Notas iniciais
Os demais personagens aparecerão no decorrer da história, não irei descrevê-los. Desejo-lhes uma boa leitura!

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Ei amores, meu nome é Helena e tenho 17 anos. Sou filha única e moro apenas com a minha mãe, pois meu pai faleceu em um trágico acidente há alguns anos, mas prefiro não falar sobre isso. Mudemo-nos recentemente para o Rio de Janeiro com o objetivo de esquecer más lembranças de Belém e mudar de vida. Não tenho namorado, na verdade acredito que hoje em dia não vale a pena procurar o homem ideal, pois ele não existe; vivo em busca de novas aventuras e espero que esse ano Deus tenha preparado boas surpresas para a minha vida.

Obs.: Não que isso seja importante, mas sou mega fã da série Sobrenatural.

Início do Capítulo

Era domingo quando chegamos ao Rio. Minha cabeça doía muito por conta da cansativa viagem e a minha mãe também parecia exausta. Levamos nossas poucas malas para dentro de casa e organizamos de forma rápida tudo o que precisávamos organizar. Depois disso resolvi ir tomar um banho para relaxar um pouco e minha mãe ficou de fazer algo para nós comermos.

Tomei rápido o meu banho na suíte do meu novo quarto, que era simples, porém lindo. Vesti uma calça jeans escura, uma regata branca básica e all star. Meu cabelo eu deixei solto mesmo e passei um pouco de lápis preto nos olhos, não vivo sem. Desci as escadas e lá estava a minha mãe pegando a sua bolsa, como quem estava me esperando para sair, além disso, ela havia trocado de roupa.

Helena: Não entendi – falei levantando uma sobrancelha.

Mãe: Pois é, pensei que tínhamos trazido alguma comida pra preparar agora, mas me enganei. Só tomei um banho e estou indo ao mercado comprar umas coisas, você vem comigo? – disse ainda com um semblante cansado.

Helena: Claro, mãe. Espera só um minutinho, pode ser?

Mãe: Claro, minha filha. – e sorriu pra mim.

Fui novamente ao meu quarto e me olhei no espelho pra ver se eu estava apresentável, caso encontrasse alguém interessante. É, acho que eu estava sim. Passei brilho nos lábios, dei uma ajeitada no cabelo e desci novamente. Pegamos um táxi e fomos ao mercado.

Chegando lá, minha mãe me entregou um papel.

Mãe: Filha, eu fiz essa lista pra você. São coisinhas que precisamos comprar, quero que você vá pegando enquanto me viro com outras coisas que não anotei ai, ok?

Helena: Ok né? Por acaso eu tenho escolha?

Mãe: Não né? Ainda bem que sabe – piscou pra mim e eu a retribui sorrindo. Amo demais essa velha.

Eu já estava procurando a primeira coisa da lista, quando alguém esbarra em mim.

– Ah, desculpa. Me diz que você viu um menino pequeno, de camiseta vermelha correndo por aqui? – disse a garota.

Olhei pra o lado e lá estava ele. Uma criança de mais ou menos três anos, camisa vermelha, parado bem onde fica os Doritos. Esse é dos meus.

Helena: É, acho que vi sim. – sorri. Aquela garota, que parecia desesperada, olhou na mesma direção que eu e respirou profundamente.

– Graças a Deus. Muito obrigada! – me abraçou – João Pedro, vem aqui agora – o menino veio correndo com um pacote de Doritos nas mãos e abraçou as pernas dela – nunca mais faça isso, ouviu garoto? Eu não te disse que hoje não compraríamos Doritos?

– Mas eu quero! – disse o menino fazendo biquinho. Eu e ela nos olhamos e rimos.

– Desculpa por tudo isso. Meu nome é Gabriela, mas pode me chamar de Gabi, e esse aqui é o meu irmão João Pedro. Fala com ela, João.

João Pedro: Oi. – sorrindo.

Helena: Ah, que lindo. Oi João, eu sou a Helena, tudo bem?

João Pedro: Tudo. – ele estava bastante envergonhado, mas era muito fofo.

Gabi: E então Helena, onde você estuda? Acho que nunca te vi por aqui pelo bairro...

Helena: É que sou nova na cidade, sabe... Na verdade, cheguei aqui hoje e nem tive tempo de me matricular em nenhum lugar ainda.

Conversamos mais um pouco até ela ir embora com o João e eu me lembrar de que ainda não havia comprado nada. Mas, nesse pouco tempo de conversa com a Gabi, já descobri uma grande amiga aqui na cidade e uma nova colega também. Combinamos de estudar na mesma escola a partir de amanhã e dei o endereço da minha casa pra ela passar e irmos juntas. É, parece que tudo vai sair melhor do que eu esperava.

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E essa aqui é a Gabi. Têm 17 anos, seu ex-namorado a traiu com uma garota que fingia ser sua amiga apenas por interesse nele e por isso ela terminou com ele no final do ano passado. Mas enfim, como eu, ela espera desse novo ano uma nova vida também.

Obs.: O mais importante e mais legal de tudo é saber que a minha mais nova amiga é fã de sobrenatural assim como eu. O que poderia ser melhor?

***

Segunda-feira. O clima estava ótimo, na verdade, bom o suficiente pra me tirar da cama sem muita preguiça. Eu havia falado com a minha mãe sobre o colégio da Gabi e já fui nesse dia me matricular e estudar também. Poucos minutos depois que acabei de tomar café, a Gabi passou lá em casa de carro com a mãe dela e finalmente fomos para o colégio.

Aquele dia parecia que ia ser como em qualquer outro colégio novo. Gente de tudo quando é lado te olhando como se você fosse alguma coisa de outro planeta, e você com medo de que eles tenham tido essa reação por você estar com a maquiagem borrada ou a calça suja sem perceber.

Assim que chegamos à sala, veio uma menina eufórica na nossa direção gritando com os braços abertos:

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– GAAAAABIII! – abraçaram-se.

Gabi: Oi Lore, tava morrendo de saudade de você, amiga.

– É eu também, minha diva.

Gabi: Deixa eu te apresentar aqui. Lore, essa aqui é a Helena e esse ano ela vai andar com a gente, ok? Helena, essa aqui é a Lorena.

Lore: Oi Helena! – me abraçou – será que eu posso te chamar de Lena?

Helena: Claro, Lore. – sorri. Passou uma garota por nós, e as minhas duas novas melhores amigas olharam pra ela com cara de nojo e viraram o rosto.

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Lore: Um conselho pra você, minha amiga. – olhando nos meus olhos – nunca aceite a amizade daquela vadia – apontou pra a menina que havia passado – por mais apelativa que seja, por melhor que pareça. Ela é a pior pessoa que alguém pode querer ter por perto.

Helena: Nossa, e porque vocês tem tanta certeza disso? O que foi que ela fez?

Gabi: Foi ela a menina que eu te falei, a que fez o meu namorado me trair.

Lore: A Gabi quase entrou em depressão por causa disso, foi uma época difícil pra a gente.

Helena: E você ainda o ama? – perguntei pra a Gabi.

Gabi: Mentiria se dissesse que meu coração ainda não bate forte ao vê-lo, mas... – ela abaixou a cabeça.

Helena: É eu te entendo. – coloquei a mão no ombro da Gabi.

A Lorena ia dizer algo, mas então o professor entrou na sala e fomos para os nossos devidos lugares. Era aula de Física, ninguém merece. Mas até que o professor parecia simpático...

– Bom dia, turma. Pra quem não me conhece, meu nome é Marco Paulo e sou professor de Física. Mas se não me engano, todos aqui já são conhecidos, não é mesmo? Menos uma. – disse o professor me olhando – será que você poderia se levantar e dizer seu nome à classe?

Helena: Mas... Isso é mesmo necessário? – eu já estava começando a ficar envergonhada.

Marco Paulo: Na verdade sim, é bom que seus colegas a conheçam e eu também.

Helena: Ok. – me levantei e me virei para a classe, já que eu estava praticamente sentada na frente — Me chamo Helena. – percebi que quando estava falando um garoto havia me olhado dos pés a cabeça, e detalhe, ele é muito lindo. Logo fiquei vermelha e resolvi me sentar.

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– Quantos anos ela tem? – perguntou algum garoto lá do fundo.

Helena: 17! – gritei lá da frente e depois virei meu rosto pra trás. Tinha uns meninos dando risada e conversando algo olhando pra mim. Nenhum deles era o mesmo que me observou antes, mas mesmo assim também os achei gatinhos. – envergonhada como sempre, voltei a olhar pra a frente. A aula já ia começar.

Depois de três cansativas e longas aulas, chegou enfim o esperado intervalo. Fui comprar meu lanche e lá dei de cara com a menina de quem minhas amigas me falaram, a tal que roubou o namorado da Gabi.

– Oi linda. É Helena né? – notei que a Gabi e a Lore estavam com os olhos pregados em nós.

Helena: É sim. – preferi não puxar assunto.

– Ah, me chamo Marina. Seja bem vinda à nossa escola. – disse sorrindo. Ela realmente não parecia uma pessoa má, mas prefiro acreditar nas minhas amigas.

Helena: Obrigada. – sorri e fui me sentar com as meninas, que já foram perguntando o que conversamos.

Lore: Ela quer ser sua amiga porque sabe que você é nossa amiga, Lena.

Gabi: Ela sabe que somos amigas dos garotos mais gatos do colégio, e sabe também que você vai achar rapidinho alguém que dê em cima de você.

Helena: Sei... A verdade é que ela nem é tão bonita. – as meninas se olharam e começaram a rir.

Lore e Gabi: Agora sim você entrou pra o grupo! – rimos nós três juntas até que alguém encostou atrás de mim.

– Posso saber sobre o que as mocinhas estão conversando? – olhei pra cima e ele olhou pra mim. Sorrimos. Era o garoto lindo da sala.

Gabi: Estamos falando da Marina, Miguel. – dando risada.

– Será que vocês só sabem falar disso? – olhou pra mim sorrindo – cuidado pra essas duas não te levarem pra o mau caminho, viu moça? – e piscou pra mim.

Lore: HAHAHA senta lá vai Cláudia.

– Já que você insiste. – ele sentou do meu lado – será que ninguém vai me apresentar a nova garota da sala?

Lore: Ué, você é homem pra quê? Apresente-se. – ela piscou pra ele e ele olhou pra mim.

– Oi, eu sou o Miguel. É um prazer conhecê-la, coleguinha. – nos olhamos intensamente e ele deu um sorriso de canto muito perfeito.

Lore e Gabi: Sinto um clima no aaaar! – piscando os olhos e olhando para cima. Fiquei ainda mais envergonhada que o normal, me senti vermelha como um pimentão. Mas graças a Deus, pra me tirar dessa situação constrangedora, chegaram perto de nós outros garotos. O primeiro veio falar com o Miguel e percebi que ao vê-lo a Gabi ficou toda sem graça e abaixou a cabeça. Seu sorriso havia sumido do seu rosto.

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– E ai Miguelito, a gente vai treinar MMA agora, vamos? – disse o menino e depois olhou pra nós, principalmente para a Gabi – oi, meninas – sorriu.

Helena e Lore: Oi – sorrimos. A Gabi permaneceu calada, olhando para o nada.

Helena: Pera ai, MMA no colégio? – disse surpresa.

Lore: Pois é, esses malucos treinam todo intervalo de aula lá na sala. Isso me dá medo, mas graças a Deus nunca vi ninguém sair de lá machucado. – rimos.

Miguel: É, tô colado. Vocês vêm também, meninas? – olhando para mim.

Lore: Vamos sim, depois que terminarmos de lanchar.

Miguel: Ok; então já vou indo com os caras. É pra torcerem por mim, valeu? – piscou pra mim. Sorrimos.

Depois que eles saíram a Gabi virou o rosto pra trás, seguindo o tal menino com os olhos.

Helena: Por acaso ele é o seu ex?

Gabi: Isso ficou tão claro assim, é? – riu sem graça. Sorri de volta. – Ele é o meu ex sim. Mas droga; não consigo esquecê-lo.

Helena: É, e estudando na mesma escola fica ainda mais difícil né?

Gabi: Nem me fale.

Lore: Fica tranqüila amiga – abraçando a Gabi – vamos te ajudar a superar isso, não é Leninha?

Helena: Com certeza. – sorri.

***

Quando chegamos à sala, já havia começado a luta, porém, nem o Miguel nem o ex da Gabi tinham lutado ainda. O ex da Gabi se chamava Caio, pelo menos ouvi os amigos dele o chamando assim, porque sinceramente eu não me sentiria bem perguntando a ela o nome dele, e pelo que eu soube, os melhores do colégio em MMA eram ele e o Miguel. Eu estava louca pra vê-los duelando.

Quando os dois iam começar, o professor entrou na sala. Acabou com toda a minha alegria. Era professor novo no colégio e tinha cara de rabugento, mas depois percebemos que ele era um cara bem legal. Soubemos através dele que o colégio promoveria exclusivamente pra a nossa sala um acampamento de verão. A floresta (haha) ainda não se sabe qual será, mas ele disse que em breve nos manteria informados. Ficamos bastante animados, quase não prestamos atenção na aula, só comentando em como iria ser legal e os meninos planejando tudo o que aprontariam por lá. A aula passou voando, e no caminho pra casa eu e as meninas combinamos de hoje fazermos uma noite do pijama na casa da Gabi, só nós três. Vai ser tudo de bom.

***

Já era noite, umas 19:30h. Não tomei café, pois fiquei de comer na casa da Gabi mesmo. Avisei a minha mãe e ela aceitou numa boa, quando a Gabi passou em casa, a minha mãe já estava dormindo, pois estava muito cansada e assim fomos.

Chegando lá, a Lore já estava nos esperando, de pijama e tudo, assistindo TV. Como estávamos com fome, resolvemos pedir logo a pizza.

Lore: Eu quero de camarão.

Helena: E eu, marguerita.

Gabi: Ok, eu vou querer de calabresa. Coca-Cola, não é, meninas?

Helena e Lore: Com certeza!

Enquanto esperávamos a pizza chegar, ficamos conversando e compartilhando segredos. Era a minha vez de responder às perguntas.

Lore: Mas então Leninha, você não tinha amigos onde morava antes?

Helena: Na verdade não. Sei lá, as meninas da minha escola eram muito falsas, umas vagabundas, tipo a Marina, sabe?

Lore e Gabi: Sabemos sim. – riram.

Helena: Então eu costumava ter mais amizades masculinas do que femininas, e é só.

Gabi: Mas você não tinha nenhum namorado ou ninguém que você amasse que te prendesse lá?

Helena: Com certeza não. – sorri – nunca fui de me apaixonar, sou uma garota completamente desiludida. E por ter amigos homens, só tornava a minha autoconfiança ainda maior.

Lore: Mas você já namorou alguém?

Helena: Não, só fiquei certo. Coisa de no máximo um mês, pois sempre que se apegavam a mim eu os abandonava.

Gabi: Nossa, que menina forte. – a Lore balançou a cabeça concordando. – mas eu tenho certeza que aqui você vai se apaixonar. – e piscou o olho pra a Lore.

Helena: Ah é? E porque tem tanta certeza? – sorri.

Lore: Pensa que não percebemos o clima que rolou entre você e o Miguel?

Gabi: Uhum, romance na certa. – e elas se entreolharam.

Helena: Ah gente, é que eu achei ele um gatinho, foi só isso.

Lore: Vamos unir esse casal, amiga? – falou com a Gabi.

Gabi: Sim, sim! Essa, de agora em diante, será a nossa missão! – bateram as mãos uma na outra.

Rimos bastante e conversamos um pouco mais, mas não sobre mim, sobre a Lore agora.

Helena: E você Lore, algum amor?

Lore: Não, gosto só de ficar mesmo. Mas se tipo, as minhas duas melhores amigas resolverem namorar, não vai dar pra eu ficar solteira né? – rimos.

Helena: É Gabi, agora a sua missão é comigo, hahaha. – rimos novamente, até que finalmente a pizza chegou e a Gabi foi pegar.

Depois de comermos e bebermos, era a vez da Gabi. Mas já sabíamos o suficiente sobre a vida amorosa dela e quando tocamos no assunto, ela ficou um pouco triste. Caralho, ela ama demais aquele garoto.

Gabi: Ah gente, vocês não devem me entender. Nunca perderam alguém que amavam tanto sem ter a esperança de tê-lo de novo. – disse triste.

Helena: Eu já. – abaixei a cabeça. As meninas começaram a me encarar. – o meu pai morreu num acidente há alguns anos, e essa foi a minha maior perda. Ele era o melhor pai do mundo, sabe. Eu não esperava ter que viver sem ele tão cedo... – e uma lágrima rolou do meu rosto.

Gabi: O que aconteceu?

Helena: Na verdade, ninguém sabe explicar. Eu tinha saído com a minha mãe pra visitar a minha vó que estava um pouco doente e ele ficou em casa assistindo TV. Quando voltamos, ele estava caído na escada, sangrando. Falaram que ele tinha escorregado e bateu a cabeça.

Lore: E você não acredita que foi isso?

Helena: Não. É que quando examinaram o corpo, estava impecável. Ele não podia ter morrido na queda, não havia fraturas, e o sangue não podia ser dele, pois não havia nenhum corte.

Lore: Nossa; estranho mesmo.

Gabi: Mas o que importa é que você sabe o quanto ele amava você e a sua mãe.

Helena: Com certeza. Vamos mudar de assunto?

Resolvemos assistir um filme, Coincidências do Amor. É bem legal, tem uma criança no filme que tem a mesma “doença” que eu: achar que tem doenças, como por exemplo, mal de Parkinson ou câncer de mama. As meninas falaram que eu sou louca quando contei isso e depois rimos, como sempre. Pelo menos não estávamos mais falando sobre a minha vida pessoal.

Ficamos mais um tempo nos divertindo juntas, fazendo o que toda menina costuma fazer em uma noite do pijama. Nos maquiamos, nos penteamos, pintamos as unhas, teve até desfile de miss, essas meninas são incríveis mesmo. Dançamos umas músicas, cantamos no karaokê, guerra de travesseiros, até cansarmos e deitarmos nos nossos colchões pra falar da vida dos outros, pois é. Ficamos conversando até percebermos que já era quase de manhã. Comemos umas besteiras, cochilamos um pouquinho e depois levantamos pra nos arrumar para o colégio. A gente estava parecendo uns zumbis de tanto sono, mas pelo menos a noite valeu a pena.

Notas finais
Aceito críticas e sugestões. Como as demais escritoras, não curto leitores fantasmas e se divulgarem algo aqui, saibam que retribuirei fazendo o mesmo! Essa é a minha primeira WNF, então cuidado com os comentários e sejam respeitosos, ok? Não vou prometer nada, tenho vida em of., mas com quase toda certeza, postarei constantemente.