Despertar [Revisão]
16 Consequências.
Notas iniciais
As demais pessoas que comentaram, bem, o capitulo ainda não tem muito da Sakura. ate porque ele já estava escrito e se eu colocasse mais iria ficar uma enrolação sem tamanho. Tem bastante Matsuri e Ino. Também aparece o Sasuke em sua versão mais mau e como recompensa no próximo tem Sasusaku e gaaino nele inteiro para vocês (bem dividido, nada de GaaIno a mais do que o resto *--*
Entao espero que gostem e no proximo capitulo as coisas vão estar melhores. Esse capitulo é especialmente para a linda da Lari *-* e mais uma vez obrigada
"Seja grande ou pequeno, tudo que você faz tem consequências, assim como na água, seja uma pedra ou um grão de areia, ambos afundam."
(Oldboy)
- É um ritual. – Kurenai disse olhando o relógio. Sakura estava prestando atenção e sabia que faltavam alguns minutos para o fim da aula. Kurenai parecia mais satisfeita a cada dia. Ela havia explicado que era pelo tempo o qual a turma iria ir para outras matérias e ela ficaria em fim feliz sem ter que os agüentar, mas as vezes Sakura sentia que a mulher havia se afeiçoado a turma no quase um mês que estavam juntos.
Um mês. Ela estava naquele colégio á quase um mês e da mesma forma que ás vezes sentia que o tempo havia passado lentamente, as vezes se via piscando os olhos e passando tudo rapidamente. Há um mês ela não sabia de como o cérebro humano agia, não sabia o quanto poderia pirar se tivesse informações demais, não sabia que poderia ser alterado e nem entendia isso no sentido mais cientifico possível. Era como se tivesse aberto os olhos.
- Tipo macumba? – Kono perguntou rindo.
- Macumba é o que fizeram na sua cara. – Kurenai respondeu fazendo a turma rir. – Na verdade se usa uma pessoa de cada casa e juntos eles conseguem fazer com que vocês se esqueçam de tudo, no prazo máximo de um ano, ate um ano e uma semana. – explicou.
- E se uma pessoa ficar na duvida? – Hanabi perguntou curiosa.
- Ela tem que decidi ate esse tempo. Ao completar um ano, uma semana e um segundo não dá mais. É o máximo que podemos conseguir. – Kurenai falou enfática.
- Não tem nenhum efeito? – Sakura se pegou perguntando e a mulher a encarou curiosa. – Tipo, se você escolher não ter esses poderes... Não te causa nada? – perguntou sem jeito.
- Para a pessoa que escolhe não. Mas com o passar dos anos, se isso for acontecendo gerações após gerações seguidas os descendentes vão se afastando da sua essência. Ate que chega um dia que nascera um sem nenhum poder. Um humano superdotado, mas ainda não com poderes. – explicou e Sakura pensou automaticamente em Tenten. Eram do mesmo time há uma semana e alguns dias e Sakura se surpreendia com o quanto a garota era forte, resistente e ágil para uma humana. Ainda assim sempre ficava atrás quanto a alguém com poderes. Seria esse o destino de pessoas que nasciam sem poderes? Ficar em meio a pessoas mais poderosas e serem deixadas de lado?
- Mas é crueldade. – Hanabi falou de forma firme. – Trazer um humano para esse meio, mesmo um humano superdotado. – a pequena deveria esta mesmo pensando em Tenten também. Como um time eles estavam se tornando se tornando amigos verdadeiros.
- Eles não são trazidos para cá. – Kurenai respondeu simplesmente. – Vocês ainda não aprenderam isso comigo, nem é minha matéria, mas existe um pacto. Um pacto que todos protegem mais que suas próprias vidas. Onde está escrito que nenhum semi-humano pode usar seus poderes contra um humano, as conseqüências seriam terríveis para esse semi-humano. – o assunto parecia serio pela forma que a professora falava. – E mudar a memória é uma forma de usar os poderes. Então quando uma pessoa nasce humana ela não conhece nunca a nossa existência e se conhecer não pode conviver no mundo humano. Seres humanos não pertencem ao nosso mundo e o nosso mundo não pertence a eles, um ser humano que sabe de nós fica preso dentro do nosso mundo ate a sua morte, mas isso não o faz ser um de nós. – explicou e o silencio tomou conta da sala.
- Mas porque os filhos têm que carregar as conseqüências dos pais? – Ino perguntou e Sakura pôde sentir a revolta na voz dela.
- Isso só acontece se pelo ao menos vinte gerações interruptas fazem essa escolha, na maioria das vezes é o que os pais querem, que seus filhos venham completamente humanos. – foi ate a porta a abrindo para que todos saíssem. – E de todas as formas alguém tem que pagar as conseqüências e o mundo raramente é justo, mas a vida que vai ensinar isso não eu. Podem sair. – completou.
O assunto era tão serio que a sala toda ficou um tanto quieta ate quando poderiam sair. Ninguém realmente aceitava isso, era tão injusto. Talvez a proximidade com Tenten fizesse com que a turma se sentisse assim. Pouco a pouco foram saindo. Sakura teve que puxar Shikamaru que aproveitou a quietude para dar um cochilo e após o moreno acordar os dois seguiram pelos corredores.
- Deve ser barra para Tenten. – comentou enquanto pegava a sua badeja e o moreno suspirou atrás de si.
- Ela é forte para superar. – foi tudo o que disse e Sakura ficou quieta o observando. Em um mês Shikamaru havia ganhado um pouco de corpo e se começava a ter a tão conhecida aparência atlética que todos da casa Terra tinham. Sakura poderia ser observadora demais, mas os outros novatos, inclusive ela, não pareciam ter essa facilidade em se adaptar ao estereotipo Terra. Na realidade ela estava ainda melhor que os demais, mesmo mais clara parecia bem mais saudável e forte. Com o tempo estava melhorando e para a sua surpresa suas sardas que a deixava quase cor bronze estavam desaparecendo como que por mágica. De ruim apenas o cabelo estava ficando.
Terminou de pegar sua comida rapidamente e se sentou a mesa com isso em mente. Seria Shikamaru especial, quer dizer, alem de inteligente demais ele teria mais força e poder do que todos da Terra? Algo a dizia que sim, mas ela estava ciente que poderia ser uma pequena rixa que tinha com Kiba. Nos dias que haviam se passado ela às vezes se sentia de volta a escola, sempre que possível ele esbarrava nela e a olhava feio. Era incrível, mas ela nem ao menos sabia a quem reclamar para mudar isso. Só que estava forte o suficiente para saber que não iria continuar aceitando isso. Não por muito mais tempo.
Ela estava comendo normalmente quando viu uma pequena confusão começar. De inicio não entendeu, não que as pessoas ali ficassem em volta de algo como adolescente idiotas querendo ver uma briga, mas era porque as vezes nossas mentes não querem saber de alguma coisa. E esse era o caso.
Mais uma vez Sakura estava diante de um dos seus péssimos atos, e mais uma vez estava se sentido péssima por isso. Sua mente a obrigava a olhar, talvez agora ciente que não adiantava ignorar coisa alguma. Por isso ela observou quando Matsuri e umas duas amigas, inclusive a ruiva que todos comentavam sempre ser Karin, se aproximar de Ino com uma cara que não seria nada boa.
Observou uma pequena troca de palavras e então um sorriso de escárnio sair dos lábios de Ino antes dela ser empurrada para trás e quase cair no chão. O copo de suco derramou por completo em sua roupa. Então Matsuri começou a gritar palavras sem sentido e xingamentos de péssimo calão. Era baixa e Sakura se lembrou que já havia falado palavras desse nível em sua antiga escola para uma garota três anos mais nova só porque a mesma tinha espirrado e derramado bebida em sua blusa de marca. Como seu passado a envergonhava!
- Vamos lá Ino. – Sakura se pegou murmurando, por que a loira que sempre tinha uma resposta na ponta da língua estava calada? Por que não dizia algo?
Se levantou rapidamente fazendo algumas pessoas olharem para ela. Ninguém se metia, talvez os únicos que poderiam fazer alguma coisa eram os lideres que sempre chegavam uns dez minutos atrasados. Ino estava sozinha já que todos tinham medo de Karin e sabiam que Matsuri a mais forte do ramo Terra depois de Kiba.
Pediu mentalmente para que a loira fizesse alguma coisa quando Matsuri pegou um molho qualquer, mas Ino nada fez enquanto a morena virava a tigela em sua cabeça e gargalhava com suas amigas, que tinham crescido de forma considerável desde as primeiras ofensas. Talvez eram atraídas pela desgraça alheia.
- Eu vou...
- Não. – Sakura cortou Shikamaru que a olhou sem entender. – Eu tenho que resolver isso. – murmurou de forma firme. Ela havia começado, havia dado inicio a idiotice que Matsuri estava pensando e agora tinha que assumir as consequências. Mesmo que ela fosse pega como alvo por Matsuri e suas amigas, ela sabia o que fazer.
Temari estava certa sobre uma coisa, se ela queria mudar, tinha que fazer mais do que querer, tinha que arrumar as coisas erradas que havia feito e Sakura sempre foi boa em defender seus pontos de vista, mesmo quando estavam errados. Porque não os certos? Estava na hora de provar para Ino que tinha mesmo mudado.
•••
Observou atentamente a comida. Se estomago se embrulhava e a adrenalina tomava conta do seu corpo, ela sabia que algo iria acontecer. Algo que a faria lutar, ou apenas ter que lutar, teria que se manter forte e agüentar tudo. Isso Ino iria ter apenas que agüentar tudo de cabeça erguida. O coração batia forte e ela não se evitou de pagar a faca de forma que poderia facilmente enfiar no olho de alguém. Adiantaria algo isso no fim das contas?
- Ino Yamanaka? – alguém perguntou entrando na sua frente. Atrás dela a garota que estava pegando comida saiu rápido como se estivesse sendo espantada apenas pela presença da garota.
- Eu. – falou simplesmente encarando uma garota morena e de cabelos curtos, os olhos eram um pouco puxados a deixando realmente bela pela cor castanha. Era uma garota da Terra, obviamente, mas vinha acompanhada de pessoas de Ignis.
- É com você mesma que eu queria falar. – a morena falou com ódio.
- Eu imaginei que sim, estava me procurando. – deu ombros sentindo a adrenalina por todo o corpo. Às vezes saber o que vai acontecer é uma merda.
- Você sabe quem eu sou? – perguntou e Ino sabia sim. Sabia que era Matsuri, que tinha uma irmã mais nova, era apaixonada de forma obsessiva por Gaara, iria fazer sua escolha em no máximo dois meses e era doida para que Kiba saísse da escola, assim ela seria a líder da casa Terra, já que era a segunda mais forte sendo ainda uma pessoa que não tinha feito a escolha. Ino sabia de tudo.
- Não tenho idéia de quem é você. – falou simplesmente.
- Eu sou a dona, escuta bem, dona do Gaara e homem que você esta dando em cima. – apontou o dedo na cara dela. Se Matsuri tivesse idéia do quanto Ino odiava isso ela talvez não fizesse tal coisa. – Se você continuar perto dele, eu vou acabar com a sua raça esta me entendendo? Eu tenho força o suficiente para te matar em um piscar de olhos. Então faça o que eu estou mandando e dê o fora sempre que o Gaara chegar. – avisou e a loira não se proibiu de cerrar os olhos azuis.
Apenas seu pai a dava ordens e mesmo assim por uma pequena questão de força. Ino sabia que o mesmo poderia ser bem cruel quando não obedecido, mas Matsuri? Dava para encarar e mesmo se não desse Ino não iria se importar.
- Mandando? – sorriu sarcástica. – Imagino eu que se Gaara fosse de alguém, ele demonstraria isso. Mas não é o que parece quando se deita com todas as garotas que quer, resolveu me pegar como exemplo tentando mostra força física e amedrontar todo o resto que ele poderia procurar? – perguntou debochada. – Não é por nada, mas você deveria passar mais tempo se perguntando por que ele. Que é seu. Não posso me esquecer disso! Então. Deveria se perguntar por que o que é seu, faz tanta questão de se doar para todos, ou melhor, arrumando um jeito de fazer com que ele se sinta satisfeito ao invés de bancar a agressiva. Te dou uma dica, tente se garantir por algo alem de ameaça, homens gostam disso. – sorriu com escárnio e viu a morena a sua frente se encher de raiva antes de empurrá-la para trás.
Usou todo o seu equilíbrio para não cair. Ainda assim sua blusa se molhou por inteira. Bufou impaciente e enquanto Matsuri gritava palavras idiotas ao leu, Ino olhava a blusa e fazia careta pelo fato que suco que foi derramado em si estava realmente gelado. Talvez os remédios que Sasuke tinham pego fizessem algum efeito para gripe, porque ela bem que poderia gripar, o tempo já estava frio e a garganta arranhando um pouco.
-... Vadia, se continuar isso vai ser o mínimo e...
- Você ainda esta falando? – perguntou entediada na mais pura inocência, havia deixado de olhar sua roupa para encarar a morena e só agora se dava conta das palavras proferidas. Obviamente as que vieram depois Ino prestou atenção.
Se manteve quieta, lembrando que não existia nenhuma casa que tinha o poder da telecinese e que isso poderia a causar problemas se usasse. Apertou a bandeja em suas mãos com tanta força que os nós de seus dedos ficaram brancos, mas ainda assim ficou calada quando Matsuri fazendo uma brincadeira tosca jogou o molho em sua cabeça. Era tão pobre de espírito que não dava nem graça de se discutir.
- Se acha forte? Se acha a legal? – a morena perguntou balançado o pires para ter certeza que ate a ultima gota tinha caído. – Aqui você não é nada, diante de mim não pode fazer nada. E se tentar, vai se ver comigo. – bateu a mão firme na bandeja de Ino e a mesma sentiu os dedos cederem e ficarem doloridos por tentarem segurar a bandeja no chão. Olhando a mesma ela viu que estava amassada onde a morena havia batido.
Observou matsuri que gargalhava com as amigas. Poderia criar um campo de força telecinetico no cérebro da mesma e o esmagar contra o crânio. Era uma coisa difícil demais que seu pai havia lhe ensinado e ela não sabia se conseguiria fazer. Talvez explodisse a cabeça de Matsuri por completo o que seria uma cena não muito legal de se ver. Mas valia a pena!
Não. Não iria valer a pena estragar tudo pela garota. Se lembrou do quarto escuro que seu pai sempre a trancava, enquanto a mesma gritava pensando que iria enlouquecer, sentindo a vida sair de cada um de seus membros. Começava com a ponta dos dedos que se tornavam frias e dormentes, logo pareciam ser apenas um pedaço de carne acoplado a mão. Os outros membros seguiam o mesmo caminho enquanto ela se desesperava e gritava pelo pai. No fim a garganta e o coração tentando bombear sangue para o resto de corpo sem vida eram os únicos que sobravam. E esse era o castigo mais brando que seu pai a submetia, as consequências de matar a morena seriam bem piores.
Sendo assim decidiu ficar quieta diante a Matsuri.
- Pega essa bandeja. – a morena mandou com um sorriso sádico. – e come o que esta ai, quero te mostra seu lugar. – completou com escárnio.
“Se lembre dos castigos” Ino mentalizou enquanto se abaixava para pegar a mesma.
- Deixa disso! Essa garota não pode fazer nada. – uma mão a segurou e ergueu de forma firme, Ino conseguiu sentir Tenten ao seu lado encarando Matsuri de igual para igual.
- Você se esqueceu que de humana inútil aqui só tem você? – Matsuri perguntou debochada. – Mas é ótimo. – sua mão foi ate uma colher que estava posta para servir o arroz e então começou a jogar algumas colheradas no chão. – Se são amigas, comem juntas. – gargalhou e Ino teve a idéia de uma hiena com sua trupe.
- Faça! – Tenten rosnou a palavra fazendo a outra ficar com mais raiva. Ino observou quando ela amassou a colher de prata de forma que a curva virasse uma ponta fina e logo apontar na direção de Tenten.
- Com todo o prazer do mundo. Imagino que uma inútil e uma covarde não possam fazer nada contra mim. – sorriu sarcástica.
- Você tem que parar com isso. – e essa voz surpreendeu Ino. O que Haruno Sakura, a garota que queria se enturma estava fazendo ali? Quase riu ao se lembrar que a mesma disse que tinha mudado. Já teria chagado a esse nível em menos de uma semana?
- Sakura. – era uma constatação e uma advertência vinda da morena. – Não se mete.
- Nós somos um time, se fizer alguma coisa com elas, vai ter que fazer comigo. Ate porque o que você acha não tem ne...
- Eu não me importo de acabar com você também. – cortou o que Sakura iria dizer. Ino sabia que se ela não tivesse feito isso o problema estaria solucionado. Se bem que se Tenten e Sakura não tivessem se metido tudo estaria bem. Agora com as duas ao seu lado vinha mais orgulho e responsabilidade em se manter de pé. Castigo do pai, lá iria ela.
- Sabe de uma coisa matsuri? – Ino se perguntou como as pessoas estavam surgindo ali do nada. A pouco tempo ninguém aparecia e agora Sasuke tinha surgido simplesmente do ar. Ao menos Sasuke atrás da morena parecia ter um efeito considerável nela, quer dizer, se os olhos se arregalassem mais poderiam se rasgar. – Eu gosto de fazer uma conta bem favorável para mim. Quantos filhos de Terra existem para o Kiba tomar conta e quantas pessoas eu tomo conta. Viu como você é menos importante e pode desaparecer? – encostou nela de leve e Matsuri tremeu dos pés a cabeça. Ino sabia que Sasuke estava colocando sombras nela, já tinha sentido isso.
- Não pode o Kiba...
- E quantos segundos eu levaria para fazer o Kiba desaparecer? – perguntou sádico, não havia duvida em ninguém. Sasuke gostava de fazer isso, deixas as pessoas com medo e torturar lentamente fazendo as trevas caminharem por todo o corpo consumindo a luz e perturbando a sanidade da vitima. Ino realmente adorava Sasuke!
- Sasuke, esta ótimo. – Hinata apareceu segurando ele. – Elas já pararam. – completou quando Naruto fez o mesmo que ela para a dar apoio. Notou que assim que o loiro a imitou, Hinata tratou de se afastar de Sasuke não querendo fazer a mesma coisa que naruto.
- Tanto faz. – desencostou de Matsuri que caiu de joelhos no chão, os olhos ainda arregalados e cheios de medo. – E vocês, olhem o que os idiotas de suas casas estão fazendo. São lideres para que? – cuspiu as palavras.
- Eu olho e você não tem o direito de fazer o que fez com Matsuri. – Kiba tomou a frente com raiva. Era tão claro que ele estava mais enraivecido porque Sasuke tinha dito que o derrotava em segundos do que com o fato de matsuri ainda esta no chão.
- Se ela fizer de novo, se encostar na Ino, na Sakura, Tenten ou qualquer um que estiver defendendo as duas. Eu vou matar e pendurar a cabeça na sua arvorezinha, não venha me falar de direitos. – se virou seriamente para Kiba e os dois ficaram se encarando.
Ino aproveitou todo esse clima de tensão para limpar o molho que lhe caia no olho. Sasuke bem que podia deixar de discuti para a ajudar com isso. Poxa, tinha pimenta na droga do molho. Só parou de tentar tirar o molho de si quando ouviu um som de panelas baterem e então olhou para cima. Uma chuva de comida caída sobre todos, inclusive ela.
- Mas que merda é essa? – alguém gritou, obviamente era Naruto.
Claro que mais pessoas iriam dizer algo, mas as mãos de fogo que saiam do local onde antes estavam nas panelas e o olhos de ódio que Gaara tinha fez com que todos se calassem. Ino não era levada ao medo, mas sentiu que estava diante a uma fera indomada e pronta para matar de frente a ele. Conseguiu observar uma tonalidade avermelhada estranha nos olhos do ruivo e então engoliu seco. Diante dele ela conseguia saber sem seus poderes que essa forma que ele estava não era normal. Com seus poderes conseguiu sentir pela segunda vez na vida medo de algo que não fosse seu pai.
- Vocês vão limpar isso aqui e cozinhar de novo tudo para o jantar. – ele estava se referindo as três garotas de Ignis e ela sabia. – E depois vamos ter uma conversa. – ela nunca desejou tanto não ser alguém quanto não desejava ser as três garotas.
- E você. – Sasuke entrou na frente tapando a sua visão de Gaara. – Vocês. – olhou para Tenten e Sakura também. – Vão se limpar.
- Vamos Ino. – Tenten a puxou, mas ela simplesmente não conseguia tirar nos olhos da imagem de Gaara, era um imã, uma hipnose, não importava, ela simplesmente não conseguia.
Notas finais
- "Você falou que a Sakura iria ter medo do Sasuke em algum ponto da fanfic,isso está perto de acontecer?"
Esta sim, vai ser quando ela estiver a dois meses no colégio e bom ela já esta a um més e uma semana então logo irá ocorrer sim e vocês talvez tenham raiva do Sasuke também. Poxa não se esqueçam que ele não é um príncipe no fim das contas.
-"Quando a Sakura vai passar a ter mais destaque na fic?"
Então ela vai se tornar a heroína mais ou menos depois da primeira aula do itachi que logo vai acontecer e então não só aparecera mais como tambem ficara mais poderosa e bonita xD (sim todos querem uma aula do Itachi é revigorante ahsuahsuahs)
-"Por que o Kiba odeia tanto a Sakura?"
Ah, ele é meio mal amado. Brinks ele não odeia, ele tem medo. Fiz um capitulo explicando isso. Mas ele vai demorar um pouco para chegar porque eu já tenho uns tres ou quatro na frente xD
Mais perguntas vocês sabem a minha ask e podem deixar para os personagens lá. Pra mim podem deixar nos comentarios lindos e maravilhosos *--*
É serio, comentem ...
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