Desde quando?
1 ☼ Incrível
Notas iniciais
Ontem (11/05/2016) foi aniversário do amor da minha vida, a Mei, a quem presenteio com essa pequena história. Desculpa mesmo não ter conseguido postar ontem, não achei que estava tão bom (não que esteja) e por outros motivos, não postei. Mesmo com tudo isso, não sou capaz de colocar em palavras o quanto eu amo você e o quanto você é importante pra mim. Você sabe! Você é ainda mais incrível do que descrevi abaixo, e realmente não sei como ainda me aguenta. Enfim, meu amor, sabe, também, que ficar sem palavras diante de você é bem comum UAHSUAHUSH.
Boa leitura, a todos. ♥
Conhecendo como me conheço, sabia que eu demoraria meses para conseguir escrever cada palavra desse texto. Me definir em relação a ela nunca foi tarefa fácil pra mim, nem a definir é fácil. Uma pessoa incrível como ela não pode ser tão simples assim, afinal.
Tive uma imaginação fértil por muito tempo, imaginava como era estar ao seu lado, conversando sobre diversos assuntos que gostava, até mesmo sobre programas que ela gostava de assistir e que eu sabia de menos. Com o maior esforço do mundo, tentei me aproximar, chegar o máximo possível daquela imagem que eu insistia em repetir antes de dormir. Era a imagem dela. Da pessoa que tirou minhas noites de sono por dias, só de lembrar o quão incrível ela era.
Os amigos. Ah, os amigos, se não fosse por eles! Conseguiram com muito êxito me aproximar dela.
Me pergunto até hoje: desde quando? Desde quando que me sinto assim? Desde que a idealizei e me surpreendi por ser mais incrível que eu imaginava? Desde quando nós trocamos as primeiras palavras? Àquelas mesmas. As gentis. Nas quais me senti confortável o suficiente para continuar. Ela já não era mais idealizada na minha cabeça, que me tirava noites de sono. Não. Era uma realidade que eu estava me afundando cada vez mais, sem sequer perceber.
Sinceramente, não éramos de conversar muito, até hoje não somos, mas a essência que ela exala já é o suficiente. O suficiente para amá-la da forma que amo. O suficiente para querer ouvir sua voz todas as noites. O suficiente para não querer saber de mais nada que não seja ela.
Não sei dizer como aconteceu. Só aconteceu.
Nossas conversas, as poucas que tivemos, foram as mais relaxantes, prazerosas e importantes. Lembro de cada palavra. Às vezes ficávamos em silêncio do outro lado da linha, mas quer saber? Eram melhores porque eu conseguia ouvir os risinhos ao fundo. Mal sabe ela que toda vez que ela falava, eu dava um sorriso e não sabia como lidar com isso.
Desde quando, Ana, desde quando me sinto assim em relação a você? O que nós, duas crianças de dezessete anos, sabem do amor? Do mundo? Da vida?
A única coisa que eu realmente sei, é o amor que eu sinto por você. Um amor imutável, que nem o tempo poderá mudar. Posso ser ausente, na maioria das vezes. Posso ser dramática, nervosa, explosiva; porém o amor, Ana, o amor que eu sinto, é a minha maior qualidade.
Se eu sou quem sou, pode ter certeza, que é por sua causa.
Notas finais
Beijos. ♥
Fale com o autor