Notas iniciais
Primeiro de tudo, quero agradecer à Ágata Luz, por ter feito uma recomendação linda para a fic! E também à Mare, que me deixou muito surpresa com uma recomendado na Eternamente Meu. E para deixar a Kanda ainda mais boba, minha amiga Karina (uma ex autora do fandom DGM também) me faz um desenho lindo do Allen em DPF http://oi57.tinypic.com/14w4rvn.jpg Amor demais! Então, o cap de hoje é dedicado à elas

O Sol estava alto no céu, porém o clima permanecia suave com uma brisa gentil a acariciar quem estivesse na rua, ou ao menos em um local aberto. Era possível ouvir gritos, risadas e conversa por toda parte, e talvez fosse isso que estivesse deixando Anna e Alexa ainda mais agitadas.

Após algum longo tempo na confeitaria de Link decidiram ir embora, mas estava cedo demais para simplesmente ir pra casa. Então, quando Yuu deu a elas o dom da escola, as gêmeas Walker exclamaram animadamente que queriam ir ao parque de diversões.

Não fizeram qualquer reclamação, e o caminho até o parque foi feito numa conversa entre as duas meninas, que faziam planos de qual brinquedo iriam. Allen apenas olhava para elas, rindo baixinho de sua animação, enquanto Kanda prestava atenção da estrada, só ouvindo o riso do albino ao seu lado.

Chegaram, compraram os ingressos da entrada e então deixaram que as gêmeas os guiassem. E para o total desespero do Walker mais velho, elas escolheram montanha russa.

– Tem certeza? Vocês só tem 12 anos... É perigoso... – Tentou argumentar Allen.

– Ah! Você só está com medo! – Caçoou Anna.

– Nós vamos sim! Dê a mão ao Kanda! –Sugeriu Alexa.

– V-v-você está louca Alexa?! – Allen estava vermelho mais uma vez. As gêmeas apenas riram.

– Deixa de ser medroso, moyashi. – Kanda pegou na mão do albino, sendo arrastado por ele.

– Não faça isso Kanda... Eu tenho medo de altura... – Com a mão livre, agarrou a camiseta do mais velho, enterrando o rosto em suas costas. Kanda soltou um suspiro.

– Eu deixo você segurar minha mão... Vamos lá. Suas irmãs te querem junto.

Allen respirou fundo, e permaneceu como estava enquanto esperavam a fila andar. No momento que entravam no carrinho, e colocaram as travas, o albino já se agarrou no braço do mais velho, fechando os olhos e se escondendo em seu ombro.

Quando o carrinho começou a andar, agarrou-se com mais força em Kanda. E em cada curva acentuada e viradas bruscas, Allen sentia seu coração quase sair pela boca. Seus olhos permaneceram fortemente cerrados, e apenas ouvia os gritos das outras pessoas... O único que permanecia quieto, além dele, era Kanda, que fazia um carinho tão sutil em sua mão, que quase conseguia lhe fazer relaxar.

Se concentre no Kanda, Allen... Ele ta do seu lado, você não vai cair. Isso... Sinta o perfume dele...”, desesperadamente o albino passava isso em su cabeça. E quando o brinquedo parou, teve que sair de lá com ajuda de Kanda. Suas pernas estavam bambas. “Você está pagando um mico ridículo, Allen!!!”, sentida vontade de morrer. Ok, era apenas drama, mas ele não queria parecer tão fraco perante o outro.

Yuu, segurando Allen pela cintura, o levou até um banco, onde o albino se sentou. Anna comprou uma garrafa de água a pedido do moreno, entregando para o irmão. Allen tomou quase a garrafa toda, respirando fundo em seguida.

– É... Então a mamãe estava certa. Você passa mal com isso. – Falou Anna.

– E você queria testar o que a mamãe disse?! – Não pode evitar gritar com ela. – Ahh.. – Escondeu o rosto nas mãos, não deixando-os ver que estava vermelho. – Eu nunca mais saio com vocês.

– Não diga isso Allen!! – Alexa começou a balança-lo. – Ok, você não precisa ir mais em brinquedos de altura! Então, não diga isso! – As gêmeas o abraçaram, fazendo cara de cachorrinho-que-caiu-do-carro-de-mudança.

– Vocês sabem que sou imune a essa cara de vocês, né? – O albino arqueou a sobrancelha.

– Droga. – Ambas praguejaram.

– Isso porque você é perito nisso! Qualquer um sempre cai! – Reclamou Anna.

– Nem todo mundo... – Allen disse.

– Então vê se o Kanda cai! – Sussurrou em sua orelha, Alexa.

– O-o que? – O rubor voltou ao seu rosto.

As meninas soltaram risadinhas como se estivessem aprontando.

– Eu não vou fazer isso! – O Walker mais velho negava veemente.

– Se você fizer isso, nós dizemos pra mamãe fazer aquele bolo de prestigio pra você.

– ... Vocês sabem que ela fará mesmo se eu pedisse.

– Para de ser chato Allen!

Kanda apenas olhava a discução entre os irmãos, com a sobrancelha arqueada. Por acaso esqueceram que ele estava ali prestando atenção em tudo? Estava ouvindo claramente. E, até parece que ele caíria se Allen fizesse aquele tipo de expressão. Ele com certeza era um dos poucos que conseguiria negar algo. Sim sim, afinal, ele é Kanda Yuu.

– Desculpa Kanda... – Saiu de seus pensamentos quando ouviu a voz de Allen; olhou para ele em questionamento. – Será que podemos ir no carrinho de bate-bate?

– Que? Não. – Seu tom saiu grosso.

– Por favor...

Allen juntou as mãos na frente do corpo, e então a cara de cachorrinho-que-caiu-do-carro-de-mudança apareceu, para seu total desespero. Os olhos prata pareceram mais brilhantes e maiores, os lábios formavam um biquinho charmoso, as maças do rosto tinham uma coloração rosada. O albino lhe fitava com um ar de expectativa, pedinte. Amaldiçoou todas as gerações do Walker.

É... Nem mesmo Kanda Yuu podia contra aquela expressão.

– Ta bom... – Respondeu em um suspiro. Como podia ser tão fraco?

As gêmeas gargalharam, enquando continuavam a dizer que seu irmão mais velho era mestre em fazer as pessoas cederem aos seus pedidos.

Por fim, as meninas sairam andando na frente, Allen puxou Kanda pela mão, caminhando até a fila do carrinho de bate-bate. Mas não soltou a mão do moreno até lá, e Yuu nem ao menos disse algo contra isso, apenas encarava as mãos unidas. Elas continham um pequeno contraste, desde que Allen era albino e então sua pele era muito clara.

– Você tem algum problema em andar no Sol? – Perguntou Yuu.

– Ah, um pouco... Me dá dor de cabeça, e meus olhos doem um pouco... – Respondeu Allen.

Kanda suspirou, tirando o boné — que usava para que ninguém o reconhecesse – colocando sobre os cabelos alvos. Allen olhou para ele surpreso.

– Mas Kanda..

– Mas nada.

– E se reconhecerem você?

– Tsc, não importa. Os óculos são suficiente. – Apontou para a armação negra em sua face.

O albino não disse nada, apenas ajeitou o boné em sua cabeça, agradecendo por fazer uma sombra em seus olhos claros.

A fila não demorou. E pelos carrinhos serem feitos para uma dupla, Anna e Alexa correram em direção a um de cor vermelha, enquanto Yuu e Allen sentaram-se num de cor preta.

– Quer dirigir Kanda? – O albino virou-se para o japonês, perguntando animado.

– Não, fique a vontade... – Respondeu, colocando o cinto de segurança. Cruzou os braços e ficou apenas na espera de que aquilo acabasse logo.

Ouviu-se um sinal soar, dando inicio a brincadeira. Kanda sentiu o carrinho se mover e pouco depois bater em outro, viu que era o carro das gêmeas, e não pode deixar que olhar para Allen quando ele gargalhou. O brilho dos olhos pratas era genuíno, e não conseguiu ficar sem olhar para os lábios rosados do mais novo, onde o sorriso permanecia. Sua risada soou mais vezes... E Kanda se sentia hipnotizado por esse som.

Durante os minutos que ficaram naquele brinquedo, seus olhos não sairam da figura de Allen, que nem ao menos notava isso, concentrado demais em provocar as irmãs batendo no carrinho delas.

– Vamos em qual agora? – Perguntou Allen, agarrando-se ao braço de Kanda.

– Qualquer um.

– Sua vez de escolher Kanda! – O albino fez bico, parecendo emburrado.

– Tsc... – Estalou a língua, olhando ao redor enquanto pensava. Até que avistou algo que lhe chamou a atenção. – Que tal ali? – Apontou. Era uma casa parecendo cair aos pedaços com uma placa acima da porta que dizia “Mansão mal assombrada”.

É. Podem chamá-lo de aproveitador. Ele estava sugerindo aquilo porque queria que Allen continuasse agarrado a ele. Isso mesmo, Kanda Yuu era um grande pervertido.

Porém, para sua completa tristeza... Allen permaneceu normal durante a caminhada dentro da “mansão”. Anna e Alexa diversas vezes tentaram assustar o irmão, falhando completamente. Ao final, as meninas saíram de lá resmungando e reclamando o quanto o albino era chato por não se assustar, e Allen apenas arqueou a sobrancelha, rindo das gêmeas.

Deram uma parada em uma das lanchonetes do parque, e comeram entre risadas e brincadeiras por parte dos irmãos Walker, enquanto Yuu apenas secava o albino sem este nem perceber. De fato... O garoto parecia brilhar mais que o próprio Sol. O sorriso dele parecia imã, atraindo seus olhos para a direção dos lábios carnudos e rosados.

O menor continuou com seu boné sobre a cabeça apesar do crepusculo que se iniciara. Foram em mais alguns brinquedos, e Allen evitou completamente os que envolvia altura. Apenas quando faltava cerca de uma hora para o parque fechar é que foram embora.

Mal haviam entrado no carro para Anna e Alexa encostarem uma na outra e dormir. O Walker mais velho tirou sua jaqueta, cobrindo-as.

Allen suspirou, relaxando sobre o assento, encostando a cabeça neste, com o rosto virado na direção do moreno. Um pequeno sorriso estava em seus lábios, e não se importou quando, parado no farol vermelho, Kanda se virou em sua direção.

– Que é? – A pergunta rude fez o albino rir.

– Naada... – O silencio durou poucos segundos, e quando o farol se abriu, Yuu apenas ouviu um fraco sussurro. – Obrigado.

E quando virou seu olhar para o menor, esse tinha os olhos fechados e respirava suavemente. Riu soprado, e um sorriso terno apareceu em seu rosto. Uma de suas mãos saiu do volante, indo para os cabelos brancos, acariciando-os.

– Sou eu que tenho que agradecer...

~K.A.~

Parou em frente a casa dos Walker, virou-se em direção do albino ao seu lado, e, momentaneamente, ficou com dó de despertá-lo. Então, passou algum tempo analisando o rosto do menor, e não resistiu a tentação de passar a mão na cicatriz que havia no lado esquerdo de seu rosto... Estava curioso para saber como ele a ganhou.

Acordou Allen suavemente – algo completamente estranho vindo de si -, vendo o albino coçar os olhos com os punhos fechados... Kanda poderia ter uma hemorragia nasal só com essa visão. Pigarreou tentando desfarçar o leve rubor em suas bochechas. Quando o albino recobrou a consciencia, soltou um baixo bocejo e saiu do carro.

Kanda saiu junto, abriram as portas de trás visando pegar as gêmeas que ainda dormiam. O moreno ajeitou o óculos escuro sobre a cabeça e abaixou-se para segurar Alexa, a castanha abriu os olhos e piscou um pouco confusa enquanto encarava o moreno que a segurou nos braços.

– Ah! – A garota pareceu acordar. – Allen! Era ele o seu namorado que veio te deixar aqui em casa naquele dia!

Allen travou.

– D-d-d-do que você esta falando Alexa!!? – E mais uma vez naquele dia a face do albino estava completamente vermelha. – N-não é nada disso, Kanda! Não sei de onde elas tiraram essa ideia e- — Sua fala fora cortada ao olhar para o moreno. Seus lábios sorriam de canto, e os olhos negros brilhavam em diversão.

– Shiiu. Não conte pra ninguém. – Yuu sussurrou para Alexa, mas de forma que Allen pudesse ouvir. E de vermelho, ele passou para roxo.

– Ta bom, é segredo.

– Kanda! – Allen estava entrando em combustão. E só quando ouviu a risada de Anna notou que esta acordara.

O japonês riu, ajeitou Alexa em seus braços e caminhou até a entrada. Pediu para a garota bater na porta, já que a luz ligada na sala mostrava que os pais estavam em casa. Ouviu-se a voz de uma mulher e logo uma figura loira aparecer.

A mulher estacou na porta ao encarar ao homem alto a sua frente, carregando uma de suas filhas.

– Mãe? – Ouviu-se a voz de Allen, e logo este aparecer atrás do moreno. – Podemos colocar as meninas aí dentro?

Sarah pareceu acordar de seus devaneios, dando espaço para que entrassem. Kanda depositou Alexa delicadamente sobre um dos sofás, e a garota sorriu e agradeceu, logo Anna estava ao lado da irmã.

– Bem... Esse é meu amigo, Kanda. – Apresentou-o para a mãe. – Kanda, essa é minha mãe, Sarah, e meu pai, Mana. – Apontou para o castanho que aparecia da porta da cozinha com uma caneca em mãos.

– Não me diga que...

– Sim, mãe. – Allen suspirou. – É aquele modelo que você e as meninas adoram...

E então tiveram alguns segundos de silêncio... Até que Sarah gritou, agarrando o braço de Mana, quase fazendo-o deixar cair a caneca. A loira então começou a falar coisas aleatórias, fazendo Allen fitar um moreno com um pedido de desculpas, mas Kanda apenas riu baixo – ele não sabia dizer por que não estava irritado com todo o barulho.

Quando a matriarca dos Walker pareceu se acalmar, ela riu e pediu desculpas, pedindo para Yuu se sentar, para que ela lhe servisse um chá. Ele não teve como negar quando ela segurou em suas mãos e olhou fixamente em seus olhos... Os olhos dela eram prateados como os de Allen, e, somado a esse pensamento, o próprio albino lhe olhou com espectativa...

Maldição. Estava criando um fraco contra olhos prateados!

Não demorou para Sarah trazer o chá, com algumas xícaras, e começar a servi-los. E durante um bom tempo permaneceu na sala da casa dos Walkers conversando com eles. O mais impressionante de tudo, é que não foi nada desagradável.

Sarah podia ter dado aquele surto dela, porém era uma mulher de sorriso fácil – como um certo albino – e completamente simpática. A conversa foi tranquila, contendo algumas risadas por parte dos demais. Mana falava poucas vezes, mas durante todo o momento manteve uma expressão suave no rosto.

Anna e Alexa começaram a narrar o dia para os pais, fazendo-os rirem com alguns exageros que as meninas contavam. Allen intervinha em vários momentos, principalmente quando elas diziam alguma mentira apenas para deixa-lo desconfortável. Kanda fazia um comentário e outro, e ria poucas vezes, ainda mais quando o albino ficou corado, no momento em que as garotas falaram que os dois andaram quase o dia todo de mãos dadas.

A matriarca ficou com um sorriso completamente suspeito ao ouvir isso. E Allen queria cavar um buraco e se enterrar ali.

Fora Kanda que interrompeu a conversa, pedindo desculpas e dizendo que já era hora de ir, afinal, faltavam poucos minutos para a meia-noite, e teria que acordar cedo no dia seguinte.

Allen o acompanhou até o portão. Encolheu-se um pouco ao sentir a brisa fria. Parou ao lado do moreno em frente ao carro.

– Kanda, obrigado pelo dia de hoje... Mais uma vez, eu me diverti muito com você. — Não conseguiu conter o sorriso, fazendo seus olhos se semifecharem suavemente, de uma forma completamente atraente ao ver de Yuu.

– Eu que agradeço, moyashi.

Ficaram algum tempo em silêncio, apenas olhando para o céu estrelado sobre suas cabeças. Uma nova brisa passou, balançando seus cabelos.

– Bem... – Allen quebrou o silêncio. – Desculpe por te segurar até tão tarde. Até amanhã.

Surpreendendo totalmente Yuu, Allen segurou em sua blusa, se levantando na ponta dos pés sutilmente e beijou seu rosto. Sentiu sua face queimar, principalmente no local onde os lábios do jovem Walker tocou. Olhou-o ainda surpreso, mas não conseguiu não contemplar a imagem daquele garoto com as bochechas rubras e os olhos prateados brilhantes... Acima de tudo isso, o sorriso luminoso do albino era o mais bonito de toda aquela visão.

Suspirou, sorrindo de canto. Uma de suas mãos foi parar nos cabelos brancos, bragunçando-os no meio da caricia, e, abismando tanto Allen quanto a si mesmo, afastou as madeixas claras de sua testa, depositando um pequeno beijo ali.

E aspirando o cheiro levemente adocicado abaixo de seu nariz, afastou-se, soltando as mechas macias. Antes de entrar no carro, olhou mais uma vez para o menor, que tinha a face ainda mais corada que antes e os olhos meio arregalados.

Acordando de seu estado de topor, Allen colocou o cabelo atrás da orelha quando o vento soprou novamente.

– Nos vemos amanhã? – Sua voz saiu baixa e um tanto trêmula.

– Sim... Até amanhã, moyashi. – Sorriu, entrando no veículo.

– Até amanha...

E apenas quando o carro dobrou a esquina, notou que tinha o boné do moreno em mãos. Inconcientemente aproximou-o de seu rosto, inalando o cheiro do cabelo de Kanda que ainda estava impregnado ali. Quando notou o que fazia, sentiu-se ainda mais sem jeito.

Entrou em na casa de seus pais com a face em chamas.

– Está tudo bem, filho? – Ouviu-se a voz de Sarah.

– S-sim...

Não disse mais nada, apenas rumou para seu quarto, se jogando em sua cama, abraçado ao boné de Kanda.

E não pode deixar de sorrir mais uma vez ao lembrar daquele dia tão proveitoso.

~K.A.~

O vento que vinha da janela bagunçava seus cabelos negros, que agora estavam soltos. Porém, os óculos escuros ainda jaziam sobre sua cabeça. Parou em um farol vermelho, e, justamente nessa hora, seu celular vibrou e apitou indicando que havia recebido uma mensagem. Aproveitando que estava parado, abriu-a.

Moyashi

Tenha uma ida segura.

E obrigado mais uma vez...

Foi realmente importante para mim.

Encarou singelamente a mensagem e sorriu.

E melhorando seu argumento...

Estrava criando um fraco por Allen Walker.

Notas finais
Tadan!!! Demorei umas semanas pra postar... Bem, pode parecer uma desculpa, mas nem é, eu sou assim mesmo D: não tenho animação ou vontade de fazer nada durante o verão. Calor demais, eu sou meio que sensível a isso, passo mal com frequência e tals, então, eu abria o word, escrevia umas cinco palavras e desistia. Eu tava com a ideia na cabeça, sabia o que escrever, mas, nass, a vontade era quase nula!! E, mudando de água pro vinho, eu estava jogando the Sims 2 um tempo atrás, na minha família Kanda (Óbvio que eu teria uma família do meu OTP, e é manjar dos códigos pra fazer o Allen engravidar. Mpreg ♥), e me aparece isso quando o Allen estava pintando um quardo: http://oi58.tinypic.com/2vd5l6b.jpg Nem preciso dizer como eu ri né? Enfim, o que acharam galera? Estão amando a Anna e Alexa aprontando né? SHAUUSHAU Bem, reviews são amor e me deixa muito feliz ♥