P.O.V. Elena.

Hoje é o casamento do Monroe e da Rosalie.

—Eu nunca estive em um casamento antes.

—Idem.

—Eles vão se casar na Igreja de Santo Antônio e depois da cerimônia religiosa vamos a um salão de festas.

—O meu vestido é igual seu!

—Claro, somos as madrinhas. As madrinhas se vestem iguais.

—Entendi.

Depois que a cerimônia acabou fomos pro buffet e a festa foi linda demais.

Os noivos valsaram, nos cumprimentaram etc.

Tive que segurar o vestido da Rose pra ela fazer xixi coitada.

As coisas estavam bem até a Juliette começar a vomitar. A coitadinha quase morreu de tanto que vomitou, decidimos levar ela pro hospital e foi necessário todas as damas de honra pra colocar ela dentro do carro.

No fim a médica disse que ela tava grávida.

O casamento foi pras cucuias e passamos a noite no hospital.

—Isso é um casamento?

—Não, isso é um imprevisto que acabou com a festa de casamento.

—Quero a minha cama!

—Para de reclamar Caroline, a mulher tá na UTI e você querendo dormir?

O Nick vem em nossa direção.

—Ela tá bem?

—Tá desidratada, mas vai sobreviver.

—Quando vai ter alta?

—Não sei. O médico vai fazer uns exames pra checar a saúde do bebê e da Juliette e não sei quanto tempo vai levar.

—Se precisar de alguma coisa, qualquer coisa mesmo liga.

—Tá eu prometo.

Nós voltamos pra casa e dormimos.

No dia seguinte o Nick liga e diz que os dois estão bem e que a Juliette já teve alta e está em casa.

—Graças a Deus. Ela e o bebê estão bem.

—Será que a criança será um Grimm?

—Só saberemos quando nascer.

Como tudo estava bem decidimos deixar por isso mesmo e como ela estava grávida o Nick e a Juliette tiraram licença maternidade de caçadas.

—Porque não jogamos cartas?

—Jogatina é proibido pela lei de Deus.

—Ele tá mesmo falando sério?

—Sim. Ele só saberia o que é diversão se o mordesse.

—Vamos jogar buraco.

P.O.V. Anna.

Elena ganhava todas. Parecia até bruxaria.

—Como você consegue?

—Não sei, sorte eu acho.

—Vamos jogar outra coisa.

—Tipo?

—Conheço um jogo que é fácil de ganhar. Chama Rouba-monte.

—Primeiro jogatina e agora roubo?

—É só um nome. Ninguém realmente rouba.

Mesmo naquele jogo bobo ela ganhou todas as rodadas.

—Cara! Você deve tá macumbada.

—Ai, Credo Dean! Deus me livre!

—Ai vocês dois são muito briguentos.

—Não estamos brigando Castiel, se estivéssemos brigando a sala estaria cheia de cacos de vidro e sangue.

—Vocês são selvagens!

—Somos mesmo! Cara, somos caçadores de monstros.

—Ela tem razão.

—No nosso ramo é matar ou morrer.

—Vou buscar cerveja na geladeira.

—Pra mim não.

—Vai dizer que tá grávida também?

—Não, só detesto cerveja. É amarga.

—E quer beber o que?

—Tem um vinho português no armário de madeira.

—Uau! Você é chique.

—E extravagante.