Desejo e Atuação
16 Me deixa realizar seu desejo
Notas iniciais
Os dois pararam e se olharam, e aquele olhar foi se tornando cada vez mais longo fazendo os dois criarem ideia do que realmente seria aqueles sintomas.
David: — Não me olha assim, eu usei preservativo...
Gabriela: — Eu sei (risos) isso não tem perigo, eu tomo anticoncepcional.
David: — Ah, eu bem que adoraria ter um filho com você.
Gabriela: — Não tão cedo, credo David, meu filho ainda é muito pequeno.
David: — É, temos que aproveitar mais nosso filho pequeno.
Gabriela: — Você é uma graça...
David: — Falando sério agora, você me deixaria registrar ele como meu filho?
Gabriela: — É, eu não acho que ... ~Começou a ficar um pouco tonta~ Vamos falar disso outro momento, eu vou vomitar.
David a segurou de costas pra ele, mas foi apenas uma tontura, até porque ela não tinha nada no estômago pra colocar pra fora. Ele a conduziu até o carro e a levou em uma clínica que ele conhecia com um médico muito conhecido da região e bem competente em sua profissão. Ele foi rápido e logo chegaram. David desceu do carro e foi abrir pra Gabriela, estava quase a carregando no colo e entrou ás pressas para a clínica. Sentou-a em uma poltrona, muito pálida e fraca e correu para a recepção.
David: — Eu queria uma consulta com o Dr. Ricardo, minha namorada está muito mal e preciso de uma consulta imediata.
Atendente: — Passa-me todos os dados dela e aguarde um minutinho porque ele está com uma paciente.
David passou todos os dados dela e logo correu para se sentar ao seu lado e tentar acalmá-la um pouco, ela estava bem fraca por não conseguir comer nada e um pouco preocupada com o que poderia estar causando aquilo.
Atendente: — Senhorita Gabriela, a Enfermeira Carla te espera na sala de triagem.
David ficou intrigado e foi acompanhando Gabriela até a sala, não queria deixá-la sozinha por nenhum momento. Entrando na sala ele se surpreendeu ao ver a tal enfermeira, ficou completamente sem jeito e então segurou Gaby com mais força e agiu normalmente e nem sabia que aquela começara a trabalhar na clínica onde ele frequentava.
Carla: — David, prazer revê-lo! O que está acontecendo?
Gabriela: — O problema é comigo, estou sentindo muita tontura, fraqueza e estou vomitando tudo que como.
Carla: — Entendo. Comeu algo diferente? Possui problema de estômago ou tem alguma chance de estar grávida?
Gabriela: — Nenhum dos três.
Carla: — Vou medir sua temperatura e pressão. (...) Qual sua idade? Isso já ocorreu antes?
David: — Isso vai demorar muito? Ela está muito fraca.
Gabriela: — 36, não. (...) Calma amor, eu consigo esperar.
Carla: — Ok. Calma mesmo David, sua NAMORADA vai ficar bem.
Gabriela percebeu o tom irônico no qual a enfermeira disse “namorada” e como ela o chamava de David intimamente, mas por odiar intrigas ficou calada e perguntaria para ele depois. Terminando a triagem, a tal enfermeira levou suas anotações para o médico e logo eles entraram para uma consulta. O médico a examinou de cima em baixo e pediu um exame de sangue, porém já suspeitava do que se tratava.
Dr. Ricardo: — Bem, podem ficar calmos. Vou pedir esse exame de sangue por ética no trabalho, mas seu problema foi uma leve intoxicação alimentar. Vou lhe receitar alguns alimentos leves e que você fique na enfermaria por alguns minutos para tomar um soro na veia, está muito desidratada.
Eles concordaram e seguiram para a enfermaria e a enfermeira veio lhe colocar a intravenosa e o soro.
Carla: — Levará pouco menos de uma hora para acabar. Qualquer problema me chame.
David ouvindo aquilo seguiu para fora para avisar Nicandro de tudo que estava acontecendo. Eles conversaram por alguns minutos e David o explicou toda a situação, e ele preocupado com ela disse que eles podiam ficar aquele dia longe sem gravações. Ele aproveitou para ir comprar algo para comer e tentar ver se Gaby conseguia comer alguma coisa. Demorou pouco tempo e quando chegou à clínica ela já estava pronta e o esperando.
David: — Desculpa a demora amor, fui comprar algo pra comermos.
Gabriela: — Ótimo, porque estou com fome mesmo. Vamos, já estou me sentindo bem melhor.
Eles entraram no carro pra comer, eram somente algumas frutas já que o médico havia receitado alimentação leve para ela e logo seguiram para a casa da Gabriela.
Gabriela: — Não vou mentir, eu ainda fiquei com medo de estar grávida, apesar de ser impossível.
David: (risos) Eu também pensei isso, mas seria interessante.
Gabriela: — Na hora certa vai ser magnífico.
Chegaram à casa da Gaby e a mãe dela estava dando a mamadeira para o neto que havia acabado de acordar, ela assumiu o papel e foram contar para Norma o que havia acontecido. Ela ficou surpresa, pois a filha não havia comentado nada com ela, mas ficou mais aliviada por saber que não foi nada grave, quando Gaby era pequena já teve esses probleminhas por algumas vezes, e afinal, ela já estava bem e sem nenhum risco. Eles resolveram almoçar por ali mesmo e conversaram pela tarde, logo após o almoço sentaram-se na sala para assistirem algo na TV.
Era quase 14h30min da tarde, Gabriela resolveu subir para seu quarto e descansar um pouco, sendo acompanhada por seus dois amores. David colocou Gabriel no berço, para tirar o soninho da tarde e então se deitou ao lado de Gaby na cama e a abraçou.
David: — Posso ficar aqui, quero fazer companhia para minha doentinha.
Gabriela: — Você pode tudo.
David: — Agora você pode me responder o que eu te perguntei?
Gabriela: — Olha David, é melhor deixarmos esse assunto para o futuro, está muito cedo para tomarmos uma decisão dessas.
Eles se olharam por alguns minutos e David concordou em não insistir no assunto.
Gabriela: — Ah, acabei de me lembrar de algo que quero te perguntar. Odeio mentiras, então pode me explicar que relação você tem com aquela enfermeirinha ridícula da clínica, ela foi irônica comigo e percebi que ela tinha intimidade com você.
David: — Oh céus. Aquela ridícula é uma ex-namoradinha que eu tive há algum tempo, durou poucos meses.
Gabriela: — Então quer dizer que você frequenta a clínica onde sua “ex-namoradinha” trabalha? ~Se soltando dele.
David: Não, ela deve ter começado lá agora, não me lembro de ter visto ela por ali.
Gabriela: — Acredito. Bem ridículo o tipo de pessoa que você se envolve em.
David: — Ah amor, nem sei quanto tempo isso faz. Ela é uma doida, inclusive apareceu na porta do meu apartamento esses dias.
Gabriela: — O QUE? David e você não me fala isso? Olha o que você está fazendo, brigou comigo por não ter te contado de uma coisa de trabalho e está me ocultando algo da vida real, o que mais você esconde?
David: — Perdão amor desculpa, só achei que fosse algo completamente desnecessário pra você saber. Ela é insignificante pra mim, uma ridícula nojenta, ela estava na porta, só entrei e a deixei lá.
Gabriela: — Muito pelo contrário, acho bem necessário saber disso. Não me esconda esse tipo de coisa, odeio isso.
David: — Ela faz parte do meu passado e você é meu presente e meu futuro. Pouco me importa ela, só por isso nem quis falar nada pra não te deixar preocupada como está agora ~Ele subiu em cima dela e a encheu de beijos~ Você é a mulher que eu amo, que eu sou apaixonado, que faz o que quer de mim.
Gabriela: — Mas não quero saber de você tendo contato com essas “mulherzinhas” que você já ficou, mantenha distância. Eu faço mesmo, adoro fazer de você meu capacho, eu te amo.
Eles riram de tudo aquilo e se beijaram apaixonadamente, depois se deitaram abraçados e acabaram pegando no sono. As horas se passavam com rapidez, e eles não notou que haviam dormido muito, já era quase 19:00 horas da noite. Gaby foi despertando com as caricias de seu pequeno filho enquanto o ouvia lhe chamar carinhosamente, ao abrir os olhos foi ao encontro do lindo sorriso de Gabo, que faz o coração de Gabriela se derreter por completo, ele era seu ponto mais forte e também seu ponto mais fraco. Gabriela Então se levantou e pegou seu filho no braço, lhe deu vários beijos e logo depois foi despertar David que estava em um sono profundo. Gabo então saiu dos braços delicados de sua mãe e pulou em cima de David, o fazendo levar um leve susto. Ao se dar conta que era Gabo começou a sorrir e o abraçou, depois sentou na cama enquanto fazia cocegas nele. Se ouviram batidas na porta do quarto, Gabriela foi logo abrir para ver de quem se tratava e assim que abriu viu o seu pai.
Gabriela: — PAI! ~Disse abismada.
Casimiro: — Oi minha filha, por que o susto?
Gabriela: — É... É que... Não estava esperando o senhor.
Casimiro: — Que tal saímos juntos para jantar?
Gabriela: — Mas que horas o senhor chegou? Como assim? ~Olhando sempre para trás e observando David com o Gabo.
Casimiro: — Cheguei hoje á tarde, mas não liguei porque quis fazer uma surpresa. Mas o que você tanto olha minha filha?
Gabriela: — Nada...
Então Casimiro resolveu entrar no quarto e ver o que tanto Gaby olhava, ao entrar se deparou com David, ainda com um olhar sonolento junto com seu netinho.
Casimiro: — OI DAVID!
David se levantou rapidamente, já se arrumando para se ver bem e foi cumprimenta-lo.
Gabriela: — Pai, ele é meu namorado, no qual o senhor já sabe.
Casimiro: — Claro. Mas acho muito cedo para o colocar dentro do seu quarto, não acha?
David: — Me perdoa senhor, mas não fiz nada demais aqui. Estou com ela por que sua filha passou mal, estava preocupado com ela. Não se preocupe que respeito muito sua filha e o Gabo. Nada aconteceu.
Casimiro: — Eu sei. Mas me entenda, Gabriela é minha filha e eu como pai devo apesar de tudo observar e advertir quando vejo algum erro.
Gabriela: — Mas pai, como o David disse não teve nada demais aqui.
Casimiro: — Acredito em você, sempre acreditei. Mas você está melhor? ~Pegando o Gabo no colo.
Gabriela: — Sim, muito melhor.
Casimiro: — Certo. Gabriela acho melhor você não sair de casa, então vou sair com o Gabriel, sua mãe e os outro que estão aqui. David, cuide bem dela.
David o olhou e sorriu fazendo um sinal de positivo. Gaby então pegou Gabo e foi dar um banho e arruma-lo para sair. Logo o pequeno já estava pronto e Gaby lhe entregou para sua mãe e sabia que ia cuidar bem dele. Nesse momento todos já haviam saído da casa de Gaby, deixando somente ela e David.
Gabriela: — Ainda me sinto um pouco fraca. ~Se deitando no sofá.
David: — Mas pelo menos passou as dores, e isso já vale. Quer que eu ligue a TV?
Gabriela: — Pelo menos isso. Sim.
Então David ligou a TV e se sentou no chão, enquanto Gaby estava no sofá. Concentrados no que estava passando na TV, até que começou a falar sobre fantasias sexuais e matérias sobre o tipo.
David: — Então meu amor, você tem alguma fantasia sexual? ~Sorrindo.
Gabriela: — Várias.
David: — Posso saber de uma? ~Virando-se para ela.
Gabriela: — Fazer amor em um lugar totalmente diferente, um lugar onde corremos perigos de serem visto. Ou explorar o desejo, com chicotes, cordas, lençois algo diferente.
David: — NOSSA QUE DISSO QUE NÃO SABIA! Quer saber? Você me deu uma boa ideia. ~A olhando com os olhos entre abertos.
Gabriela: — Sou misteriosa as vezes ~Rindo~ Qual ideia senhor Zepeda?
David: — Até demais. Surpresa!!
Ao ouvir Gabriela começou a rir, queria saber o que o David ia aprontar.
Gabriela: — Você e suas surpresas.
A conversa foi interrompida com o celular de Gaby ao tocar, ela se levantou para pagar o celular e viu que se tratava de Nicandro.
Gabriela: — Oi Nicandro?
Nicandro: — Oi minha atriz preferida. Está melhor?
Gabriela: — Muito melhor, principalmente depois desse elogio.
Nicandro: — Liguei mesmo para saber de sua saúde e para avisar que amanhã é para está bem cedo nas gravações. Já que você adoeceu vai ser a única a trabalhar amanhã, junto com David.
Gabriela: — Entendo. As gravações não podem atrasar. Amanhã eu estarei aí bem cedo e não se preocupe que aviso ao David.
Nicandro: — Amo sua competência. Nos vemos amanhã bem cedo, e as gravações só vai durar pela manhã e a tarde você vai está liberada. Até mais. ~Desligando.
Gaby então olhou para David e explicou o que Nicandro havia falado, ele apenas concordou. Então se levantou e se aproximou dela, sussurrando em ouvido.
David: — Você não me perguntou se tenho alguma fantasia sexual.
Gabriela: — Então me conte.
David: — Ver você fazendo um strip-tease. É isso que espero um dia ver de você.
Ela se afastou e começou a sorrir, o olhando fixamente.
Gabriela: — Espera 1 minuto, já venho.
David começou a sorrir enquanto a olhava subindo as escadas de sua casa, rapidamente. Gabriela logo desceu, estava usando um roupão branco. Então foi até ele e lhe entregou o notebook.
David: — Para que esse notebook?
Gabriela: — Escolha uma musica que você acha sexy, só isso.
Ele então fez o que ela havia pedido enquanto a observava desligar a Televisão, afastar alguns móveis e pegar uma cadeira, a colocando no centro da sala em frente ao sofá.
Gabriela: — Já escolheu a musica?
David: — Sim... Mas o que você vai fazer?
Gabriela: — Não desconfia? ~Tirando o roupão e o olhando com desejo.
Ele a olhou de baixo para cima, prestando atenção em todo detalhe de seu corpo perfeito. Ela estava usando uma lingerie preta rendada, com uma calcinha fio dental, fita liga e meia calça preta. Estava deslumbrante e muito sexy.
David: — Que gostosa... Mas amor, você ainda está se recuperando.
Gabriela: — Não sinto quase nada, Me deixa realizar seu desejo e fique calado! ~Pegando o notebook que estava no colo de David.
Ele apenas ficou calado, e ansioso para ver Gaby e sua travessura. A musica começou a tocar e Gaby por sorte conhecia essa musica, a facilitando de envolver sem reservas. Ela começou a dançar devagar e dar pequenos rebolados deixando David vidrado em seus movimentos. Ele estava sentando no sofá, relaxado e observando Gaby o envolver com loucura. Ela então passou deu dedo indicador em seu rosto e foi descendo, passando no meio de seus seios, descendo por sua barriga até chega em sua intimidade. Então devagar abaixava sua calcinha e subia novamente, fazendo David se morder quando a olhava. Gaby então se virou ficando de costas para ele enquanto se apoiava sobre a cadeira, se agachou um pouco deixando sua bunda totalmente exposta para David que já estava excitado. Gaby então se virou novamente para ele, ficando de frente e girou a cadeira, ela começou a fazer vários movimentos obscenos. Logo depois saiu de cima da cadeira e apoio sua perna direita sobre ela, tirando a meia calça e depois a jogou em David, que estava atento em tudo que Gaby fazia. Em seguida tirou a outra e também jogou nele. David a olhava enquanto acaricia seu membro sexual, a fazendo fica ofegante e excitada. Ele se levantou do sofá e foi até ela, a beijando com vontade e desejo. Gaby rapidamente em um movimento tirou a camisa que ele usava, junto com o cinto e o empurrou mais uma vez para o sofá.
Gabriela: — Que foi David? Não está conseguindo aguentar? ~Mordendo os lábios.
Ela correu e subiu em cima dele, colocando completamente o rosto de David sobre seus seios, ele então aproveitando o momento desceu uma das alças do sutiã e abaixou somente um lado e chupou seu seio, a fazendo gemer alto. Ela começou rebolar em cima dele, e sentia cada vez mais o membro dele que estava muito ereto. Ele já estava suando, ela resolveu sair de cima dele e continuar com a dança, mas dessa vez foi mais objetiva e resolveu então tirar logo o sutiã o jogando longe, tão longe que chegou até a porta e começou mais uma feliz rebolar, passar as mãos em seu corpo e apertar seus seios. David já não estava mais aguentando, ainda a observando tirou sua calça junto com sua cueca e começou a se masturbar enquanto a olhava sensualizar. Gaby dava pequenos sorrisos que deixava ele ainda mais excitado, e pensava o quanto Gabriela é maravilhosa, sexy e extremadamente gostosa. Ela foi então abaixando sua calcinha ficando totalmente nua, ao tirar jogou nele que ao pegar colocou em seu dedo e começou a girar. Gabriela resolveu não acabar e continuava dançando, uma coisa que ele nunca iria esquecer. Ela foi até David e subiu devagar, já fazendo a penetração. Ela rebolava sobre ele, enquanto David batia repetidamente em sua enorme bunda, estava quase no ápice, ele gemia alto como nunca havia feito. Gabriela gemia mais alto ainda, os dois suavam e seus corações batiam de forma acelerada até que ele chegou no ápice e relaxou. Gabriela estava sobre ele e respirava forte, ela então se afastou colocando suas duas mãos sobre o joelho dele e se jogou para trás, ainda apoiada sobre ele. David a olhou, e viu seus seios rígidos e colocou suas mãos sobre eles e os apertou, nenhuma palavra tinha sido dita e o que se escutava naquele momento era somente a respiração ofegante dos dois. David ainda acariciava os seios de Gabriela que voltou a o olhar fixamente nos olhos.
David: — É incrível como você consegue fazer tudo maravilhosamente bem. ~A acariciando.
Gabriela foi até ele o beijou, grudando mais uma vez seus corpos que estavam muito suados. Ela o mordia, tanto na boca como na orelha, o beijava no pescoço, puxava seu cabelo e arranhava seu braço fazia David a desejar ainda mais, a querer cada vez mais perto e fazer com que aquele desejo aumentasse cada vez mais, com cada ato de amor.
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