Depois Da Tempestade
21 Perseguição
Notas iniciais
anjo-cullen (Jacque Nunes) muito obrigada pela recomendação estou super feliz mesmo ♥
Sem mais delongas... BORA LER CAMBADA ♥
POV BELLA
Sei que eu não deveria mas eu me senti mal por Leah. Apesar dos pesares eu gosto dela e sei que ela é apaixonada por Jacob e saber que foi seu amor que fez aquela atrocidade comigo no passado não deve estar sendo nada fácil para ela.
Eu não conseguiria falar nada. Edward advertiu sua irmã, mas nem assim fez com que Alice ficasse de boca fechada. E foi da boca de Alice que Leah soube de tudo, e como se quisesse uma confirmação, ela olhou para mim cheia de dor em seu olhar.
Não tive coragem de pronunciar nenhuma palavra então, apenas afirmei com um balançar de cabeça .
Leah começou com um choro compulsivo e eu também. Edward que estava ao meu lado foi para o lado de Leah enquanto Alice vinha para o meu. Edward a abraçou pedindo desculpas por nunca ter dito o que sabia de Jacob.
Eu não gostaria de estar na pele dela. Eu não saberia o que fazer se fosse ao contrário.
Leah chorou por alguns minutos e logo saiu. Fizemos menção de irmos atrás dela, mas a mesma levantou a mão esquerda nos impedindo e assim seguiu seu rumo em um taxi. Espero que ela fique bem.
Não gostaria que isso tivesse acontecido assim, sem nenhum preparo, mas acho que para esse tipo de coisa esse preparo não existe, e foi melhor assim. De uma forma dolorosa, mas agora eu vejo que foi melhor assim. Não sei como é sua vida com ele, mas se ele quiser fazer algo contra ela e ao filho ela já saberá o que fazer. Acho que será capaz de se defender e defender o filho das garras daquele cretino.
Edward me levou para sua casa, chegando lá, Esme me fez um chá de camomila para me acalmar. Eu estava muito nervosa. Leah saiu do hospital sem nos dirigir uma única palavra sequer.
Duas horas depois me celular toca.
- Edward atenda-o para mim? – pedi.
Eu estava cansada, fisicamente e mentalmente. Já estava debaixo do edredom grosso quando Edward veio até mim me estendendo o telefone e dizendo que era melhor eu atender. Peguei-o sem hesitar.
- Alo!
- Bella... Eu... Me desculpe.
Era Leah. Ela estava chorando.
- Leah onde você está?
- Estou a... A caminho de Londres. Me desculpe Bella!
- Oh amiga, não precisa se desculpar. Se tem alguém que deve pedir desculpas sou eu e não você.
- Bella eu... No momento em que Alice me disse e você confirmou eu... Devo confessar-lhe que eu não queria acreditar de forma alguma que tenha sido o JB que fez aquela atrocidade com você... Eu...
- Eu sei Leah... Eu imagino como você possa estar se sentindo, eu sinto muito por tudo isso. – lágrimas desciam em meu rosto – Assim que eu soube quem era o JB eu deveria ter lhe contado. Desculpe-me.
- Que isso Bella. Depois de dar voltas em um taxi pela cidade e de por minha mente em ordem, eu percebi que o que vocês me disseram, eram verdades de um Jacob que não conhecia. E eu entendo o seu medo. Sei que você não me contou nada por não querer mais vivenciar isso. Eu te entendo muito bem. Agora estou voltando para Londres com meu filho e a primeira coisa que farei assim que chegar em casa será o pedido de divórcio. Não o quero perto de mim nem do meu filho. Posso amá-lo, mas eu me amo muito mais. Eu nunca contei isso antes, nem mesmo minha família sabe disso, mas uma vez, antes de engravidar de Seth, JB tentou me agredir e ela só não conseguiu porque ele estava muito bêbado e não se aguentava em pé. Quando ele partiu pra cima de mim eu bati com toda minha força na cabeça dele com um abajur que estava perto de mim. Ele desmaiou na hora . quando acordou no dia seguinte ele perguntou o que havia acontecido na noite passada e porque o abajur estava quebrado eu disse que ele estava tão bêbado que quebrou e nem se lembrava. Estou partindo por mim e por meu filho .
Eu não poderia acreditar que aquele... Que ele tentou agredi-la também!
- Leah eu... Eu...
- Não precisa dizer nada. Eu desejo de todo o meu coração que você e Edward sejam muito felizes. E que os bebês nascem com muita saúde.
Desligamos. Eu estava em estado de choque.
- Bella o que foi Pequena?
Olhei para Edward sem saber o que dizer.
- Eddie ela... Ele tentou... Ela foi...
- Acalme-se amor. Fique calma.
Edward me deitou na cama me abraçando por trás, ficando de conchinha comigo. Apoiei minha cabeça em seu braço. Me sentia muito protegida nos braços de meu amor. Meu anjo. Assim com ele junto a mim me acalmei rápido.
- Está melhor? – dizia acariciando meu rosto.
- Sim obrigada.
- Você não tem nada que agradecer. Eu amo você minha Pequena.
- Por isso mesmo. Obrigada por me amar. Por trazer minha vida de volta. Por me fazer mãe de seus filhos.
- Pequena. Eu amo você e se tem alguém aqui que deve agradecer sou eu. Você fez minha vida ter sentido. Você é a luz da minha vida e eu que lhe agradeço por ser o pai de seus filhos. Nossos filhos. – disse e me beijou, um beijo calmo sem nenhuma má intenção.
Fomos interrompidos por duas pessoinhas.
- Até vocês agora vão me atrapalhar é meus filhos? – disse para minha barriga.
Edward fez um bico lindo e ficou beijando minha barriga enorme enquanto ele falava com os filhos.
- Deixem... O papai... Namorar... A mamãe... Um pouquinho...?
Eu ria de Edward tentando convence-los. E eles em protesto continuaram a me chutar.
- Hum... Edward, acho que dessa vez você perdeu. Eles não vão deixar o papai deles me dar “leitinho”. – fiz biquinho no final da frase. Sabia que isso o deixava doido.
- Ah sua malvada, você tem quem falar assim é? Que não vou poder te dar seu “leitinho”? Só te digo uma coisa Isabella. Isso foi golpe baixo, dizendo isso e fazendo esse biquinho.
Edward veio para cima de mim me beijando novamente fazendo assim os bebês se mexerem novamente. Rimos da interrupção dada mais uma vez por ele.
(***)
No café da manhã com toda a família reunida, contei sobre a ligação de Leah e o que havíamos conversado. Todos ficaram chocados pela noticia de que Jacob uma vez tentou agredi-la, mas depois deram lugar ao alivio e felicidade por ela ter conseguido larga-lo.
Eu realmente fico muito feliz por ela estar longe dele agora. Desejo toda felicidade do mundo e que ela encontre alguém que a ame e que a respeite como mãe e mulher e que possa dar amor e carinho a seu filho.
Na saída de casa, fomos em direção a garagem. Parei em frente ao volvo de Edward, não sei por que, mas não queria entrar nesse carro hoje. Algo me dizia para não irmos nele.
- O que foi Pequena? Porque você esta parada ao lado da porta e não entrou?
- Sabe o que é? Eu... Não sei explicar, mas... Não podemos ir em outro não? Podemos ir no meu.
- Não estou entendendo Bella. Você gosta mais do Volvo do que qualquer outro carro que tenhamos aqui!
- Edward, por favor, não me leve a mal, mas é que eu sinto que não devemos ir nele hoje. Pode até parecer estranho, mas é isso o que sinto.
Eu estava ficando angustiada.
- Pequena nada vai acontecer. Você confia em mim? – suas mãos estavam em torno d meu rosto.
- Sim. Eu confio. – e eu confiava mesmo.
Edward me beijou, o que fez com que fosse me acalmando. Mas ao dar a partida no carro indo em direção ao hospital meus batimentos se aceleraram só regulando quando paramos no estacionamento dos fundos do hospital. Ao sair do carro, senti uma forte vertigem e fui amparada imediatamente pelos braços de Edward.
- Você esta bem Pequena?
- Sim, sim. Já passou.
Foi uma tonteira passageira, mas um pouco forte. Nos, encaminhamos cada um para sua sala. Aquela angustia que sentia mais cedo havia desaparecido e agora que percebo que meus filhos não se agitaram com a voz do pai.
O dia transcorreu tranquilamente. Meus pequenos que estavam internados tiveram alta hoje depois do almoço, ficando apenas três crianças que estavam melhorando aos poucos e no ritmo que estavam logo, logo sairão daqui também.
- Toc, toc posso entrar. – disse uma cabeça linda aparecendo entre a porta.
- Ah oi amor.
- Podemos ir para casa ou você ainda tem algo a fazer?
- Não. Podemos ir. Hoje foi tudo tranquilo por aqui e com você? Como foi?
Edward me ajudou a levantar-me, peguei minha bolsa e saímos.
Chegando na recepção, chega uma ambulância. Era uma criança aparentemente de 3 anos.
- Edward...
- Eu espero pode ir. – sorri em agradecimento e fui atrás da criança acidentada que acabara de chegar aqui. Quando cheguei na emergência ela já estava entubada e recebendo os devidos cuidados dos Residentes do hospital.
Fiquei observando enquanto um Residente fazia todos os procedimentos com a criança. Não interferi em nenhum momento. Estava avaliando-o.
Mas em um momento percebi algo na criança que o Residente não havia visto ou fingiu que não viu. A criança estava com um roxo muito escuro na região do abdômen e estava inchando a olhos nus. Era muito visível.
- Essa criança precisa ser levada a sala de cirurgia imediatamente. – disse ao Residente.
- Não Dra. Swan. Ela não precisa. – rebate-me.
Como é que é? Como esse Residente diz que não precisava? Essa criança pode estar com algum órgão comprometido ou até mesmo com o pulmão perfurado, e ele vem me dizer que ela não precisa ser levada a sala de cirurgia? Ah mais isso não fica assim.
- Claro que ela precisa sim. Será que você não esta vendo esse inchaço visível em seu abdômen? Ela pode estar com o pulmão perfurado ou até mesmo com uma hemorragia.
- Dra. Swan eu não quero discutir com a senhora, ainda mais estando neste estado tão delicado.
Hã? O que ele quis dizer com isso?
- Saia da minha frente se fedelho. Vai revisar seu material de estudos de medicina vai!
Sai dali e dei de cara com dois enfermeiros. Pedi para que ajudassem a encaminhar a criança para a sala de cirurgia. Fui atrás de Edward que estava junto de seu pai.
- Edward vai indo pra casa, preciso operar aquela criança e tem que ser agora.
Ele insistiu em ficar e me esperar mais seu pai o convenceu a ir para casa dizendo que faria a cirurgia junto comigo e me levaria para casa deles.
Já na sala de cirurgia, descobrimos o motivo do inchaço, uma de suas costelas havia sido, fraturada quase perfurando seu pulmão. Carlisle como prometido ficou comigo na sala me ajudando. Mal chegamos ha recepção, meu peito se apertou. Não sabia dizer o que estava acontecendo, mas comecei a ficar sem ar e a imagem do rosto de Edward veio a minha mente.
- Edward...
POV DOG (JACOB)
Depois que Leah foi embora daquele jeito, minha fúria e minha sede de vingança só fizeram aumentar.
Maldito dia em que Isabella não morreu naquele hospital em Dartmonth na época da faculdade. Ela deveria ter morrido junto com aquela cria que ela carregava. Se isso tivesse acontecido nada disso estaria acontecendo comigo. E eu não estaria e ferrando e correndo o risco de perder tudo o que havia conquistado. A família de Leah é muito poderosa em Londres e sempre conseguem o que querem.
Depois de beber duas garrafas de cachaça e uma de Vodka pura, peguei as chaves do meu carro e fui dar uma voltinha. Estava bêbado, mas conseguia dirigir como ninguém nesse estado.
Parei em frente ha casa do Masen. Sorri ao avistar algo que me daria muito prazer em fazer. Uma coisa que sei fazer muito bem.
Depois do servicinho grátis feito, voltei para minha casa e pra minha cama.
Amanhã, ou melhor, hoje será um grande dia. A minha vingança.
(***)
Acordei às duas da tarde com muita dor de cabeça. Não me lembrava de muita coisa do que havia acontecido ontem. A última coisa que me lembro com perfeição, é de Leah indo embora com nosso filho.
Levantei-me da cama meio que a contra gosto. Precisava tomar uma ducha, pois eu sabia que tinha algo a se fazer hoje, só não estava me lembrando bem do que seria.
Depois de tomar um banho relaxante e enrolado na toalha sentei-me na beirada de minha cama tentando me lembrar de algo. Alguns fleches, vieram na minha mente durante o banho.
Minha cabeça estava doendo muito. Tomei dois comprimidos com um copo de Vodka. Não dizem as más línguas que para curar uma dor de cabeça por uma ressaca é tomando outra? Pois então, estou seguindo este sábio conselho.
Não demorou muito e eu me lembrei do que fiz nessa madrugada.
Já estava em frente ao hospital onde Bella e Masen trabalham e como sei que ele sempre traz ela, eu deu uma melhorada nos freios de seu Volvo. Agora era só esperar pela saída deles para o show começar.
Esperei. Esperei. E esperei. Até que avistei o Volvo de Masen saindo. Liguei o meu carro e fui atrás dele. Seguindo-o bem de perto.
Sorria sozinho dentro de meu carro. Eu poderia perder tudo, mas nada me fará melhor do que ter minha vingança contra esses dois.
Acho que já perceberam que estão sendo seguidos e provavelmente sabem por quem e se eles ainda estiverem em duvidas de quem seja, vou esclarece-las agora.
Peguei meu telefone e liguei para Masen deixando-o no viva voz.
POV EDWARD
Depois de meu pai prometer-me várias vezes de que estaria com minha Pequena e que a levaria para casa em segurança, fui ha contra gosto para casa.
Sai do estacionamento indo em direção a saída pegando a estrada que estava um pouco movimentada.
Depois de alguns minutos dirigindo tranquilamente, percebo que estou sendo seguido.
- Eu conheço aquele carro! – disse para mim mesmo – Droga.
Fiz uma curva pra a direita acelerando um pouco o Volvo me distanciando dele, mas logo em seguida ele estava colado a mim novamente. Meus pensamentos foram para em Bella. Bendita hora em que Bella resolveu me mandar pra casa.
Será que JB sabe que ela não esta comigo?
Eu estava com um olho na estrada e outro no retrovisor quando meu telefone toca. Era ele. Atendi colocando-o no viva voz pois estava dirigindo.
- O que você quer? – perguntei com a voz fria.
- Olá pra você também Masen. Oi Bella?
Franzi o cenho. Ele pensa que minha Pequena esta aqui comigo.
- O que você quer JB? – perguntei.
- Nossa Bella, você nunca foi mal educada. Seus pais não te deram educação não?
- Ela não é obrigada a te responder.
Era melhor deixa-lo pensar que ela esta aqui no carro comigo, se ele souber que não, talvez ele possa voltar até o hospital e tentar fazer algo com ela. Não. É melhor assim. Não permitirei que isso aconteça. Não permitirei que ele ponha suas patas em cima de minha mulher.
- Tudo bem então. Como vai a gravidez Bella? Ah é, você não quer falar comigo. Então Masen, como vai a gravidez de Bella, soube que são gêmeos?
- Isso não é da sua conta! – respondi rude.
Acelerei mais um pouco. Não o quero por perto. Não o quero perto de minha família. Ele mais uma vez encostou em meu carro.
- Sabe Edward, foi tão fácil manipular Tânia. Ela com aquela apaixonite que tinha por você foi tão fácil faze-la pensar que vc estava apenas usando Isabella para afogar as magoas. Pena que ela não fez o que deveria ter feito. Era para ela ter separado vocês, mas não aquela mulher foi tão estúpida que foi ao seu local de trabalho arrumar intriga. Bem que dizem se você quer um serviço bem feito, faça-o você mesmo. Ah, foi ela quem me contou sobre a gravidez de gêmeos de Bella antes de ser levada para um clinica de doidos.
Desgraçado. Tudo o que aconteceu aquele dia foi tudo culpa deste miserável. Foi por pouco que Bella não perde nossos filhos.
- Não adiante fugir Masen. Hoje terei minha vingança. Pena que você resolveu ficar do lado errado.
- Do que você esta falando Jacob?
- Do obvio. Você escolheu ficar ao lado dela ao invés de ficar do meu lado, do lado do seu amigo. Mas não, você tinha que ficar com ela. – ele só pode estar ficando louco também.
- Você acha mesmo que eu ficaria do seu lado depois de saber o que você fez com ela? E com seu filho Jacob? Você realmente não me conhece JB.
- Você deveria ter me apoiado Masen! Você deveria ter me compreendido. – ele começava a se alterar pelo telefone – A culpa é toda sua dessa vadia que esta do seu lado. A culpa é toda sua Isabella. Toda sua. – não irei permitir que ele a culpe ou a chame assim.
- Ela não tem culpa de nada Jacob – me alterei também – Você é o único culpado de tudo o que aconteceu há ela e o que esta acontecendo com você agora.
Como ele pôde achar que Bella é culpada pelos erros que ele mesmo cometera?
Jacob acelerou seu carro chocando-se na traseira do meu. Tentei frear, mas não estava conseguindo. Droga o que estava acontecendo? Jacob deu mais uma batida no Volvo.
- Não adianta fugir eu já disse. Vocês dois irão morrer.
Droga de freios que não... Oh merda!
- Jacob? O que você fez? – ele mexeu em meu carro.
- Isabella mais uma vez você não verá seu filho nascer. Oh me desculpe. Agora são duas criaturas dos infernos que você esta carregando.
Até onde a ambição pode levar uma pessoa? Jacob estava transtornado. A única coisa que me deixa aliviado é de que minha pequena não esta aqui.
- Masen? Sinto muito por você. Mas olha que coisa boa. Você vai morrer junto de sua “família”. Viu como sou bonzinho?!
Jacob bateu mais duas vezes em meu carro o que me fez acelerar mais um pouco. Estávamos em alta velocidade m uma estrada reta e longa.
- Mas ha frente Masen temos uma curva fechada e logo abaixo temos uma mata bem fechada, cheia de árvores. Então, na hora de fazermos a curva somente um carro ira conseguir parar. O outro vai capotar ladeira abaixo e bater contra as árvores. E adivinha qual carro irá bater ? – dizia ele sorrindo, podia sentir em sua voz. Um calafrio passou por meu corpo ao ouvi-lo dizer isso, o meu único alivio era de saber que minha Pequena não estava aqui comigo, que estava em segurança junto de meu pai.
- Seu desgraçado.
Fizemos a curva e eu perdi totalmente o controle do carro. Não tinha freio, ele havia cortado os cabos. Meu carro capotou algumas vezes antes de bater em uma árvore. Meu último pensamento foi em minha Pequena antes de cair na escuridão profunda.
- Pequena.
Notas finais
Por favor estou aceitando ameaças de morte ok, podem me ameaçar pelo review que eu aceito!!!!!
Próximo cap já está pronto é só digitar então vai depender de vcs para que o próximo saia logo.... bj bj ♥
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