Depois Do Dia Dos Namorados - Parte 4
60 Cap. 060
O trio saiu pouco depois das 9h e não é necessário dizer que Maya estava muito animada para seu passeio. Ela amava muito o casal mais jovem e como toda criança, era apaixonada por desenhos animados. Brittany teria ficado animada para acompanha-los em seu dia fora, mas ela estava muito mais ansiosa com a ideia de ter algum tempo de qualidade com sua esposa, tinha sido uma longa semana e tudo que ela podia pensar quando observou o grupo sair era que elas teriam todo o dia apenas para si mesmas.
— Ok, filme e amasso no sofá? (Santana perguntou fechando a porta, um sorriso malandro nos lábios).
Brittany riu abertamente para a esposa, deixando um beijo em seus lábios antes de se afastar em direção a sala).
— Eu escolho o filme, você prepara a pipoca... (ela respondeu fazendo com que a médica, que a seguia, mudasse de direção caminhando para a cozinha).
A bailarina pegou o computador e começou a procurar qual filme da netflix, seria interessante o suficiente para não deixa-las entediadas e simples o suficiente para que tivessem tempo de escorregar beijos sem perder o contexto.
Pensando no tipo de filme que não deixaria Santana muito vidrada, ela escolheu um dos filmes da franquia “set up” e caminhou para o quarto buscar um cobertor.
Santana sentou no sofá sorrindo para a escolha de Britt, era lógico que se sua esposa não fosse escolher um desenho animado ela escolheria algo com dança. Sabendo que não teria como discutir com qualquer lógica adotada pela a esposa Santana acomodou-se no sofá da maneira mais confortável a perspectiva de um cochilo com Brittany em seus braços parecendo muito mais interessante que qualquer filme.
Brittany voltou apenas alguns segundos depois aconchegando-se meio sobre Santana e cobrindo-as com o cobertor antes de colocar o filme para rodar e pegar a pipoca.
Não foi mais de trinta minutos antes de Brittany perceber que seus comentários haviam parado de ser respondidos e moveu-se para observar a esposa que dormia. Ela colocou um beijinho na mão de Santana, que estava sobre seu corpo e continuou a assistir ao filme, a realização de que havia feito uma péssima escolha chegando tarde demais.
Santana acordou quase ao final do filme, quando o celular de Britt vibrou e a bailarina moveu-se para alcança-lo sobre a mesa. Ela assistiu sonolenta a loira sorrir para a mensagem antes de se mover colocando uma das mãos sobre a cintura da loira.
— O que é engraçado bebê? (ela perguntou quando a loira virou para vê-la).
— Maya está adorando os golfinhos... (a loira respondeu mostrando a foto de sua filha ao lado da piscina, Gabi segurando-a com cuidado enquanto a menina exibia seu maior sorriso)
— Ela vai chegar cheia de novidades... (Santana respondeu sorrindo).
— Deus, as vezes eu penso que estou projetando, mas nossa filha tem seu sorriso exato... (Brittany comentou, os olhos ainda na fotografia).
— E o seu amor por desenhos e animais... (Santana comentou deslizando tranquilamente a mão pelo braço da esposa). Venha deitar comigo B... (ela pediu em um tom de voz tão tranquilo quanto seu toque).
Brittany enviou rapidamente corações coloridos para Carol e deixou o celular sobre a mesa, antes de virar-se de frente para a esposa, aconchegando-se em seus braços).
— Seu filme já terminou? (Santana perguntou, enquanto as duas se acomodavam uma na outra com a familiaridade de quem já havia repetido a posição milhões de vezes).
— Era para ser nosso filme... (Brittany riu para a esposa).
— Desculpe B, eu acho que nossa menina dormindo entre a gente não está sendo o melhor arranjo para o meu sono, eu sinto que eu precisava deste cochilo...
— Está tudo bem amor... (Brittany respondeu, deslizando a mão por baixo da camiseta da médica tocando a pele morena). Mas agora... (ela continuou puxando Santana mais perto, e movendo-as até que Santana estava sobre seu corpo). Tempo para beijos? (ela continuou ganhando um sorriso malandro da morena).
— Eu estava esperando que você dissesse isso... (a morena falou baixando a cabeça para alcançar os lábios da bailarina).
O beijo foi longo e lento, nenhuma das duas querendo se afastar para tomar mais ar antes de que isso fosse realmente necessário. Quando se afastou Santana prendou o lábio inferior de Brittany com os dentes e soltou-os devagar ganhando um gemido suave da loira. Ela sorriu movendo um pouco o corpo entre as pernas da esposa de forma lenta e sensual, sabendo exatamente o tipo de resposta que iria encontrar, as duas mãos de Brittany tocando abaixo de sua camiseta, buscando por mais pele.
A morena sorriu seu melhor sorriso safado, afastando-se da loira para puxar a camiseta por cima da cabeça, as mãos de Britt mudando rapidamente para tocar seus seios.
— Eu senti falta disso... (a loira comentou, os olhos ainda focados nos dois montes de carne a sua frente).
— Eles sentiram sua falta... (Santana praticamente gemeu adorando ter as mãos de Britt mesmo que fossem ainda sobre o sutiã).
A loira continuou massageando por um tempo, admirando os olhos fechados de Santana, o corpo perfeito movimentando-se devagar contra seu centro. Santana era perfeita, a pele morena, os lábios cheios, os movimentos macios. Ela não precisava perguntar para saber que a esposa não queria que fosse rápido, mas que seu prazer fosse construído lentamente.
Mordendo o lábio a bailarina alcançou o fecho frontal do sutiã azul escuro liberando os seios perfeitos e trazendo os olhos de Santana para baixo. Sua excitação aumentou quando percebeu o quão negros estavam os olhos castanhos, a maneira completamente entregue que Santana a olhava. Os movimentos do corpo não pararam, Santana continuou a balançar devagar, seus sexos vestidos roçando com cada volta do corpo da médica.
A mão suave segurou a camiseta de Brittany e a loira moveu-se, sem perder o toque da esposa, fazendo o seu melhor para livrar-se rapidamente de sua camiseta.
— Merda! (a loira reclamou quando ficou presa na peça de roupa, ganhando a ajuda da morena que a esperava com um sorriso quando seu rosto conseguiu respirar livre).
— Eu te amo... (Santana sussurrou Mantendo-a sentada para um beijo longo e apaixonado). Vamos tirar este bebê? (a morena perguntou já soltando o sutiã de Britt que deixou-o escorregar em seus braços gemendo quando seus picos durinhos roçaram a pele morena).
Santana voltou a deitá-las, seus lábios acompanhando cada movimento, baixando-se junto com Britt sobre o sofá. A mão morena e suave escorregou pela pela clara e Brittany gemeu novamente, a sensação de Santana invadindo suas últimas peças de roupa para tocar seu centro quente e úmido.
— Tão molhada bebê... (a loira sussurrou passando a beijar o pescoço claro, a língua fazendo maravilhas contra sua pele).
Se Brittany não conhecesse bem a esposa ela teria tentado liberá-las das últimas peças de roupa, e tentado tocar a morena da mesma forma, mas tinha sido um tempo e ela sabia que Santana só pensaria em si mesma depois de garantir que Brittany tivesse tudo dela e não era raro que a morena simplesmente desmoronasse em seu próprio orgasmo logo após fazer Brittany vir. Ela amava cada vez que faziam amor, amava a maneira como Santana fazia juras de amor com a ponta dos dedos, a maneira como a morena as guiava em seu prazer.
Brittany estava tendo dificuldades em conter seus gemidos, e já não tentava mais segurá-los apreciando os dedos em seu sexo, o corpo balançando-se sobre o seu, os lábios deslizando em sua pele, os seios durinhos roçando os seus com cada movimento.
— Tão perto bebê... (Santana falou ao seu ouvido e a bailarina sentiu sua umidade aumentar). Eu preciso... (a morena continuou escorregando a ponta dos dedos entre as dobras molhadas) Mais espaço bebê... (ela pediu e Brittany levou alguns segundos para processar a mensagem antes de afastar um pouco mais as pernas dando a Santana o espaço suficiente para penetrar seu núcleo com dois dedos).
A morena sentiu as paredes da esposa apertando seus dedos e precisou se concentrar no que estava fazendo para não vir na mesma hora, antes mesmo de conseguir trazer Brittany em seu orgasmo.
— Venha comigo San... (Brittany pediu sentindo seu orgasmo próximo).
Santana se deixou levar aumentando um pouco o ritmo, seu corpo todo balançando nas ondas do orgasmo quando sentiu o corpo suave da esposa alcançar seu próprio lançamento abaixo de si. Ela continuou acariciando o centro molhado de Britt, seu quadril balançando fora de ritmo pelo seu próprio orgasmo, só retirando os dedos quando Brittany parecia ter aproveitado cada segundo de prazer.
— Eu me sinto com quinze anos novamente... (a morena comentou sorrindo, relaxando contra o corpo da esposa).
— Beijando no sofá assim que nossos pais fechavam a porta? (Brittany sorriu acariciando as costas da esposa, a sensação da pele úmida de suor em seus dedos, não que ela ligasse).
— Não apenas beijando... (Santana sorriu levantando a cabeça para encontrar os olhos azuis ela piscou rindo para a loira antes de deixar um beijo suave nos lábios finos). Eu te amo bebê...
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