Desejo Mortal
5 Destino Irremediável
Na manha seguinte, já no café ,Jéssica esperava por clientes e observação de Jensen de longe. Admirava seu sorriso enquanto ele se entretinha a falar com o patrão.
"Olá Jess". Disse Rachel. Nesta última semana, eles são falado bastante e até beberam café juntas. Pode ser um inicio de uma bela amizade. Por muito que a Rachel é patroa, uma Jéssica sente-se a vontade com ela para levar tudo para o lado pessoal. Eles são o único casal que sabe toda a verdade sobre eles, que são bruxos e vampiros. Isso ajuda-a a desabafar com uma Rachel.
"Oi, Rachel. Tudo bem?"
"Sim, e tu? Já vi que estás de olho no nosso rapaz de ouro". Disse ela, sorrindo provocadoramente.
"Não Jensen? Não ..." disse Jéssica a rir-se.
"Vá lá jess ... eu sei a verdade. E ele contou ao Jaime que tu o beijaste ..." disse ela, rindo-se feliz.
"Ele o que ?!" disse Jéssica, olhando para Jensen. Que continuava a rir-se com o Jaime. Eles realmente são bem próximos, pensava Jéssica. Nesse momento Jensen desvia o olhar para ela e sorri, um sorriso e um olhar tao penetrante que a estremece, ela arregala os olhos e cora, não era suposto ele ter notado que ela estava a olhar. Ele riu-se da sua atitude e voltou a olhar para o Jaime.
"Nota bastante,Jess, tu estavas a olhá-lo de uma maneira ... salta-o logo para cima, senão vais morrer de tédio ". Disse ela, brincando. Ela era mesmo assim, gostava de brincar, falar e era amiga de todas as horas. Jéssica sabia também que ela gostava de por lenha na fogueira quando se tratava de romance. Por isso já está acostumada com estas afirmações.
"Ai, Rachel! Olha um cliente". Disse ela, tentando escapar da insistência da Rachel. Foi atendimento ao cliente e seu pedido, enquanto Jensen a olhava intensamente cada movimento que ela dava. Ela olhava para ele, de esguelha, tentando passar despercebida
"Se tirares uma foto dura mais tempo". Disse Jaime a Jensen, uma Jéssica regalou os olhos ao comentário do Jaime e nesse momento com vontade de esganar o Jaime.
"Cada movimento que faz me fascina, nas foto não está dápara ver isso, prefiro vê-la ao vivo ". Disse ele, sem desviar o olhar de Jéssica e falando um pouco mais alto para que ela seja ouvisse, quando a viu corar sorriu de satisfação.
"Não tens mesmo jeito ... aliás vocês são complicados demais para a minha cabeça". Disse Jaime ficando a olhar para Jéssica. Ela passou por eles e foi até a cozinha, ignorando os olhares de eles a seguirem-na.
De tarde já ficou mais calmo e os patrões já não estavam no café. Tinham duas horas de serviço para frente e depois fechavamos. A Sara nunca mais quis fechar com eles dois. Jéssica levou o dia inteiro com os olhares do Jensen, ele chamava tão á atenção que era impossível a Jéssica não notar, e claro corar. Corar, ultimamente, era algo tao habitual ela fazer esta última semana, Jensen tentava a todo o custo chamar a sua atenção.
Já a noite, fecharam o café e saíram para comer, fomos ao mcdonald's. Comeram dentro do carro, calados e depois Jensen saio do carro e pegou num cigarro. "Agora fumas?" perguntou Jéssica, curiosa.
"Começei um fumar de novo. E te nunca fumaste?" perguntou ele, curioso.
"Sim, eu fumo". disse ela.
"Conheço a cara de quem quer fumar quando vejo uma ..." disse ele, estendendo o maço. Ela estendeu a mão e pegou no maço, roçando na sua mão. Jensen tirou um isqueiro e acendeu-o, era daqueles resistentes ao vento. Ela meteu-se á frente dele e prendeu o cabelo de lado para não o queimar. Aproximou uma ponta do cigarro do isqueiro e acendeu-o. Olhou de volta para ele e que está serio a olhar paramim, o coração dela comecou a bater forte. "Ficares assim tão perto de mim é perigoso para ti ..." disse ele, fazendo-a confusa.
"Perigoso? Como assim?" pergunta ela, sem perceber. Ele aproximaa cara da dela até ficarem a uns centímetros de distância. Empurra o cabelo dela para trás, metendo-o atras da orelha e sorri para ela, medida que desvia uma mão para o queixo dela, fazendo-a corar e estremecer.
"Porque tenho vontade de estar próximo de ti ... da maneira que tu não queres." Disse ele, ela desviou a cara da mão dele e deu um passo atrás. Na verdade, está de pé atrás com ele, mas sentia-se bem quando ele tocou, sentia-se feliz com uma atenção que ele lhe dava. Será que sou masoquista? Será que está tão errado gostar de alguém que eu não confio? Pensava Jéssica, ao compor-se. Olhou para ele, sem saber o que dizer. Ele entristeceu e olhou para o seu lado direito. "Não é preciso falar de nada, vamos embora e vamos para casa, com sorte não iremos dar de caras com ninguém." E assim o faz, fumaram calados e entraram dentro do carro, calados até a sua casa. Á porta do seu quarto Jéssica deteve -se e olhou para o Jensen, ele não e olhou de volta.
"Boa noite, Jensen. Dorme bem." Disse ela, seria.
"Boa noite, pequena". Disse ele, com um sorriso forçado, tentando esconder o seu desapontamento. Depois entrou no quarto e Jéssica fez o mesmo.
Quando acordou Jensen já tinha saído. Ela despachou-se á pressa porque já estava atrasada e conduziu até ao café. Assim que chegou vestiu-se e dirigiu-se ao Jensen.
"Onde estão os patrões ... eu cheguei atrasada e devo pedir desculpas".
"Descansa que eles hoje não vêem". Disse ele, enquanto decorava um bolo. Olhou para a frente e a viu um cliente levantando o braço. "Jess, tens ali um cliente". Disse ele, enquanto ia entregar o bolo numa mesa. Depois dirigiu-se a outra mesa que já chamaram por ele. Jéssica dirigiu-se á cozinha, para fazer uma tosta a um cliente. Tirou o queijo e o fiambre e pôs um de cada lado. O queijo do seu lado esquerdo eo fiambre do esquerdo. Jensen chegou na cozinha. "Hoje, o melhor é fecharmos mais cedo e podes ir mais eu, sair. Vamos ao shopping?" perguntou ele, olhando para a Jéssica, sorrindo. Ela acenou que sim, tentando se concentrar no que estava uma fazer. Já tinha posto manteiga, Uma fatia de queijo e uma de fiambre. Não sabe muito bem como eles fazem uma tosta. Jensen sorriu e aproximou-se da Jéssica, encostando o tronco dele ás costas da Jéssica, ela arregalou os olhos ao sentir o calor dele junto ao seu corpo. Fechou os olhos, gostando de sentir a sua respiração no seu pescoço e inalou, com desejo, o perfume dele, um perfume doce que a deixa maluca. Voltou a abrir os olhos e observou o que estava a fazer, ficando com uma cara encostada á dele, que espreitava por detrás dela, colado a ela. Tirou outra fatia de queijo e pôs por cima do fiambre. .
"Nos fazemos as tostas com duas fatias de cada". Disse ele, baixinho ao seu ouvido, arrepiando-a. Pegou em azeite e pincelou o pão, metendo orégãos por cima. "Agora é só mete-la no forno uns minutos e está pronta". Disse ele, sorrindo. Desviou o corpo para a esquerda e tirou duas fatias de queijo e voltou para a sua tosta. Fazendo-a tal como tinha feito a ela. Não falaram o resto do tempo que ficaram a espera da tosta e passaram o dia com trocas de olhares. Ela estava nervosa por ter concordado com o que ele tinha planeado, ele sabe técnicas para deitar abaixo uma barreira que ela própria tinha feito para se proteger dele, talvez ele consiga essa proeza a segunda vez, pensando Jéssica, abanando a cabeça, tentando não se confundir mais. Só tenho que ignorar aqueles sorrisos dele, o seu toque e seu maravilhoso perfume, tentar não manter contato visual com ele e tudo sairia bem hoje. Era o que tinha que fazer para não cair na sua teia.
Quanto mais se aproximava a hora mais a Jéssica se sentia nervosa. Estava na hora de saída e Jensen saiu depois dela. No fim de se vestir foi buscar as suas coisas ao casifo e Jéssica já estava em espera.
"Vamos?" pergunta ele. Ela afirma com um abano da cabeça e seguem para o shopping. Ele sugeriu massa italiana e ela concordou. Comeram calados e, no fim, foram fumar um cigarro na esplanada. Jéssica estava nervosa mas até agora tinha feito como decidido, evitando toques, olhares e sorrisos. Encostou-se ao varão do terraço da explanada e acendeu um cigarro,
Jéssica apreciava o cigarro enquanto olhava para o ceu estrelado, sorrindo. Jensen num gesto repentino aproximou-se por detrás da Jéssica e cercou-a com os braços, abraçando-a pelo estômago, carinhosamente, colando o seu corpo ao dela. Jéssica regalou os olhos de surpresa, lá se ia o pacto dela, sem toque. "O que estás a fazer?!" perguntou ela, tentando soltar-se, tentando que ele não partisse e sua barreira. Ele apertou-a mais, para que ela não escapasse e ela lutou mais, empurrando os braços dele para longe, mas acabou por ceder depois.
"Senti tanta saudade disto. Deixa-me estar mais tempo assim, juro que depois te solto ..." disse ele, sorrindo sem pescoço dela, perto o suficiente para sentir o respirar dele não seu peito e seu perfume doce, que a sedou . Deixou de lutar e deixar as mãos em cima do seu braço quente e forte. Sentindo-se confortável e serena. Deixou a felicidade partir da sua arma e sorriu. Ele aconchegou-se a ela e envolveu os braços dela nos seus, enviando o calor um do outro. Passado uns segundos ele rodopiou-a, mandando-nos nossos braços. Olhou-a nos olhos, meigamente e soltou-a, mudando como suas mãos para o pescoço. "Pequena, tu tiras-me o controle todo ..." disse ele, sorrindo, enquanto ela a olhava vermelha. Ele ajeitou o cabelo dela para trás da orelha e sorriu. Avançou devagar para os seus lábios, serrando os olhos. Ela deixou-se levar e fechou os seus olhos também, deixando que ele tocasse nos lábios. Ele encostou os seus lábios nos dela, ternurosamente e beijou o lábio superior lentamente. Afastou-se um pouco sem tirar como mãos do seu pescoço e olhou fixamente para ela, enquanto ela abria lentamente os olhos. Voltou a avançar e beijou-a mais uma vez, mais demoradamente. Meigo, beijou o seu lábio inferior e rodou a cabeça, para encaixar os seus lábios nos dela, roçando seu nariz não dela. Ela beijou-o de volta, envolvendo o seu lábios nos dela. O corpo inteiro dele fervia, com vontade de se lançar de cabeça, sentia o calor das mãos dele não seu pescoço que ele deslisou até sua sua cintura. Puxou-a para si e com paixão a beijava. Ela deslisou como mãos pelo seu peito até o nuca dele, deixando uma mão no peito. Puxando-o para ela, incentivando-o a ir mais longe. Abriu mais uma boca dela e deixe-o explorar a sua boca com uma língua, envolvendo-a na dela umas quantas vezes. Estavam sozinhos sem terraço e mesmo que não tivessem não dariam conta das pessoas à sua volta. O desejo e a intusiasmo são o que é o corpo com a adrenalina. Como suas respirações descontrolaram-se e o coração parecem que é explodir dentro do peito. Jensen puxou-a para ele, entrelaçando como mãos nas suas costas, rodeando-como completamente, não está pensando em mais nada para não ser um bom gosto em seu bem-estar e em seu bem-estar seu toque que o acalmava eo seu cheiro que o sedava. Ela era única para ele, era uma coisa única para importar para ele. Estavam sozinhos sem terraço e mesmo que não tivessem não dariam conta das pessoas à sua volta. O desejo e a intusiasmo são o que é o corpo com a adrenalina. Como suas respirações descontrolaram-se e o coração parecem que é explodir dentro do peito. Jensen puxou-a para ele, entrelaçando como mãos nas suas costas, rodeando-como completamente, não está pensando em mais nada para não ser um bom gosto em seu bem-estar e em seu bem-estar seu toque que o acalmava eo seu cheiro que o sedava. Ela era única para ele, era uma coisa única para importar para ele. Estavam sozinhos sem terraço e mesmo que não tivessem não dariam conta das pessoas à sua volta. O desejo e a intusiasmo são o que é o corpo com a adrenalina. Como suas respirações descontrolaram-se e o coração parecem que é explodir dentro do peito. Jensen puxou-a para ele, entrelaçando como mãos nas suas costas, rodeando-como completamente, não está pensando em mais nada para não ser um bom gosto em seu bem-estar e em seu bem-estar seu toque que o acalmava eo seu cheiro que o sedava. Ela era única para ele, era uma coisa única para importar para ele. Como suas respirações descontrolaram-se e o coração parecem que é explodir dentro do peito. Jensen puxou-a para ele, entrelaçando como mãos nas suas costas, rodeando-como completamente, não está pensando em mais nada para não ser um bom gosto em seu bem-estar e em seu bem-estar seu toque que o acalmava eo seu cheiro que o sedava. Ela era única para ele, era uma coisa única para importar para ele. Como suas respirações descontrolaram-se e o coração parecem que é explodir dentro do peito. Jensen puxou-a para ele, entrelaçando como mãos nas suas costas, rodeando-como completamente, não está pensando em mais nada para não ser um bom gosto em seu bem-estar e em seu bem-estar seu toque que o acalmava eo seu cheiro que o sedava. Ela era única para ele, era uma coisa única para importar para ele.
Ela enrolou como suas mãos ao seu pescoço, aninhando-o no beijo que queria que não acabasse. Naquele momento tinha esquecido o pacto que fez .Ele é cada vez mais importante para ela. Começou por ser uma pessoa que a irritava mas com o tempo a fez feliz, fez vê-lo de maneira especial. Ela apaixonou-se por ele de maneira que nunca se apaixonara por ninguém e esse sentimento era intenso forte e lindo. Se era assustor? Era sim, ela pensava semper como ficaria se ela o perdesse, se ele a enganasse ... mas tudo era esquecido quando ele é uma fazia sentir assim, radiante, serena e sentir-se amada. Tudo o que é passaram valeu apena só por o que ele a fazia ser e sentir. Ela decidiu afastar uma boca da dele, encostando uma testa á dele, tentando ganhar folego. "Poderia morrer agora que morria feliz". Dizia ele,
"Não sejas parvo ..."
"Não querias que morresse? Irias sentir-se assim e uma falta"? pergunta ele, com um ar de gozão. Ela corou e deu-uma uma chapada sem braço, afastando-se um pouco, mas ficando perto o suficiente para admirar sua própria expressão, seus seus olhos. Ele riu-se e ela amuou.
"Por muito que me irrites, sim, iria sentir a tua falta ..." disse ela, entre dentes. Fazendo-o sorrir abertamente, feliz pelo que ela tinha dito.
"Já a mim não me faz fazias falta nenhuma ..." disse alguém. Jensen ficou tenso e a Jéssica olhou para trás complexa por ver quem estava ali. "Tenho que me divertir hoje, meninos ... não se preocupem com eles, hipnotizei toda uma gente para não ligar ao que iria acontecer aqui atrás". Disse o Daryl, com uma expressão divertida e maldosa. Ele correu em super-velocidade para uma Jéssica, sem ela com tempo de pensar e levanta-a pelo pescoço, sem que ela pudesse reagir. Ele virou-a para fora do terraço e ela olhou para baixo, vendo que ficou sem chão. "Hoje irei acabar com esta fantochada". Disse ele, olhando para Jéssica. Nesse momento, num impulso muito rápido Jensen empurrou o irmão para o fim do terraço e agarrou na mão da Jéssica, puxando-a para o chão do terraço quando ela estava prestes a cair. Pegou-a no meio do grito e puxou-a para si, soltando-a de imediato. Daryl contra-atacou e atirou-o contra a parede, rachando-a, Jensen gritou de dor e Jéssica desesperou por ser inútil e não conseguir lançar nada. Mas não iria desistir. Levantou a mão e preparou-separa lhe causar uma valentd dor de cabeça, mas ele é rapido e lanca-lhe o mesmo ataque, fazendo-a baixar-se com uma dor aguda de cabeça. Jensen lançou-o o mesmo ataque e fez rebaixar-lo em dor e soltando-me do feitiço. Mas como ele era mais forte que ele levantou-se e ergueu-o através dum feitiço e começou a sufocá-lo.
"Não!" Gritou a Jéssica, correndo na sua direcção, mas o Daryl emobilizou-a.
"Querida, ele vai morrer hoje, nem que isso signifique a morte de todos nós. Eu vou voltar, já tenho um feitiço preparado." Disse ele, rindo-se.
"E quem disse que esse feitiço vai resultar?" perguntou Jéssica, tentando inventar algum modo de parar.
"É uma coisa que estou disposto a arriscar ..." disse ele, torcendo a mão, Jéssica sabia que ele iria tentar partir-lhe o pescoço, embora o Jensen estivesse a resistir á compelação não iria durar muito e Jéssica começou a sentir- se desesperada e inútil, nem conseguia mover-se. Via os olhos do Jensen a ficarem brancos e a cabeça dele a virar-se lentamente.
"Pára por favor!" pede Jéssica ao Daryl. Ele olhou para ela com o sorriso maléfico característico dele.
"Não, querida, não vou parar". Diz ele, olhando de novo para Jensen e voltando um contorcer a mão, fazendo-a tremer.
"NÃO!" grita ela, tao alto que uma barreira dourada voou dela e ele soltou-o, fazendo Daryl voar metros para trás. Correu para o Daryl e ergueu o braço, de um lado para o outro. "TRADIDIT QUIETI PRAEPARATO!" gritou ela, com toda uma força, enfeitiçando-o para adormecer, pôs a sua força toda neste feitiço para resultar e fraquejou depois, descaindo no chão.
"Jéssica! Estás bem?" perguntou Jensen, mais fraco que ela. Ela levantou-se, com algum custo e dirigiu-se a ele, oscilando. Ajudou-o a levantar-se, puxando-o pelo braço e apoiou-o no ombro, andando pelo shopping até ao carro. As pessoas nem olhavam para eles, é como se nem os vissem. Entrou dentro do carro, ajudando-o a entrar e dirigir-se a casa, sem nunca olhar para trás. Entrou de rompante pela casa e deitou-o no sofá, Jensen estava exausto, sem forças, elas foram consumidas por resistência ao feitiço que a aura dourada deixou também o afectando. Jéssica sentou-se, deixando-se cair no sofá, exausta e tremendo.
"O que se passou ?!" pergunta Diego, chegando preocupado na sala.
"Foi o Daryl, ele tentou matá-lo, partindo-lhe o pescoço. Eu consegui impedir e adormeci-o". Disse ela, seria. Pensando que não iria admitir acontecer outra vez aquilo, estava desesperada e assustada, aquase o viu morrer á sua frente e não ia voltar a acontecer.
"Conseguiste impedi-lo?" pergunta Erica admirada, que entretanto chegado á sala.
"Diego, eu disse-te que ela é forte ... saiu uma barreira dourada dela, forte que o mandou metros para trás. Eu sentia-a. Afectou-me também, mas como era direcionada a ele passou leve por mim, mas um ele não ... ele ficou com dores, então se deviam ser poucas. " Disse ele, tentando rir-se com dores.
"Onde te dói?" perguntou Jéssica.
"A costela partiu, logo passa." Disse ele, sorrindo.
"Foi quando ele te mandou contra uma parede não foi?" perguntou ela, desorientada.
"Jéssica não é culpa tua ... eu logo curo, não tao depressa como os vampiros mas mais rápido que os humanos ... tu sabes ..." disse ele, forçando um sorriso.
"Vou ajudar-te. Vou por essa costela partida como nova mas vai doer". Disse ela, dirigindo-se para ele. Pôs como mãos no estomago dele e carregou um pouco, fazendo que ele deixassr escapar um grito. "Desculpa". Disse ela, mantendo-se seria. "sanitatem" disse ela, fazendo-o gritar de dor, enquanto as costelas se compunham. Deu-lhe um tempo para se acalmar e depois ajudou-o a levantar-se. Ele mexeu-se bem e ficou surpreso.
"Onde aprendeste isto tudo?" perguntou ele.
"A minha mãe enviou-me o diário dela por e-mail ... tenho aprendido por lá". Disse ela, pensativa e com raiva para o chão. Virou-se para o Diego. "Diego, eu vou fazer o Ritual ..."
"Não!" disse Jensen, exaltado e desorientado, puxando-lhe o braço, obrigando-a a olhar para ele.
"Não vai acontecer mais o que aconteceu esta noite. Eu vou fazer o ritual ... e vou conseguir ... não me importo se me transformar em vampira, ou meia vampira mas não vou morrer, descansa."
"Não percebe? Não vou deixar! Não vou passar por esta outra vez!"
"Ela também te disse não é morrer?" Pergunta ela, seria.
"Sim! E morreu. Esquece o ritual!" disse ele, exaltado.
"Ela morreu porque tomou o sangue errado. A minha mãe estudou o ritual, tem que ser com sangue meio vampiro meio bruxo, só assim é que magia acontece. Tem que ser o teu sangue. Não me obrigues a um tirá-lo a força ". Disse ela, avançando para ele.
"Não deixo que faças o ritual !!!" disse ele, furioso. Ela olhou para ele, seria, e depois voltou a olhar para o chão. Levantou a mão num impulso rápido.
"Impediendum!" disse ela, fazendo-o paralisar e ficar ainda mais furioso.
"Solta-me! Não está a fazer a coisa certa,Jéssica!" disse ele, exaltado.
"Colhe sangue dele". disse ela para o Diego. Ele fez o que ela mandou.
"Não te atrevas Diego!" avisou Jensen, conseguindo se mover um pouco, mas não é o suficiente para não conseguir o seu sangue.
"Mistura com o meu sangue e coloca velas em um circulo". Disse ela, oDiego fez o que ela disse, para desespero do Jensen. Ela estava desposta a seguir com isto. Cortou o seu braço, o suficiente para deitar umas gotas e fez o mesmo ao Jensen. Levitou o copo, já depois de estar preparado.
"Jéssica! Jéssica olha para mim!" disse ele, ela olhou, seria, antes de beber o sangue. "Não faças isso, não te vou perdoar ..." disse ele.
"Não me importo, se isso significa que não está mais na mão daquele doente". Disse ela, a sorrir, um sorriso sereno e sincero. Depois bebeuo sangue
"Jéssica, por favor, não consigo lidar com a tua morte, Jéssica! Pára!" disse ele agitado, tentando-se soltar, fazendo Jéssica fraquejar.
"Eu não vou morrer, pára quieto". Disse ela, pondo-se no circle.
"Jéssica! Não!" Gritou ele, enquanto Diego e Erica acendiam como velas. No fim afastaram-se e observaram.
"Intermissum Vinculum" disse ela, seria e concentrada.
"Jéssica não! NÃO!" gritou Jensen.
“Intermissum vinculum!” gritou Jéssica ao mesmo tempo que o Jensen criou um pequeno circulo dourado á sua volta e se livrara do feitiço que não o deixara mexer-se. Jéssica olhou para ele uma ultima vez, antes de cair no chão, inanimada, sorrindo.
Fale com o autor