Desencontros e Encontros
3 Capitulo 3
Notas iniciais
Du estava no jatinho ainda tinha 10 horas de viagem, ela já tinha dormido 1:30 hora de voo e olhou para sua avó Isabel que estava a olhando admirando –a .
I: Ah que beautiful ver você dormindo! Pena que acordou, tem muitas horas de voo ainda! Disse sendo carinhosa como sempre com Du.
P:È ruivinha relaxa parece assustada. Disse o Sr Paulo.
D: vocês sabem muito bem que não queria vir a essa viagem! Disse com a voz rouca de sono.
I: Oh litle(pequena) Du você sabe que são negócios, e sabe que um dia você que vai comandar tudo, e tem que ficar por dentro dos negócios, não fica assustada com esses fantasmas do passado, vamos viver o presente e pensar no futuro, passado já passou i forgot (esqueci).disse aconselhando a neta.
D: Fácil falar né vó! A avó olha para a neta com pena.
P: Sabe o que você deveria fazer para sai dessa deprê ? Diz animado.
D:Hum!
P:Deveria arrumar um namorado gato igual o seu EX o Christopher, e agora indo ao Brasil por que não? dizem que tem muitos médicos gatos, ahaaa eu não vou aguentar trabalhar com um monte de homens gatos de chaleco branco. Disse todo animado e Du sorria do amigo.
I: O que é isso? Paulo se comporte! Eu vou estar vigiando você de longe viu!
P:Calm(calma) soberana! Só queria fazer a Du a rir, você sabe que eu comporto! I:È bom mesmo!
D: Deixa vó o Sr. Paulo, Sra. sabe que ele é assim!
P: Ai como eu detesto quando você me chama de Senhor, é só Paulo o senhor esta no céu.
D: Tá bom Paulo, Voltam para seus trabalhos que eu vou tentar voltar a dormir. diz virando o corpo deitando de lado na poltrona confortável e olhando para nuvens pela janela e pensa:
“Nunca me importei pelos os negocio da família quer disser trabalho no hospital da nossa família, mas nunca quis saber de administra-las, a minha avó é muito boa nisso e o Paulo também, mas nunca gostei dessas papeladas, eu gosto mesmo de ser Medica de cuidar das pessoas, nesse novo hospital até pedi para a minha avó para fazer uma ala somente para os mais carente, minha avó disse que isso parecia como se fosse um pedido da minha mãe. A minha mãe Raquel vivia viajando ajudando pessoas humildes, até quando ela chegou ao Brasil e conheceu meu pai. Meu pai disse que foi amor a primeira vista, uma coisa que certamente nunca vai acontecer comigo, eles namoraram por 1 ano ela não quis mas ficar viajando ajudando as pessoas ela sentia que com meu pai Eduardo ela estava completa e realizada, e começou a trabalhar num hospital do Rio de Janeiro. Minha avó conta que ficou feliz mas meu avô o Sr. Joseph Botticchelle não gostou muito por causa da distancia, então depois de namorando 1 ano, meu pai pediu minha mãe em casamento, e passados de2 anos de casados minha mãe fica gravida e depois de 9 meses nasci eu Maria Eduarda Botticchelle com 3.5Kg, a minha avó e meu avô inauguraram o grande sonho do dois o Hospital Botticchelle lá na Califórnia- San Francisco no dia do meu nascimento e dizia que o hospital iria crescer conforme eu iria crescendo e hoje o hospital já tem 25 anos e é mais renomado dos EUA que agora vai ter até uma filial agora no Brasil. Mas nem tudo foi a mil maravilhas quando eu tinha 4 anos minha mãe morreu com um tumor cerebral, o meu pai e meus avos sabiam da doença que ela tinha desde nova, meus avos eram jovens e médicos e tentavam sempre buscar a cura para filha mas com o passar do tempo o problema era impossível e eles diziam que era para ela viver intensamente a vida dela ,então eu continuei morando com meu pai no Brasil enquanto nas férias ia para Califórnia ficar com meus avós, aos 9 anos meu pai decidiu casar com uma trambigueira chamada Vanusa ela queria saber só da grana que meus avós depositavam para meu pai cuidar da minha educação eu só estudava nas escolas particulares, meu pai dizia que eu precisava de uma figura materna, mas não considerava nenhum um pouco aquela mulherzinha, ela me mau tratava quando meu pai não estava por perto eu não falava nada porque achava que meu pai estava feliz com ela, mas as coisas mudaram 1 ano depois a Vanusa ficou gravida e teve o meu irmãozinho eu amava essa ideia de ter o Pedro como irmão, com 12 anos entrei numa escola nova e conheci o Joao Lucas e o Alberto e desde que nos conhecemos viramos muito amigos um do outro, os dois eram muito palhaços faziam piadinhas de tudo e eu gostava de ficar com eles, Aos 14 anos a nossa amizade estava cada vez mais forte e ganhou mais uma integrante a Manuela ela era muito maluquinha, e passamos a nos chamar de: Lek , Du ,Beto e Manu, vivíamos em encrenca por que o JL e o Beto nos colocava, entravamos até na balada com identidade falsa, JL casava confusão com todos os caras que olhava torto para ele ou se estavam olhando para mim ou para Manu. Aos 15 anos chegando de uma balada JL me deixou na porta de casa e vejo Vanusa gritando e eu fiquei assustada com o escândalo dela, ela me fala que meu pai morreu atropelado, aquilo que ela disse partiu meu coração em pedacinhos, JL estava ali e me deu todo o apoio que ele podia me dar e assim com a perda do meu pai a gente ficou mais próximo, não que já não fosse, mas diferente como: dormíamos juntos, viciamos em um monte de vídeo game, comíamos jujuba feito loucos nos éramos loucos, mas JL era muito revoltado com a família dele, eu via as brigas que ele tinha com os pais dele era horrível e parecia que ele só transmitia carinho era para mim, os abraços e beijos que ele me dava me arrepiava e me dava um frio na barriga, mas era a sensação maravilhosa e vivíamos felizes com o nosso quarteto, eu gostava de ficar ao lado dele a todo momento, odiava vê ele com outras garotas, Manu e Beto falava que eu estava morrendo de ciúmes e eu dizia que era só amizade, mas eu sabia que estava mentindo pra mim mesma, já tinha noção do que eu estava sentindo. Aos 16 anos nossa amizade estava cada vez mais forte e quando uma noite meio chuvosa eu recebo uma mensagem dele falando que queria falar comigo que ele havia brigado com os seus pai de novo e que precisava de conselhos, e eu como uma boa amiga chamo um taxi e vou para mansão dos Medeiros e Albuquerque. Chegando lá sou recebida pelo mordomo da mansão, ele diz que JL esta no quarto e eu subo as escadas e vou ver o meu amigo, quando chego no quarto bato na porta e entro vejo ele sentado na cama, pergunto como ele estava e ele falou como foi a briga com seus pais por causa de mais uma suspensão da escola, JL sempre desabafou comigo e eu gostava de ouvir suas angustias e seus medos ,Mas também sabia que ele era muito inconsequente fazia e falava as coisas sem pensa, e eu sempre aconselhava e também sabia que ele fazia essas coisas para chamar atenção dos pais porque ele dizia que eles só tinha olhos para os dois irmãos mais velhos dele e, quando ele disse tudo o que havia acontecido eu vi que ele estava tenso e comecei fazer uma massagem nele e o clima foi esquentando nessa massagem e ele se virou pra mim, olhou dentro dos meus olhos, passou a mão no meu rosto com delicadeza e foi se aproximando para me beijar, eu não acreditava que isso tudo estava acontecendo e também sabia que isso ia abalar nossa amizade, mas não conseguia afasta-lo de mim e quando os nossos lábio se tocaram, me arrepiei e fiquei um pouco tonta se não fosse ele me puxando para mais perto dele eu tenho certeza que tinha caído, foi uma noite linda, foi minha primeira vez e com o garoto que eu amo ou amava, mas depois desse momento lindo, a gente acabou brigando, ele me chamou de interesseira, que eu era igual a todas as garotas que ele já tinha ficado, simplesmente isso me magoou tanto, eu não acreditava que depois de tanto tempo que a gente se conhecia ele não me conhecia de verdade , nunca fui interesseira nunca quis o dinheiro dele, eu sempre estava do lado dele porque eu era apaixonada por ele, e ele não via isso. A última coisa que eu disse foi:
–Você é um idiota! Eu nunca mais quero olhar na tua cara! Falei com lagrimas caindo pelo rosto e sai correndo do quarto dele, ele veio só de cueca correndo atrás de mim descendo as escadas, mas quando passei pela porta da mansão ele então desistiu de ir atrás de mim.
Eu fiquei desorientada nas ruas do Rio de Janeiro e ainda estava garoando , não sabia o que fazer, só sabia chorar, e pensava como o lek podia fazer isso comigo não merecia isso, ate quando vi um banco da praça ,sentei e pensei eu preciso ir para casa, mas não podia a minha madrasta iria me xingar como sempre por ter chegado de madrugada e não ia suportar os desaforos dela hoje, então pensei em Manu liguei para ela e falei que iria passar o resto da madrugada na sua casa, e consegui pegar um taxi e fui para a casa dela, contei tudo que havia acontecido comigo e com o JL, nessa hora a Manu foi uma amiga atenciosa e carinhosa e dizia que iria bater em JL por ele ter se comportado como um babaca, e depois de muito tempo conversando acabei dormindo, acordei com o barulho de Manu se arrumando para ir a escola e eu não estava nem um pouco afim de ir hoje, então fingi que continuava dormindo ate cai no sono novamente e nem vi a Manu saindo, acordei novamente com o celular tocando e vi que era minha avó, me dizendo que meu avô tinha falecido, senti uma dor imensa no peito com essa noticia. Então na hora me decidi a morar com minha avó nos EUA, não pensei nem duas vezes e avisei a ela, escrevi uma carta para Manu deixei dentro do guarda-roupa dela, não ia consegui me despedir dela, fui a escola do meu irmão ainda estava no horário de aula ainda e avisei queria morar com minha avó, me despedi dele e avisei que um dia iria voltar, fui para minha casa a Vanusa não estava em casa e dei graças a Deus, peguei minhas roupas preferidas coloquei na mochila e chamei um taxi. Dentro taxi pensava o por que que eu estava deixando a minha cidade, meu país. Pensava na briga que tive com JL, na morte do meu avô e sentia que estava fazendo a coisa certa, depois que ouve comigo e o JL achei que precisava de me afastar para esquecer e também precisava dar força a minha avó nesse momento tão difícil, e afinal ela só tem eu de família. O funeral do meu avô foi muito difícil para mim e minha avó, mas dias depois com muita força conseguimos seguir nossas vidas, minha avó ficou no comando do hospital e eu terminei meu 3 ano do ensino médio, e no outro ano consegui entrar na University California — San Francisco em medicina. O tempo poderia ter passado um pouco, mas sempre me lembrava do JL, até hoje nunca esqueci, mesmo namorando por 2 anos com Christopher, não consegui esquece-lo, mesmo com a briga horrível que tivemos e a magoa que sinto ate hoje, eu sinto falta da amizade, do carinho, dos abraços dele, e fico pensando se não fosse por essa briga que tivemos será que hoje estaríamos namorando ou já casados com filhos? ou passávamos um borracha em cima de tudo que aconteceu e poderíamos ser amigos ate hoje se não fosse a briga?, mas nada disso aconteceu, estou voltando ao Brasil cheia de medos e insegurança não sei o que irei falar quando vê-lo, sinto falta do meu irmão hoje ele já tem 15 anos ele estar mais parecido mais com meu pai já se parecia quando era mais novo, sinto falta das loucuras da Manu e o Beto, sinto falta ate do calor do Brasil e das praias maravilhosas do Rio, a única coisa que não sinto falta é da Vanusa minha madrasta , e o medo enorme de me esparra com JL.”
Depois de Du pensar em tanta coisa, enfim ela dorme, quando acorda assustada com o Sr Paulo gritando:
P:aaaaaaaahhhaa chegamos ao Brasil! Disse ate batendo palma de felicidade.
D: Nossa pensei que fosse outra coisa. disse Du se despreguiçando.
I:Graça a Deus chegamos nem acredito! coloca o cinto minha granddaughter(neta),que o jatinho vai pousar.
Então Du coloca o cinto, o avião pousa quando para, Dona Isabel e senhor Paulo se levantam e pegam as papeladas e o notebook para sair do jatinho, e a dona Isabel é a primeira a sair do jatinho, quando senhor Paulo ia passar pela porta percebe que Du ainda estava sentada com medo enorme no olhar.
P: Ei! Ruivinha temos que descer! Disse chegando mais perto de Du.
D: Eu sei! É que... e ela foi interrompida.
P:È que você esta com medo do que deixou aqui né!
D:È sim! P:Relaxa Du! Ele levanta a Du da poltrona. — Para de medo, se você for ter que encarar o bof escândalo que você deixou aqui, você vai encarar e sem medo, e eu vou esta aqui com você viu! Disse pegando na mão de Du e beijando com carinho.
D: Aih obrigada! Você tem razão! Não vou ter medo, se eu vê ele vou ter que encarar.
P: È essa Du que eu conheço, Isso ai xô medo! Vamos desce?
D: Vamos! Estou doida para conhecer o hospital novo! Disse já animada.
P: Eu também! Então os dois desceram e a avó de Du estava lá fora.
I: Uai estavam pensando que iam voltar para o EUA! E Paulo sorriu
D: Não vó estava tomando coragem, e o Paulo estava me ajudando.
I:Uhum sim, então vamos! Eu quero jantar!
D: Eu também, estou morrendo de fome!
P:Então vamos!
Então foram indo para dentro do aeroporto, Du e Paulo estavam abraçados , pelo incrível que parece depois de tanto medo, agora ela estava um pouco mais segura.
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