Notas iniciais
Voltei meninas Vamos ler que tem babado.. A Casa Caiu de vez agora. rsrs

Capítulo 22

(Narrativa Bella Swan)

Foi apenas mais uma viajem perdida, não havia ninguém na cidadela, talvez o velho Doc esteja errado ou estava tentando me distrair ou me mandar para alguma armadilha, porém, nada aconteceu, passei dois longos dias na cidadela, na cidade dos mortos, e nada aconteceu.

— Vamos rápido, rápido! – Alguém disse, era voz de mulher. – Corram em direção às rochas, não deixem eles pegarem vocês, se não será o nosso fim.

Várias mulheres e algumas crianças passaram por mim em direção a uma rocha grande, eu estava em cima de uma árvore descansando.

— Acabem com ela! – Alguém gritou, eram dois caras e seus Apanhadores de Almas, eles atacaram a mulher magra de cabelos negros com os olhos um pouco puxados. Só que ela se defendeu, ela usou magia para revidar o ataque, mas sua magia não era tão forte assim.

— Desista. – O outro cara disse. — Você não é forte como nós.

— Não preciso ser forte, só preciso que elas escapem. – Ela diz e então ele ataca ela.

As minhas flechas foram de encontro ao ataque dele, cortando o meio e evitando ele de chegar na mulher.

— Me parece desleal uma luta dessas. – Digo, saltando com meu arco empunhado. – Você não se importaria muito se eu entrar na briga, não é mesmo?

Os dois caras se entreolharam e recuaram dois passos, então eu revirei meus olhos e atirei cinco flechas em sequência, duas delas acertando seus Apanhadores de Alma e eu parti para cima, desativando o arco e ativando as espadas e decapitando os Apanhadores de Almas deles, termino meu ataque pousando sobre meus pés na frente da garota e de frente para eles.

— Buu. – Fiz e eles saíram correndo mata a dentro. — Eles me frustram cada vez mais. – Digo, me virando para olha garota. — Você está bem?

— Você é um Soldado de Elite. – Ela diz e vejo medo nos olhos dela. —Fique longe, não quebramos nenhuma regra.

— Calma. – Eu digo, desativando as armas. – Primeiro, não sou Soldado de Elite, mas estou curiosa sobre vocês.

— Tia? – Alguém chamou, era uma menina. – Você está bem?

— Por que voltou?

— Você ficou para trás.

— Cuidado! – A garota gritou, a Tia, e então vi o ataque vindo.

Foi automático, a barreira de fogo cobriu a menina e o ataque foi bloqueado. Quando virei na direção dos dois homens meus olhos estavam brilhando e completamente brancos, com o movimento da mão, eu senti o poder passando pelos meus dedos e eu os sufoquei, mesmo mantendo uma distância. Não demorou muito para eles caírem no chão mortos por sufocamento. Então aos poucos fui abrindo minhas mãos e meus olhos voltaram ao normal.

— Você tem a marca dos deuses. – Ela disse, me olhando. – Você está bem, Amber?

— Quem é essa garota? – Ela pergunta.

— Bella, meu nome é Bella. – Eu digo e olho para Tia, a primeira garota. — Você é uma bruxa negra?

— Sim. – Ela diz.

— Preciso de sua ajuda para achar o corpo de uma mulher.

— Como?

— O nome dela é Elizabeth Masen, eu preciso achar ela e acordá-la.

— Está falando da rainha? – Tia perguntou.

— Olha só, vejo que sabe bem quem é. – Digo.

— Você vai matá-la? – A garota, Amber, pergunta.

— Não, preciso dela viva para provar minha inocência.

— Como podemos confiar em você?

— Esse problema você não pode confiar. – Eu digo. — Mas se isso te deixa mais calma, os Soldados de Elite querem minha morte, então estamos do mesmo lado.

— Se você nos trair. – Tia diz, perto de mim, me encarando de frente. — Arranco o seu coração, não importa como.

— Tia! – Amber diz e então me olha assustada.

— Venha, vamos te levar a um lugar. – Ela diz e começa a andar. — Garanta que cheguemos lá vivas, filha de um deus.

Parece que ela entendeu rápido o que eu era.

(...)

Era tipo uma tribo, um lugar secreto onde todos tentavam se manter vivos. Haviam outras pessoas, muitas crianças, adultos e idosos, pessoas fracas e sem muito poder de fogo.

— Carmelita. – Tia disse, chamando a atenção de uma mulher de idade e ela nos olha. — Essa garota deseja encontra a rainha.

— Quem é você, menina? – Ela me perguntou, me olhando de cima a baixo.

— Bella. – Digo, mantendo meu sobrenome escondido.

— Ela tem a marca dos deuses. – Tia informa a ela.

— Filha de Ares. – Carmelita diz, me olhando mais de perto. – Você realmente parece com ele.

— Por favor, vamos pular essa parte onde vocês me dizem quem é meu pai e que eu tenho muito dele. – Digo ironizando. — Preciso acha a sua rainha.

— Ela ainda dorme.

— Disso eu sei. – Digo com o sarcasmo visível na minha voz. — Por isso preciso acordá-la.

— Não é assim tão fácil. – Carmelita me informa. — A rainha dorme por mais de anos, apenas algo muito forte pode trazer ela de volta à vida. – Mas algo na fala dela me deixa intrigada, ela fornecia informações fácil demais.

— Que tal o filho dela?

— Ele está morto. – Carmelita diz.

— Não, ele não está. – Informo. — Só que no momento eu também não sei onde ele está.

— Você o viu? – Ela pergunta.

— Eu sou a alimentadora dele. – Informo e ela me olha intrigada.

— Então você me achou. – A voz que veio de trás de mim ecoou de maneira família aos meus ouvidos, à minha frente todos se curvam em sinal de respeito, então eu me viro e me deparo com ela.

— Você fica melhor na forma viva. – Digo olhando de perto Elizabeth.

Então Carmelita faz um movimento, puxando um pequeno punhal, só que meu movimento foi mais rápido, desarmando ela e colocando a punhal em seu pescoço.

— Não se preocupe, não tenho a intenção de matar sua rainha. – Digo e a empurro para frente. — Avisem a ela que não sou uma ameaça.

— Eu não a conheço. – Elizabeth me diz. – Mas você não é uma garota qualquer.

— Eu estou começando a ficar cansada disso. – Digo, indo em sua direção.

Elizabeth ativa suas espadas, eu também faço a mesma coisa, e nessa hora seus olhos brilham, então das suas espadas ela dispara o elemento raio subjugado nível baixo assim como o gelo, eu me desvio rápido. Usei o elemento água para lhe atingir em cheio no rosto, mas não foi o bastante para ela, já que ela veio para cima de mim me atacando diretamente com uma espada, eu contra-ataco no mesmo nível, ela parece ler meus movimentos, bloqueando cada ataque meu. Contra-atacando sempre no mesmo nível. Era irritante aceitar isso, mas eu estava quase perdendo para ela, eu teria que fazer justo o que mais odeio. Quando Elizabeth avançou atacando-me novamente, ficamos cara a cara, então eu sopro uma espécie de fumaça, é magia, e isso faz com ela fique cega por alguns segundos.

— Maldita! – Ela exclamou. — O que você é?

— Filha de Ares. – Digo, desativando minhas armas. — Eu vi você na cidadela junto com os mortos, eu lutei ao seu lado, eu vi você lá. Como não se lembra de mim?

— Eu não estive na cidade. – Ela diz, passando as mãos pelo rosto tentando quebrar o feitiço. — Por que eu entraria em estado de quase morte só para te encontrar, menina?

— Todos achavam que você estava morta, e isso inclui seu irmão e seu marido, John.

— O John? John está vivo?

— Ah, não. – Eu digo, revirando os olhos. — Mais uma sem noção.

— Eu vi o meu marido morrer na minha frente. Ele estava morto.

— Você o viu morto? – Eu pergunto, olhando para ela.

— Eu fugi logo depois que ele caiu morto aos meus pés. – Ela disse. — Eu precisava salvar o Edward, eu entreguei ele para Carlisle, ele o levou.

— Curioso. – Digo, tentando entender o que estava acontecendo.

— Eu nunca estive morta. – Ela diz. – E se você esteve na cidade dos mortos e me viu, você foi enganada.

Estalo os dedos, removendo o feitiço bem antes do tempo que ele leva para acabar, então Elizabeth pisca os olhos voltando a me ver.

— O primeiro ministro está à sua procura. – Digo. — Leve todos para o acampamento, lá é o lugar mais seguro para elas todas.

— Elas são bruxas negras, não podem ir para lá. – Elizabeth diz.

— Tome posse do seu posto de rainha e lute por elas. – Digo, virando e caminhando em direção à saída.

— Você disse que viu meu filho. Onde?

— Ele está no acampamento, mas aquele que está lá não é seu filho. – Digo e ela me olha confusa. – Eu conheço seu filho bem melhor do que todos, e sei que aquele que John chama de filho não é seu filho.

— Como vou saber que não é uma armadilha?

— Porque não é, você não é o que eles querem. – Digo, já entendo tudo. – Sou eu que eles desejam! Leve elas em segurança, siga pelo sul da floresta, ninguém anda por lá porque os espíritos andam por lá.

Ela não disse nada, então eu parti, dessa vez indo para o lugar que eu deveria ter ido desde o início.

Continua...

“A vida não dói tanto quando a gente para de pensar que ela poderia ser de outro jeito.”

― Law & Order

Notas finais
O que acharam? Vamos comentar? Espero que sim! Minha opinião.. O que foi isso tudo? to roxa! rsrs Meninas postei aqui:http://levadapimentas.blogspot.com.br/2018/01/descendentes-capitulo-22.html E aqui também: https://www.wattpad.com/story/120418436-descendentes Minha querida Anne deu show como sempre... ta perfeito... Acho que minha Beta pira mais do que eu escrevendo os capitulo...rsrsrs Meninas então e isso volto sabado novamente.. Bjos Jul M