Desejo e Atuação
38 O que você ainda faz se metendo em minha vida?
Notas iniciais
Eles ficaram ali deitados por mais alguns minutos até ser surpreendidos por Diego, que era primo de David de grau bem distante, porém bastante apegado com a família. Quando completou 17 anos, o rapaz resolveu ir estudar fora e ficou em outro país durante sete anos, havia menos de três meses que ele voltará para o México e amou conhecer a namorada do primo e seu pequeno filho. Diego se tornou um grande parceiro de Gabo nas palhaçadas e estava sempre o vigiando, conquistou de uma forma majestosa a confiança de Gabriela e afinal, ele merecia isso. Ele estava voltando do celeiro e resolveu subir até o local em uma espécie de carro pequeno, desceu e aproximou-se do casal que se mantinha deitado e sentou-se próximo dos dois.
Diego: — Apreciando o céu estrelado do campo?
Gabriela: — Sim, é tão lindo. Há muito tempo não o via assim.
Diego: — Na cidade é impossível, a poluição esconde a beleza do céu. Gosto de vir para esse ponto ás vezes.
David: — Amor, você está falando com um grande admirador das estrelas. Diego faz coleção de telescópios e tem conhecimentos profundos sobre astronomia.
Diego: — Apenas como um grande admirador.
Gabriela: — Muito legal Diego. Sou amadora quando ao assunto, mas uma grande fã de um céu tão lindo quanto esse.
Diego: — Está lindo mesmo, mas vou indo, cansado. Hum... ~Ele pensou~ Mas acredito que não tão cansado quanto o pequeno Gabriel.
David: — O garoto aproveitou o dia como gente grande, merecia um descanso.
Diego: — Verdade, ele é muito elétrico. Posso levá-lo para dentro? O sereno a partir de agora vai ficar forte para ele e vocês poderiam aproveitar um pouco mais a beleza noturna.
Gabriela: — Se não for incômodo ficaria agradecida.
Diego: — Sem problemas, me encantei por esse menino. Boa noite pra vocês.
Os dois responderam juntos e sorriram para o rapaz tão educado e prestativo. Gabriela não apenas confiava em Diego, como ele havia a conquistado de uma forma bonita, ela admirava a personalidade sensível do rapaz.
Gabriela: — Ele é tão educado, gostei bastante dele.
David: — Ele é um bom garoto.
Eles voltaram a sorrir e David sentou-se inclinando a cabeça para sentir o vento calmo e frio que passava lentamente pelo rosto, respirou e inspirou profundamente aquele ar puro e então voltou a abrir os olhos admirando o escuro que se formava, era um lugar bem afastado e pouco iluminado, somente a luz de uns “postes” próximos ao campinho de futebol e da piscina que clareavam um pouco o local. Ele ficou naquela posição por alguns segundos até ser surpreendido por Gabriela, ela se ajoelhou frente a ele e apoiou-se em suas coxas, olhando-o nos olhos. Ele sorriu ao vê-la o admirando e ela o correspondeu com o sorriso que ele tanto amava e que tanto mexia com seus sentimentos.
Gabriela: — Veja, nem vamos precisar voltar para concluir o nosso plano.
David ficou um pouco perdido no começo, mas bastou Gabriela sentar-se em seu colo deixando as pernas em volta do seu quadril para ele entender de que plano se tratava. Os braços dela enlaçou seu pescoço e os dele acomodaram-se em sua cintura e se envolveram em um beijo calmo, cheio de amor e desejo. Gabriela passou a beijá-lo com necessidade, prendia o lábio inferior dele em seus dentes enquanto sorria, mas logo voltava a invadir a boca dele com sua língua quente e habilidosa. As línguas dançavam com maestria, assim como o quadril de Gabriela passou a movimentar-se sensualmente sobre a cintura de David, o fazendo ter sensações indescritíveis e elevando o desejo de possuí-la ao extremo. Ela sorria ao vê-lo desejando-a, seu corpo implorava para que ela parasse de provocá-lo ou que partisse logo para a próxima etapa e como se ele houvesse dito aquilo em voz alta, ela se levantou suficientemente para facilitá-la a apoiar os joelhos no chão, porém ficando ainda sobre o colo dele, deixando seu busto frente ao seu rosto. Enquanto as mãos ágeis de Gabriela desabotoavam o botão e zíper do short de David, as mãos dele trabalhavam em descer um pouco do decote do vestido de tecido dela, estampando os seios fartos com os mamilos durinhos, os convidando para chupá-los. Enquanto contornava um seio com a língua sentiu a mão dela invadir sua calça retirando seu membro rijo e o acariciando por várias vezes, eles voltaram a se beijar com desejo e fogo, afastando-se somente para recuperar o ar. David deslizou uma mão por entre as pernas de Gabriela, sentindo o quanto estava excitada e pronta para recebê-lo, afastou sua calcinha para o lado e recebeu um gemido abafado dela. Logo ela foi abaixando lentamente, sentindo o membro dele invadindo-a por completo e ela repetiu o mesmo movimento por diversas vezes, gemidos baixos eram sussurrados pelos dois. Cansada do vaivém ela se sentou de vez e movimentava o quadril em círculos, rebolando. Sentindo que ela estava próximo do ápice, David a olhou no fundo dos olhos.
David: — Goza pra mim, goza.
Aquilo a levou a ter um orgasmo em minutos, seu corpo liberava espasmos que faziam suas pernas tremerem involuntariamente. O orgasmo dela fez com o que o dele não se atrasasse muito e ele se viu sentindo um prazer indescritível enquanto sentia novamente a língua dela invadir sua boca com necessidade. David abraçou-a com posse, apertando-a contra seu peito enquanto sussurrava em seu ouvido diversas vezes “eu te amo” e tinha de volta o sorriso que o causava tantas sensações.
Gabriela: — Você é tão gostoso.
David: — Não mais que você, não mais...
Eles se entreolharam e decidiram descer para a casa rápido, o tempo estava cada vez mais frio e o sereno deixava-os úmidos, não mais do que eles já estavam pelo suor do momento que acabaram de viver. Quase todos estavam na cozinha conversando a toa e outras pessoas assistiam a um programa de televisão, eles os cumprimentaram e foram direto ao quarto para um banho. Gabriel havia sido colocado na cama e uma grade de proteção foi instalada por Diego. O casal tentou não fazer barulho para não acordar o pequeno e rapidamente banharam, se vestiram e foram para cozinha entrar no assunto da família e esperar o jantar que estava sendo preparado pelas anfitriãs. Gabriela como uma ótima cozinheira e amadora da profissão, se predispôs a ajudá-las, sendo a mais jovem do grupo, mas não pouco experiente e habilidosa com o trabalho. Cada dia mais se sentia apaixonada pela culinária, não que fosse algo atual, seu desejo pela cozinha já havia sido despertado há algum tempo, mas o amor só aumentava. As pessoas que estavam juntos com ela se admiraram ao vê-la tão influente na cozinha, viu que ela amava cozinhar e era uma arte que ela sabia manejar. Logo passou o tempo e tudo já estava arrumado na grande mesa do jantar, Gabriela foi até o quarto e se deparou com David e Gabo dormindo juntos e ficou admirada, ela amava o relacionamento dos dois e via que a vida entre eles seria satisfatória. Ela lutou contra sua vontade e foi até eles, os acordando.
Gabriela: — Acorda meus amores, o jantar já está pronto.
David: — Já? Não... ~Sonolento.
Gabo acordou rapidamente e ficava olhando para sua mãe, com insistência.
Gabriela: — O que foi meu amor? ~Falava com Gabo.
Gabo: — Nada, mamãe.
David: — Ele deve está te admirando, entendo bem disso. ~Com os olhos entre abertos.
Ela sorriu e pegou Gabo no colo, o ninava e o beijava várias vezes. Gaby foi até a mala e retirou uma frauda para troca-lo, o arrumou e voltou a mima-lo.
David: — Já imagino você com os nossos filhos.
Gabriela: — Também já tenho uma base. ~Sorrindo~ Vamos comer? Estou com uma fome monstra.
David: — Sim, vamos.
Os três saíram juntos, ao chega na mesa viu que já estavam todos somente a espera deles, então cada um foi para seu lugar e Gaby colocou Gabo em uma cadeirinha próxima a ela, para o alimenta-lo. Todo estava as mil maravilhas, ótimos assuntos surgiam e eram discutidas por todos, entre risadas e palhaçadas até que a prima de David resolveu abrir a boca e estragar com a alegria que ali havia.
Lorena: — Não vejo o motivo de tanta alegria. ~Resmungava.
Todos pararam de falar e olharam diretamente para ela.
Mãe de David: — Se não estiver gostando é melhor se retirar, afinal, não sabemos o motivo de você ainda continuar aqui.
Ela se levantou rapidamente da mesa e saiu com o prato na mão, todos continuavam a olhar ela, a família de Gaby não entendia que Lorena é uma pessoa totalmente fria e mimada.
Norma: — Ela sempre é assim?
Luzia: — Nunca muda...
Gabriela: — Vamos mudar de assunto, vai ser melhor.
E novamente todos recomeçaram a conversar, esquecendo totalmente a existência de Lorena, enquanto a mesma estava na sala se corroendo por dentro. Já era 22:15 da noite, todos estavam espalhados em cada cômodo da chácara, Gabriela havia saído do quarto e ia em direção a grande sala até que se deparou com Lorena, que a puxou rapidamente.
Lorena: — O que você ainda faz metida com minha família?
Gabriela: — O que você ainda faz se metendo em minha vida?
Ela parou ao ouvir a resposta da Gaby e vendo como ela não dava a mínima importância para ela.
Gabriela: — Sabe sua presença? Pois, ela é insignificante para mim, não me importo sobre o que você pensa sobre mim. Entendeu?
Lorena: — Acontece que...
Gabriela: — Não acontece nada. Você só serve para atormentar a vida dos outros, já pensou em se importar com a sua?
Lorena: — Me importo com minha família. E sei que David não gosta de você.
Gaby teve uma crise de risos, não conseguia falar, apenas sorrir. Lorena ficava ainda mais estressada, até que Gaby novamente se recuperou.
Gabriela: — Não vou perder meu tempo falando com uma... Sem futuro! ~Saindo.
Ela apenas ficou olhando Gaby saindo e sorrindo, isso a deixava cada vez mais irritada e sua raiva aumentava ao lembrar que Gaby não se importava com ela.
Lorena: — Acho melhor ressuscitar um assunto do passado...
Ela foi até o quarto onde estava e discou o número de Carla (Ex namorada de David) em seu celular, viu que o sinal estava bastante fraco e resolveu ligar do telefone fixo. Então voltou novamente para o lugar que estava e correu para o telefone, discou rapidamente e observava se alguém a estava olhando. Ao ouvir que o celular de Carla chamava ficou esperançosa.
Carla: — Alô?
Lorena: — Sou eu, Lorena.
Carla: — Fala.
Lorena: — Se soubesse onde estou e com quem estou...
Enquanto isso, na grande sala, alguns primos e irmãos estavam assistindo um filme de humor juntamente ao lado de Gaby, David e Gabo.
David: — Minha barriga está doendo de tanto rir.
Gabriela: — Fico rindo de você e do filme. Estou com sede, vou pegar um copo com suco. ~Se levantando e saindo.
Ela foi andando até que viu Lorena conversando no telefone e sorrindo, Gaby resolveu não se importar até que ouviu seu nome dito em voz baixa por ela, resolveu então se aproximar um pouco e ficar atrás de uma pequena parede enquanto ouvia Lorena falar.
Lorena: — E acabou que ela trouxa a família dela, você acredita?
Carla: — Não me interessa!
Lorena: — Como assim não te interessa? Carla?
Gaby ao ouvir o nome de Carla e saber que ela não queria saber do assunto sorriu e abafava com suas mãos, mas continuava a escutar atenta.
Carla: — Resolvi deixar ele seguir em paz, meu amor por ele acabou, ou melhor... NUNCA EXISTIU! Eu amava a beleza dele, o dinheiro, a fama!
Lorena: — O amor que você sentia não existiu? Não me diga! Sempre soube, mas pensava que sua ambição era maior e que ainda estaria disposta á atrapalhar o relacionamento deles.
Carla: — Tenho que assumir que ele está ao lado de uma mulher que o ama e que não precisa dele para nada! Uma mulher independente!
Lorena: — E você sabe se ela não está com ele por ambição também?
Carla: — Não teria nenhuma lógica, afinal, ela é muito mais famosa que ele. Você sabe da fama dela que não é só no México, está se fazendo de idiota? Menina, cresce! Acorda pra vida e deixa a vida dos outros.
Lorena: — Não acredito que você tenha mudado!
Carla: — Mudei sim! Estou namorando novamente e agora é por amor. Entendo também que David ama muito sua futura esposa e deve está mais apaixonado agora que vai ser pai, é a noticia que é mais falada na tv e nas revistas. Vejo a emoção dele ao falar dela, ao postar fotos e ver que com ela o mundo dele florou.
Lorena: — Mas...
Carla: — Não me ligue, me esqueça! Me arrependo de ter me metido com eles e agora torço pela felicidades deles! Você, minha queria, deveria fazer o mesmo! Adeus! ~Desligando.
Lorena ficou totalmente sem palavras e Gaby apenas sorria, mais uma vez o bem derrotava o mal. Gaby saiu devagar e sem fazer barulhos, enquanto Lorena ainda estava pasma. Ao chegar na cozinha ficou pensativa e gostaria de saber o que realmente Carla havia dito, mas havia notado que não queria mais atrapalhar a vida dela com David.
Gabriela: — Será que ela realmente viu que não valia apena atrapalhar a vida de David e a minha? Ela sumiu faz algum tempo... Espero que assim seja, apenas paz. ~Pensava em voz alta.
Ela tomou um copo com suco de maracujá e resolveu ir buscar Gabo para poder dormir, pois no dia seguinte iria acordar cedo para um piquenique. Ao voltar novamente encontrou Lorena, só que ela estava calada e enfurecida. Gaby parou e a observou, então resolveu ir até ela.
Gabriela: — Por que você não muda? Por que não se torna uma pessoa melhor?
Lorena: — Não tenho motivos e nem sei o que você está fazendo aqui.
Gabriela: — Tenho pena de você. Sempre anda pelos cantos, sempre só.
Lorena: — Sou a rejeitada da família. ~Dando um pequeno sorriso.
Gabriela: — Tente mudar e verá que será tudo melhor para você e principalmente para sua família, pense bem.
Ela saiu novamente, deixando Lorena sozinha, como de costume. Ao voltar para sala notou que alguns já estavam dormindo, ela delicadamente pegou Gabo e chamou David para acompanhá-la. Ela se despediu de todos e David fez o mesmo, seguiram para o quarto e Gaby sentou em uma cadeira de balanço, fazendo Gabo dormir em seus braços. David se sentou na cama e fitou Gaby e a viu muito pensativa.
David: — No que está pensando?
Gabriela: — Melhor não...
David: — Porque não?
Gabriela: — É sobre sua prima.
David: — O que ela fez? ~Um pouco alterado.
Gabriela: — Primeiramente me puxou para falar o que eu estava fazendo no meio de sua família, depois a ouvir falando com Carla ao telefone e citando meu nome... Resolvi escutar o que falavam sobre mim, mas apenas ouvir o que sua prima dizia. E sabe? Carla desistiu de nos perturbar, creio que criou vergonha na cara.
David: — Ainda bem! Ela havia sumido mesmo e nem lembrava da existência dela.
Gabriela: — nem eu, mas sua prima é um amor louco por ela e sempre iria tocar no nome dela.
David: — Sim. Mas espero que algum dia Lorena deixe de ser essa pessoa amarga.
Gabriela: — Pelo bem dela. Gabo já dormiu e eu estou quase dormindo também. ~Sorrindo.
Ela o deitou na cama onde David estava e se deitou ao lado dele, e David pelo outro lado deixando Gabo no meio dos dois. Rapidamente Gaby caiu no sono e David também, aquele dia tinha sido cansativo, mas bem recompensado. O Dia já tinha amanhecido, o sol brilhava e já se ouvia os cantos dos pássaros, David havia acordado mais cedo e deixou os seus amores dormir um pouco mais. Então saiu do quarto e viu que tinha sido o primeiro a acordar.
David: — Cadê o povo dessa casa? Ô gente preguiçosa.
Ele foi até a sala e se deparou com Lorena, o fazendo tomar um susto.
Lorena: — Desculpa se te assustei.
David: — Acontece.
Lorena: — Preciso falar com você.
David: — Se for para criticar minha relação com...
Lorena: — Não é isso ~O interrompendo~. Eu pensei bem e vejo que não adiante em nada eu querer me meter em sua vida.
David: — Já estava na hora!
Nesse momento Gaby chegou na sala, depois que ouviu a voz de David.
Gabriela: — interrompo?

Lorena: — Não, você chegou na hora certa. Seria melhor que vocês se sentassem.
Os dois sentaram um ao lado do outro, ficando de frente para Lorena.
Lorena: — Me desculpa por ter falado mal de você, Gabriela. Ontem pensei no que você e Carla havia me falado, resolvi tomar uma decisão e me afastar por algum tempo.
Gabriela: — Fico feliz em saber que você viu o erro que estava cometendo desde sempre. Mas me diz uma coisa, o que Carla te falou?
Lorena: — Falou que não iria atrapalhar o relacionamento de vocês, que nunca amou David e que agora sabia o que era amar, pois está namorando.
David: — Graças a Deus, menos uma intrometida em minha vida.
Gabriela: — David! ~O olhando com reprovação.
Lorena: — Ele está certo, por isso vou me afastar.
David: — Pretende ir para onde?
Lorena: — Para longe. Arrumei minhas malas, vou estudar fora do país e refazer minha vida do jeito certo. Vou agora mesmo, exclusive o taxi já deve ter chegado.
Gabriela: — Segue em frente e pensa em sua felicidade.
David: — Você não se despediu de ninguém?
Lorena: — Não e nem pretendo, vai ser melhor assim. ~Se levantando.
Eles a acompanharam até a porta e viu que o taxi a esperava.
David: — E o povo dessa casa não acorda!
Gabriela: — Estão cansados de ontem.
Lorena: — Melhor assim... Até depois, bem depois. Gaby, desculpa novamente e continue sendo essa grande mulher e uma ótima mãe para seu filho, você o cria muito bem. David, você escolheu uma ótima “namorida”. ~Sorrindo e entrando no taxi.
David: — Você não vem ao nosso casamento?
Lorena: — Provavelmente, mas veremos.
O taxi saiu rapidamente e eles apenas a olhava ir, viram que as palavras dela tinha sido de coração e sem maldade nenhuma. Voltaram para dentro e ainda não acreditada no que tinha visto.
David: — Isso não é brincadeira não, né?
Gabriela: — Espero que não.
David: — Vamos tomar um banho e se preparar, pois o dia vai ser muito agitado.
Gabriela: — Vamos. ~Se virando e andando.
David então a puxou por trás e começou a aperta-la contra si, suas mãos fortes percorriam pelo corpo dela em um vai vem pelos seu seios e seu órgão sexual.
Gabriela: — David, está louco? Para com isso, vamos tomar logo um banho porque Gabo já vai acordar ou já deve está acordado.
David: — Se ele estivesse acordado a gente já o ouviria... ~Sussurrando no ouvido dela.
Ele a virou e começou a beija-la com fervor, enquanto suas mãos apertavam a bunda dela e rapidamente seu membro havia ficado ereto. Gaby não conseguia resistir a ele e respondia todos os atos de loucura, no meio da sala. Eles se agarravam cada vez mais, David a pressionava contra a parede e ela se prendia ao corpo dele, até que ouviu uma voz fazendo os dois se soltarem um do outro.
Diego: — Estou atrapalhando alguma coisa? ~Os olhando desconfiado.
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