Desejo e Atuação
18 Prazer com um gostinho de adrenalina
Notas iniciais
Gabriela: — Veja como é lindo esse lugar!
David: — Realmente apaixonante. ~Enquanto a abraçava~ Vamos dar uma volta.
Eles seguiram de mãos dadas por todo o parque, correram um atrás do outro, se divertiram muito e depois se sentaram para tomar um sorvete.
Gabriela: — Lembro-me dessa mesma cena quando estávamos nos conhecendo, você brincando com o Gabriel e comprou sorvete para ele.
David: — Foi um dia maravilhoso, devemos repetir.
Gabriela: — Com certeza. Mas amor, agora já está ficando tarde, preciso ir embora.
David correu em um carrinho de algodão doce e comprou um com uma máscara do Batman.
David: — Leve para o nosso menino, ele vai gostar.
Gabriela: — Ah, com certeza ele vai amar. ~Se aproximando dele.
Ela segurou o saquinho em uma das mãos e a outra deslizou pelo rosto de David, ele sorriu e a puxou para um beijo. Beijaram-se lentamente e sem se importarem em onde estava, um beijo carinhoso e apaixonante, algumas pessoas que passaram ás vezes nem sabiam de quem se tratava aquele lindo casal, observavam os dois e sorriam ao ver como eram apaixonados. O beijo levou alguns minutos e então se olharam por alguns segundos. David a acompanhou até seu carro e gritou um “eu te amo”, assustando um grupinho de jovens que estava próximo e Gaby sorriu junto com eles e devolveu aquela frase em tom mais baixo, jogando beijos para ele, então foi embora. David saiu dali, foi para seu apartamento, tomou um banho e rapidamente dormiu. Gabriela seguiu para sua casa, entregou o presente a seu filho e logo depois se aprontaram para dormir também.
O dia amanheceu Gabriela acordou com sua mãe a gritando na porta, ela levantou assustada e foi ver do que se tratava.
Gabriela: — O que foi mamãe.
Dona Norma: — Tem um rapaz querendo falar com você na porta.
Ela desceu para ver quem era e o que queria.
Gabriela: — Bom dia! Em que posso ajudá-lo?
Rapaz: — Bom dia moça fui mandando aqui pelo Sr David. Ele me pediu para conferir a porta do seu quarto para a escada e armar uma pequena grade removível com travas. Você tem um filho pequeno, não é mesmo?
Gabriela: — Ah, como David é preocupado. Tenho sim, pode entrar e fazer seu serviço.
Meia hora depois tudo estava pronto, ela agradeceu o rapaz que lhe disse que o serviço já havia sido pago e então entrou para casa e foi conferir a grade, agora não precisava se preocupar mais em acontecer acidentes com seu filho. Então, admirada com a preocupação de David, resolveu mandar uma mensagem agradecendo e então desceu para comer alguma coisa. Gabriel acordou, mamou e brincou com sua mãe por algum tempo e depois foi assistir alguns desenhos que passava na TV, duas horas já haviam se passado e David não respondeu as mensagens de Gaby. O almoço se passou, o lanche da tarde, o jantar e nenhum sinal de David, preocupada ela resolveu ligar para ele e o celular sempre dava desligado ou fora de área, ligou milhares de vezes seguidas e nenhuma resposta. Gabriela estava nervosa com aquilo, mas deixou passar. A noite chegou, mas uma vez repetiu toda sua rotina noturna, banhou com o filho, o amamentou e foi dormir junto com ele.
Mais uma vez o dia clareou, Gabriela despertou com o filho pulando sobre ela, eles brincaram por alguns minutos e logo ela procurou o celular e não havia nenhuma resposta de David. Desceu para a cozinha e tomou café da manhã com o filho e sua mãe e conversaram sobre o que estava acontecendo, agora ela já estava mais que preocupada e necessitava saber se algo havia acontecido. Resolveu então tomar um banho e ir ao apartamento dele. Vestiu um vestido bem simples, uma sapatilha, fez um coque no cabelo e não usou maquiagem, deixou o filho com sua mãe e partiu para encontrar David. Chegando ao hall do edifício, resolveu perguntar para a recepcionista se ela sabia de algo.
Gabriela: — Bom dia, gostaria de saber se o David Zepeda se encontra, sou a namorada dele e preciso falar com ele agora.
Recepcionista: — Sra. Gabriela, ele viajou ontem bem cedo e até agora não chegou.
Gabriela ficou um pouco impressionada com essa notícia e então entrou novamente em seu carro e tentou ligar para David, com sorte ele atendeu.
David: — Meu amor desculpa não ter atendido antes, tive que viajar ás pressas, mas acabei de chegar à cidade.
Gabriela: — Estou aqui na porta do seu apartamento seu irresponsável.
David acelerou o carro e tentou chegar o mais rápido possível, estacionou seu carro e logo visualizou Gabriela extremamente nervosa, ele tentou chegar perto dela para abraçá-la e ela o negou, então ele a puxou pelo braço e arrastou até o elevador.
David: — Meu amor, eu já te pedi desculpas, não deu tempo de avisar, meu tio estava muito mal e eu precisei sair ás pressas.
Gabriela: — E um telefonema ia tirar seu tempo? Uma ligação pra avisar uma pessoa que te ama que estava indo viajar... Poxa David, que falta de consideração.
David: — Desculpe-me, eu sei que errei, mas na hora do desespero nem pensei nisso.
Eles chegaram ao andar do apartamento e entraram, continuavam discutindo e ela se mantinha irredutível sobre sua opinião. Discutiram por um bom tempo sobre o mesmo assunto.
Gabriela: — Tudo bem deve não ser tão importante avisar as coisas para mim. Vou embora, tchau.
David: — Para com isso marrenta, você é importante pra mim, eu apenas esqueci por culpa do nervosismo.
Ela não o ouvia em nada e continuava saindo, já estava quase na porta do elevador quando David a surpreendeu e a arrastou para dentro de novo e a pegou no colo, carregando-a para o quarto enquanto ela gritava.
Gabriela: — DAVID ME SOLTA! O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?
David: — Eu não vou te soltar vou te mostrar quem manda aqui.
David jogou Gabriela na cama e se ajoelhou sobre ela para ter mais controle, apoiou-se nos braços dela, arrancou o forro da cama e o rasgou em quatro pedaços. Gabriela gritava incontrolavelmente e se debatia contra ele, enquanto David amarrava seus braços na cabeceira com os pedaços do forro. Ele ria sem parar e então foi descendo para suas pernas e as segurou com força amarrando-as também nas laterais da cama, deixando-a com as pernas abertas, Gabriela estava imóvel sobre a cama, apenas se remexia tentando se soltar enquanto David a observava calado.
Gabriela: — PARA SEU IDIOTA, DESAMARRA ISSO E LARGA DE SER RIDÍCULO.
David a olhou de cima a baixo e então subiu na cama e começou a acariciar as pernas dela e foi levantando seu vestido lentamente e abaixando sua calcinha, ele deslizava as mãos carinhosamente pelo corpo dela. Gabriela não parava de se contorcer e gritar a nenhum momento.
David: — CALA A BOCA GABRIELA. CALA A BOCA.
Ela se assustou com o grito dele, mas não se rendeu e David então espalhou beijos pela barriga dela e logo desceu os beijos por sua intimidade. Ele começou a chupá-la intensivamente e deslizou as mãos pelos seus seios e começou a apertá-los. Gabriela continuava gritando para ele soltá-la, mas David não parava com seu ato por nenhum segundo, deslizava sua língua por toda a intimidade dela, dançando em círculos. Logo os gritos de raiva de Gabriela foram se transformando em altos gemidos. David a chupava com tanta vontade que a fazia se contorcer cada vez mais e mais e dessa vez não era para ele a soltar, ele parava às vezes para provocá-la, queria vê-la implorando para que ele continuasse.
Gabriela: — VOCÊ É UM CAFAJESTE, VAGABUNDO. ~Aos gritos.
E isso era como gasolina para o fogo que David mantinha em seu corpo. Ele fez isso durante algumas vezes e então voltou a chupar fazendo algumas provocações e isso foi levando Gabriela a chegar a um orgasmo intenso, cada vez ela estava mais próximo daquela explosão de prazer. Então voltou a se contorcer e agora gritava “AY DAVID, DIOS MIO, AY” e David ria e parava algumas vezes para prolongar aquele ato e a ver brava e cada vez ela ficava mais excitada e sentia mais prazer. David colocou toda a força em seus braços para conseguir segurá-la e então sentiu o corpo dela tremer repetidas vezes e ela gemia mais alto que antes e então perdeu todo o controle de seu corpo e logo se amoleceu sobre a cama suspirando rápido, enquanto tinha sobre si o olhar orgulhoso de David com um sorriso cafajeste na boca.
Gabriela: — Eu te odeio!
David: — Então me odeie mais ainda.
David arrancou toda sua roupa e mostrou para ela o quanto estava excitado, desamarrou vagarosamente o lençol que prendia Gabriela, deixando-a livre e ela se sentou na cama. Em um movimento rápido, ele arrancou o vestido dela também e acariciou seus seios, apertando-os com força. Ele ficou em pé frente a ela e segurou seu cabelo, empurrando-a cruelmente contra seu membro e fazendo-a chupá-lo por alguns minutos e então a jogou deitada na cama com força novamente. David deitou sobre ela e beijou beiju seu pescoço enquanto acariciava todo o corpo dela, segurou seus braços fortemente, arrancando gemidos dela e se posicionou entre suas pernas, penetrando-a rapidamente e com violência, ela gemeu alto e ele se movimentava cada vez mais rápido e com mais autoridade, segurando-a na cama, ele então soltou seus braços e posicionou uma mão no pescoço dela “enforcando-a” levemente e ela segurou o braço dele e se contorcia de prazer. David estava impondo comando sobre ela e fazia dela seu brinquedo sexual e isso a deixava mais eufórica. Gabriela contraia seu corpo em meio aqueles movimentos pesados de David e podia sentir seu olhar sério e dominador sobre ela. David parou com seu ato e mandou-a virar de costas, com a voz séria, ela atendeu ao pedido e ficou de quatro, ele segurou o quadril dela e a penetrou em movimentos rápidos, enrolou uma mão no cabelo dela e deu fortes chupões em sua nuca e a outra mão deslizou por sua intimidade, estimulando-a cada vez mais e então ela foi sentindo novamente aquelas contrações que vinham de dentro, cada vez mais fortes e explodiu para fora a fazendo gritar, deixando suas pernas bambas e novamente se amoleceu nos braços dele, completamente suada e cansada, mas ainda sentindo aquele prazer imenso sobre os movimentos de David que a sentia pulsar e gozar repetidas vezes. Logo ele chegou a seu momento também e eles se jogaram na cama sorrindo e mantinham uma respiração ofegante.
Gabriela: — Nossa, o que foi isso. ~Ofegante.
David somente a olhou e sorriu, ele subiu em cima dela e começou a beija-la com fogo, com muito fervor. Ela o arranhava e escorregavam suas mãos pelas costas suadas dele, uma mistura de fogo e adrenalina que viviam naquele quarto. Gabriela se jogou para trás mordendo seus próprios lábios, enquanto David chupava seus seios com loucura e prazer. Ela então com suas mãos o puxou e ficou o encarando, ela via o suor dele percorrendo pelo rosto que pingava sobre ela, no qual não fazia diferença porque também estava completamente coberta pelo suor. Eles se fitavam e nem ao menos piscavam os olhos, um tentando entender o olhar persistente do outro no meio de respirações rápidas, ele voltou a beijar sentindo então a língua dela em sua boca, aqueles toques quente que o levava a extremidade do prazer. Ela com um movimento bastante rápido o empurrou, fazendo ele sair de cima dela. Assim que ele saiu e deitou ao seu lado Gaby se levantou, ficando em pé enquanto o observava deitado.
David: — Que foi meu amor? ~Se sentando na cama.
Gabriela: — Você acha que vou esquecer o que você fez? ~Colocando a mão direita na cintura.
David: — Depois do que aconteceu você ainda lembra?
Gabriela: — E por acaso tem como esquecer? Você errou e não por a gente ter acabado de fazer amor que vou esquecer, isso não.
David: — Não pode ser ~Colocando suas mãos sobre seu rosto~ O que a gente fez aqui foi além do amor, foi Prazer com um gostinho de adrenalina e com uma mistura selvagem. Gaby, tenta me entender.
Gabriela: — Foi maravilhoso... Entender? Ay David. ~Procurando sua calcinha.
Ele a olhava e a via radiante, ela não esquecia tão fácil as coisas.
David: — Meu amor para com isso e volte para cá.
Gabriela: — Não. ~Se vestindo.
David: — O que você pensa que está fazendo?
Gabriela: — Está cego agora? Não está vendo que estou me vestindo?
Ele se levantou, correu até ela e a puxou.
David: — Que mulher difícil. ~Sorrindo.
Ela novamente voltou a o empurrar enquanto ele sorria, discutiram um pouco até que ela resolveu ir embora.
David: — Não é necessário isso Gabriela, por favor!
Gabriela: — Você já teve o que queria agora me deixa ir, vá descansar amorzinho. ~Dando selinho.
Ele correu atrás dela que ia direto para a porta, não estava querendo conversa e matinha a palavra. Assim que chegou até a porta ele se jogou, a impedindo de passar.
Gabriela: — Saia da frente!
David: — Isso é sério? Vai embora como se nada tivesse acontecido?
Gabriela: — Não vim aqui para fazer nada disso, vim para saber o motivo que você sumiu e agora que sei vou indo, me procura depois e faça por onde merecer.
David: — Por onde merecer?
Gabriela: — Por merecer meu perdão. Agora me deixa ir! Que chato!
Ele a olhou e resolveu sair de frente da porta, ela apenas o observou e deu um pequeno sorriso enquanto foi abrindo a porta. Logo que estava saindo ele a puxou, a agarrando por trás.
David: — Você é gostosa, sabia?
Gabriela: — Alguém pode te ver nú. ~Rindo.
Ele então a soltou, a deixando livre mais uma vez. Gabriela se virou enquanto mandava beijinhos para ele e logo depois foi embora. David fechou a porta e começou a sorrir, voltou novamente para o quanto e ao se deitar na cama a sentiu úmida. A cama estava toda molhada pela loucura de amor que os dois tinham acabado de fazer, David ainda sentia o cheiro de Gaby, enquanto ecoavam os gemidos dela em sua mente.
David: — Cada vez me sinto mais louco por ela... ~Enquanto pensava no que tinha feito com Gabriela.
Já no lado de fora de seu apartamento, Gabriela estava saindo e indo em direção para seu carro e observou Carla de longe, e ela ao perceber que Gaby a olhava resolveu se esconder atrás de um dos carros que estava estacionado. Gaby resolveu ir até ela, e ao chegar se deparou com ela abaixada ao lado de um carro vermelho.
Gabriela: — Está se escondendo?
Ela ao ver Gabriela levou um susto e rapidamente se levantou.
Carla: — Não... É... Que... Caíram meus brincos e eu estava os pegando.
Gabriela: — Não foi o que pareceu. ~Rindo em volume alto~ Por que não me disse que era ex namorada de David?
Carla: — Não achei necessário, mas agora que você sabe só quero te dizer algo... Tenha cuidado com ele, você não o conhece totalmente. ~Saindo.
Gabriela: — Volta aqui. ~A puxando~ Por que disse isso? Haaaaa já sei, é pelo fato de não ter superado o termino de uma farsa. Mas não se preocupe, tenho classe e não vou discutir com você. ~Se afastando.
Ela observava Gabriela entrando em seu carro com um olhar de fúria. Assim que Gaby saiu, ela sussurrou bem baixo, quase em silêncio.
Carla: — Você vai se arrepender, se David não pode ser meu não será de ninguém.
~~~~ 18:00 Horas ~~~~
Gabriela estava com Gabo no jardim se sua casa, até que ouviu batidas vindo do portão e resolveu ir abrir. Assim que abriu deu de cara com Frederico, seu ex empresário que no qual foi seu namorado por uns meses.
Frederico: — Oi Gabriela, quanto tempo!
Gabriela: — Han? Haaa, oi. ~Confusa.
Frederico: — Vim aqui por que te prometi algo, não lembra?
Gabriela: — Não...
Frederico: — Vim aqui como seu ex empresário. O seu CD estava sendo encarregado por mim, mas infelizmente você rompeu comigo pelo nosso envolvimento curto. Aqui estão os papeis, agora você pode passar para o novo empresário e boa sorte, você é uma ótima pessoa. ~A entregando.
Gabriela: — Obrigado por se preocupar. Até mais. ~Fechando o portão.
Ele sorriu e se retirou, Gabriela foi correndo avisar para seu novo empresário no qual ficaram conversando durante o bom tempo, sem se dar conta das horas que passavam. Ela estava totalmente desconcentrada do que acontecia ao seu redor até que sentiu um leve tapa em seu bumbum, se virando rapidamente e olhando David sorrir.
David: — Estou atrapalhando?
Gabriela: — Calma que estou resolvendo um assunto importante.
Passando vários e vários minutos, Gaby ainda estava grudada no celular enquanto David e Gabo a olhava com tédio. Depois dessa longa demora finalmente a conversa naquele telefone foi rompida, fazendo David gritar.
Gabriela: — Está louco?
David: — FINALMENTE!! ~Se levantando.
Gabriela: — É sobre meu 2° CD. ~Sorrindo e pulando.
David: — Sério amor? ~A abraçando e pulando junto com ela~ Quero uma musica nossa.
Gabriela: — Bobinho. Mas quem sabe, poderia ocorrer uma ideia legal. Vamos pensar sobre isso depois.
David: — Adorei, então tá marcado. Estou feliz por você.
Gabriela: — Mas tudo indica que vai demorar ainda uns 2 anos. ~Gargalhando.
David: — 2 anos? Nossa.
Gabriela: — O importante é que saia, vai ter algo novo e estou muito feliz. Mas quero te falar sobre algo que aconteceu, não agora pelo Gabo que está aqui.
Ele a olhou e fez um sinal de positivo, logo em seguida a abraçou. Eles então resolveram ir jantar no qual ela mesmo tinha feito. Em sua casa estava as mesmas pessoas de sempre, ao jantar conversavam sobre tudo que vinha na mente, David repetia várias vezes a palavra “perdão” e olhava para Gaby, que já tinha o perdoado. Assim que acabaram de jantar Gabriela subiu para escovar os dentes enquanto David a esperava na sala junto com os familiares dela. A conversa se prolongava, Gabriela estava ao lado de David com seu bebê nos braços até que o telefone dele tocou, e ao ver o celular se tratava de um número privado.
David: — Alô?
— Filho sou eu, seu pai. Você precisa voltar urgentemente porque seu tio voltou a passar mal e agora está correndo perigo de vida, sua mãe está em choque e precisa de sua assistência. Venha o mais rápido.
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