Notas iniciais
Uhuuu, novo capitulo!!! Parei. Então, eu percebi que, já que voces não tem o mesmo pensamento que eu (graças a Deus ne), notei que voces podem não estar entendendo aonde a historia vai dar. Bom, vou dar uma dica. Prestem atenção nos detalhes. :D To super feliz hoje (tirando a parte que eu me fufu nas minhas provas de hoje T.T), to quase acabando o terceiro livro de Percy Jackson e sabado vou poder comprar o quarto e hoje tbem comprei a nova ediçao do mangá de Kuroshitsuji :DD Ah, e outra coisa!! Se alguem quiser que eu coloque uma cena em especial nos proximos capitulos, podem me mandar, que eu tenho que enrolar mais um pouco para poder chegar na parte onde eu quero, então mandem ver com suas ideias nos comentarios!! Amo voces e obrigado por comentar no ultimo capitulo (e desculpa não ter respondido T.T)
E quase que eu esqueço!! Pra quem ta com dificuldade de imaginar o Ciel mais velho (nessa historia, ele não se parece com aquela versão que apareceu no País das Maravilhas, talvez porque la ele tinha o fisico de alguem mais velho do que 17 ne, sei la), eu tenho umas imagens aqui, que até foram de muita inspiração pra mim. E não, nenhuma delas me pertence (infelizmente)
http://i87.photobucket.com/albums/k127/tec_tim/Kuroshitsuji/sebasie-09.jpg
http://media.tumblr.com/tumblr_ma8u26IIY21qj71k9.png
http://i752.photobucket.com/albums/xx167/drivepassyourself/Kuroshitsuji/1266435365277.jpg
http://25.media.tumblr.com/tumblr_m1hwqywsWS1qe1v51o1_400.png
http://24.media.tumblr.com/tumblr_lpsxpz2VnH1r1x96ao1_500.jpg (Essa é um pouco mais pornografica... o.O Cuidado kkk)

Estou me sentindo muito bem. Ótimo, para dizer a verdade.

Eu caminhava com passos leves até o portão do colégio, sem poder evitar um sorriso de canto de boca aparecer nos meus lábios ao me lembrar dos acontecimentos da noite passada.

Não, não foi porque ontem eu e Sebastian... Enfim, não foi por isso. Quer dizer, não só isso. Tem a ver com isso, mas não apenas isso.

Ontem à noite, eu fiz o Sebastian submisso, e fazia muito tempo desde a ultima vez que eu o fiz. Mesmo não sendo o favorito dele — não ser o favorito é diferente de não gostar -, ele diz que é importante para minha natureza de demônio.

É tão gratificante vê-lo gemer e perder um pouco do controle para variar.

Mas, não que ele saiba ou que eu o contaria isso, eu não trocaria como as coisas são normalmente. Eu submisso a ele.

Vi Alois acenar timidamente para mim, retirando-me de meu transe enquanto me aproximava dele.

“Bom-dia!” Ele disse alegremente, me abraçando rapidamente.

“Bom-dia.” Respondi, sorrindo de leve de volta.

“Então, hoje ele não te... Eh...” Alois riu baixo antes de continuar. “Bem, ‘incomodou’?”

“Nem um pouco.”

“Aqui, seus cadernos. Obrigado por me emprestar.” Eu entreguei os cadernos a Alois, que acenou com a cabeça.

“De nada. Pode pegar sempre que quiser.”

Nosso professor entrou em sala, Sr.Willows, matemática B. E eu nunca me incomodei com matemática, sempre fui perfeito e ainda sou em todas as matérias, mas esse homem era simplesmente detestável.

Nojento, grosso e com péssimas maneiras. Suava igual a um porco, suas camisas de mangas curtas sempre estavam amarrotadas e com manchas. Ele era uma das definições de insuportável. Ainda bem que nunca tive problemas com ele.

“Bom classe, adivinhem só? Teste surpresa. Fechem seus materiais e sentem-se direito. Vocês tem 40 minutos.”

99% da sala grunhiu alto e Alois me olhou assustado.

“Teste surpresa? M-mas eu nem estudei... E eu sou péssimo em matemática!” Ele exclamou baixo para mim, e parecia estar a ponto de chorar.

“Calma, Alois. Não deve ser tão ruim.”

Bom, eu fui sai muito bem na prova. Acontece que eu estudo há séculos, e Alois... Bem...

“Droga...” Ele murmurou de novo, limpando os olhos meio úmidos.

Nós estávamos sentados em baixo de uma árvore que tinha no pátio na parte de trás do colégio, que quase ninguém vem.

De acordo com que ele me contou, ele tinha ido péssimo no teste e agora estava segurando suas lágrimas.

“Calma Alois, não é tão ruim assim.” Eu tentei consolá-lo, mas eu sou terrível nisso. Sou péssimo em qualquer coisa que inclua contato com pessoas.

“É sim, Ciel. Preciso de notas boas, se não vão me tirar minha bolsa.”

Ele tem bolsa?

“Então, concentre-se nas outras matérias em que você é bom. Eu lhe ajudo nas outras.”

“T-tem certeza? Mas-”

“Mas nada. É isso e ponto.”

“Obrigado, Ciel. Você é um bom amigo.” Ele sorriu de leve e me abraçou.

“Eh, de nada.” Será que as pessoas acham que eu sou feito de pelúcia para ficarem me abraçando o tempo todo? Quando não é o Sebastian, é o Alois.

Nós ouvimos alguém tossir baixo perto de nós, e Alois me soltou e olhamos para cima para ver Claude nos encarando.

“Oi. Bom-dia.”

“Claude!” Alois exclamou e já era notável o leve vermelho em seu rosto. “Bom-dia!”

“Bom-dia.” Eu disse, com um tom de quem está meio entediado.

“Será que... Eu posso me juntar a vocês ou...?”

Alois assentiu rapidamente, e apalpou o chão ao seu lado, convidando-o a se sentar.

“Claro.”

Claude se sentou ao lado de Alois, e sorriu para ele.

Bom, até agora ele não fez nada de estranho – a não ser sorrir – e, contanto que ele não me incomode ou faça mal a Alois, eu não ligo.

“Então, eu pensei e... Que tal nós irmos a uma pizzaria no sábado?” Eu ouvi Claude perguntar a Alois, que pareceu ficar um pouco mais vermelho e alegre, estranhamente ao mesmo tempo.

“Parece ótimo, mal posso esperar.”

Eu fiquei calado, ouvindo os dois conversarem, e sabe de uma coisa? Por mais que seja estranho, Alois parece estar se sentindo muito feliz, e eu me sinto bem por ele.

“Cheguei.”

Sebastian estava encostado na porta da cozinha, secando um prato e sorrindo – como sempre -.

“Olá, Jovem Mestre. Senti saudades.”

Ele caminhou até mim e me beijou rapidamente antes de pegar minha mochila e colocando-a no pé da escada.

“Como foi seu dia?” Sebastian me perguntou, andando de volta a cozinha para deixar o prato em seu devido lugar.

“Bom.”

Eu me encostei à porta, olhando-o trabalhar. Era interessante assisti-lo, como ele se movia com rapidez e graça.

“Tire uma fotografia, Jovem Mestre. Dura mais.” Ele brincou, sem nem mesmo olhar para mim.

“Tsc, não se dê tanto crédito, seu maldito.” Eu respondi, mesmo tendo ficado um pouco vermelho de vergonha por ter sido pego.

Ele riu baixo e caminhou ao meu encontro, pondo seus braços em volta de minha cintura.

“Tem algum desejo especial para a janta de hoje?”

“Não, pode fazer qualquer coisa.”

“Tem certeza?”

Eu pensei melhor no assunto e sem perceber, fiz um leve beicinho com meu lábio inferior.

“Bom... Que tal uma pizza?”

“Uma pizza? Em dia de semana?” Sebastian inclinou a cabeça para o lado, me olhando com curiosidade, e eu sabia que muito provavelmente, ele não iria concordar. Idiota, não sou mais humano, não precisa ficar se preocupando com o que eu como.

Ele não vai fazer. Eu preciso fazer alguma coisa.

“É, uma pizza. Vamos, Sebastian. Apenas hoje.” Eu, agora consciente, fiz um beicinho e pus meus braços em volta de seu pescoço, pressionando meu peito contra o seu.

“... Por favor?” Eu murmurei depois de ter uma pequena batalha interna. Deixar o orgulho de lado vale a pena para algumas poucas coisas.

“Tudo bem, tudo bem. Mas apenas hoje.”

Eu sorri vitorioso e estava prestes a soltá-lo quando ele me puxou para mais perto ainda.

“Você não achou que essa chantagem fraca ia ser suficiente, não é mesmo, Jovem Mestre? Tenho certeza que você me conhece melhor do que isso.” Ele sorriu maliciosamente, me encarando com os olhos famintos.

Eu suspirei e assenti.

“E o que você quer?”

“Vingança.”

Droga.

“Pelo que?” Me fiz de bobo, e quem sabe? Talvez nem seja pelo o que eu estou pensando.

“Por ontem à noite.”

Droga!

Eu engoli o seco na minha garganta. Se eu aceitar, ele vai ser pior do que ele já é. Mais bruto, mais...

“Estou esperando sua resposta.”

Ah, bom... Fazer o que...

“Tudo bem, Sebastian. Eu aceito, agora vá fazer minha pizza.”

Ele riu e me beijou, rapidamente passando a língua pelos meus lábios, me deixando querendo mais.

“Como quiser.”

Ele me soltou e começou a trabalhar.

E mais tarde naquela noite, eu apenas conseguia pensar em uma coisa.

...

Que bom que eu aceitei.