Desejo realizado.
4 Apenas uma garota triste e sozinha.
P.O.V. Rebekah.
Sei que Elena tem dois novos protetores agora, mas eles saíram e a deixaram totalmente sozinha num quarto de hotel barato.
—Olá Elena.
—Oi Rebekah, eu estava te esperando.
—É mesmo?
—É sim, sabe tenho pena de você e saiba que vou sentir remorso por isso.
—Por que tem pena de mim?
—Você é só uma garotinha triste assustada e sozinha. Eu já fui assim, mas eu mudei e você também pode.
—Eu sou uma original! Mais poderosa do que você!
—Isso não quer dizer nada, até você sente medo. Está com medo?
—Não.
—Devia estar.
Senti a estaca sendo enfiada no meu coração.
—Como?
—É segredo.
O fogo se alastrando, queimando de dentro pra fora.
—Um já foi faltam quatro.
—Elena! O que aconteceu?
—Eu matei uma original.
—E como foi?
—Mais fácil do que eu pensava.
P.O.V. Elijah.
Rebekah saiu a mais de uma hora e não voltou, isso não é normal.
—Qual o problema irmão?
—Ela ainda não voltou, tem alguma coisa errada.
—O que seria? Somos imortais e as adagas estão de baixo dos caixões.
—Vou no quarto dela, talvez encontre alguma pista de onde ela pode estar.
Só precisei passar o olho e vi o endereço encima da escrivaninha.
—Talvez esteja com um namorado.
—Mesmo assim, algo me diz que ela não está bem.
Assim que cheguei a atendente disse que minha irmã tinha estado no hotel e estava no quarto 13.
—Obrigado.
—De nada senhor.
Bati na porta e Elena atendeu.
—Devia saber que seria o próximo.
—Onde está minha irmã?
—No céu ou no inferno. Talvez do outro lado.
—Como assim?
—Infelizmente ela não está mais entre nós. Pois é, morreu.
—Impossível. Ela é uma original.
—Eu sei. Sabe Elijah, eu gosto de você é de longe o melhor da sua família.
—Obrigado, agora onde está Rebekah?
—Se você insiste em vê-la. Venha comigo.
—Tem que me convidar pra entrar.
—Oh, claro entre por favor.
—Com licença.
—Toda.
—O que é isso?
—É a Rebekah.
—Meu Deus! Porque?
—Ela veio pra me matar, eu só me defendi.
—Lamento.
—Eu também.
Uma fumaça toma conta do quarto e sinto minha pele queimar.
—Verbena.
—Eu sei querido.
A estaca veio em minha direção e a morte me levou.
—Rebekah?
—Oi Elijah. Bem vindo ao outro lado.
—Eu morri?
—Sim irmão.
—Estaca de carvalho branco, como?
—Não sei. Mas ela vai matar todos os nossos irmãos.
—Temos que impedi-la, dar um jeito de parar.
—Não podemos fazer nada. Estamos presos aqui pra sempre.
P.O.V. Sam.
—Que cheiro horrível.
—É verbena.
—Erva mata vampiros?
—Não mata só intoxica. Agora façam as malas, vamos pra Mystic Falls.
—Porque?
—Caroline vai ajudar a gente.
Pagamos a conta e fomos em direção a cidade natal de Elena.
—Chegamos. Vamos, combinei de me encontrar com ela no Grill.
Nos encaminhamos para uma mesa onde uma loira nos esperava.
—Oi Elena. Então, qual o plano?
—Vai ser doloroso, mas vai valer a pena.
—Porque doloroso?
—Você será a isca pra atrairmos o Klaus.
—Como sabe que vai funcionar?
—Ele se importa com você. E virá te socorrer.
—Tá. Vamos nessa.
—Você sabe que se tivesse outro jeito eu não faria isso né?
—Sei. Vamos logo antes que eu mude de ideia.
—Ai como queima!
—Foi mal.
Elena pegou o celular que com certeza não era dela.
—É da Rebekah.
—Achei.
Chamou duas vezes e um homem atendeu.
—O que você quer Rebekah?
—Olá Klaus, infelizmente sua irmã está indisponível no momento.
—Katerina.
—Errou amor, sou a Elena. Se quiser que a Caroline fique viva venha até o colégio de Mystic Falls.
—Está blefando.
—Veja com seus próprios olhos.
Ela colocou na câmera.
—Manda ver querido.
Dean enfiou um lápis na mão dela e a garota gritou.
—Ainda acha que estou blefando?
—Não machuca ela, estou indo.
—Obrigado.
Ela desligou.
—Desamarrem ela e tirem os lápis.
Fiz o que ela mandou.
—Toma.
—Valeu.
A loira bebeu a bolsa de sangue rapidinho.
—O que é isso?
—Ah, Klaus seja bem vindo.
—Caroline você está bem?
—Estou.
—Mas eu vi o seu estado.
—Pois é nós enganamos você. Otário.
Ele foi pra cima da Elena. E eu enfiei a estaca nele.
—Porque Caroline?
—Eu te amo, mas você tinha que morrer.
O cara queimou.
—Finalmente esse desgraçado morreu.
A loira começou a chorar.
—Lamento, amiga. Mas você sabe que era a coisa certa.
—Sei, mas ainda assim dói.
Elas se abraçaram.
Assim um por um os tais originais morreram.
A vampira Caroline e mais uma bruxa se juntaram a nós. Claro que precisamos de um carro a mais.
—Uma quatro por quatro, com tração nas 4 rodas. Pajero TR4.
—Uau! Demais.
—Nós sabemos.
—Quatro portas, o maior porta-malas da categoria. Ar condicionado, GPS integrado e rodas de liga leve.
—Esqueceu do câmbio automático e direção hidráulica.
—Incrível. Mas, não troco meu bebê por nada no mundo.
—Imaginei que diria isso.
—Passei na casa do lago e peguei umas coisinhas. O Nick também vem junto com a esposa dele Juliette.
—Uau!
—Estacas, água benta, granadas de verbena, acônito e prata. Balas de prata, sal, ferro, sangue de um homem morto, faca que mata demônios, Espada anjelical, estrela da manhã, bestas, dardos venenosos etc.
—Pedro, Sue, Caspian, Lúcia e Edmundo estão vindo também.
—Mais caçadores?
—Por ai. Quando o Nick chegar temos que ficar de olho no Sam.
—Porque?
—Nick é um Grimm ele consegue ver as criaturas debaixo das cascas.
—Uau! O cara é foda.
—Eu sei, Grimms são caçadores natos. Eles tem uma terceira retina por isso veem coisas que os outros não conseguem.
Dito e feito. O cara fez uma careta quando viu o Sam e as meninas.
—O que vocês são?
—Vampiras e um dividido.
—São uma ameaça?
—Não. Eles são legais.
Por incrível que pareça mais e mais pessoas ou melhor Wessens se juntavam a nós.
—Acho que temos um caso.
—Onde?
—Ilinóis. Bom, como o grupo é grande vamos dividir as missões.
—Topam?
—Boa, assim damos cabo de mais wessens malvados.
—Explicou pra eles Elena?
—Sim. E estou treinando a Juliette.
—Vamos dividir as armas, assim estaremos todos preparados pra qualquer coisa.
Depois da divisão de armas e casos e de combinarmos um ponto de encontro fomos atrás dos monstros.

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