Notas iniciais
Oiiiiiiiiiii!!!!! Eu to tão cansada T.T Sete provas hoje a tarde... SETE! Espanhol, sociologia, física 1 e 2, química 1 e 2 fechadas E história 1 e 2 e portugues abertas... Tipo, são tres das fechadas e tres das abertas, mas como todo professor é muito ********** meu professor de historia 1 colocou em cada questão A B e C, e tipo era revolucao russa e primeira guerra! É MUITA MATÉRIA!! Enfim, pelo menos vou ter a felicidade de postar um novo capítulo hoje! Ah é! Aproveitando que to assistindo, alguém ai curte The Following? O novo seriado da warner? É muiiitoooo bom! Eu recomendo! Joe é muito perfeito!... Tirando o fato dele matar pessoas é claro. Mas é isso né... Obrigada por comentarem no último capítulo, amo voces!! :DD
PS: quem voces acham que deve ser o uke no lemon? Alois ou Claude? Kkkkk

Suspirei e passei minha mão pelo meu cabelo, assistindo Alois por outra camisa em cima da cama.

Já faz uma hora que ele está tentando decidir o que vestir para sair com Claude. E estaria tudo bem, se ele não tivesse me pedido para ajudá-lo.

“Escolha qualquer coisa...” Murmurei, vendo-o encarar as três camisas. Uma branca social de mangas compridas, uma pólo roxa e uma de decote V num tom de verde bem escuro.

“Não posso. Ele disse que me levaria em um lugar legal. Quero ficar bonito. E não parecer um idiota.”

Eu corri os olhos pelas roupas, decidindo quanto mais rápido acabarmos aqui, mais rápido poderei ir lamber as vasilhas em que Sebastian fez a cobertura do bolo.

“Se é assim, não pode ser a verde. Muito informal.” Disse ao me levantar, ficando ao lado dele.

“Tem razão.” Ele murmurou, pegando a camisa, dobrando-a e colocando-a na gaveta novamente.

“Você tem uma bermuda alfaiataria?” Perguntei, vendo-o arquear as sobrancelhas finas.

“... Não?” Respondeu, levemente inclinando a cabeça para o lado. “Só tenho uma calça skinny e uma bermuda.”

“Entendo. Muito bem, você vai usar a minha então. Você falou que tem um cardigan listrado. Onde está?”

Ele assentiu e se moveu pelo quarto de novo, pegando a peça que eu havia pedido.

“Ótimo. Vamos ao meu quarto pegar a bermuda.”

...

“Será que vai servir?” Ele perguntou enquanto eu pegava a roupa.

“Como assim? Temos praticamente o mesmo físico.”

“Bom, é, mas... É só que... A sua bunda é muito maior do que a minha.”

Corei e lhe mandei um olhar feio, cruzando meus braços e um leve tom de vermelho contornou as bochechas dele também.

“Como?”

“N-não me leve a mal. É um elogio! A minha é mais empinada, eu acho. A sua é mais... Cheia...” Ele murmurou o final, corando mais bruscamente.

Passei a mão pelo rosto e ri baixo, balançando a cabeça levemente.

“Que seja. Experimente logo.” Entreguei-o a bermuda branca e ele sorriu, ainda com o rosto avermelhado, pegando a peça de bom grado.

“Obrigado.”

“O banheiro é ali.” Disse, gesticulando para a porta de madeira no lado direito do quarto.

Ele assentiu e entrou no cômodo, enquanto eu me sentava na beirada da cama, esperando-o pacientemente.

Espero que sirva... A minha... Os meus quadris não são tão grandes assim. São? Sebastian sempre os chamou de suculentos...

Fui tirado de meus devaneios ao ouvir a porta se abrir e olhei para cima, sorrindo com o canto de meus lábios.

“Eu acredito que ficou bom... Mas ainda assim, acho ficou um pouco largo.” Alois disse, segurando a bermuda, olhando para as laterais dela.

“Espere. Acho que eu já sei.” Levantei-me e fui direto para a gaveta no meu guarda-roupa.

“Aqui. Vai ficar bom com a camisa branca e você pode por o cardigan por cima, assim nem vai aparecer direito.”

Disse ao entregá-lo meu suspensório preto que era acoplado a um cinto, vendo um leve sorriso tímido crescer em seus lábios.

“Não precisa, eu tenho um cinto.”

“Eu insisto.” Coloquei o acessório em suas mãos, fechando-as apertadamente.

Ele corou levemente antes de colocar o cinto e levantar as tiras de couro a seus ombros magros.

“Ótimo.”

“Acha mesmo?” Ele perguntou, abaixando a cabeça levemente para se olhar.

“Confie em mim.”

“Nng...” Suspirei baixo em deleite quando Sebastian enterrou seus dentes delicadamente na base da minha garganta, meus dedos se entrelaçando em seu cabelo sedoso.

Nós estávamos deitados no sofá, eu em cima dele, simplesmente nos beijando calorosamente.

Senti seus lábios se curvarem num sorriso contra minha pele antes de sua língua tocar a pele já quente de meu pescoço.

Gentilmente puxei-o de meu pescoço e trouxe sua boca a minha, sugando seu lábio inferior com deleite, sentindo suas mãos apertarem suavemente minha cintura.

“Ah... Com licença...”

Separei-me de Sebastian, fazendo-o me olhar estranhamente antes de se sentar, em um pulo rápido, indo para o outro lado do sofá quando ouvi a voz tímida de Alois pela sala.

“Alois... Não ouvi você vindo.” Murmurei, mandando um olhar meio irritado para Sebastian, que apenas sorriu maliciosamente para mim. Maldito, ele deve ter ouvido e não me avisou. Quem pode me culpar de não ouvir?

Levemente me virei para olhar para meu amigo e sorri com o canto da boca.

“Você está bonito.” Elogiei, vendo-o corar de leve, sorrindo e passando uma das mãos pelo cabelo loiro.

Alois estava usando a minha bermuda que havia experimentado mais cedo, uma camisa social de botão branca, meus suspensórios e cinto pretos, um cardigan listrado em preto e branco por cima quase todo fechado e um tênis de cano baixo branco também, com meias bem baixas para não ficarem visíveis.

“Está mesmo.” Sebastian comentou, cruzando as pernas e se ajeitando no sofá, sua mão esquerda me puxando para sentar ao lado dele.

“Obrigado.” Ele disse alegre, abaixando o rosto rapidamente para se olhar. “Mas... Tem certeza que eu posso usar suas coisas, Ciel? É... Sua bermuda é do Emporio Armani... E se eu deixar derramar alguma coisa nela? Ou manchá-la? Ou-”

“Pode até rasgá-la, não tem problema. Pode usá-la o quanto quiser.”

Ele assentiu e mordeu o lábio inferior, provavelmente em nervosismo.

“Antes que me esqueça.” Sebastian pegou do bolso um celular, erguendo-o em direção a Alois, que o pegou murmurando um agradecimento.

“O número da casa já está gravado e na discagem rápida. Pode nos ligar a qualquer hora.”

Mas talvez nós vamos estar em algumas atividades indescritíveis, ele se esqueceu de mencionar.

“A que horas Claude vem? E aonde vocês vão?” Perguntei, tentando ignorar o pequeno riso abafado de Sebastian.

“Ele disse que vem as dez e... Bom, ele não disse exatamente aonde vamos, mas acho que nós vamos jantar.” Ele falou, arrastando um dos pés no chão, apertando a frente do cardigan.

Assim que ele acabou, a campainha tocou e ele olhou para porta, seus olhos numa mistura de felicidade, inquietude e excitação.

“Vamos, eu lhe levo até a porta.” Eu me levantei, sorrindo de leve ao ver a expressão dele.

“Divirta-se.” Sebastian sorriu para Alois, acenando para ele que retribuiu o gesto.

Abri a porta e lá estava Claude, sorrindo para nós.

“Claude!” Alois exclamou felizmente e o rapaz mencionado sorriu para ele, ajeitando seus óculos.

“Muito bem, antes de tudo, vamos deixar umas coisas muito claras. Ligue-me e me avise aonde vocês vão.”

“Vou tomar conta dele.” Claude disse, ajeitando sua jaqueta para parecer ainda mais sério.

“É melhor.” Bufei baixo e Alois sorriu, beijando minha bochecha.

“Volto logo.”

“Espere.” Segurei o punho dele e o puxei para perto para murmurar em seu ouvido. “Usem proteção.”

Assisti seu rosto ficar extremamente vermelho e ele arregalou os olhos para mim antes de sussurrar apressado no meu ouvido.

“De onde tirou a ideia que nós vamos fazer isso?”

“Pelo que você disse... ‘Eu estava esperando que eu e ele’... Achei que se referia a isso.”

“Era só nos beijar por um tempo!”

“Oh...” Assenti e me virei de novo para Claude, que nos olhava estranhamente, provavelmente curioso sobre o que deixou Alois tão vermelho assim.

“Então, olhos azuis, vamos?” Claude sorriu para ele e estendeu sua mão e Alois a pegou de bom grado.

“Até depois, Ciel.” Alois me abraçou e Claude assentiu antes de irem andando pela calçada.

Suspirei e fechei a porta, andando lentamente até Sebastian, sentando-me bruscamente ao seu lado, aninhando-me a seu corpo.

Ele riu rouco e colocou um braço a minha volta, beijando o topo da minha cabeça.

“Acha que pode ficar um tempo sozinho?” Olhei-o estranhamente e ele continuou.

“Pensei em ir ao inferno agora e olhar porque os dois estão aqui.”

“Mas agora?” Perguntei e notei como soou infantil, mas não dei muita atenção.

“Por que não, Jovem Mestre?”

“Bom, é que... Eu estava pensando, já que eu não comi toda a cobertura que sobrou do bolo, poderíamos usá-la em algo útil.”

Levei minha mão direita a sua esquerda, acariciando a marca de nosso contrato com a ponta de meus dedos.

“Como, por exemplo?” Ele perguntou baixo ao lado de meu ouvido, que ele sabia que era bem sensível (á sua voz).

“O que acha daquele agrado?”

Notas finais
Primeira nota final! :D Nesse capítulo, eu pesquisei sobre suspensórios né, ai eu fui no google imagens e pus la suspensorio de couro... PRA QUE MEU DEUS?! Kkkkk não olhem! Voces vão olhar não vão? Kkk só não digam que eu não avisei!