Desejos Pecaminosos

17 Capítulo - 17 - Sedução do Pecado


Notas iniciais
Oi gente. Saudade de vocês, muita saudades mesmo. Eu já deveria estar no quarto sono, mas como o "mardito" não da o ar da graça e, como já deve ter dado uma desafogada. Passei para deixar um capítulo para vocês se deleitarem nesse feriadão, pelo menos quem vai aproveitar pra fazer uma leitura. E de lambuja é uma Sastiel, que pé quente hein.

Seus olhos abrem devagar, olha para o teto, depois seu pescoço vira-se para a cama ao lado percebendo que não é um sonho, mas sim a triste realidade de que ainda está sozinho. Dean arrasta seu corpo para fora da cama sentando na beirada, seus pés tocam o chão. As mãos vão ao seu rosto esfregando-o. No corpo a Box preta justa lhe delineando cada músculo de sua bunda e coxas ao se levantar.

Dentro do pequeno e desconfortável banheiro, Dean inicia a higiene matinal pela barba, o banho vem logo a seguir. Sai dali enrolado em uma tolha branco, especificamente a toalha de Sam. Enquanto se enxuga nela, seus olhos se direcionam para porta onde ele imagina Sam lhe dizendo: — Dean, eu estou indo comprar nosso café da manhã. Quer algo especial. — Como tantas vezes o moreno fizera.

Dean responde em voz alta como se Sam estivesse mesmo ali. — O de sempre Sammy. E não se esqueça...

A imagem de Sam lhe interrompe: — Já sei, já sei. Não esquecer a torta. — Sam vai desaparecendo gradativamente com um belo sorriso.

As lágrimas são impossíveis de conter e, Dean nem quer mais impedi-las, ele já perdeu as contas de quantas vezes já chorou pela falta que Sam lhe faz. Na cozinha serve-se de um café preto sem açúcar, volta o quarto pondo o trabalho em sua cabeça, a sua última tentativa esperançosa de desanuviar seus pensamentos tentando acalmar um pouco a dor em seu peito que vem lhe ferindo dia após dia.

Foram horas desde que acordou lendo livros, algo que não agrada muito o mais velho dos filhos de John e Mary, também fez algumas comparações de figuras e, mesmo assim não conseguiu chegar a lugar algum. Cansado, Dean aproveita para descansar de sua busca indo ao hospital ver como está à condição de seu amigo, mentor Bobby Singer. Suas costumeiras vestes de caçador são vestidas. E logo Dean parte, tocando no impala durante o trajeto uma de suas canções preferidas toca. Dean chega indo direto para o quarto onde Bobby está internado, seu quadro clínico continua o mesmo, não houve complicações maiores, mas também não houve melhoras.

O loiro senta em uma cadeira bem próxima a sua cama, ele escora seus cotovelos em cima de suas coxas deixando suas mãos em forma de oração. Não que Dean esteja a fazer isso, ou pelo menos não deixa transparecer para ninguém. As horas vão passando fazendo a manhã de aquele dia ir embora, talvez em seu intime Dean tenha ficado todo aquele tempo ao lado de Bobby esperando que algum milagre aconteça, que o homem ao qual ele ama como a um pai se levantasse daquela cama e voltasse com ele para casa, sã, salvo, recuperado.

Isso não acontece e Dean é obrigado a voltar para o hotel sozinho, onde ficara outra vez sozinho, pois não há ninguém daqueles que ama, daqueles que mais presa em sua vida ao seu lado. Todos foram embora, todos acabaram partindo, Dean espera que isso acabe logo, se não ele sente que vai acabar enlouquecendo, ele não aguenta mais tanta solidão. Nem as cervejas ou sites pornográficos lhe atraem mais é como se tudo não tivesse valor mais para ele.

No hotel onde estão hospedados Sam e Castiel, as mãos do anjo passeiam por cima dos peitos desnudos sentindo com o toque os pequenos pelos, seus dedos delicadamente vão de um mamilo ao outro. Castiel se concentra no esquerdo apertando de leve, isso faz Sam gemer. — Huummm. — E mover-se um pouco na cama. Castiel sorri, sua mão continua a andar pelo corpo descendo toda sua extensão passando pelo umbigo, pelo o emaranhado de fios negros que se encontram para parte de fora da cueca repousando-a no imenso volume. O anjo alisa devagar, aperta na mesma intensidade. Porém não consegue conter-se enchendo a mão com todo o volume ali, agarrando o pênis e os testículos de Sam de uma única vez.

Ele sente o membro se transformar em sua mão ficando mais rígido. A cueca começa a ficar cada vez menor então Castiel liberta o falo de sua prisão, ele puxa o cós da cueca para baixo revelando os testículos e o grande membro, mesmo que não em sua totalidade. O anjo engole em seco, ele fez aquilo com Dean e, foi bom, foi gostoso. Ele quer fazer de novo. Ele agarra firme o falo de Sam começando a lhe fazer um sobe, desce lento com a mão. O moreno maior move-se de novo, volta a gemer sentindo a estimulação em seu membro e, mesmo dormindo ele solta, um leve sorriso prazeroso denunciando o quanto aquilo está gostoso.

Só com o pensamento de ter aquele grosso mastro dentro de sua boca, uma enorme quantidade de saliva começa a se formar dentro da mesma. Castiel não resiste e mesmo não tendo certeza de como Sam reagirá, se ele irá gostar ou não, ele faz. Desce sua face até o falo, abre sua boca abocanhando o membro, sentindo seu gosto um tanto salgado. Ele chupa como havia feito com o mais velho.

Sam suspira, sorri se delicia com o ato feito pensando estar sonhando. Seu corpo começa a responder inteiro a todo aquele estimulo provocado pela boca úmida de Castiel. Instintivamente o maior leva uma de suas mãos à cabeça do menor, espalmei a ela bem aberta sobre sua cabeça condicionando o ritmo para o outro. Ele geme: — Oh! Huummm...

Castiel acompanha o ritmo da mão Sam, vez que outra sente o falo lhe ser enterrado garganta adentro.

O maior levemente abre seus olhos acordando. Quando desperto meio que ainda sonolento, vê Castiel chupando seu pau. Ele se assusta.

— Ca... Castiel! O... O que... O que é isso? — A frase gaguejada é dita durante um salto para trás na cama, tirando seu membro da boca de Castiel recostando suas costas na parede.

— Você não gostou Sam? — Pergunta o anjo inocentemente.

Sam atônito ainda pelo acontecido emudece sem conseguir raciocinar direito. Ele apenas fita Castiel com um olhar confuso, perturbado.

O anjo sobre em cima da cama gatinhando sobre ela, suas joias azuladas fixam nas esmeraldas. Sam respira forte, ofegando. Castiel aproxima seu rosto do lado do de Sam lhe dizendo com uma voz suave: — Deixa Sam. Você vai gostar... É bom, gostoso. — O hálito quente que sai dos lábios de Castiel lhe toca o ouvido, a mão do anjo abaixo pega-lhe o falo voltando a fazer o vai e vem.

— Oh! Cass... É que... Huummm... — Sam tenta falar-lhe, mas não consegue, seus instintos e sentidos voltam-se inteiros para o prazer que Castiel está lhe proporcionar.

— Shi, Sam. Está gostoso isso, não está? — Pergunta Castiel ainda com seu rosto colado ao de Sam.

— Ah... Está... Oh! Está sim Cass...

— Venha, deite-se Sam.

O moreno maior atende ao pedido do menor que volta para sua cintura, ele agarra o cós da cueca de Sam fazendo menção de puxa-la, Sam entende e auxilia erguendo sua cintura da cama para que Castiel realize seu intento deixando Sam completamente nu.

— O seu é tão grande, é maior do que o meu e o do Dean. — Diz Castiel olhando para o pau de Sam agora em total estado de rigidez.

— Do Dean?! — Pergunta muito exclamativo Sam. — Você viu o do Dean? Cass você fez essas coisas com o Dean?

— Sim Sam. Dean me fodeu e eu gostei.

Uma leve ponta de ciúme se instala em Sam, todavia há tanta inocência no jeito de Cass que o moreno não consegue ficar bravo, ou odeia-lo por isso. Em sua mente vem à imagem de Dean que logo é substituída por outra imagem onde Sam tenta imaginar a foda dos dois. Sam leva sua mão ao queixo de Castiel lhe perguntando.

— E o Dean, você o fodeu também Cass?

— Não Sam. Só o Dean me fodeu, assim como eu quero que você me foda agora. — Sam sorri malicioso. Em pensamento ele diz para si mesmo. — Dean seu grande sacana.

Sam levanta ficando ereto em cima de sues joelhos, faz com que Castiel faça a mesma coisa, o maior começa a desnudar o menor, a gravata, o, sobretudo, a camisa. Com a parte superior nua Sam passa a mão pela pele bronzeada.

— Algum problema Sam? — Pergunta Castiel com cara de "não entendo nada".

— Não Cass. Está tudo perfeito, perfeito até de mais. Você tem um corpo lindo. Quer dizer... Você tem um belo receptáculo ai com você.

Sua mão empurra Castiel para trás, fazendo esse deitarem-se nós pés da cama, Sam abre seu cinto, desabotoa sua calça, ergue seu quadril tirando a mesma. Castiel fica apenas com a cueca preta de cós branco em seu corpo. Os olhos de Sam varrem toda a sua extensão, vê o falo do anjo meia bomba embaixo da cueca. Sua mão o agarra, Castiel suspira forte.

— Você me quer Cass? — Pergunta Sam com uma voz rouca, meio embragada.

— Sim. — Responde direto Castiel sem tirar os olhos do maior.

O maior abocanha o falo endurecido chupando voraz, seu movimento de sobe e desce são ligeiros, por vezes sua língua delineia a glande inchada.

— Ah, Sam... Continua, assim... Isso é... Huummm... Muito gostoso...

— É eu sei Cass. É muito gostoso. — Fala Sam depois de tirar o falo do interior de seus lábios, sorrindo muito malicioso.

O oral continua por momentos, Sam lambe o pau de Castiel da base à ponta, brinca com a língua por diversas vezes na glande e prossegue chupando com voracidade, quando adentra o falo até a garganta, Castiel geme forte. Suas mãos apertam os lençóis.

— Aahhh! Nossa... Sam. Faz de novo... Faz mais... Assim...

Depois de deliciar o outro com um oral alucinante, os braços fortes induzem Castiel a se virar de bruços, o anjo consente com muito bom grado, ele agora sabe o que deve acontecer quando outro homem lhe vira de tal forma. As mãos de Sam lhe tocam as nádegas apertando-as, estende seu corpo sobre o do menor roçando seu duro membro na divisa de sua bunda, aplica nele pequenos beijos que começam pelo pescoço descendo pelos ombros, costas e, finalmente chegando ao seu objeto de desejo latente. Sua deliciosa bunda. O maior a beija, a mordisca, desliza sua língua em cada um dos gomos. Isso arranca de Castiel altos e arfados gemidos ainda que abafados pelo travesseiro próximo a sua boca.

— Oh... Huunnf...

Sam introduz seu dedo médio em sua boca salivando-o o máximo que pode, ele deita-se ao lado de Castiel lambendo o lado do rosto ao mesmo tempo em que seu dedo circunda em volta do apertado orifício do moreno menor.

— O que vai fazer Sam?

— Espere que você vá ver. Você vai gostar Cass.

Devagar, bem devagar o dedo médio começa a abrir passagem se introduzindo para dentro.

— Huunnf... Oh

— Isso Cass, quero ver você gemendo para mim. Geme Cass, geme.

O dedo de Sam começa a foder o anjo entrando e saindo em um movimento que vai ficando cada vez mais frenético. Castiel empina um pouco a bunda para cima. — Você aprende rápido Cass, gosto disso. — Diz Sam com um sorriso de canto maroto e aproveitando a posição de Castiel para enfiar-lhe o segundo dedo.

— Oh... Sam. Isso... Isso é... Huummm.

Ambos os dedos agora introduzidos dançam dentro de Castiel, eles vão o alargando pouco a pouco, se tornando íntimos, ora circundam ali dentro, ora fazem um entra e sai levando Castiel a beira da loucura tamanha o êxtase em que se encontra. Ele geme respirando forte, descompassado, sente o hálito quente de Sam em seu pescoço enquanto o vira, para visualizar Sam fodendo-lhe com seus dedos grossos.

— Está gostoso Cass?

— Sim... Sam. Faz mais... Mais. Eu quero mais... — Fala Castiel pausadamente, molhando seus próprios lábios.

Sam retira seus dedos do interior do menor, retorna a deitar-se sobre ele, com sua mão põe seu duro membro na entrada arregaçada e, muito labuzada de saliva. A penetração é vagarosa, faz com que os dois gemam em quase uni som. Castiel geme por sentir sua entrada ser mais alargada do que já estava para poder receber tão grande membro. Sam geme por sentir seu falo já muito inchado e dolorido ser comprimido pelas paredes latentes do canal que adentra.

Quando o ato é finalizado com Sam inteiro cravado dentro do menor, Castiel arqueia a cabeça para cima. — Aahhh!

Sam escora-se em seus braços erguendo o tronco de seu corpo, repousa seu queixo em cima da cabeça de Castiel e começa a fodê-lo com ânsia e voracidade. O gingado de seus quadris no embalo de ir e vir para frente e para trás da aos dois um enorme e despudorado prazer voluptuoso. A mão de Castiel tenta desesperada agarrar a bunda de Sam. Um dos gomos é alcançado sendo apertado, empurrado, acompanhando a movimentação do quadril.

Castiel é invadido forte, sente como se cada estocada lhe arromba-se mais, a dor é notória, ele geme junto ao frenesi de seus corpos, sente que seu pau prensado contra seu abdômen solta um pegajoso liquido lhe lambuzando o tórax.

Agora mais acostumado com o membro de Sam, o corpo de Castiel começa a desfrutar de todo o prazer do coito, a entrada mesmo que forte e violenta, lhe tira gemidos ofegantes, prazerosos, uma volúpia percorre cada fibra de seu ser ainda mais quando Sam lhe alcança com facilidade um ponto especial dentro de si.

— Oh Sam, isso... É maravilhoso... Huummm — Fala Castiel gemendo e volteando o pescoço tal qual um gato se lavando. Seus ombros são mordiscados pelo maior.

Sem tirar de dentro, Sam vai delicado, porém seguro fazendo com seus corpos mudem suas posições, Castiel é levado a ficar de quatro para o maior que agora agarra forte seu quadril com as duas mãos, dá-lhe uma potente enterrada.

— Aahhh! — Geme forte o menor.

Sam respira com pausa e pesado mantendo a cadência do movimento do vai e vem, ouve Castiel gemer por diversas vezes, em alguma o anjo solta um misto de gemido com um grito, um urro. Seus corpos soam, estão quentes, ambos enlouquecidos de excitação se entregando sem medos ou barreiras. Sam leva sua mão por baixo do corpo de Castiel pegando em seu doloroso membro iniciando uma masturbação para o outro.

— Oh... Sam. O que está... Huummm... Fazendo comigo.

— Nada que você não queira... Cass. Pegue aqui, masturbe-se enquanto eu te fodo Cass.

O anjo assim faz, masturbando-se com força e rapidez. As estocadas continuam rimadas, os dois começam a sentir uma deliciosa sensação lhes avisando que o ápice está a caminho. Castiel vem segundo na frente, mas com uma quase inexistente demora Sam se derrama dentro do menor. Ambos atingem o clímax sentindo o prazer da carne lhes invadir. Castiel cai extasiado em cima da cama, Sam faz o mesmo por sobre ele, seus corpos suados, colados, suas respirações pesadas e pausadas.

Sam retira-se de dentro do menor rolando seu corpo para o lado, seu peito ainda sobe e desce com força, ele vira o rosto para o lado do anjo que está lhe fitar tão exausto quanto o outro. O braço de Castiel estende-se alcançando o peito de Sam alisando-o.

— Isso foi tão bom Sam. Foi muito gostoso... — Castiel sorri com o rosto rente ao travesseiro.

— Foi sim Cass, foi muito bom.

Enquanto é admirado pelos olhos azuis e sente seu peito ser delicadamente alisado por Castiel. A mente de Sam vagueia até Dean. Ele se pergunta o que p irmão vai acabar pensando disso? Ele e Castiel são tão ligados, contudo o que está feito, está feito e não há mais como voltar atrás. O maior acaba adormecendo, Castiel levanta vestindo sua roupa e pondo-se a velar o sono do maior e o lugar onde estão.

O dia amanhece Sam acorda olha Castiel parado olhando para fora pela janela, com certeza passou a noite inteira assim. Depois de um banho e vestido, Sam abraça Castiel por trás depositando sobre sua cabeça um tenro beijo.

— Temos que ir Cass.

— Sam? Você acha que eu sou um mau anjo porque das coisas que fiz com você e Dean? — Indaga Castiel com uma voz embargada.

— Não Cass, eu não acho que você seja um mau anjo porque disso. Eu diria que você é apenas um anjo... Humano. — Diz Sam fazendo a volta no corpo de Cass olhando profundo nos olhos azuis, por fim lhe sorrindo gentil.

— Agora vamos Cass.

A viagem é longa, quilômetros e mais quilômetros até onde Dean está hospedado. Sam estaciona, ele e Castiel descem, em seu peito há uma forte emoção que começa a invadir, faltam minutos para olhar, sentir, estar com Dean novamente.

Do lado de dentro, o loiro acordou um pouco exaltado, fala com Castiel esperando que esse o ouça onde quer que esteja.

— Cass, droga. Porque toda essa demora? Eu sei que você falou que não ia ser fácil, mas eu não aguento mais essa espera. Ela está me matando, parece que você e Sam nunca mais vão voltar. ESTÁ ME OUVINDO CASTIEL? POR FAVOR, CASS. CASS?

Na porta batida são desferidas, Dean espera que Castiel e Sam venham do modo mais comum para o anjo, então prontamente saca de sua arma, abrindo a porta com muita cautela. Ao abrir por completo a imagem diante de si é a que Dean menos esperava, mas a que mais queria. As lágrimas que tantas vezes vieram derramando sua tristeza, agora voltam denunciando a enorme alegria e felicidade que sente e parece que vai explodir dentro do seu peito.

Sam com um olhar meigo e sorriso carinhoso, com suas mãos postas nos bolsos da calça diz: — Oi Dean.

Notas finais
Então gostou? Seja bom pra mim como fui bom pra você, deixe um review dizendo o que achou, se não for pedir muito.