Descendentes
23 Membros do conselho.
Notas iniciais
Guardas vinham de encontro contra Bruno, mas nada e ninguém o parava. Marisi tinha fugido para não ser pega de novo. Bruno ia "salvar" Katy.
Ele foi para o penúltimo andar do castelo rumo ao quarto de katy.
Bruce abriu a porta; Eric arregalou os olhos.
–Não era para você estar preso? -Rosnou Eric.
Bruno ria friamente, Eric viu que a expressão do Bruce que ele conhecia tinha mudado totalmente.
–Sou o primeiro vampiro criador de todos, acha que uma cela vai me prender? -Bruno sorria friamente.
Eric se levantou, ele queria atacar Bruce, ou quem fosse, só queria acabar com aquele vampiro que o perturbava.
Katy olhou para Bruce, ela ficou triste, imaginou que era mesmo Bruce, ela não queria que Bruno o controlasse, mas aquele não era seu Bruce, era o outro Bruce, o Bruno.
Eric avançou contra Bruno. Bruno o olhava rindo.
Bruno o impediu de chegar perto, jogando ele na parede. Eric bateu com força na parede, deu para escutar seus ossos se chocando contra a parede. Bruno riu mais alto.
–Tolo, você não pode me vencer, ninguém pode.
Guardas entraram no quarto, Pou veio junto, Bruno se virou.
Eric tinha ficado inconsciente, Katy não estava gostando do clima que se formava, isso iria prejudicar Bruce, mas Bruno queria o poder total, não planejava deixar Bruce no comando.
Bruno ficou de frente com Pou.
–Matem-no. Agora! -Gritou Pou
Bruno riu, ele arrancou a cabeça de todos que chegaram perto dele, Bruno se deliciava com a situação, luta e sangue as duas coisas que ele adorava.
Ele largou o ultimo corpo de um vampiro no chão, os olhos de Pou estava arregalados, ele não acreditava que conseguiria matar tão rápido 10 vampiros guardiões.
Bruno lambeu os dedos cheios de sangue e sorriu para Pou.
–Tem mais algum? -Disse ironizando.
Pou deu um passo para trás. Bruno avançou atravessando sua mão no peito de Pou e pegando seu coração.
–Sabe por que os vampiros morrem quando arranco o coração deles? -Disse Bruno perto do ouvido de Pou.
Pou balanço negativamente a cabeça tremendo. Ele sabia que iria morrer.
–Sou feito de magia, sou o criador, você carrega meu sangue, por isso que posso matar apenas arrancando o coração de um vampiro. Claro ele viveria um pouco a tempo de fazer alguma cirurgia ou algo assim, mas se eu arrancar estou envenenando se sangue.
Bruno falava friamente do seu poder sobre todos os vampiros.
–Mas aqueles que provaram do meu sangue mais de uma vez, tem mais resistencia, e não é seu caso.
Bruno puxou o coração; Pou caiu sem vida ao seus pés.
–Agora o resto do conselho, e depois minha amada Marisi. -Bruno se virou.
Katy estava parada na porta com os olhos arregalados, ela via todo o sangue no chão, todos mortos. Ela olhou pra Bruno que a observava, sua expressão era seria, nada de sorriso maligno ou irônico. Era apenas...
–Você vai matar todos do castelo? -Disse Katy com a voz tremendo.
Bruno sorriu e caminhou até ela. Katy o olhou, seus olhos iguais os de Bruce, Katy queria Bruce agora, queria ele ao seu lado, não Bruno, não queria que ele matasse todos.
Katy fechou os olhos desejando que Bruce tomasse o controle antes de Bruno fazer algo com ela, mas Bruno apenas tocou em seu rosto.
Katy abriu os olhos devagar, talvez pudesse ser Bruce?
Ela encarou os olhos azuis esmeralda daquele vampiro, mas ainda era... Bruno.
Bruno tocava em seu rosto.
–Não. Só matarei o conselho desse castelo, depois os dos guardiões e os vampiros que planejaram me matar.
Katy começou a chorar, uma lágrima rolou pela sua face até tocar os dedos de Bruno. Ele ainda estava com a expressão seria. Ele limpou as lagrimas de Katy; ela ficou surpresa com sua reação.
–Não chore princesa, quando tudo acabar, vamos ver o que vai acontecer, mas agora, seu Bruce não ira submergir. -Bruno tocou no seu braço. -Mas você terá que vir junto comigo.
Katy ficou surpresa.
Bruno a puxou em direção ao seu peito e os dois sumiram do quarto.
–-
Katy se afastou dele quanto apareceram na sala do conselho, ela olhou tudo em volta, não tinha ninguém, mas por que ele tinha a trazido para cá? Katy o olhou, Bruno se afastou dela antes de falar.
–Fique aqui, eu volto logo. -Bruno se virou.
–Onde você vai?
–Matar o conselho. -Bruno desapareceu.
Katy correu aaté a porta, mas ela estava trancada, ela não conseguia quebrar a maçaneta, estava impossivel, mas para uma vampira? O que estava acontecendo.
Katy olhou para a sala, ela sabia que o conselho tinha uma saida secreta na sala, por casos de emergencia, mas onde ficava?
Ela olhou para trás do trono a bandeira... A bandeira que ela tinha dado para Bruce, eles tinham pegado depois da batalha e colocado no lugar. A bandeira era para ficar com ele.
Katy cerrou os punhos, se ela ficasse com Bruno talvez pudesse convencer Bruno de acabar com isso e deixar Bruce voltar, mas ele iria aceitar? Impossivel.
Ela começou sua procura...
–-
Bruno caminhava no corredor, guardas morriam, lanças eram jogadas, mas desviada pelo poder de Bruno, alguns recuavam. Bruno ia em direção a sala onde alguns membros do conselho falava com Niro, eles precisavam mata-lo, antes de serem mortos.
Bruno passava pelos corpos caídos no chão, só tinha sobrado dois soldados que não queriam ataca-lo, sabiam o que iria acontecer, Bruno sorriu friamente.
–O que ele é? -Falou um dos soldados.
–Quem é ele? E que poder é esse?
Bruno parou diante deles que tremiam com as lanças em punhos.
–Sou o criador dos vampiros, Bruno Westney, herdeiro do sangue real, portador do poder escudo, o poder que pode destruir o mundo.
Os vampiros se olharam tremendo. Eles se viraram e saíram correndo. Bruno riu da reação deles, mas deixariam eles vivos.
Seu objetivo era o conselho.
Ele abriu a porta e sorriu.
Os membros do conselho se levantaram, ele arregalaram os olhos, era impossível ele estar ali tão rápido. Bruno entrou na sala e parou perto das bebidas de Niro, os whiskey francês importados. Ele pegou uma garrafa e leu o rotulo.
–Um dos melhores whiskey. -Bruno olhou para o conselho.
Flet usuário do gelo atacou Bruno com seu poder, mas quando a névoa fria baixou, Bruno ria, a garrafa em sua mão e a mesa onde estava perto estavam congeladas, mas Bruno não tinha nenhum arranhão.
Bruno largou a garrafa que se espatifou no chão.
Flet deu um passo para trás surpreso, isso era impossível, tinha usado muito poder especialmente para congela-lo, mas não tinha feio nem um arranhão.
–O escudo é um poder forte, não acham?
–Escudo? -Repetiu Flet, ele sabia que poder era esse, todos do conselho sabiam, o poder incapaz de vencer, o portador, era invencível, o poder mais forte do mundo vampiresco.
Bruno olhou para Niro que estava inquieto.
–O que você quer? -Falou Jety. Um membro do conselho usuário de clonagem.
–Mata-los. -Bruno riu.
Os originais atacaram Bruno todos juntos, mesmo assim não adiantou. Jety foi o primeiro morrer, depois Flet. Um por um, até o ultimo cair no chão sem vida.
Niro ficou frente a frente com Bruno que o observava.
–Por que esta fazendo isso? Você esta prejudicando Bruce.
–Ele vai se virar depois disso. -Bruno deu de ombros. -Além do mais, ele tem a princesa dos vampiros e o rei o protegendo, é o líder dos mercenarios e terá todos o os poderes meus e magias, será o novo criador.
–Você deixara ele voltar? -Perguntou Niro surpreso.
–Depois da minha vingança, se a rainha dele quiser, deixarei ele ter o controle total de volta, mas antes que matar todos que mataram meu corpo original e minha fêmea. Você ainda se lembra dele? -Bruno sorriu friamente. -É claro que se lembra.
Niro baixou o olhar.
–Quando tudo acabar, e tiver minha vingança e destruição deixarei ele voltar, e tirar minha existência desse mundo para ficar com ela. -Bruno sumiu a frente de Nir que sentou no sofá com os olhos cheios de lágrimas.
Se ele tivesse avisado a ela... Ela estaria viva agora.
Estaria viva. Sua amada irmã. Jade.
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