Depois que o Sol se por nas Sombras
1 Prólogo
Notas iniciais
Esta é minha primeira história de terror suspense
E faz parte de um desafio entre mim e minhas amigas.
=D
Boa Leitura
Era Maio, e o centro da cidade estava quieto e calmo, apenas os mais corajosos andavam pelas ruas durante a noite.
A delegacia estava tumultuada, pois havia ocorrido uma onda de crimes e assassinatos na região. Policiais indo de um lado para o outro com papéis ou rádios nas mãos, os telefones tocavam e pelo rádio acabara de chegar à seguinte mensagem:
“... Aqui é a viatura cinco, preciso de reforços na casa dos Wilians, algo muito estranho esta ocorrendo... (radio saindo de estação)... meu parceiro foi levado por algo e estou tentando sair desta casa... Peço reforço o mais rápido possível”.
Assim que a tenente ouviu a mensagem, olhou para James e Nathali, dois policiais que estavam ao seu lado.
— Vocês ouviram, vão dar suporte a eles. E aconteça o que acontecer nos mande informações, precisamos solucionar isto. – Ambos afirmaram com a cabeça e rapidamente saíram da sala.
Logo que eles saíram o rádio começa a fazer o típico barulho de uma nova mensagem chegando. Fazendo assim a tenente, que se encontrava sozinha na sala, parar e prestar atenção.
“Novamente é a policial Tina, da viatura cinco. Encontrei vestígios de sangue, que levam até a sala... Estou indo para lá...”
Dava para ouvir respiração da policial, que agora se encontrava acelerada.
“Bem, tem algo escrito na parede... Depois que o sol se por nas sombras... é isto que está escrito. E... a meu Deus, acredito que esteja escrito com sangue... espere, tem algo aqui”
Ouve-se alguns gritos da policial e depois nada além de silêncio.
— Tina?? ... Tina?? – Responde a tenente pelo radio. — O que esta havendo... Acho que já é o terceiro policial que perco durante estas buscas – disse ela a si mesma com a cabeça baixa e certo ar de decepção.
Ela levantou a cabeça, pois começou a ouvir uma respiração novamente, mais lenta desta vez. Ouviu-se a risada de uma criança, uma garotinha talvez.
“Olhe... o que vejo pela janela? Ah, sim. já estão chegando mais amigos para brincar comigo”
Outra risada, e a transmissão cai.
Enquanto isso, James e Nathali tinham acabado de chegar na casa. Desligaram o carro e ficaram apostos para entrar. James deu um chute na porta e logo entraram.
— Tenente...Estamos entrando na casa – Disse James pelo rádio
“Câmbio, aqui é a tenente. Nathali e James, seja como for não entrem nesta casa”
No mesmo instante os dois viraram em direção a porta que em seguida fechou-se com brutalidade.
— Ah...É tarde de mais tenente – Disse Nathali pelo rádio.
“Certo, então procurem por Tina e saiam o mais rápido possível. Câmbio, desligo”.
Ambos se entreolharam e trocaram alguns sinais. Em seguida se separaram, James seguindo para os quartos e Nathali para a sala.
Chegando na sala, ela encontrou tudo em ordem, exceto por um rádio de policial em cima da mesa de centro, ao lado de uma bela caixa de madeira. Nathali aproximou-se devagar e acabou confirmando o que mais temia, o rádio era de Tina.
Ela fechou seus olhos e suspirou, Tina era sua melhor amiga.
— Nathali?? ... – ela escutou alguém sussurrando em seu ouvido e rapidamente abriu seus olhos e olhou em volta.
Algo desviou sua atenção, fazendo-a olhar para a caixa acima da mesa. Ela ficou encantada com sua beleza que conseguia conciliar a rústica madeira e a delicadeza de finos cordões de ouro presos em sua tampa. Nathali não conseguiu se conter e levou a mão até a caixa para tentar abri-la, assim que tocou-a, escutou a voz de uma garota dizendo um forte “Não”.
Nathali direcionou seu olhar, desta vez, para a porta da sala, onde viu uma garota de pele clara, cabelos loiros e que devia ter aproximadamente doze anos de idade. A garota veio em sua direção e esticou o braço para Nathali que no mesmo instante foi lançada contra a parede.
Após observar por alguns instantes a caixa, a garota ficou encarando a parede oposta e em seguida olhou nos olhos de Nathali e mostrou sua mão direita que agora estava coberta de sangue.
— Relaxe, tudo vai ficar bem... – a menina disse e começou a sair do local.
Conforme a menina ia se distanciando em direção aos quartos, Nathali sentia uma forte pressão em seu pescoço, o que a fez cair no chão. Ela deu uma ultima olhada para a parede e viu que algumas letras escritas com sangue se formavam na mesma, porém logo não conseguia mais respirar e sua visão foi se escurecendo.
Notas finais
Coments??
=D
Bjinhos. ;*
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