Depois De Tudo Que Passei
9 Capítulo 9
– Como vai na escola? — só depois que ele pergunta que eu penso nisso
– Não faço idéia! Só sei que não vou com Allan! Não vou vê-lo tão cedo assim! Quer saber? Não vou na aula amanhã, resolvido.
– Então vai sair comigo! — olho para ela confusa — Eu vou resolver as coisas da transferência!
– Sério que vai fazer isso por mim? — eu falo animada
– Sebe que sim! — ele diz sorrindo enquanto eu pulo nele de tanta felicidade.
Eu subo as escadas, más já perdendo toda a euforia de agora pouco. Eu deito na minha cama e começo a pensar no meu dia, eu sou tão futel! Como não consigo lidar com meus problemas? Como sou tão dependente, não quero depender do Luan para sempre, eu vou ter que crescer uma hora ou outra, prefiro que seja outra. Não é que eu queira ficar de baixo das azas protetoras dele, é que não me sinto preparada para o mundo lá fora ainda!
~ Dois meses se passam ~
Faz dois mêses que não vejo minha mãe, Allan eu vejo todos os dias na escola, o Luan se tranferiu para a mesma escola que nós! Eu me tornei amiga da Alex, o Seth é muito engraçado (principalmente unindo ele e meu irmão), más a péssima noticia é que Cristhian também se mudou junto com Luan, agora fica me perseguindo. Más já está acabando o ano letivo. Eu não consegui trabalho e o Luan disse que não tinha problema por causa do vestibular que eu tinha mergulhado nos estudos! Meu irmão não namora mais a Jessy, ele a traiu. Eu já sabia que iria acontecer, más não tão rápido. Ela soube por meio de suas seguidoras que viram. Em pensar que briguei com Allan por causa dela... Estou indo para a escola onde a cobra (mais conhecida como Jessy) estuda com o Luan e o Cristhian pois eles vão ver uma coisa que me falaram, más eu como sou muito legal, esqueci. Chegamos lá e eu escuto alguém gritando meu nome, eu olho e vejo que são duas pessoas, aperto os olhos e vejo que são meus raparigos (também conhecidos por Rafael e Joana), saio em disparada e dou um abraço nos dois.
– Que saudades raparigos! — eu falo enquanto olho para eles e vejo que não mudaram nada.
– Eu sei, nós somos muito importante! — eles dizem juntos
– Chatos, vadios,raparigos, favelados... — eu continuo
– Não esculacha! — diz Joana rindo
– Tá legal que a Joana é igual uma favelada, más não julgue as pessoas assim, é feio sabia? — Rafael diz me fazendo rir enquanto leva umas porradas de Joana.
– Vamos Alli! — diz Cristian ao meu lado — O Luan está esperando no carro!
– Vamos, tchau raparigos! — Eu dou um abraço neles e saio em purrando o Cristhian, só para pertubar mesmo!
– Olha, olha! A vadia da aposta voltou igual um cachorrinho para os braços do pegador! — eu escuto uma voz irritante seuido por risadinhas de suas seguidoras, não preciso nem me virar para saber que é a Jessyca.
– Olha, olha! a vagaba traida! — eu falo iritada fazendo o Cristhian rir.
Meu sangue fervendo, eu morrendo de vontade de rancar fio por fio desse cabelo loiro de famácia dela. Eu vejo que seus olhos enchem de lágrimas depois do que eu falei, ela simplesmente saiu correndo seguida pelas aprendizes de Jessy.
– Você pegou um pouco pesado, não? — Cristian disse enquanto caminhávamos para o carro
– Então ela pode me provocar e eu não posso retribuir? Me poupe né? — eu digo irritada
Más eu como sou muito desastrada, acabou me enrolando em minhas próprias pernas e caindo de quatro no chão furando minha mão com uma pedra. Eu só saio correndo até o carro com minha mão sangrando e falando para Luan partir para o hospital, pois está doendo muito e foi profundo.
– Como eu consigo ser tão estabanada assim? — eu falo quando estamos saindo do hospital
– O jeito Allinea de ser! — responde Luan
– Eu ainda tenho uma mão boa, se você quiser algumas porradas, é só me avisar, sabe? — eu falo irônica
– Se ferrou Luan! — diz Cristhian rindo
Nós deixamos Cristhian em casa e eu pedi para que Luan me levasse na minha mãe, preciso vê-la, saber como está, preciso...
Ele me deicha em casa e diz que depois viria me buscar, eu estou parada na porta sem saber o que dizer quando ela abrir a porta, não sei qual será sua reação, terá raiva? Carinho? Ou até ternura?
Ela abre a porta e nós ficamos olhando uma para outra, ambas sem ação, ambas sem sabe o que fazer, más eu preciso tanto de vê-la, de falar com ela...
Notas finais
Obs: eu arrumei algumas coisas nos capitulos anteriores, então seria bom que vissem (não são muitas coisas, más eu gostaria que vissem), eu mudei a Foto da capa e acho que vou mudar de novo, pois não gostei muito dessa, sabe se quiserem dar agumas dicas sobre outras capas, eu adoraria muito... enfim. Obrigado por lerem tudo! E o próximo capitulo vai ser muito fodástico, vai ter barraco, não percam!
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