Notas iniciais
Me desculpem por ficar todo esse tempo sem postar, mas eu juro que vou postar mais, já que meu pai ja voltou para casa com meu computador... Enfim, boa leitura à vocês!

– Ah, desisto! — eu digo vencida, já que não conseguia encontrar nada que o Cristopher quisesse comer.

– Cris, fala, o que você quer? — diz Cristhian nervoso com o Cristopher chorando

– Por favor querido, fale, o que você quer? — eu falo nervosa — Você quer ir no McDonald's?

– Quero! — ele parou de chorar na hora e abriu um sorriso de orelha a orelha como se não tivesse acontecido nada

– Até que fim! — diz Cristhian deitando em um movimento dramático no sofá, me fazendo rir

– Vai calçar seu tênis Cris, já estamos indo! — eu falo enquanto me deito com o Cristhian no sofá — Vamos passar na casa do Luan pegar uma blusa para mim?

– Você está linda com essa roupa, nem precisa pegar outra! — ele diz rindo

– Então vai lá sozinho! — eu falo fingindo estar zangada

– Ta bom! — ele se levanta, chama o Cris, me dá um selinho e sai.

Fico boquiaberta com o que ele fez, eu ligo para o Luan e ele diz ainda não ter chego em casa, fico tentando tirar informações dele para saber mais sobre o novo namoro dele, a menina é uma namorada fantasma mesmo, nunca à vi, mas ele disse que ela já me viu, nunca ouvi o nome dela sequer. O Luan diz estar ocupado no serviço e desliga, eu ligo para a minha mãe e ela pede para que eu vá lá pois, quer falar comigo urgente, tenho medo desse urgente dela. Logo meu celular toca e eu atendo sem ver quem era.

– Alô

– Pucci, você vai querer um lanche? — eu arregalo os olhos e depois que vejo que é o Cristhian, é um apelido carinhoso que ele me deu no começo do nosso namoro

– O que você acha? — eu falo rindo

Ele só ri e desliga, eu me jogo em sua cama e fico assistindo um canal que só passa clipes e shows, agora era Capital Inicial, sou fanática por eles! Eu não resisti ao som de veraneio vascaina e comecei a pular e dançar pelo quarto, até que vejo alguém na porta, eu olho e é o Cristhian, solto uma risadinha sem graça.

– Trouxe o meu lanche? — eu falo sentindo minhas bochechas queimando

– Tava tocando veraneio vascaina, né? — ele fala e solta uma risada com a cabeça para tráz — Faz tanto tempo que não te vejo tão feliz a ponto de dançar igual uma louca!

– Para, não é justo, você me pegou desprevenida! — eu falo rindo — Isso é feio, ficar observando as pessoas assim é assustador, não acha?

– Não!

Eu devoro meu lanche em menos de cinco minutos, sou esfomeada, eu sei. Depois digo que vou embora e Cristhian diz que iria me levar, falo que vou na casa da minha mãe, ele fica com um certo receio, mas me leva.

– Não sei se é uma boa ideia! — Cristhian diz olhando para a porta da casa da minha mãe

– Calma, ela gosta de você...

– Mas depois deixou de gostar!

– Quando isso que eu não sei?

– Bem... Depois que terminamos... — ele limpa a garganta e olha para mim tentando achar as palavras certas para me contar — Eu encontrei com ela na rua e só faltou ela me matar!

– Ela não me contou... Nessa época nós nem conversávamos direito! — eu falo admirada com a atitude da minha mãe, isso foi mais uma prova de que ela me ama — Então, eu fico aqui e quando eu chegar em casa, eu te ligo!

Ele só faz que sim e me dá um beijo, eu saio e toco a campainha e minha mãe logo aparece na porta com um lindo sorriso no rosto, me dá um abraço apertado e me puxa rápidamente para a sala. Vejo o porque de ela estar feliz, era Pablo que estava lá, meu irmão emburrado em um dos sofás olhou para mim e eu sentei do seu lado.

– Mãe? — eu a chamo e ela me olha como resposta — Alguma explicação?

– Eu e Pablo voltamos!

Eu fico alguns segundos processando aquela frase, olho para meu irmão que olha para mim ao mesmo tempo.

– O que? — dissemos juntos

– Mãe, já não basta o que ele te fez? Já não basta tanto sofrimento? — diz Allan com os dentes trincados

– A sra. não pode fazer isso, não pode! — eu falo no mesmo tom do meu irmão

– Posso saber por que vocês não são contra meu namoro com o Pablo? — minha mãe diz quase chorando, eu olho para meu irmão e ele faz que sim, eu faço o mesmo!

– Por que ele só pensa em te roubar mãe, ele é louco... — Allan diz

– EeleépaidoCristhian! — eu falo rápido, mas vejo ela cair de joelhos chorando igual uma criança, Allan vai abraçá-la e eu olho para Pablo que está intacto — Vai embora! Some da nossa vida, você já nos destruiu, já estragou toda a nossa familia, você tem outra familia, que é maravilhosa, seja honesto, respeite-a, agradeça por ter essa familia, por ter dois filhos que te admiram, que te idolatram, você é tudo naquela casa. Pense na decpção que eles vão ter quando souberem sobre isso, você é um monstro, eu tenho nojo, NOJO de você!

Pablo nada diz, só vai embora com tanto ódio que ele seria capaz de explodir a qualquer momento, ele saiu vermelho daqui, eu bato a porta com um estrondo, logo vou correndo e abraço a minha mãe, ela do nada levanta limpa as lágrimas, abre a porta e sai, eu olho para Allan e nós saimos correndo atráz da minba mãe, só vemos ela virando a esquina a toda velocidade com o carro, nós entramos no carro e vamos atráz dela, minha mãe não está bem... Ela é capaz e vai fazer uma loucura desse jeito!

Notas finais
O que será que ela vai fazer?
Que clima tenso no ar kkk
Gente, ainda to pensando, já tenho idéia, mas aceito sugestões!
Beeijos e Beijos, acho que de noite posto de novo para valer a pena todo esse tempo sem postar!
Enfim, obrigado!