Desejos Pecaminosos

7 Capítulo - 07 - Filho Submisso


Notas iniciais
Não que eu seja um grande fã do gênero, mas fazer o que se os mais gatos da série são tudo parente. u_u
Boa leitura ^.^

Os Irmãos Winchesters estão do lado de fora da casa de Bobby Singer, Dean sentado no chão em cima de um ferro velho qualquer, Sam em pé na frente do irmão. O céu aos poucos vai sendo preenchido por negras nuvens que anunciam o chegar de uma tempestade para as próximas horas.

O moreno senta-se ao lado do loiro, eles se entre olham, o olhar de Sam se vai ao longe pra frente, o de Dean vai para chão de seus lábios começam a serem pronunciadas as primeiras palavras, contando de como se entregou por inteiro a John Winchester.

Sabe Sam, por mais absurdo que possa parecer, eu sinto falta de tudo aquilo. A última vez foi um pouco antes de eu ir atrás você, a primeira... — Uma pausa. Uma pequena lágrima começa a se formar no olho esquerdo do loiro. —... A primeira foi em 1.995 uns meses antes de eu completar 18 anos, lembra-se?

— Eu...?! Do que Dean?! — Indaga Sam surpreso a pergunta do irmão, olhando para ele.

— Do dia que Bobby foi lá buscar você, dizendo que o papai pediu.

A lembrança do dia vem à mente de Sam, ele começa a recordar como se estivesse acontecendo naquele exato momento. — Sim Dean, eu me lembro.

. — Depois que você foi com o Bobby, eu fiquei lá no hotel esperando o nosso pai chegar. Ele demorou bastante, vocês saíram por volta das 18hs00m, nosso pai só chegou quando era passada da meia noite, eu já estava até dormindo quando ele chegou. Quer dizer, na verdade eu acabei pegando no sono de roupa e tudo assistindo uma porcaria qualquer na droga de canal que pegava naquela pocilga.

Eu não vi quando ele entrou, além de não ter nem metade da experiência que tenho hoje. Estamos falando de John Winchester o maior e melhor caçador que conhecemos, quando ele não quer se fazer notar, bom você sabe. Eu estava deitado na cama, não todo, estava na beirada, meus pés tocavam o chão. Foi quando eu ouvi aquela voz rouca e grave me chamar, precisou uma única vez,

Dean.

E eu acordei, ao abri os olhos vi aquele homem forte, determinado, imponente, tudo aquilo que eu me espelhava e queria ser. Ele estava vestindo uma grossa jaqueta com a gola erguida, um jeans, as botinas, havia muita sujeira na roupa, devia estar chegando de uma caçada e tanto. Eu me levantei, nosso pai pegou uma cadeira sentando-se nela. Ele ficou me olhando por longos e tortuosos minutos, eu perguntava o que era, mas ele não me dizia nada, apenas ficava lá com aquele olhar que eu não conseguia decifrar do que era. Aprovação ou reprovação e, do que, em que?

Foi então que naquela noite eu ouvi a voz dele pela segunda vez: — Tire o criado mudo dali e, junte as duas camas Dean. — Eu sinceramente não estava entendo nada, não fazia nem ideia do que ele queria com aquilo. A primeira coisa a passar na minha cabeça, era que seria uma armadilha, para pegar alguma criatura.

.Fiz o que nosso pai mandou, quando pronto ele me chamou bem perto de onde ele estava na cadeira, fiquei ali parado diante dele, seus olhos espreitaram-me de cima a baixo, de baixo a cima e, sua voz eu ouvi mais uma vez: — Tire a roupa. — Eu não sabia, não entendia o porquê daquilo, mas como um bom filho eu simplesmente obedeci, sua ordem. Eu tirei a maior parte da minha roupa, quase tudo ficando apenas com a cueca branca que vestia. Pensei que seria o suficiente, mas não era.

Então ele mandou-me tirar a cueca também, assim eu o fiz. Fiquei um pouco corado, não, não é verdade, eu fiquei foi muito envergonhado com a situação, estar ali com meu corpo nu na frente do nosso pai me constrangia e muito. Ele pediu para eu dar uma volta com o corpo, obedeci, quando fiquei de costas para ele, me mandou parar e assim eu permaneci por um tempo, quando sua voz me ordenou que pudesse me virar, ao fazer vi que nosso pai massageava por cima da calça o seu membro.

Depois ele parou e mandou-me fazer aquilo para ele, engoli seco, todavia outra vez não questionei fazendo sua vontade como sempre fiz em toda a minha vida. Comecei a acariciar o seu pau por cima da calça igualmente, ele olhava ora para mim, ora para minha mão.

De repente nosso pai me afastou para trás, não muito, apenas o suficiente para que ele pudesse levantar da cadeira e, ficar em pé, ele abriu sua calça mandando-me por a mão ali dentro, eu fiz, senti seu membro duro em minha mão, contato nu e cru, ele abaixou a calça com a cueca e seu pau estava livre, duríssimo, era grosso não circuncisado. Eu fazia o movimento de vai e vem lento, olhando para ele o vi respirando de boca entre aberta e de olhos fechados, eu estava dando prazer ao nosso pai Sam. Não me julgue, mas naquele momento gostei do que estava fazendo, era algo bom, gostoso para ele e, isso estranhamente estava me satisfazendo também.

Nesse momento Dean pega um graveto do chão e começa a desenhar qualquer coisa sem muita exatidão no chão, Sam ouve atento tudo o que o mais velho lhe conta, Dean continua a história.

Abaixa.

Foi o que ele falou, não precisei ouvir mais nada, eu já sabia o que ele queria que eu fizesse me abaixei ficando rente aquele grosso pau, cheio de veias cavernosas, latejante. Nunca havia feito uma oral na vida, não em um homem, contudo já havia recebido alguns tentei fazer igual, abocanhei o pau de nosso pai engolindo todo, o enorme membro encheu minha boca. Senti inicialmente um gosto meio salgado depois aquele gosto se misturou com a minha saliva perdendo o teor do sal. Continuei chupando, sugando, lambendo, em determinado momento abri os olhos olhando para cima, nosso pai olha para mim naquele mesmo instante, ele muito suave passou as costas de seus dedos no meu rosto... Eu sorri, não sei explicar... Só que fiquei contente com aquilo. Em seguida tive mãos fortes segurando firme minha cabeça, o movimento de entra e sai dentro de minha boca iniciou calmo, eu só tive que mantê-la aberta e mais pra frente ele estava rápido, frenético fodendo-me a boca.

Ele continuou, continuou sem parar, quando eu menos esperei minha boca foi inundada por uma abundante quantidade de esperma, era um liquido grosso, viscoso, certa quantidade eu engoli, mas a maior parte caiu da minha boca no chão. Eu de novo olhei para cima, nosso pai pra baixo, seu polegar passou firme em meus lábios, ele sorria malicioso para mim. Estava contente, eu gostei de fazê-lo contente.

Ao ouvir a história que Dean lhe narrava, não teve jeito, Sam estava muito excitado, seu já se encontrava inteiramente ereto dentro da sua cueca e da calça jeans. Uma vez que outra o olhar deles se encontravam.

Então ele fez com que eu ficasse em pé, suas mãos grossas abaixaram a minha cueca até embaixo, eu terminei de me livrar dela ficando completamente nu. Eu estava um pouco nervoso ainda, só que não mais tanto quanto no começo. Nosso pai se desfez de toda a sua roupa, me conduziu a cama e nos deitamos nela. Ele me fitou nos olhos por instantes, depois meu peito que subia e descia ligeiro demonstrando que agora eu estava muito nervoso.

Foi ai que veio os beijos dele em mim, meu pescoço, meus peitos, no mamilo ele se concentrou por um bom tempo, mordia o que fazia doer, lambia, circulava a língua nele fazendo meus primeiros fortes gemidos serem emitidos. Meu pau começava a endurecer, eu estava ficando excitado com tudo aquilo, quando ele viu meu pau, já meia bomba, ele sorriu mais uma vez maliciosamente.

E o inusitado aconteceu: — Vamos ver onde é que você tem mais prazer, Dean? — Claro que de inicio eu não entendi o que ele quis dizer com aquela pergunta. Mas também não pude ficar pensando sobre isso, porque logo senti a boca úmida dele em meu pau.

— Nosso pai? Ele... — Indaga Sam, muito surpreso o irmão.

Sim Sammy, nosso pai me chupou. Sua língua era hábil, rápida e às vezes ele dava uma sugada forte, lambia de uma extremidade a outra do meu membro muito duro a essa altura. Eu gemia muito, gemia alto enquanto ele me sugava o meu pau como um louco, ele fazia aquilo bem e com muito gosto, vez que outra sua língua deslizava pelas minhas virilhas, ele beijava meu amontoado de pelos e, inclusive chegou a abocanhar meus testículos. Quando fez isso eu me deliciei muito, sua boca quente, molhada, tê-los ali dentro era muito gostoso. Então ele parou e foi nesse momento que eu pude entender o que nosso pai quisera dizer com aquela pergunta que havia me feito antes de começar o oral em mim. Seu próximo ato foi uma verdadeira grande loucura para mim.

Ele colocou seu dedo maior na boca molhando com muita saliva, só em pensar o que ele tinha em mente fez eu me retrair todo, o que me causou uma grande dor conforme ele ia me penetrando com seu dedo. Me fodia num vai e vem devagar, depois veio mais um dedo, eu não aguentei, me contorci na cama, agarrei forte nos lençóis gemendo alto, despudorado, quando circulava os dedos em meu interior me agarrei nos ferros da cabeira da cama, o que ele me fazia era tão doloroso quanto prazeroso.

Meu pau latejava, estava duro como uma pedra, por mais que eu não quisesse admitir, quanto mais ele me violava com os dedos, mais excitado e duro eu ficava. Ele sorriu: — Seu maior prazer é aqui. — Disse me olhando com malicia nos olhos. Eu queria me masturbar, ao levar a mão ao meu pau ele não deixou, tirou dali. Parecia que queria me ver naquela sofrida deliciosa tortura. Ele se levantou pegando uma corda e amarrou minhas mãos nos ferros da guarda da cama.

Depois de me amarrar, ele de mesmo modo labuzou seu polegar com saliva e adentro desta vez sem muita delicadeza, enfiou tudo o que pode, revirava o dedo lá dentro. Passou mais saliva circulando em volta, por dentro e por fora. A essa altura eu estava tão excitado que meu pau babava uma grande quantidade de liquido pré-gozo.

Então finalmente veio o grande momento que eu já esperava que acontecesse depois de tudo aquilo e, que eu passei a desejar. Sim, eu queria muito ser dele. Ele afastou minhas pernas, entrou entre elas, pegou seu pau com a mão deixando bem na minha entrada totalmente pronta e senti quando os primeiros grossos centímetros de nosso pai começaram a me invadir, seus dedos não eram nada comparados ao seu membro duro e rígido. Foi entrando de vagar, eu cerrei meus dentes e apertava fortes os ferros onde me firmava, quando todo dentro de mim, ele começou a me foder rápido e forte, mais forte eu gemia e alto também, ele se escorou com os braços na cama, suas estocadas eram brutas, ele olhava para mim sem desviar o olhar uma única vez, eu gemia com a boca bastante aberta, respirava pela boca emitindo sons seguidos que acompanhavam as estocadas dele. Logo ele deitou seu corpo sobre o meu fazendo-nos ficarmos bem colados um no outro, senti sua barba cerrada no meu pescoço, ele desamarrou minhas mãos sem parar de me foder, e eu pude abraça-lo puxando bem de encontro a mim, era tão gostoso tê-lo ali, me fodendo, a dor desapareceu e tudo o que eu sentia era aquele grosso pau me fodendo, me fazendo sentir um enorme prazer.

Depois de muito tempo naquela posição, ele se retirou de dentro de mim, me pus de quatro na cama, eu respirei fundo e senti mais uma vez ele me invadir só que desta vez foi muito prazeroso, ele voltou às estocadas fortes, quando sua mão agarrou meu pau um pouco dolorido de tanto excitação, eu enlouqueci de prazer, ele me fodia e me bombeava ao mesmo tempo, era muito enlouquecedor, por momentos eu pensava que iria morrer com tamanho prazer que nosso pai me proporcionava Sammy.

Ele me estimulou até o fim, não parou enquanto eu não liberei meu gozo, o que aconteceu bem rápido, seus movimentos ligeiros de vai e vem no meu membro me fizeram gozar muito, não me lembro de ter gozado tanto como naquela vez, meu corpo amoleceu, minhas pernas bambas me fizeram desabar em cima da cama. Minha respiração estava muito pesada e bem falha.

Ele saiu de dentro de mim de novo, me virou, ergueu minhas pernas colocando-as em seus ombros e voltou a me foder com suas certeiras e fortes estocadas. Conforme o tempo passava a velocidade dele também, ele gemia alto, enfiava com brutalidade, meu gemido se mistura a quase um grito. Por fim não tardou e nosso pai gozou me enchendo com seu sêmen, se retirou de dentro de mim, abaixou minhas pernas para os lados deitando seu pesado corpo sobre o meu. Ele deitou seu rosto de lado no meu peito, eu comecei a alisar seus cabelos.

Dean levanta, Sam faz o mesmo quando se olham ambos estão com os olhos marejados, o loiro se aproxima do moreno lhe dizendo: — Sammy, por favor, não nos julgue... — Dean não termina a frase, ele é interrompido pelos dedos de Sam em seus lábios, aqueles lindos lábios que Sam sempre desejou ter grudados no seu, ele pega o rosto do loiro com uma mão, seus olhos fitam profundamente os olhos esmeraldas do mais velho, seu peito sobe e desce de acordo com a sua respiração bem agitada.

Sam com uma maneira bem suave toca os grossos lábios de Dean com os seus, é apenas um leve sublime toque. Porém desejado há muito tempo pelos dois. Dean abre seus olhos fitando o moreno depois do beijo, nada é dito e de novo eles se beijam agora um pouco mais afoitos, à medida que se beijam vão se abraçando, suas mãos passeiam por suas costas. Dean fica de costa para um carro, eles se olham sorriem.

Sammy! Como eu queria isso... — Fala o loiro agarrado com as duas mãos no rosto do maior.

Eu também Dean, eu também. Eles se abraçam se beijando arduamente mais uma vez.

As primeiras criaturas começam a chegar cercando a casa, embora os irmãos estejam desfrutando de um dos momentos mais felizes de suas vidas, eles notam os movimentos sorrateiros ao seu redor. Disfarçadamente eles tentam entrar na casa, todavia são barrados por um Wendigo que se põem entre eles e a porta, sem muita demora os Winchesters se veem cercados por várias criaturas, eles ficam no meio delas um de costa para o outro cobrindo seus pontos cegos. As criaturas não atacam, não fazem nenhum movimento por alguns minutos, é quando se ouve um carro se aproximando, ele entra na propriedade ficando a alguns metros dos rapazes, eles firmam seu olhar ali.

Quando a porta abre, uma jovem sai de dentro, ela caminha chegando um pouco perto de Dean e Sam, os olha de cima a baixo, ela mostra em sua mão um pequeno frasco com algo dentro, uma espécie de nevoa, fumaça. Ela sorri e diz: — Olá Sam, Dean. Há muito eu queria esse encontro.

Notas finais
O próximo capítulo estará repleto de ação e revelação.