Notas iniciais
Olá gente, como estão?
Bem queria agradecer ao leitor fantasma que leu o primeiro capitulo
aquele era apenas uma introdução para vocês saberem quem era a Mell
Esse começa o dia-a-dia dela
espero que gostem
boa leitura

Acordei naquela manhã ás 7 de uma segunda feira com "Wide Awake". Minha tática era mudar a musica do meu despertador toda semana assim eu não me enjoo dela. Desliguei e me levante. Meu quarto era grande comparedes que passavam do lilás ao roxo. Minha cor favorita. Acima da minha cama de casal há uma enorme janela. Ao lado de minha cama há meu criado mudo onde guardo o essencial para durmir: parte dos meus muitos livros e meus fones de ouvido. Há também minha penteadeira com minha maquiagem, secador, prancha, presilhas e essas coisinhas. Na parede ao lado esquerdo da minha cama tem minha mine biblioteca e logo vem s porta do meu closet/banheiro.

Entrando no banheiro, me olho no espelho. É continuo s mesma de ontem a noite: a pele levemente bronzeada (o que é normal em uma ilha tropical), os olhos verdes escuros grandes e ainda inchados do sono, o nariz reto e pequeno, os cabelos presos num coque. Escovo meus dentes, jogo agua em meu rosto, e solto meus cabelos, que caiem como uma cascata negra cacheada. Vou pro meu closet e escolho um short jeans, uma regata e uma camisa xadrez, meus All Star lilas com cadarço preto. Me visto em meu quarto e me sento na cama, olho para meu dipertador, são 7:28, daqui a 2 exatos minutos papai vai me chamar. Coloco meus tênis, corro até minha penteadeira, prendo algumas mechas de meu cabelo e enquanto passo o gloss esculto o "Bom dia, Mell" de papai. Sorrio, ele sempre me chama as 7:30 para tomarmos café da manhã juntos e ele me levar para a escola. Repondo com meu habitual "Bom dia, Mett" e lofo esculto sua risada quando ele entra em meu quarto com uma batida na porta.

-Dormiu bem, amor? — Ele pergunta com um sorriso.

-Dormi sim, pai. A pior parte... — paro para colocar meus brincos favoritos em forma de concha.

-Foi acordar. — Papai completa rindo.

Não posso deixar de rir tambem. Papai sempre está assim feliz, pela manhã. Pego minha mochila no armario, e jogo meu celular no bolso do short e desço as escadas com papai.

Chegando na cozinha, nosso café ja esta servido. Meus ovos com bacon formam uma carinha feliz para mim, e um grande copo de suco de uva me esperam. Eu e papai nos sentamos nos banquinhos da ilha da cozinha, e Marie se volta para nós com um sorriso e uma xicara de café fumegante para papai na mão.

-Bom dia, Mell. — Ela me diz enquanto poem a xicara de café para papai no balcão. — Gostaria de levar algo para o lanche?

-Ahhhn...vou levar um sanduiche. Um cheesburguer. — Olho de canto para papai, pois sei que ele ira desaprovar, mas ele apenas balança a cabeça negativamente e continua a tomar seu café e ler o jornal — E uma maça.

Marie sorrio e vai preparar meu lanche.

Marie trabalha pra gente desde que eu tinha 3 anos. Ela esteve comigo em momentos muito traumáticos, como quando eu virei "mocinha" e morri de vergonha de contar para meu pai. Liguei para Marie e ela veio correndo, mesmo sendo seu dia de folga. Ela me ajudou, contou para papai e passou o dia inteiro comigo, conversando. Tenho ela como e figura mais proxima de uma mãe. Marie é alta e loira, num sei mais acho que ela tem uns 40 anos ou menos, num sei nunca perguntei. Ela é bonita, mas nunca a vi com namorados. Sei quem tem uma filha muito mais velha que eu quem morar com a mãe de Marie na França, de onde ela veio. Ela me ensina frances desde meus 8 anos.

Terminamos nosso café, pego meu lanche e me despeço de Marie com um beijo no rosto. Caminho para a porta, enquanto meu pai vai para a garagem pegar o carro, um audi SUV cinza. Enquanto espero ele na calçada, olho nossa casa.

É grande e de um verde muito claro, com janelas brancas altas e largas. Sei que no quintal atrás da casa há uma piscina, area para festa e ainda uma enorme mesa de piquenique, onde almoçamos nos domingos.

Papai sai da garagem e entro no banco da frente do carro jogando minha mochila nos meus pés. Papai dirige calamamente até minha escola pelo trafego da ilha.

-Pai, quando você vai viajar de novo? — Pergunto distraida, apenas para puxar assunto.

-Num sei, Mell. Acho que na proxima semana. — Ele franze o cenho -Por quê? Quer dar uma festa em casa, enquanto seu pai esta fora? — Ele ri e manobra para o estacionamento de minha escola.

-Sim! Eu sempre faço isso, né? -rolo os olhos pego minha mochila, saiu e dou a volta no carro. Me debruço na janela e dou um beijo no meu pai. -Tenha um bom dia, Matt.

Sorrindo ele me responde:

-Você tambem, amor. Henry ira te levar para casa hojé?

-Acho que sim. Qualquer coisa te ligo. -Saio em direção ao portão. -Tchau.

Caminhando para o portão, olho para o lado e vejo uma mulher me encarando. ela é morena e esta com um longo vestido branco. Ela pega meu olhar, sorri e entra num carro vermelho.

Passando levemente as pessoas que eu conheço em minha mente, não reconheço ela. Dou de ombros e entro na escola.

Notas finais
Bem por hoje é só
sei que prometi postar quarta feira mais ja é quinta
kkkkkkkkkkk
maus gente
amanhã tem mais
quem será a mulher misteriosa???
e quem é Henry?
comentem
um favor, espalhem a historia se vocês gostarem e me mandem links de suas historias. Prometo ler e ser for o caso recomendar!
bjs até mais tarde!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.