Desejo e Atuação

36 Melhor reconciliação


Notas iniciais
E quem diria que a genética iria influenciar na gravidez de Gabriela? Ela esperava dois bebês e essa descoberta vai fazer com que a história mude seu rumo. Obrigada por acompanhar essa história e boa leitura.

Gabriela olhou diretamente para sua mãe que estava ao seu lado, sua expressão era de susto, desespero e um misto de emoção. Dona Norma não estava diferente, as duas ficaram sem fala, não conseguiam esboçar nenhuma reação além daquela. Ela tentava reagir, mas os pensamentos na sua cabeça rondavam como aviões e isso fez seus batimentos cardíacos acelerar. Se imaginava cuidado de dois bebês, parar seus trabalhos por um bom tempo, ter que pedir ajuda dobrada de sua mãe e o pior, ela não teria David ao seu lado para apoiar... David... Ele ficaria louco de felicidade quando soubesse disso. Gabriela caiu na real ao ouvir o médico a indagando sobre seu estado emocional.

Doutor: — Gabriela? A senhorita está bem? Precisa de alguma coisa?

Gabriela: — Não, eu. Dois? Eu, e-eu estou grávida de dois? São dois bebês?

Doutor: — Sim, são gêmeos e posso lhe afirmar que serão bivitelinos. Tem algum histórico na família?

Gabriela: — Sim, eu, eu sou gêmea, é, bivitelina sim... Mas eu nunca pensei e meu Deus, gêmeos...

Doutor: — Nossa, muito legal, isso é muito comum e suas probabilidades eram gigantescas. Bem, novamente, parabéns pelos bebês. Vou me retirar e sua alta será daqui duas horas, vejo que não passou de um susto.

Gabriela: — Gêmeos... Obrigada, muito obrigada.

Dona Norma voltou a encará-la completamente abismada, mas logo caiu na gargalhada, tentando acalmar um pouco a filha.

Dona Norma: — Quem diria que a bola da genética cairia sobre você?! (Risos) Seu pai vai ficar extremamente feliz quando souber disso.

Gabriela acabou cedendo e riu também e isso fez com que ela se acalmasse um pouco. As duas horas que faltavam passou bem rápido e logo a enfermeira adentrou o local com sua folha de alta assinada e algumas receitas de medicamentos para auxiliar a gravidez, incluindo várias vitaminas para que aquele fato não voltasse a ocorrer. Mas pela situação, foi alertado que de forma alguma ela deixasse de comparecer as suas consultas diárias e prestasse atenção em suas vacinas. Entregou-lhe o papel e retirou a agulha que perfurava seu braço e então com a ajuda da mãe, ela seguiu até a recepção para seguir a procura de um táxi. Gabriela logo viu David sentado em uma poltrona, não quis ignorá-lo, mas também não o diria nada. Seguiu andando até que seu olhar encontrou com o dele, que mais que depressa se levantou ajeitando a camiseta e veio correndo em sua direção.

David: — Você está bem? Nosso filho? O que aconteceu?

Gabriela: — Sim, estamos bem, não é mesmo bebê ~Ela acariciou a barriga e recebeu um olhar de reprovação da mãe~ Não precisa preocupar, foi apenas um desmaio, fraqueza.

David: — Você precisa se alimentar direito, porque ele vai sugar suas energias e você precisa estar forte para isso. Posso pegar? ~Ele apontou a barriga dela.

Gabriela somente concordou movimentando a cabeça. David se ajoelhou frente a ela e segurou sua barriga com as duas mãos. Ele sentia-se encantado com aquilo, seu primeiro filho estava ali na sua frente, mesmo que por enquanto fosse incapaz de vê-lo. Contrariando o ditado popular que diz “o pai só ama o filho a partir do momento que o pega nos braços”, David desmentia isso em sua própria mente ao sentir um amor tão grande por aquele serzinho que nem ao menos tinha uma forma. Seus olhos brilhavam.

David: — Ouça o papai, você não pode ser um bebê bravo, tem que ser calminho para deixar a mamãe saudável. Prometa para o papai que vai fazer isso, certo? Certo. ~Ele depositou uma beijo ali sem medir as consequências~ Eu levo vocês em casa.

Gabriela rapidamente limpou uma lágrima que insistiu em descer e abaixou o rosto para disfarçar. Aceitou a carona de David, mas seguiu no banco de trás e poucas palavras foram trocadas durante o percurso e quando o faziam, era sobre o bebê, que mal ele sabia que eram dois.

—------ xxxxxx --------

Após aquele dia no hospital, o “ex-casal” se encontrava raramente nas gravações da novela, pois daquele momento em diante, as cenas entre seus personagens eram raras e Gabriela estava escalada para gravar primeiramente suas cenas mais sensuais ou onde ela aparecia com roupas justas demais, impossibilitando ainda mais o reencontro dos dois. David desistiu de procurá-la, deixou passar um tempo para perguntar sobre seu filho e como tudo estava indo, mas quase nunca a via e sentia um incômodo ao pensar em ir a sua casa ou telefoná-la, então foi deixando com que ela decidisse como seria aquela relação. Apesar de estarem oficialmente separados, eles não disseram nada a respeito com ninguém e por educação, ninguém os perguntou e assim eles foram guiando a situação.

Cada dia que passava cada maneira de evitar se encontrar com David, cada forma de ignorá-lo foi se transformando em um peso para Gabriela. Revivia cada momento ao lado dele, suas atitudes e finalmente começava a compreender que não era assim que funcionava, ela não deveria se afastar dele sempre que surgisse um problema, ela também tinha defeitos e ele tentava aceitá-los por amor e ela falhou nessa parte. Aquele ciúme excessivo deveria ser trabalhado melhor, conversado, agido positivamente e não simplesmente largar o navio no caminho e sair de bote. Largaria o amor da sua vida por uma discussão tão tosca? Ainda mais agora que carregava dois bebês dele em seu ventre? Percebeu que o evitava tanto porque se sentia culpada. Ele a procurou por duas vezes e ela o tratou como um nada e o que ela havia feito para mudar essa situação? Nada. Fugia como uma criança mimada ao invés de honrar a grande mulher madura que era quando tomava suas decisões.

Sexta foi o último dia de gravação da semana, estava tarde. Gabriela trocou suas roupas e enquanto passava pelo corredor do casarão se despedindo de alguns amigos, ouviu alguém dizer que os atores que gravavam no set 5 e 6 (mesmo se tratando de áreas reais, eram divididas por “sets” para facilitar a comunicação) foram liberados mais cedo e aqueles setores incluíam David. Sentia uma pressão no peito e um peso na consciência, entrou em seu carro e seguiu pelos próximos metros de estrada e logo pegou a rodovia em direção á cidade. Seus pensamentos estavam bagunçados, mas tinha certeza que queria fazer aquilo, seu choro veio com força total, arrancando vários soluços e lágrimas quentes que escorriam instantaneamente pelo seu rosto.

David havia saído mais cedo das gravações e sem ânimo nenhum foi direto para seu apartamento. Tomou um banho e vestiu uma bermuda confortável e uma regata preta. Assistia televisão enquanto comia um misto quente. Já havia escurecido e o clima era frio, se levantou para buscar um cobertor e no momento que voltava do quarto com ele em mãos, ouviu batidas na porta. Aproximou-se lentamente e foi capaz de ouvir um choro e aquela voz, ele reconheceria em qualquer lugar, era ela.

Abriu a porta rapidamente e se deparou com Gabriela aos prantos, seu lápis preto havia escorrido pelo rosto, estava banhada em lágrimas e desespero. Sua ação não poderia ser diferente, a abraçou apertadamente, ela soluçava repetidas vezes e tremia de frio. David envolveu-a no cobertor e a puxou para dentro, fechando a porta.

David: — Meu Deus Gabriela, o que aconteceu? ~Ela não conseguia falar~ Acalme-se por favor, sente-se aqui no sofá. Meu Deus fica calma, calminha... Está sentindo dores?

Gabriela: — Estou sentindo culpa, consciência pesada, desespero e-eu... ~Ela mal conseguia falar pelos soluços.

David: — Psiu, fica calma. Respira. O que aconteceu?

Gabriela: — Minha barriga tá crescendo rápido demais, nunca percebeu isso?

David: — Sim, mas é normal. Está preocupada com isso? Nicandro vai entender.~ele realmente não acreditava que tudo aquilo era por esse o motivo.

Gabriela: S-s-são dois ~Ela chorava sem pausa~ São dois bebês, DOIS ~Ela realmente gritou.

David: — Dois bebês? Como assim dois bebês?

Gabriela: — EU sou gêmea, “era uma enorme possibilidade Gabriela” ~Ela imitava a voz do médico~ E agora estou esperando dois bebês, são gêmeos ~Ele a amparou, segurando-a pelo braço e a conduzindo ao sofá.

David: — E-eu não tinha pensado nisso... Meu Deus.

Gabriela: — Minha mãe vai se ocupar o tempo todo para me ajudar, meu filho ainda é um bebê também, eu tenho novela, eventos. Eu não sei o que vou fazer, eu não sei, meu Deus... ~Ela respirava rapidamente ainda chorando~ Eu não sei o que fazer.

David: — Deus, gêmeos... Eu vou ser pai de dois bebês... Gabriela, olha pra mim ~Ele a conduziu até uma poltrona, ajoelho-se em sua frente e segurou seu rosto~ Você tem o meu apoio sempre. Independente de estarmos separados, esses bebês também são meus e eu você deve contar com...

Gabriela: — E quem disse que eu quero?... ~Disse interrompendo ele e o olhando nos olhos assustados que ele a lançou~ Eu não quero sua ajuda estando separados.

David: — Mas Gabriela, é minha obrigação. Eu faço parte disso, você não os fez sozinha e eu preciso te dar suporte e tudo que for necessário.

Gabriela: — Eu não quero estar separada de você. Eu quero que me ajude, eu quero que esteja ao meu lado e eu necessito do seu suporte, desde que você me perdoe e volte comigo. Você sabe que foi errado e eu sei que também fui. David, eu não quero estar longe de você, eu quero você, eu preciso de você.

Sem mesmo dizer nada ele apenas a beijou, cruzando as lágrimas que caiam do seu rosto com as delas, juntando seus lábios, seu amor. David a soltou e olhou com ternura para ela e via que Gaby estava mais calma, com um olhar sereno.

David: — Você sempre soube que é o amor da minha vida e agora temos uma grande responsabilidade, vamos ser pais de dois bebês, dois bebês Gaby. ~Sorrindo e emocionado.

Gabriela: — Imagina como estou, escondi isso de você. Mas pode acreditar que nesses dias não parei de pensar em você um minuto. Meu grande consolo foi o Gabo e os bebês, meus filhos.

David: — Ay Gabriela! ~Se levantando e puxando~ Eu te amo.

Ele voltou a beija-la ternamente e calmamente, sentia Gaby corresponder esse ato de carinho, o beijo durou um tempo até que ela se desgrudou dele com um lindo sorriso.

Gabriela: — Vamos fingir que nada aconteceu, ou melhor, vamos conversar melhor sobre tudo que aconteceu, pode ser?

David: — Claro que sim, tudo que você quiser. Melhor a gente esclarecer tudo, principalmente eu...

Os dois voltaram a se sentar no sofá e esclareceram todo o problema durante 1 hora, conversaram sobre os erros, o excesso de ciúmes e entre tudo um pouco. No meio da conversa os olhares foram mudando, Gaby já tinha se recomposto e suas lagrimas viraram sorrisos, David se aproximava cada vez dela e Gaby se deixava levar pelo seu sentimento. Ele puxou ela para um beijo lento e provocante, que despertava o amor deles e dando prazer naquele momento, Gaby então subiu em cima dele e sentia as mãos de David percorrer por suas costas e principalmente por seu bumbum avantajado, ela o arranhava e o mordia sensualmente e sentia que David ficava cada vez mais ereto, ela sentia o membro dele e aquilo a deixou mais excitada, devagar ela foi rebolando sobre ele e notava o olhar dele com aquele tom safado como de costume. Ela se levantou e apenas deu um pequeno sorriso, aquele sorriso que o levava a loucura e foi caminhando diretamente para o quarto dele e ele rapidamente foi atrás dela, via que a cada passo que dava ela tirava uma peça de roupa, a deixando espalhada pela casa. Assim que chegou no quarto David foi até ela e a puxou contra sim, dando um leve impacto entre os dois e fazendo ele se espantar um pouco.

David: — Me desculpa, isso doeu? Sentiu algo?

Ela ficou sorrindo o olhando desesperado e não falava nada.

David: — Queria entender...

Gabriela: — Eu estou bem, estou me cuidando e isso não foi nada. Só espero que você não fique interrompendo nosso sexo por cada coisinha. Agora vem aqui. ~O chamando com o dedo indicador.

Ele foi até ela e assim que chegou ela ficou de joelhos diante dele, David sorriu pois sabia o que ela iria fazer. Gaby rapidamente baixou o que ele estava usando e faz com que o membro dele ficasse para fora, ela começou a chupa-lo devagar e depois acelerava, repetia o ato diversas vezes, ele a afastava algumas vezes para se conter e não acabar com aquele momento maravilhoso entre eles. Ela então foi subindo devagar e sensualmente, e via que ele suspirava de prazer, ele tirou toda a roupa que usava, no qual era pouca e depois fez o mesmo com ela, a deixando completamente nua. David então pegou Gaby e a jogou na cama, suavemente. Assim que ela estava deitada ele se deitou também, lado a lado com ela e ali mesmo a penetrou, os dois depois de algum tempo afastados finalmente haviam reatado o que não deveria jamais ter separado. Eles se amavam naquele cama, gemidos, palavras se ecoavam sobre aquele quarto, o frio já havia se transformado em calor, os dois estava suando e várias trocas de posições sexuais eram distribuídas pela cama, pelo chão, pela mesinha, pelo banheiro, pela cadeira, pela sala, pela cozinha e de todas formas possíveis, e foi assim que aquela noite terminava, com os dois se amando como de costume, loucamente e do jeito deles. Já era 5:00 horas da manhã, nenhum havia dormindo, estavam suados e deitados no tapete da sala, Gaby deitada sobre David, respirando forte e ele acariciando suas costas desnudas e completamente molhada.

Gabriela: — Não queria que essa noite que se converteu em madrugada tivesse acabado, mais vejo que você não tem mais forças. ~Sorrindo.

David: — Você me esgotou, mocinha. Estamos pingando de suor, não dormimos em nenhum momento. Uma das melhores noites que passamos juntos, a melhor reconciliação.

Gabriela: — Por mim não terminava...

David: — A noite foi tão curta, notou?

Gabriela: — Curta é apelido, foi curtíssima. Mas preciso comer algo, tenho que alimentar dois bebês. ~Se levantando.

Ele a acompanhou mais uma vez, foram até a cozinha e prepararam frutas, torradas, suco natural, iogurte e entre outras coisas e ali mesmo comeram, depois foram para o banheiro, tomaram um banho rápido e voltaram para a cama, como de principio. Eles ainda estavam nús, não viam necessidade de vestir alguma roupa, se sentiam melhor assim, um sentindo o corpo quente do outro. Gaby estava completamente jogada sobre a cama e sua barriguinha já havia crescido um pouco e já se notada sua gravidez, David a olhava com um olhar muito terno e ela apenas estava com os olhos fechados, quase vencida pelo sono.

David: — Sua barriga está grandinha. ~Acariciando.

Gabriela: — Sim... ~Com voz de sono.

Ele preferiu deixar Gaby dormir, a noite tinha sido bem agitada e os dois precisavam descansar. Ele então se deitou ao lado dela, a abraçando por trás e alisava os cabelos dela e sentia que ela já havia pegado em um sono profundo e ele rapidamente também foi vencido pelo sono. Os dois dormiam um sentindo o corpo do outro, a mão de David estava sobre a barriga de Gaby. Já era exatamente 14:16 da tarde, o celular de Gaby não parava de tocar até que ela acordou e em passos lentos foi até sua bolsa e a pegou, assim que atendeu ouviu a voz de sua mãe preocupada e resolveu explicar tudo que aconteceu.

Gabriela: — E foi isso mãe, eu precisava resolver meu problema com David e acabei dormindo aqui, ele ainda está dormindo. Daqui a pouco vamos para ir, preciso ver meu príncipe. Falando nisso, cadê ele?

Norma: — Está com seu pai. Seu pai disse que vai passar um tempo aqui e disse também que não quer ficar aqui, preferi ir para um hotel.

Gabriela: — Mas... Não, aí tem bastante espaço e Gabo gosta da presença dele, já já chego aí. Beijos mãe, até. ~Desligando.

Ela voltou até David e o chamou delicadamente e foi acordando com dificuldade.

Gabriela: — Vamos David, você vai ter tempo para dormir mais tarde.

David: — Ok... ~Com os olhos entre abertos.

Gabriela: — Vou tomar um banho, se quiser ir estou te esperando.

Ela foi até o banheiro, ligou o chuveiro e tomou banho. Passava o sabonete sobre o corpo delicadamente, David ao ouvir o chuveiro resolveu ir e aproveitar mais um pouco com Gaby. Ela estava de costas e sentiu um toque sobre ela, logo David a abraçou por trás e pegou o sabonete que estava nas mãos dela e começou a passar em si mesmo, depois voltou a passar nela que já estava coberta com a acescência daquele sabonete. Ele a virou e ficou frente a frente com ela, depois foi passando as mãos nos seios dela, que estavam rígidos e os apertavam, depois suas mãos percorreram pelo bumbum dela.

Gabriela: — Estamos um pouco escorregadinhos. ~Enquanto sorria.

Ele sorria ao vê-la brincar, começou então a beija-la. Os dois nem ao menos tiraram o sabonete do corpo, se abraçam e se beijava diversas vezes, depois de um pequeno tempo ligaram o chuveiro e tiraram todo o sabonete um do corpo do outro, sempre se acariciando. Gaby olhou para o membro dele e o já havia novamente excitado, então foi até ele e pulou, ele a segurou e a sustentou pelos seus braços fortes. Ela entrelaçava as pernas nele enquanto o sentia penetrar rapidamente, ela gemia alto e também rebolava sobre ele, rapidamente chegaram ao limite do prazer, sendo molhados pela aquela água que caía do chuveiro. David ainda estava com Gaby sobre si, eles se olhavam e suas testas estavam grudadas. Ficaram um tempo só se olhando, eles tinham esse costume e era algo que sempre acontecia com eles. Ele então a colocou no chão e voltou novamente a se molhar e Gaby somente o observava.

David: — Agora sim podemos ir. ~Desligando o chuveiro.

Ele a puxou dando vários selinhos, depois pegou uma toalha e deu a ela e depois pegou outra e se enxugou.

David: — Um banho bem tomado.

Gabriela: — Me enxuguei, mas me mantenho molhada... Se é que me entende. ~Piscando o olho para ele.

David: — E é assim que eu gosto de te ver. ~Tirando a toalha e a pegando novamente nos braços.

Notas finais
O casal voltou agora mais forte... Espero que tenha gostado, até a próxima leitores! Beijos e obrigado por sempre nos acompanhar.