isso.

Agora havia chegado a hora tê-lo dentro de mim. Da única forma que nenhum outro homem esteve.

Meu coração acelerou e embora eu soubesse que estava pronta, ainda me sentia receosa.

Não porque não confiasse em Edward para cuidar de mim, da melhor forma possível. Mas sim, porque, de certo modo, eu tinha alguma esperança que nossa primeira vez – sim, eu sempre consideraria essa como a nossa primeira vez, a primeira vez em que me entrego tão completamente; aconteceria de outra maneira... Talvez menos como Dom e sub e mais como Bella e Edward.

Eu me remexi um pouco inquieta e o movimento me fez focar nos meus mamilos ainda doloridos. Um gemido baixo escapou por meus lábios.

– Apenas relaxe, Isabella. – Edward comandou, retomando as suas caricias. Me distraindo com o trajeto que sua mão fazia por meu corpo.

Eu segui sua orientação. Me desliguei de qualquer outra coisa que não fosse a pressão da mão de meu Mestre sobre meu corpo, seus dedos se afundando em minha pele, sua boca sugando, lambendo e mordiscando.

Talvez tenha sido por isso que quando seus dedos se infiltraram por minhas nádegas eu não tenha sentindo nada além de um imenso prazer.

Ele continuou a me manipular com extrema destreza e a cada movimento eu estava ainda mais perto da borda, mais perto de me jogar no abismo do êxtase a que ele me conduzia.

– Eu estou te preparando para mim, Isabella... – Sua voz chegou aos meus ouvidos e eu me obriguei a ouvi-la com atenção, embora não conseguisse mais conter minhas lamurias. – Eu quero estar aqui... Bem aqui, onde meus dedos estão.

– Oh, por favor, Mestre.

Quando seus dedos me deixaram, eu imaginei que o sentiria em totalidade e me preparei para isso.

– Eu também tenho um presente para você... — Senti no momento em que ele se acomodou melhor sobre as minhas pernas, me mantendo completamente imóvel. – Um presente que quero que use todos os dias... Até que eu te diga o contrário.

Suas mãos voltaram a trabalhar e eu respirei fundo ao sentir o gel gelado que ele espalhava em mim e logo depois algo pedindo passagem em meu canal.

– É um plug, Isabella. – Embora eu já não estivesse tão focada no que ele me dizia, sua voz ainda era o meu calmante predileto e eu me embebedava nela. – Ele vai deixá-la pronta para mim e eu quero vê-lo nesse seu traseiro bonito todas as noites... Agora esse, depois um maior e outro... Até que seja eu.

Era incomodo. Doloroso. Mas também era fascinante. Era como me perder nas sensações, sem saber exatamente o que estava acontecendo, apenas sentir... Quase como ver de fora a forma como Edward era capaz de me levar à loucura apenas com suas mãos e voz.

Ele foi lento. Suave. Eu até mesmo diria carinhoso.

Ele avançou sem presa e a cada gemido mais alto, ele fazia uma pausa, sussurrava em meu ouvido o quanto eu estava fazendo bem e que o estava deixando orgulhoso.

No final, eu me sentia totalmente preenchida, como nunca tinha me sentido antes. E passada a sensação inicial de dor, eu comecei a imaginar como séria se ele voltasse a mover o plug, se o retirasse um pouco, apenas para voltar a colocá-lo em seguida.

Meus lábios íntimos praticamente imploravam por atenção e eu me vi suplicando a Edward... Rogando para que ele me permitisse alcançar o êxtase prometido.

Novamente foram seus dedos a trabalhar. Me enlouquecendo.

Eu queria mais. Queria ele. Mas sempre que o implorava, ele sussurrava docemente que eu ainda não estava pronta para isso.

E eu preciso reconhecer que no fundo eu sabia que ele estava certo. Com o plug firmemente enterrado em mim e os dedos de Edward entrando e saindo de minha intimidade, eu me sentia a beira de um colapso. Era intenso demais.

Estar totalmente presa enquanto meu corpo era preenchido completamente, era muito mais prazeroso do que eu jamais imaginei. Tão intenso que fazia meu coração se apertar, meus olhos arderem e minha mente encontrar uma forma de lutar contra a onda gigante de volúpia que ameaçava me afogar.

Mas Edward não parou e também não me apressou. Apenas continuou a me torturar deliciosamente até que eu não pude lutar mais, até que eu me entreguei e me permiti gozar de todas as intensas sensações que percorriam meu corpo e alma.

Mesmo após minutos, meu corpo ainda tremia, minha respiração se recusava a se normalizar e as lágrimas não cessavam.

Edward rapidamente me soltou e puxou para próximo de seu corpo, me prendendo, agora, em um abraço de aço.

Ele sussurrou inúmeras coisas que eu não fui capaz de entender, enquanto beijava meu rosto.

Gradativamente, eu fui capaz de voltar ao normal, apenas para me sentir absurdamente cansada.

– Desculpe... – Foi apenas a força de vontade que me levou a tocar seu rosto e acaricia-lo. – É só... Foi intenso demais. Como nunca antes.

– Tudo bem, meu anjo... – Ele sorriu para mim. – Eu estou aqui para cuidar de você. Sempre.

Notas finais
Olá, como estão?Muito obrigada por todos os reviews, ainda não consegui responder a todos, mas eu vou.Eu avisei nas outras fics que com o início do semestre eu estaria com menos tempo para escrever e tal e então, ia passar a att a cada 15 dias. Isso não afeta em nada essa fic porque esse sempre foi o esquema de atualização aqui, certo?Algumas pessoas têm me perguntado sobre o POV de Edward para essa fic. Bom, eu realmente mal consigo dar conta dessa, então a outra vai continuar parada por um tempo.___Eu criei um group no face para as fics, quem tiver interesse em fazer parte é só adicionar o meu perfil (http://www.facebook.com/#!/TatianaOliveiraFanfics) e eu vou te adicionar ao group com todo o prazer.xoxo