Depois do Sétimo Bourbon.
1 Prólogo
Notas iniciais
Cinco de março de dois mil e onze. 21h45m.
“Quem vai ser a vítima esta noite?” Pensei enquanto observava todas as garotas que dariam de tudo para uma noite com Chuck Bass. “Hm, essa loirinha está me tirando do sério” Observava os passos de dança sensuais que ela executava olhando para mim, por cima do ombro.
— Gostaria de tomar uma taça de champanhe? — Sussurrei por cima de seu ombro nu, afastando uma mecha dourada de perto da sua orelha.
— Chuck Bass? Meus passos foram suficientes para chamar sua atenção? — Agora ela se vira de frente e se arrisca em colar seu corpo no meu. Eu rio.
— Aceita?
Ela simplesmente anda em direção a mesa vazia mais próxima. Eu a repreendo puxando pelo braço.
— Pensei em um lugar mais tranquilo — Sussurro em seu ouvido — Que tal minha limousine?
Começo a levar a loirinha que nem me importei de perguntar o nome para a entrada da boate que não faço ideia de como se chama. Quase me impressiono com a facilidade que elas aceitam só de saberem quem eu sou.
Faço um sinal para que meu motorista não venha abrir a porta e nem fique de curiosidade com o que acontece na parte de trás do carro. Abro a porta para a moça e assim ela entra. Fácil, prazeroso e descartável. Era tudo o que eu precisava.
Em um instante a garota começou a me beijar e insinuar o que estava por vir, rebolava e rolava sobre mim, sem se importar com nada, claramente me aproveitei da vontade dela e não deixei a desejar. Não me fez gastar uma gota do meu champanhe.
Após um hora e meia de euforia à pergunto onde mora e lhe entrego em casa. Como todas, não parou de balbuciar o percurso todo como havia sido ótimo e como nunca tinha sentido algo assim antes. Prefiri me concentrar no meu copo de bourbon. Já sei qual a intenção ela teve em deixar clara a sua satisfação: Quem não gostaria de fisgar o filho do cara mais rico de Manhattan?
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