Descobrindo o que é Amar
27 As Surpreendentes Perguntas do Gabriel – Capítulo 27
Eu olhei tímido para ele, mas ele estava certo, criei coragem e respondi baixinho:
— Gosto! – na mesma hora um forte sorriso surgiu em seu rosto.
— Gosta muito? – ele insistiu em perguntar outra vez.
— Muito Gabriel... – dessa vez eu respondi mais alto. A reação dele foi de muita alegria.
— Eu também Daniel. – depois disso ele se aproximou de mim novamente, mas desta vez ele não veio me beijar, ele só me abraçou. Mas ele abraçou muito forte, me colocando inteiramente dentro de seus braços.
Ele era um fofo. Ele não só dava sensação de prazer ao meu corpo, como também fornecia prazer ao meu coração, me mostrando seus sentimentos e aumentando os meus por ele.
Comecei a fazer um cafuné nele também, sentindo ele juntinho de mim. A mão dele saiu do meu rosto e começou a ir caminhando pelas minhas costelas, chegando ate o final de minha camisa. Meu corpo estava quente, mas as mãos dele estavam geladas — provavelmente ele estava igual a mim, muito nervoso. As pontas geladas dos seus dedos começaram a tocar a pele de minha barriga, aquele choque térmico me causava arrepios...
— Qual problema? Minhas mãos estão muito geladas? Ta incomodando? – ele perguntou preocupado.
— Tão geladas sim, mas não ta incomodando não, pode continuar. – eu o acalmei. Ele se preocupava até saber que estava tudo bem comigo, mas depois que eu respondia, ele voltava ao jeito safado:
— Hum, quer que eu continue é? Quer minha mão aonde em? – ele perguntou já mais safado.
— Aonde você quiser... – eu respondi, já querendo sentir mais o seu tato.
Depois que ele brincou com sua mão por todo meu abdômen, ele decidiu da uma apertada no bico do meu peito. Putz! Que sensação gostosa, na mesma hora eu soltei um gemido leve, um gemido que agradou o Gabriel.
— Quer que eu aperte mais? Me responda a verdade! – ele me questionou. Eu fiquei calado por uns segundos, mas precisava responder a verdade:
— Sim, continue... – sua língua foi invadindo a minha boca enquanto ele massageava meu peito. Eu sei que ele tocava só meu peito, mas eu sentia uma sensação por todo meu corpo. Meus pelos se arrepiavam, meu corpo estremecia e meu abdômen se contraia.
— Caralho! Você ta gostando mesmo em. Seu peito é uma delicia Daniel! Hum... , sei algo que vai ser melhor ainda. – depois de falar isso ele levantou seu tronco e começou a puxar minha camisa para cima, tentando tirar ela. Eu estava sem entender, mas não resisti, o deixei tirar minha camisa.
— Tire a sua também Gabriel. – eu disse e ele não questionou, somente tirou e me mostrou aquele seu peitoral delicioso. O bico do seu peito também estava bem durinho e seu abdômen se mexia devido à respiração ofegante dele.
Ele levantou meus braços e me mostrou o que ele queria dizer quando falou: “sei algo que vai ser melhor ainda”: sua boca molhada começou a apertar meu peito, chupando-o.
Eu não consegui me mover, a única coisa que eu fiz foi contrair meu rosto de prazer, minha boca estava aberta e eu soltava leves gemidos.
Esses sons de prazer pareciam ser motivações para o Gabriel, porque depois de perceber meu prazer ele só acelerou os movimentos com seus lábios... Sua língua estava em um peito meu, sua mão no outro, brincando com ele: as vezes apertava todo, outras vezes beliscava o biquinho dele. O problema é que ele ainda tinha outra mão livre. Esta começou a descer até chegar ao zíper de meu short.
— Você quer que eu abra Daniel? – ele perguntou com uma voz de prazer.
— Não sei... se você quiser... – eu respondi.
— Não! Eu quero sua resposta, sua resposta mais verdadeira. Abro ou não?
— Abra. – e assim ele fez, abriu e deixou minha cueca a amostra, e depois posou sua mão em cima do meu volume.
— Me diga o que você quer que faça agora, peça o que você deseja! – ele me mandou.
— Aperte, aperte com força. – eu falava em meio a gemidos. Nesse momento o tesão já tinha superado a timidez. Meu membro tava pulsando, pedindo a mão do Gabriel.
— Arghhh!– minha respiração ficou muito forte, e eu gemi muito alto. Putz, eu pensei que ia ter um troço ali, ele realmente fez o que eu pedi, apertou com força. Segurou todo o meu membro com sua mão, por cima da cueca, e começou a mover ela para cima e para baixo. Ele interrompeu meus gemidos com sua boca, começou a me beijar forte, morder meus lábios. Passamos algum tempo assim, até que ele soltou o “Danielzão” e voltou a ficar por cima de mim. Mesmo estando com seu short, eu conseguia sentir o pau dele pulsando, como se estivéssemos os dois de cueca, nos enroscando. Enquanto nossos amassos ficavam intensos e nossos corpos se atritavam, fazendo nossos membros brigarem e se apertarem, eu comecei a agir também. Levei minha mão até o botão de sua bermuda e tentei com agilidade abri-lo. Não deu certo (sou desastrado), comecei a enganchar e não conseguia abrir.
— Calma, eu abro para você. – ele falou. Depois que ele abriu, eu comecei a puxar sua bermuda para fora, queria ele só de cueca para mim. Acabei puxando com tanta força que abaixou um pouquinho de sua cueca e eu pude ver o início de seus pelos. Estavam bem curtinhos, como eu pessoalmente gosto.
Começar a ver a cueca dele abaixada me deu vontade de tirar ela toda e ver logo aquele volume enorme.
— Gosta do volume do meu pau? – ele perguntou todo safado. Eu não respondi, só fiquei olhando para sua cueca, enquanto ele fazia questão de ficar pulsando o pau, para eu ficar babando, fixado naquela imagem.
— Vai meu safado, faz o que eu sei que você esta com vontade. – ele me provocou. E eu não resisti, levei minha mão até o pau dele e apertei. Mas apertei diferente dele, não apertei com a mão cheia, fui dando leves apertos somente com o dedão e o indicador, mas eram várias apertadas que iam percorrendo todo o corpo do membro dele, da cabeça até perto das bolas. Olhei para seu rosto, estava franzido. Ele mordia seus lábios enquanto estava com os olhos fechados. Ele estava aproveitando cada aperto que eu fazia, como se estivesse recebendo uma massagem em seu brinquedo.
O clima estava quente ali, e eu já tinha perdido o controle da razão, dos meus vários questionamentos antes de agir. O impulso e a excitação estavam no controle, e isso às vezes me deixava preocupado. Dessa maneira, aonde iríamos parar? Querendo ou não era a primeira vez que a gente ficava sozinho e já estávamos avançando de mais. Sei bem que muitas pessoas falam: “– Ah, mas um relacionamento gay é diferente de um hétero, só no hétero que demoram a ter relações sexuais, no gay você já tem logo!”. O problema é que eu não pensava assim, e apesar de estar gostando muito dele, a gente só se conhecia a uma semana, e eu não queria fazer nada que me arrependesse depois.
— É melhor a gente parar por hoje não é Gabriel? – eu falei enquanto ele ainda estava por cima de mim.
Por quê? Não está gostando? – ele me perguntou meio triste e confuso.
— Estou, mas é melhor irmos com calma. Por hoje está bom, não vamos avançar mais que isso. – ele me olhou com um olhar confuso enquanto eu falava isso, mas mesmo assim compreendeu.
— Ok ok. Você me deixa doido Daniel, tesão da porra eu estou. – ele respirou profundamente e desceu todo seu corpo ficando deitado em cima do meu.
Ficamos alguns minutos ali, juntinhos e calados para “esfriarmos”. Depois que relaxamos mais, eu quebrei o silêncio:
— A culpa é sua que fica com esses joguinhos bestas! Que bom que acabou já! – eu falei. Depois que o fogo diminuiu e a vergonha reassumiu o controle. Ficava nervoso só de lembrar as coisas que ele me fez responder...
— Quem disse que acabou? Eu ainda tenho uma última pergunta. Eu queria ter te feito desde o dia do cinema, mas estava na dúvida. Depois de hoje eu tive certeza da vontade que tenho de te fazer. – ele falou me deixando sem vontade de querer ouvir essa última pergunta. Eu já estava desconfiado dessas perguntas dele, eram sempre safadas e constrangedoras de mais.
— Posso fazer? Prometo que vai ser a última do dia, você só precisa responder a verdade com seu coração, ok? – ele me disse mais sério.
— Ta bom! Mas que seja a última viu? – eu falei. Depois disso, ele se levantou e ficou de joelhos na cama, olhou bem no fundo dos meus olhos e perguntou:
— Daniel, você quer namorar comigo?!
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