Descobrindo um outro mundo
5 Finalmente "descobrimos" um outro mundo
Notas iniciais
Alguns dias se passaram e cada dia que se passava, ficávamos mais amigos. Já era 14 de Janeiro e decidimos fazer um passeio pela cachoeira na manhã seguinte.
***
– Vem logo — Elisa gritava impaciente enquanto eu pegava minhas coisas- vamos nos atrasar!!
– Já vou... — peguei minha bolsa e corri para fora de casa- pronto.
Encontramos com Gus, Cecília, Tom, Frank, Dafne, Penélope e o noivo, George. Fomos caminhando até a cachoeira.
–Então, é a primeira vez que vem aqui George?- Elisa perguntou- tenho um amigo que morou a vida toda na mesma cidade que você, não sei se o conhece, o nome dele é Léo.
– Léo? Ele por acaso seria Léo, filho dos donos do mercado local? O rapaz que passou em 1º lugar em um vestibular de medicina e escreveu um livro de ficção cientifica?
–Sim! Pelo visto você o conhece!
– Claro! Estudamos a vida inteira juntos, você o conheceu como?
– Bem, o conheci em um cinema. Estava entrando e esbarrei nele, estávamos segurando livros iguais. Fizemos amizade na hora...
Não prestei atenção para o resto da conversa, enquanto eles comentavam como o Léo era um gênio ultra inteligente, eu caminhava na frente com Cecília e Gus. Começamos a conversar e de repente pisei sobre algumas folhas e senti um buraco. Quando percebi estava dentro do tal buraco.
– Elizabeth!- Cecília gritou ao me ver lá dentro – Você se machucou?
– Não, quer dizer eu acho... Mas meu tornozelo doí um pouco.
– Calma, vamos te tirar daí- Gus disse e foi chamar os outros.
Quando foram me tirar de lá, a terra começou a “desaparecer” e o buraco aumentava. Fui afundando e outros foram caindo.
– Ai Dafne! Você pisou no meu pé- Penélope resmungava.
–O que posso fazer?
Quando nos demos conta, estávamos em uma sala dourada e grande. Todos estavam jogados no chão e começaram a se levantar. E eu, é claro, não consegui me levantar. “Maldito tornozelo, devo ter quebrado” pensei comigo mesma.
– Vou te ajudar Beth- Elisa falou enquanto ia me ajudar-Alguém me ajuda aqui?- gritava como sempre.
Meu tornozelo doía muito, quebrei um osso apenas 2 vezes e tinham sido o dedo mindinho da mão esquerda e meu braço direito. Não fazia ideia do quanto era horrível estão com um osso quebrado e não conseguir andar.
– Vamos tentar resolver, ok?- Gus me ajudava andar- E antes precisamos saber onde estamos.
–Olhe!- grite um pouco alto demais.
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