Notas iniciais
preparados para o último caítulo? Não? que pena porque acabou... Sim? ótimo o/ então vamos para a fic > ~~ quem shipa RinxSesshoumaru... eles aparecem aqui... but... aqui apresento com quem eu realmente shipo a Rin ^^" e não é com o Sesshy ~~ Kouga... esse é meu pedido de desculpas a você por não ter te colocado nos capítulos anteriores ^^" eu realmente esqueci. ~~ mais de 2 mil palavras o/ yeeeyyy perfeito para um ultimo capitulo edit 23/12/2017 - capítulo atualizado

O enterro de Kaede foi de certo modo bem melancólico, a chuva insistia em cair enquanto os aldeões realizavam a triste cerimônia fúnebre. Era como se a própria chuva estivesse sentida pelo o que aconteceu com Kaede. O corpo de Kaede foi cremado assim como dizia a tradição e então enterrado numa área florida perto do templo. Praticamente todos os aldeões do pequeno vilarejo acompanharam o enterro da idosa sacerdotisa e todos pareciam muito tristes com a ida dela. As lágrimas escorriam pelo rosto de muitos e outros apenas ficavam com o olhar vazio sem conseguir acreditar em tudo que acontecia.

Totalmente paralelo ao enterro de Kaede, a reconstrução da vila seguia a passos apressados como se os aldeões quisessem mostrar para Kaede de que eles continuavam fortes imaginando que ela não gostaria de vê-los de modo indefeso ou melancólico por causa de sua ida.

Quando o sol se pôs e o dia virou noite, Kagome estava sentada encostada em uma parede abraçando os próprios joelhos e escondendo o rosto manchado pelas lágrimas que corriam pela sua face. Inuyasha saiu do pequeno quarto onde agora Hikari e Akira dormiam em um sono profundo e se aproximou de Kagome sentando-se ao lado dela e passando o braço pelas costas dela de modo carinhoso e protetor. Kagome aceitou o carinho e deitou sobre o ombro do amado enquanto ainda fungava de levinho. A dor que sentia em seu peito era muito grande, mas o carinho de Inuyasha estava a ajudando a aguentar a mesma ao menos um pouco melhor.

— Kagome... — disse ele carinhosamente — Não fique assim desse jeito.

— A c-culpa é minha — disse Kagome chorosa. Tal afirmação vinda da garota fez o hanyou a olhar chocado sem conseguir acreditar no que ouvia. Até apostaria que teria ouvido errado se não fosse o fato de suas orelhas serem muito boas. Ele realmente não conseguia entender como e porque Kagome imaginava aquilo.

— O que? Não! Não é não! De onde você tirou isso?!

— E-Eu devia ter impedido ela... Se eu não estivesse grávida eu poderia ter lutado e ela ficaria na casa junto com as crianças.

— Isso não tem nada haver! Mesmo se você não estivesse grávida eu não ia te deixar lutar numa batalha tão cheia de youkai como aquela. Você não tem culpa de nada Kagome.

— Arigatou Inuyasha mas... Eu realmente acho que é minha culpa — disse a garota fungando o nariz logo depois — era para ela se aposentar e eu ficar no lugar dela... Eu que deveria ter morrido no lugar dela.

— NUNCA MAIS DIGA ISSO! — esbravejou Inuyasha nem conseguindo imaginar a possibilidade, o grito fez Kagome levantar a cabeça e olhar para ele.

Inuyasha pegou Kagome pelos braços firmemente e olhou sério para ela mostrando que não tinha gostado nem um pouco daquilo que a garota tinha acabado de dizer. O olhar de Inuyasha tremia assim como suas mãos ao imaginar o cenário horripilante em que Kagome tivesse morrido. Só pensar naquilo era um inferno para o hanyou. Primeiro por causa das crianças e segundo porque, embora não fosse facilmente dizer em voz alta, ele dependia da garota. Foi graças a ela que ele aprendeu várias coisas boas, aprendeu a ser gentil, aprendeu o que era bondade, fez amigos e finalmente deixou de estar sozinho depois de muitos anos vagando por não ser aceito nem por humanos ou youkai.

— Nunca... Nunca mais diga isso — disse Inuyasha — Kaede não ia gostar de ouvir isso... E eu gostei muito menos. Lembre que ela não pareceu ter remorso algum ao partir e também... Ela estava velha, viveu uma vida longa... Você é jovem Kagome. Queria mesmo acabar com sua vida logo no começo deixando para trás dois filhos pequenos? Dois filhos pequenos... E....

— e...?

Inuyasha então puxa Kagome para um abraço a apertando firmemente como se tivesse medo de perdê-la. A mão do hanyou pousou sobre a cabeça da garota de modo protetor. Aquela conversa o fez ter certeza de uma coisa... Não sabia mais o que era vida sem Kagome, no fundo ele sentia que talvez precisasse dela tanto quanto as crianças.

— E eu... — completou ele finalmente — você sabe que você é a pessoa mais importante desse mundo para mim. Eu que fiquei tanto tempo sozinho... Eu que passei por tanta coisa e nunca tive ajuda... Não só encontrei você como também me apaixonei por você. Não me faça ter que encarar a vida sem você novamente... Tenho certeza de que eu não conseguiria.

Aquelas palavras fizeram a garota corar e então ela abraçou ele fortemente escondendo o próprio rosto no pescoço dele enquanto pequenas lágrimas rolavam pelo seu rosto.

— I-Inuyasha... — disse Kagome. Seus olhos teriam se enchido de lágrimas com aquelas palavras se não fosse o fato de que ela já estava chorando.

Eles ficaram em silêncio meramente se abraçando, mas aquilo no momento era o suficiente para ambos. Depois de alguns poucos minutos, Inuyasha soltou o abraço e segurando o rosto de Kagome delicadamente, deu-lhe um selinho e então olhou para ela carinhosamente nos olhos.

— Agora... Vamos fazer o que Kaede pediu... — disse ele.

— Hai — disse Kagome com um sorriso no rosto — Temos um templo para cuidar e uma vila para cuidar.

Um dia que havia começado tão deprimente terminou de certo modo mais calmo para os dois. Nos dias que se passaram, várias coisas aconteceram, entre elas, Kagome, Inuyasha, Hikari e Akira terem se mudado para o templo que ficava no alto da vila. Kagome assumiu o papel de sacerdotisa da vila e já que era uma vila que era alvo tantas vezes dos youkai recentemente, ela começou a treinar 3 garotas mais jovens para serem sacerdotisas, entre elas, Hikari. Como Hikari era pequena, o treinamento mal passava de uma brincadeira para a garota e apenas envolvia coisas básicas. Ela poderia por conta própria escolher o que iria querer quando fosse mais velha. Assim, pouca gente sabia do treinamento de Hikari, mas Kagome esperava que ninguém reclamasse do fato de uma menina com 1/4 de sangue youkai estar treinando para ser sacerdotisa.

Os dias se transformaram em meses e então em anos enquanto muitas coisas alegres aconteciam. A filha de Sango nasceu, Akira cresceu assim como Hikari e todas as outras crianças. Akira aprendeu a engatinhar e então a andar e a falar. Num piscar de olhos o tempo se passou até chegar num dia de certo modo especial.

Era ano novo e o grupo estava decidido a comemorar a chegada do novo ano e também usar isso como uma desculpa para todos se reencontrarem. Entre as árvores que ficavam perto do templo, Kagome estendia um pano bem grande preparando um piquenique. Enquanto Kagome estirava o pano, chega Hikari trajando um delicado kimono azul celeste e lilás, os longos cabelos prateados presos em duas baixas marias-chiquinhas e com uma pedrinha nas mãos. A garotinha já estava com 6 anos. Atrás dela, chega seu irmãozinho Akira, os cabelos pretos e curtos em contraste com os longos prateados da irmã eram meio bagunçados mas mesmo assim muito belos. O garoto, com 3 anos, usava um kimono azul escuro e também carregava uma pedra, só que menor que a da irmã.

— Chegamos com as pedras mamãe! — disse Hikari.

— Muito bem. — disse Kagome — Coloquem cada uma em uma ponta do pano para o vento não carregar.

— Aqui? — disse Akira fofamente e logo caindo de bumbum no chão ao colocar a pedra em cima do pano.

— Isso Akira-kun. — disse Kagome pegando o pequeno no colo e dando nele um beijinho na bochecha o fazendo rir e a abraçar docemente pelo pescoço.

— Vou por a minha aqui. — disse Hikari colocando a pedra e logo depois correndo para a mãe segurando na sua mão. — O que falta agora?

— Vamos ver se o papai já encontrou o chá. – disse Kagome. Ela olhava para os dois com uma expressão doce, calma e feliz. Amava aquelas duas criancinhas do fundo do coração e faria qualquer coisa por eles. A alegrava ver como os dois estavam grandes, fortes, felizes e espertos. Só de notar isso, o sorriso de Kagome abria.

Então Kagome foi andando de volta para o templo segurando a mãozinha de Hikari e carregando Akira no colo. Quando mal havia entrado, ela encontra Inuyasha carregando uns pacotes cheios de chá.

— Esses tavam bem escondidos — disse ele — Tavam lá em cima. Vai dar tempo de fazer antes dos outros chegarem?

— Deixa eu ver! Deixa eu ver! — disse Hikari pulando querendo ver o pacote de chá fazendo Inuyasha botar ele no chão.

— Quelo vê também! — disse Akira e Kagome o deixou no chão.

— Rapidinho fica pronto. — disse Kagome — Acha que o Kouga vai vir?

— Não sei pra que você chamou aquele lobo sarnento. — disse Inuyasha ciumento como sempre cruzando os braços.

— Deixe de criancice Inuyasha... — repreendeu Kagome — Sabe muito bem que ele está com a Ayame e já tem até filhos!

— O Tasuku-kun vai vir? – perguntou Hikari fofamente se referindo a um dos filhos de Kouga.

— Vai sim Hikari-chan – disse Kagome.

— Por isso que eu não queria que chamassem ele. – disse Inuyasha rabugento. Ele tinha virado, de certa forma, um pai meio super protetor. Especialmente com sua garotinha. Ele chega tremia de pavor ao imaginar ela chegando numa idade mais avançada e arrumando um namorado. Já sentia que tinha que se preparar para ameaçar arrancar um pescoço ou outro.

— Deixa de drama Inuyasha. – repreende Kagome

— Tá tá. Vou levando as comidas que já tão prontas lá pra fora enquanto você faz o chá. — disse ele entrando na casa para pegar a comida.

— Certo... Quem vai querer ajudar o papai?

Akira levantou a mão todo fofinho e foi correndo atrás de Inuyasha.

— PAPAAAAAAI!! ESPELA! — gritou ele dando passinhos pequenos enquanto corria com suas perninhas. Inuyasha parou olhando para o garoto que corria todo sorridente e o pegou no colo levantando-o de uma vez quase o jogando no ar fazendo o garoto rir.

Kagome e Hikari foram fazendo o chá e Akira e Inuyasha foram levando as comidas para cima do pano mas logo receberam ajuda de Kagome e Hikari quando o chá ficou pronto. Alguns minutos depois, chegaram Miroku, Sango, as gêmeas, o menininho e o novo filho... Ou melhor... Filha. Era uma linda garotinha chamada Nadeshiko que tinha os cabelos presos numa Maria-chiquinha alta e que não tirava o dedo da boca para praticamente nada. Além disso, ela também não gostava de sair do colo de Miroku.

Sango e Miroku trouxeram temaki, uramaki, sashimi e odangos para o grande piquenique e assim que as crianças dos dois viram as crianças de Inuyasha e Kagome, os 6 saíram correndo para brincar. Primeiramente, Nadeshiko começou a fazer birra para sair do colo do pai e então foi brincar com Akira.

— Ela não gosta de sair do meu colo — disse Miroku para Inuyasha olhando para Nadeshiko e para Akira — mas quando vê o Akira fica doida para ir brincar com ele.

— Já pensou se eles crescerem... — disse Inuyasha com um sorriso divertido e desafiador para Miroku — e namorarem.

— Ah não! Minha filhinha só vai namorar quando tiver 40 anos! — disse Miroku fazendo Inuyasha dar uma pequena risada.

— Kéh! — disse ele — Só vou deixar a Hikari namorar quando tiver com 60!

— Deixem disso vocês dois! — disse Sango.

Alguns poucos minutos depois, Kohaku chegou montado em Kirara junto com Toutousai e Myouga. Eles haviam trago várias frutas. Assim que viram Kohaku e Kirara, os filhos de Sango e Miroku correram para cima dele o derrubando no chão rindo e depois todas as crianças correram para cima de Kirara para brincar com ela.

— Vocês vão matar seu tio desse jeito! – disse Sango para os filhos.

— Deixe eles – disse Kagome rindo – Estão se divertindo.

Kohaku não parecia ligar de ser esmagado por crianças. Muito pelo contrário, o rapaz parecia tão feliz quanto elas. Ria e brincava com seus queridos sobrinhos. Logo Kohaku conseguiu se livrar do amontoado de crianças e foi falar com a irmã.

— Konnichiwa aneue. – disse ele

— Konnichiwa Kohaku... – disse Sango — Que bom que deu para você vir.

— É bom dar um tempo depois de ficar caçando youkai por toda parte.

— Ah! Kohaku... Tenho uma surpresa para você – disse Sango.

— Por favor não me diz que tá grávida de novo!! – disse Kohaku fazendo Kagome que estava perto rir.

— N-Não!! Não estou!! – disse Sango – Só ia dizer que fiz o seu prato favorito.

— Uramaki!?! – disse o garoto com os olhos brilhando.

— Sim... – disse Sango.

— Sabe Sango-chan... – disse Kagome – Acho que vou trazer um pacote enorme de camisinha lá da minha época... Um bando de caixa logo! Aposto que as que eu trouxe da outra vez já acabaram.

Sango se conteve em corar, cruzar os braços e se virar se afastando de Kagome que ria da reação da amiga perguntando-se se aquela reação dela era prova de que Sango estava usando os “presentes”.

Enquanto as risadas das crianças ecoava por ali por causa da brincadeira com Kirara, nem mesmo 5 minutos depois de Kohaku ter chego, chegou Shippou. Ele havia mudado bastante nesse tempo. Já tinha o tamanho de um adolescente qualquer da idade dele. Ele havia trago uns odangos que havia comprado no caminho e assim que chegou foi correndo para Kagome a abraçando.

— Kagome-chaaaan!! — disse ele.

— Konnichiwa Shippou-chan. — respondeu ela.

— Já disse pra não me chamar de Shippou-kun agora! — respondeu ele meio manhoso.

— Não adianta Shippou — provocou Inuyasha com um sorriso desafiador no rosto — um pirralho sempre será um pirralho.

— Aposto que agora eu te derroto tá?! — disse Shippou.

— Kéh! Duvido muito! — disse Inuyasha — Fala isso toda vez que vem aqui e sempre perde.

Enquanto o grupo conversava animado e Sango e Kohaku estiravam um outro pano no chão pois o primeiro parecia que não ia aguentar o tanto de convidados, eles viram no céu mais um convidado chegando que assim que pousou começou a ser puxado por uma linda garota de 16 anos com um kimono de sacerdotisa. Eram Sesshoumaru, Rin e Jaken. Ninguém realmente achava que eles iam de fato ir para o picnic que foi organizado, mas também não demonstraram muita surpresa além de fazer um ou outro comentário. Com certeza o fato de Sesshoumaru, Rin e Jaken terem ido se devia à alguma insistência de Rin.

— Corra Sesshoumaru-sama!! — dizia a garota alegremente — Não quero ser a última a chegar.

— Não sei como você me convenceu a vir — disse ele sério.

Os que já haviam chegado cumprimentaram eles... Especialmente a Rin já que Sesshoumaru não dava sinais de responder o cumprimento dos outros.

— Okari Rin-chan... — disse Kohaku olhando para a garota um pouco corado.

Os anos haviam feito muito bem a Rin. A garota adquirira curvas e a aparência antes tão infantil, já dava lugar ao corpo de uma mulher. Afinal, depois de tanto tempo, nem ela nem Kohaku eram mais crianças e eles com certeza tinham várias aventuras entre eles na bagagem para que alguns sentimentos novos começassem a tomar forma.

— Konnichiwa Kohaku-kun! — disse a garota sorrindo para ele.

— Não sabia que você ia vir — disse Kohaku.

— Eu tive que pedir muito pro Sesshoumaru-sama para ele deixar que viéssemos, mas ele só foi deixar ontem de noite. Por sorte consegui fazer uns onigiris para trazer. — disse a garota mostrando os onigiris.

— Vou experimentar... Devem estar deliciosos. — disse Kohaku abrindo um doce sorriso para a garota fazendo ela corar um pouco e desviar o olhar.

— E-Espero que goste.

Enquanto a cena fofa se desenrolava, Inuyasha e Sesshoumaru estavam nas típicas alfinetadas de sempre.

— Lembre que você só está aqui porque a Kagome chamou a Rin — disse Inuyasha.

— Não fazia mesmo questão de vir. — respondeu Sesshoumaru.

— Kéh! Sorte sua que ela trouxe comida se não eu ia te deixar morrendo de fome!!

Como sempre os dois irmãos ficaram brigando e enquanto discutiam, o convidado que faltava chega. Kouga chega junto com Ayame e mais duas crianças. Uma, um garoto de cabelos pretos, olhos azuis de aparência forte e com 7 anos chamado Tasuku. A outra criança, se escondia atrás do irmão, era um menino de 5 anos que tinha os cabelos da mãe chamado Yuu. Kouga e Ayame trouxeram umas comidas que os outros não sabiam bem o que era, mas parecia gostoso e era com carne.

Assim que Tasuku viu Hikari, ele foi correndo até ela com um enorme sorriso.

— Konnichiwa Hikari-chan! — disse ele.

— Konnichiwa Tasuku-kun — disse a garota abrindo um pequeno e doce sorriso tímido.

— Tó! Pra você! — disse o garoto estendendo para Hikari uma pequena florzinha rosa.

— A-Arigatou — disse Hikari pegando a florzinha levemente corada e então colocando no cabelo.

A cena fofa foi interrompida quando Inuyasha começou a separar os dois.

— Ei Ei! — disse Inuyasha — Quem deixou você sair dando flor pra minha filha eim!?!

— Deixe de drama cara de cachorro — disse Kouga se juntando — Só porque meu filho consegue ser romântico e você não... Não precisa sair descontando nele.

— EU SEI SER ROMÂNTICO TÁ?! NÃO SEI KAGOME? — disse Inuyasha olhando para a garota.

— É... É... Sabe... — disse Kagome suspirando mas não disse isso com muita convicção na voz.

O chá que Inuyasha havia pego, acabou em poucos minutos mas eles tinham bastante comida para compensar. Todos eles conversavam, brigavam e riam alegremente como se nenhum problema existisse. Apesar de alguns terem alguns probleminhas entre si, de certo modo todos ali se entendiam o suficiente para aproveitar um alegre piquenique sem tentarem se matar. As horas foram se passando enquanto as crianças corriam de um lado para o outro brincando e os mais velhos conversavam. Logo o sol começou a se por dando para eles uma bela vista do sol se ponto nas montanhas que cercavam o vilarejo.

Não poderia ter sido um dia mais alegre. Apesar de todas as lutas que tiveram que passar para que esse dia chegassem, naquele momento todos estavam felizes e tinham certeza de que mais momentos felizes estariam por vir e que aquele alegre grupo que havia se unido para derrotar Naraku já há cerca de 9 anos não deixaria de compartilhar momentos divertidos e até algumas brigas. Aquilo não era o final da história, era só a metade de uma e o início de várias outras.

~ 終わり ~

Notas finais
e..... fim o/ espero que tenham gostado da fic e agradesço muito a todos que chegaram até aqui. essa é de longe a fic que mais deu certo, a que eu mais tinha coisa pensada para escrever e a que eu mais gostei de escrever e tudo isso é graças a vocês. obrigada por lerem, obrigada pelos mais de 200 comentários e espero que eu ganhe alguma recomendação T^T essa é a 5ª fic que eu termino mas é de longe a maior de todas o/ estou muito orgulhosa com ela principalmente por ter colocado tudo que eu queria ter colocado sem deixar nada de lado > além de um comentário de vocês... eu queria muito saber o que acharam da fic. muito mesmo. e sobre esse capítulo especificamente também. também queria saber o que acharam dos "casaizinhos chibi" dessa fic... e também do fato de eu shipar a Rin com o Kohaku ^^" bem... é isso... arigatou gozaimasu a todos vocês... e até alguma fic por ai o/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!