Notas iniciais
Bom, eu escrevi essas história para um desafio de escrita feito entre amigos e decidi postar elas e caso você queira seguir um desafio de escrita, você pode usar esse aqui, vou deixar os prompts que inspiraram as histórias sempre nas notas iniciais do capítulo.
Prompt: assassinato

A mulher parou por um segundo o que estava fazendo e sorriu sem que o homem pudesse ver. Sentindo-se confiante, Pietro continuou falando sobre seus planos.

— Ele não perde por esperar, o assassino de estimação dele não me assusta. Ah, ele vai ver só, eu vou acabar com ele. — Afirmou ele enquanto sorria.

— Assassino de estimação? — Perguntou ela, com uma sobrancelha levantada.

— Sim, um tal de Caim, eu acho que é só uma lenda, nenhum homem pode ser tão bom assim. — Ponderou ele com o peito estufado.

— Ah Pietro — disse ela enquanto levava uma mão discretamente à fenda em seu longo vestido, pegando sua glock 43 com silenciador, presa em sua coxa — você tem total razão — continuou enquanto levava sua outra mão à peruca chanel de cabelos pretos que usava. — Nenhum homem é tão bom assim. — Terminou ela, jogando a peruca para o lado e virando-se para o pobre homem que ainda sorria no sofá.

Pietro olhava para a mulher em sua frente com o cenho franzido, mas ainda com um sorriso no rosto pensando, o que será que ela está tramando? Pobre homem tolo.

— É por isso que eu sou uma mulher. — Sentenciou ela, com o rosto inclinado e um olhar inocente, enquanto olhava para o mafioso.

— Ah que gracinha, é uma arma de brinquedo? — Questionou ele rindo, achando que era uma brincadeira.

A assassina revirou os olhos e respirou fundo, voltando a olhar para o homem com um olhar irônico, dizendo:

— Bom, por que não descobrimos?

E então ela atirou no sofá, ao lado da cabeça de Pietro, que o olhou chocado. Ah, pensou ela, ele finalmente entendeu.

— E então querido, — disse enquanto se aproximava dele lentamente — como quer que eu faça o serviço, a glock ou aquela faca em cima da mesa? — continuou, apontando para a mesa — Sabe eu até poderia usar veneno, mas aí ficaria na cara que sou mulher e parte do meu sucesso depende de homens como você, que acham que eu sou só um rostinho bonito. — Terminou ela, sorrindo docemente,

— Eu… — Pietro tremia enquanto tentava se mexer — eu te pago o dobro que o Raffaello… ou o triplo, você escolhe.

A jovem revirou os olhos, suspirando entediada, já estava cansado do mafioso.

— Raffaello me deu muito mais do que dinheiro querido, você não entenderia. — Afirmou ela, apontando a arma bem no centro da testa do homem. — Sua últimas palavras?

— Não, por favor não. — Implorou ele, em voz baixa enquanto juntava as mãos para orar.

O rosto da mulher se revirou em nojo e tédio, ele estava orando? Sério mesmo? Sem mais um pingo de paciência ela apertou o gatilho, tirando a vida do pobre Pietro.

Ela guardou a arma no coldre em sua coxa, trocou o belo vestido de festa por um uniforme de arrumadeira do hotel, prendeu os longos cabelos claros em um coque e desceu pela sacada um andar, entrando em um quarto fazia onde tinha um carrinho com produtos de limpeza, que ela pegou e empurrou até a porta, saindo tranquilamente pelo corredor.

Já fora do hotel, ela pegou seu celular descartável, discou o conhecido número e sorriu quando foi atendida.

— Trabalho feito. Quer comemorar? Um vinho? Um chazinho? Ah já sei, sorvete? — Disse ela rapidamente, enquanto gesticulava com as mãos.

— Mia! Só venha para a casa agora. — Exclamou ele, desligando em seguida.

A jovem jogou o celular fora e sussurrou enquanto andava pela rua:

— Sim senhor.

Notas finais
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