Desejos
10 Capítulo X – Momentos a dois
Naquela tarde agora cinzenta uma moça de longas madeixas pretas fitava distraidamente pela janela do luxuoso apartamento as gotículas de água que começavam a cair da formação de nuvens negras no céu.
-“o que está olhando, meu amor?” – pergunta com uma voz baixa, quase em sussurro, o moço loiro atrás dela ao cheirar-lhe com calma a nuca.
-“hm... Akira pensei que estava dormindo” – responde ela sentindo um longo arrepio percorrer o seu corpo agora envolto nos braços do amado.
-“Como posso dormir sem você ao meu lado?” – num tom sensual ele a vira de frente para si e continua a abraçar a fina cintura da moça à espera da resposta.
-“fechando os olhos e adormecendo, querido” – sorri ela de um jeito maroto, ao mesmo tempo em que passava o dedo indicador nos lábios avermelhados de Reita e logo recebendo uma mordida no mesmo como ‘vingança’ à brincadeira – “itaii” — >.<”
-“engraçadinha...”
-“eu faço o que posso” – continuou com o sorriso maroto, mesmo depois que ele encostou a sua testa na dela a fitando penetrantemente com seus misteriosos olhos castanhos.
-“te amo, sabia?” – diz ele após alguns segundos perdido no mar negro que eram aqueles olhos cor de ônix que tanto amava.
-“sabia... e... você sabia que te amo ainda mais?” – responde recebendo um doce beijo em seus lábios como resposta e antes mesmo que ela percebesse, a língua dele já havia encontrado com a sua e juntas começaram uma dança que só os corações realmente apaixonados podiam sentir, a cada toque que as mesmas trocavam. Porém, logo tiveram que descolar seus lábios, pois os pulmões de ambos clamavam por oxigênio, no entanto a boca dela se recusava a se separar da pele do amado, era incrível o imã que havia entre elas, principalmente naquela região que ligava o troco do rapaz com a sua cabeça.
Com calma ela afastou os longos cabelos dele para beijar-lhe ali com força, com carinho e ao mesmo tempo com aquele desejo apaixonado que desde a sua adolescência ele despertara nela. O loiro por sua vez nada fez para impedi-la somente inclinou o pescoço para o lado oposto dando mais liberdade a ela enquanto passeava as mãos pelo corpo digno de uma deusa grega que ela tinha.
-“S-Sayu...” – gemeu um pouco baixo em sinal que aquele era o seu limite, não conseguia mais segurar aquele instinto forte que se apoderava dele cada vez que a boca dela percorria o seu corpo e que o faz toma-la em seus braços, deita-la na cama e correr as mãos por dentro de sua fina camisola de seda.
-“hmm... Aki-kun”
-“Sayu...”
-
Eu vou te procurar
Em qualquer lugar
Mesmo com raios e trovões
Você já sentiu remorso? E angustia? Desespero? Raiva de si mesmo? Você já se sentiu um Lixo humano? E o sentimento de perda? Creio que já tenha sentido pelo menos um desses sentimentos, pois é... imagine uma pessoa que está sentindo tudo isso e um pouco mais. Imaginou? O nome dele é Shiroyama Yuu, ou Aoi? Então você acertou.
A pessoa referida acima após receber o telefonema dos amigos saiu desesperado pelo centro da cidade, passando em cada ponto que os dois haviam estado até chegarem ao café, perguntou a desconhecidos se viram alguma garota com as características de Kiori. Ou então que vestisse simplesmente a longa saia azul bebê até os tornozelos, a blusa baby look branca com asas prateadas nas costas estampadas e as longas madeixas pretas presas por um rabo de cavalo.
-“Kiori!... Kiori... cadê você?” – urrava a sua mente desesperada e abalada pelos sons de trovões que insistiam a cair – “com licença, senhoras, por favor, viram uma moça, um pouco mais nova que eu, de cabelos longos presos em um rabo de cavalo e com roupas leves de verão”
-“hmm... ela usava uma saia azul até os tornozelos?” – perguntou a senhora de aparentemente 53 anos, por trás de seus óculos redondos.
-“SIM! SIM! VIU PARA ONDE ELA FOI?” – aquela pequena informação e a indicação da idosa para o parque que antes ele se refugiara debaixo da árvore foram como um vendaval de esperança que inundou o peito do Shiroyama e o fez correr como um louco em busca de sinais, sombras, choros, gritos. Qualquer coisa que o levasse para perto dela – “KIORI!!! KIORI!”.
Com as forças que ainda tinha ele chamava por ela, olhando para os lados até achar uma pequena sombra, alguém encolhido em baixo do escorregador com as mãos pressionando fortemente os ouvidos tentando, em vão, não escutar aqueles sons terríveis. Aquela cena mexeu com ele como nenhuma outra já havia mexido. Rapidamente, ele tirou seu casaco e o pos sob os ombros da menina que se surpreendeu ao vê-lo.
-“Y-Yuu-chan....” – ele tirou o i-pod do bolso da calça e colocou nos ouvidos dela, o que a fez sorrir docemente e se aconchegar nos braços dele – “estava te procurando...”
-“desculpa...” – pediu ele acariciando o seu ombro, visivelmente arrependido de tê-la deixado só.
Eu vou te encontrar
-
Os finos raios da lua cheia bateram contra seu rosto, ultrapassando a fina cortina branca que cobria a janela aberta. Remexeu-se um pouco na cama, não muito, pois sentiu a sua cintura ser abraçada fortemente. Abriu seus olhos pesadamente para ver que força era aquela que rodeava o seu corpo, e foi no simples gesto de levantar o olhar que encontrou aqueles olhos masculinos fitando-a.
E ao se mexer mais um pouco reparou novamente em sua nudez e na de seu companheiro, corou violentamente e se lembrou, de imediato, do que havia acontecido algumas horas atrás.
-“oi minha flor...” – puxou-a para mais perto de si, ainda a fitando com um sorriso.
-“oi meu amor...” – respondeu ela descansando o queixo levemente sob o peito dele para retribuir o seu olhar e seu sorriso com os mesmos gestos.
E assim ficaram por alguns instantes, trocando carinhos incansáveis, beijos memoráveis e sorrisos dignos de uma felicidade eterna...
-“Queria que esse feriado não acabasse amanhã...” – ela reclamou ao cruzar os seus dedos com os dele.
-“Eu também, e pensar que a partir de amanhã só vou ouvir da sua boca: ‘Reita-sama pode passar esses projetos para o resto da banda? ‘... ou então... ‘Reita-sama o show começa em cinco minutos’” – diz ele imitando a voz e até algumas expressões de Sayuri no dia-a-dia dentro da empresa.
-“ah....eu não faço essa cara, Akira!” – reclamou fingindo falsa magoa e batendo levemente no peito do loiro.
-“faz sim!” – sorriu largamente ao ver o lindo bico que ela fez.
-“hmmm... pelo menos eu não me finjo de mal-humorado e rabugento!”.
-“esse sou eu?”
-“não é o Papai Noel!!” — =_=” – “bobão”.
-“ahh eu não sabia que o Papai Noel era rabugento” – ‘-‘ – “e muito menos mal-humorado, será que ele me dá o presente que mais quero nesse mundo todo mesmo assim?”.
-“ai Aki... como você é bobo e... que presente?” – perguntou curiosa.
-“o seu coração” – com um olhar sincero e um doce sorriso na face ele responde para a moça, que na hora só faz sorrir-lhe de volta e logo após rebate com uma voz apaixonada.
-“ele já é seu há muito tempo... e você sabe disso”.
Reita sentiu seu rosto esquentar por alguns minutos e seu coração voltar a acelerar, tudo efeito daquela simples jura de amor que ela proferiu com sinceridade. Ele passou sua mão direita por aquela bonita face e por aqueles macios cabelos pretos. Inclinou um pouco seu rosto para baixo e depositou um leve beijo nos lábios avermelhados da amada, lançando-lhe um pequeno sorriso logo em seguida.
-“o meu também é seu... para sempre”.
Sayuri sorriu para o jovem e se ajeitou melhor no peito dele, voltando a descansar seu corpo ainda cansado. Ele por sua vez imitou o gesto dela, fechando os olhos e adormecendo mais uma vez. Afinal, ambos sabiam que no dia seguinte o resto da banda iria retornar do feriado e que a partir dali seria a cansativa preparação para a turnê nipônica.
-
Após aquela tarde e metade da noite de chuva Aoi e Kiori voltaram para a casa de praia, onde boa parte do grupo estava bastante preocupada com o desaparecimento da moça. Assim que abriram à porta, a primeira coisa que fizeram foi formar uma roda ao redor deles.
-“Kio-chan!!! você está bem?” – aproximou-se May perguntando e sendo seguida pelos outros que também bombardeavam os dois com várias perguntas.
-“Gente... gente... calma... acho melhor a Kio ir se deitar um pouco, ela deve estar cansada” – disse Ruki com uma calma na voz, pousando as mãos no ombro da moça à frente do grupo para acalmá-la.
-“Ruki tem razão, melhor todos irmos deitar” – disse Kai com seu sorriso de sempre ao colocar uma toalha sobre os ombros da amiga.
-“Arigato Yutaka-chan....”
-“não tem de quê...” – Kai sorri desejando uma boa noite a todos e sobe para os quartos sendo acompanhado por Uruha, Miyavi e Minako.
-“Não estou com sono... vou ficar mais um pouco aqui em baixo” – disse o ruivo.
-“Ok... boa noite Ruki-kun” – fazendo uma leve reverencia para o ruivo May logo se vira para o casal recém chegado – “Kio-chan, vamos subir para o quarto?”.
-“ah...t-tá! Boa noite Yuu-chan” – finalmente fazendo menção de soltar da mão do rapaz ela lança-lhe um doce sorriso.
-“Te vejo amanhã... Bons sonhos” – retribuindo o sorriso para ela e logo o dirigindo para May ele faz uma breve reverencia — “Boa noite May-chan”
-“Boa noite, Aoi-kun” – e fazendo uma breve reverencia, a brasileira subiu junto com a amiga, mas não antes de estranhar aquela troca de olhares que os dois lançaram um para o outro – “ai tem coisa...”.
-
Depois da ultima noite bem dormida na casa de praia as pessoas que ali residiram pelo feriado desciam dos seus devidos quartos com as bagagens, instrumentos e bolsas e as colocavam nos carros que esperavam para levá-los ao aeroporto.
-“Ohayou” – cumprimentou Minako o resto do grupo que já estavam fazendo o desjejum.
-“Ohayou” – responderam em uníssono
-“então, qual é o assunto gente?” – perguntou a ruiva após se sentar ao lado do guitarrista tatuado e se servir de uma xícara de café.
-“estávamos comentando sobre como esse feriado foi tão curto... e ao mesmo tempo tão agitado” – respondeu o guitarrista loiro sentado na frente da moça.
-“ah! Claro, e como foi!” – ela não teve como discordar da afirmação do grupo ao lembrar dos acontecimentos envolvendo principalmente a moça de madeixas pretas e de pele alva que tomava seu café enquanto conversava animadamente com o Shiroyama ao seu lado, Kai à sua frente e May na ponta, um assunto completamente diferente do que os outros três comentavam.
-“ano-san...ano-san... alguém viu o pintorzinho de rodapé por aí?” – perguntou um distraído Miyavi e que logo após recebeu um belo cascudo em sua nuca.
-“pintor de rodapé é a sua digníssima mãe” – retrucou o ruivo que acabara de chegar e já ia se sentando ao lado de May ignorando completamente as reclamações do rapaz machucado e as risadas dos outros – “aff...vê se fica quieto pelo menos um minuto, baka”
-“não posso amor... toda vez que me lembro da nossa noite passada fico animadinho assim” – 8D
-“Não sabia que você era masoquista e gostava de apanhar” – ô.o revida o outro
-“Opa! Opa! Gente... vamos parando... vamos parando, sim?!” — ^^” – “isso está ficando muito gay... até mesmo para vocês dois” – disse o baterista tentando amenizar o clima da dupla, o que não surgiu muito efeito pois arrancou mais risos do resto do grupo que já não se continham com a cena.
-“Caham... Sr.Uke” – chamou um rapaz, aparentemente nos seus 26 anos, trajando um paletó e calça pretos, óculos escuros e um aspecto de seriedade em toda a sua postura.
-“Ah! Takashi! O que deseja?”.
-“Senhor... o capitão Kinori acaba de ligar para a nossa central avisando que o vôo está confirmado para as 10 horas”.
-“Oh! Então estamos quase atrasados, não? Por favor, Takashi-san reúna a equipe de segurança, ligue para Kinori-sempai e para o nosso agente e diga-lhes que já estamos a caminho”
-“Sim senhor, com licença” – pede o chefe da segurança se retirando para seguir as ordens do patrão.
-“o que aconteceu, Kai?” – pergunta o guitarrista moreno.
-“nada de mais, calma gente” — ^^’ diz Kai tentando acalmar os olhares interrogativos – “o comandante do nosso vôo disse que nossa decolagem está confirmada para as 10 horas”.
-“ora...se já está confirmada estamos quase atrasados, não?” – pergunta Kiori olhando no relógio do celular.
-“bem...tecnicamente sim”
-“então vamos logo, todos já terminamos de comer mesmo” – diz o vocalista se levantando e sem querer batendo no braço da moça que estava ao seu lado – “ah....g-gomen...”
-“t-tudo bem” – May que já estava um pouco rubra por ele ter se sentado ao seu lado, ficou mais ainda ao sentir novamente o toque daquela mão no seu braço.
Na movimentação de todos se erguendo de seus respectivos lugares, não perceberam o rubor no rosto dos dois, todos menos um, e este não gostou muito da cena, sua expressão brincalhona logo se tornou seria e o mesmo desviou o olhar ameaçador debaixo dos óculos de sol para outro lugar.
-“Myv-kun? Alôô... Myv!! Vamos logo” – chamou a moça antes observada.
-“ah... claro”
-
-“uaahhh... esse vôo m deu sono” – comentou Kiori às amigas que caminhavam ao seu lado.
-“hm, eu não achei tão cansativo assim” – contrapôs Minako ajeitando seu baixo em suas costas e retirando a mala preta do chão.
-“Minako-chan, tem certeza que não quer ajuda com essa mala?”.
-“ah! Não tudo bem Miyavi-sama, nem está pesada”.
-“hm...gente...por que o Yuu-chan e o resto dos meninos estão demorando tanto para sair da sala de embarque?” – pergunta Kiori já um pouco preocupada pois os outros quatro haviam se prontificado a pegar as malas a um bom tempo atrás, mandando as três esperarem do lado de fora da sala e por segurança mandaram o ‘cachorrinho tatuado’ de vigia.
-“verdade....estão demorando mesmo...vamos ver se precisam de ajuda?”
-“vamos, May-chan... eu vou com você” – prontificou-se a japonesa.
-“nós vamos esperar vocês aqui certo?”.
-“certo, voltamos já”.
-
-“AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH É O GAZETTE!!!”.
-“RUKIIII ME DÁ UM AUTOGRAFO?!”.
-“URUHA-SAMMAAAA!!! KAAAIIIIII”.
Uma legião de fãsgirls... Pulavam.... e berravam fazendo um círculo ao redor do quarteto indefeso que não tinha outra opção a não ser sorrir e tentar acatar aos desejos das fãns, enquanto a equipe de seguranças tentava afastar-las. Na opinião de Kiori que via com certa mágoa algumas mais abusadas passando a mão em seus amigos e roubando beijos dos mesmos, aquela equipe de seguranças fortões deveria se despedida, pois não estavam fazendo seu digno serviço corretamente!!!
-“Kio-chan? Kio-chan me espera!!” – pedia May indo logo atrás da amiga que saiu correndo do ressinto, a morena não tirava a razão dela, afinal não é nada fácil ver a pessoa que se gosta sendo beijada por outra.
-
-“ah! Ali vem elas, Kiori! May! Aqui!” – chamava a ruiva sentada num banco ao lado do rapaz de cabelos azulados.
-“o que aconteceu? Você está pálida Kiori-san...” – nota o rapaz com um ar de preocupação.
-“aconteceu algo com os garotos?”.
-“Fãgirls... parece que reconheceram algum deles sob o disfarce, ta uma confusão lá dentro... Takashi-sama e o resto da segurança estão tentando tira-los de lá de dentro” – responde May tentando poupar Kiori de dom da fala, pois pela expressão da morena ela podia começar a chorar assim que tentasse falar algo a respeito do que viram lá dentro.
-“bom... nesse caso é melhor irmos logo para os carros, quando eles vierem corremos o risco de me reconhecerem também” – disse Miyavi um tanto temeroso.
-“Myv-kun tem razão, vamos logo... vem Kio” – disse May puxando-a pela mão.
O quarteto saiu do aeroporto pela porta de desembarque e entraram rapidamente em um carro muito elegante, onde dois seguranças com os mesmos trajes de Takashi os esperavam.
-
-“AAHHHHH!!! NÃO VÃO EMBORA!!!”.
-“RUKIIII!!!”
-“Com licença senhoritas, com licença”.
-“Dêem passagem! Dêem passagem!” – pediam os exaustos seguranças que conduziam os quatro integrantes da banda the GazettE para um Jaguar preto à sua espera.
-“Ufa... que loucura!” – suspirou aliviado o guitarrista ao se acomodar melhor no banco do carro.
-“tem razão Aoi, uma loucura mesmo. Cara! Vocês viram de onde elas surgiram?” – comenta o outro guitarrista dando mais uma acenada com a mão para a legião de fãns que ficavam suspirando ao ver o luxuoso carro partir.
-“Não... só vi alguém gritando ‘Olhem! É o Gazette!’...e depois todas avançaram contra nós” – diz um risonho Kai ao lembrar da situação
-“olha... não sei vocês... mas isso foi ótimo pro meu ego...” – comenta o vocalista subindo os óculos de sol para o topo da cabeça e olhando para o resto da banda com um sorriso de satisfação.
-“ai ai ai, Ruki! Vou ficar com ciúme, heim?” – avisa o guitarrista loiro fingindo magoa enquanto os outros dois membros riam com a situação.
-“Ah não, Kouyou! Me poupa! Já basta o Miyavi!” – pede o fadigado ruivo com um quê de auto-compaixão na voz.
-“hahahahahahahahahahahahahahahahahaha” – eles riam divertidos ainda sobe o efeito da adrenalina adquirida na pequena aventura. No entanto o baterista estranha a falta do outro carro preto que deveria segui-los.
-“ano...Takashi-san, onde está o carro transportando Miyavi e as meninas?” – pergunta o líder da banda ao segurança que estava dirigindo. É neste momento que os outros três também percebem a falta deste carro e entram em conflitos internos com temor, pois... afinal... MIYAVI ESTAVA NUM CARRO DESAPARECIDO COM AS GAROTAS.
-“o Sr. Miyavi, pediu que partissem mais cedo, uma das senhoritas não estava se sentindo bem”.
-“NANI?” – perguntaram todos em uníssono.
Continua...
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