Notas iniciais
oi pessoa lindas, maravilhosas, gostosas, PERVAS... kkkkk.
agora é sério. Oi como vcs estão? espero que melhor do que eu.
a demora tem explicação. estou escrevendo outra fic mas, não será postada agora, só mais a frente quando estiver com um buscado de caps prontos blz??????
OBRIGADA aos reviews que a fic recebeu. Autora feliz aqui o/
sem mais demoras.... BORA LER CAMBADA!!!!!!!!
LEMBRETE:: se forem me tacar alguma coisa, taquem sapatos ok, n° 37/38. é eu ainda estou sem. nada de pedra via wi-fi hein.

POV BELLA

Feliz?!? Eu não sei se era esse sentimento que estava sentindo. Pode ser que seja felicidade sim. Mas eu estou com muito medo. A insegurança não quer me deixar.

Há uma semana me descobri grávida. Todos da família estavam felizes e eufóricos principalmente.

Edward estava nas nuvens, mas, se via nele um certo medo de não conseguirmos levar essa gravidez adiante. Já sonhei por várias vezes que perdia meus bebês, e sempre, acordava chorando.

Decidi que Edward será meu ginecologista, e queria muito que ele mesmo fizesse o parto. Só não sabia se ele iria conseguir, pois na primeira ultra ele pediu ajuda ao pai. Mas eu confiava nele, e teria bastante tempo, para que ele processasse essa ideia. Aliás, ele também concordou em fazer o parto, pois dizia que homem nenhum, a não ser ele, faria isso. Eu ri de sua cara de possessivo que ele fez.

Edward estava todo zeloso comigo. Não tinha um minuto sequer quando estava juntos, que ele não acarinhava minha barriga. Hoje eu teria uma consulta com ele. Isso era até engraçado. Eu, sua namorada, seria consultada por ele! Se bem que... Eu estava achando ótimo tudo isso. Eu não poderia estar em mãos melhores que nas do pai dos meus filhos e melhor ginecologista-obstetra do país! Meu horário estava reservado para o último paciente

Estava chegando em meu consultório junto de Edward que se despediu de mim com um beijo em meus lábios e dois em minha barriga. Até agora ninguém aqui sabe sobre minha gravidez. Apesar de ter sido aqui que descobrimos, Carlisle pediu sigilo total. Até a corrimão ficou de bico calado. Acho que foi ameaçada de ser demitida se alguém soubesse. Mas assim que adentrei a minha sala, minha secretária e amiga Kate, veio me perguntando o que estava acontecendo.

- Eu posso saber o que foi esses beijos. E por que foram dois em sua barriga? – dizia ela com as mãos na cintura.

Ela parecia uma versão loira de Alice.

Falando em loira. A Lora sumiu por dois dias inteiros, só ficamos sabendo dela na terça à tarde. E quando ficou sabendo das boas novas, ela quase surtou e ainda brigou conosco por não ter dito nada antes. Como se fosse possível. Ela some por dois dias inteiros e ainda por cima deixa o celular desligado. E vem brigar conosco por não termos avisado-a. Só ela mesma.

Voltei minha atenção para Kate, que ainda esperava uma resposta minha. Quando eu disse que ela era uma versão loira de Alice, eu estava falando sério.

- O que foi Kate. Não está acontecendo nada. Porque deveria está acontecendo algo?

- Você é quem deveria me responder Dr. Swan. Porque estar nervosa?

- Quem? Eu? Eu não estou nervosa coisa nenhuma.

- Está sim!

- Não estou não!

- Sim!

- Não!

- Não!

- Sim!

- Eu sabia que você estava nervosa. Agora vamos para sua sala pra você abrir logo o bico.

Eu não acredito que cai nessa brincadeirinha infantil de “sim/não”.

- Pronto. Agora pode abrir a boca chefa. – sutil ela né?

Era melhor falar logo pra ela. Apesar dela ser uma maluquinha, eu confiava em Kate, e sabia que ficaria de boquinha fechada.

- Eu estou grávida.

Kate ficou olhando pra mim em silêncio... silêncio... silêncio...

É. Esse silêncio dela está me deixando desconfortável.

- Kate! – chamei uma – Kate! – chamei duas – KATE! – chamei a terceira vez.

Ela piscava os olhos freneticamente, até que...

- AAAH EU NÃO ACREDITO! – ela não sabia se falava, gritava chamando todos os santos, quicava na cadeira ou se levantava. Me levantei e fui ajudar Kate.

- Kate olhe pra mim. Fique calma.

Kate estava bastante esbaforida. E eu estava entre a cruz e a espada. Dar-lhe um tapa na cara ou jogar-lhe um copo com água em seu rosto.

É, acho que ela leu meus pensamento. Começou a respirar fundo diversas vezes, tentando controlar sua euforia. Estava com medo de dizer que estou grávida de gêmeos. Se só em saber que estou grávida ela ficou assim, imagine saber que são gêmeo! Não. Definitivamente está fora de cogitação soltar essa informação para ela. Pelo menos por enquanto.

- Kate você está bem?

- Bella. Você. Está. Grávida. – dizia ela sussurrando. Parecia que estava com medo de pronunciar as palavras. Como se ela estivesse sonhando e que se falasse em voz alta, ela acordaria.

- Sim Kate. Eu estou grávida. Mas isso tem que continuar em segredo.

- Sim. Pode deixar que da minha boca não sairá nada. Nadinha de nada.

- Obrigada Kate. – abracei-a – sabia que podia confiar em você.

- Só me explique uma coisa. Por que segredo?

- Pra falar a verdade Kate, nem eu sei. Carlisle pediu segredo por enquanto.

- Certo. Mas e você como está?

- Eu estou bem, na medida do possível.

- Imagino a felicidade que você e Edward estão sentindo.

- Sim. Nós estamos muito felizes. Mas também estamos preocupados. Quer dizer, eu estou preocupada. Bem, você sabe o porquê.

- sim, eu sei. E vem cá? Quem vai ser seu médico?

- Adivinha?

Kate arregalou os olhos para em seguida começar a rir.

- Eu não conhecia esse lado ciumento dele não.

- Nem eu, mas quer saber! Eu confio nele, acho que meus bebês não estariam em melhores mãos do que... – acho que falei de mais.

- PARA... Tudo. Volte a fita e repete o que você disse. – e agora?

- Eu disse que confio nele.

- Não é disso que estou falando. Repete a parte onde você diz: meus bebês.

- Er... hã... Eu disse meus bebês? Eu quis dizer meu bebê.

- Chefa? Dê uma olhadinha em minha testa e vê se está escrito “tapada”. Anda. Desembucha hombre.

- Ok! Não adianta mais esconder de você mesmo. Eu só não disse antes que são gêmeos com medo de que você tivesse outro ataque.

- Oh. Meu. Deus! – pronto. Outro ataque à vista. Mas antes que ela começasse a gritar, tapei sua boca com a mão.

- Calada Kate! Se você ousar a dar outro ataque, eu te demito. – acho que ela não vai surtar novamente. Kate fez sinal que sim com a cabeça. Tirei minha mão de sua boca aos poucos.

- Ok. Então recapitulando. Você. Bella. Está grávida? – afirmei com um aceno – E de gêmeos?

- Sim Kate.

- E até agora aqui no hospital somente Edward, Dr. Cullen , sabem, e agora eu também?

- Sim Kate. Mas pelo amor de Deus. Não dê bandeira de que você sabe.

- Pode deixar chefa. Como já disse antes, nada sairá da minha boquinha.

- Ótimo. Agora vamos ao trabalho e cancele a última consulta pra mim por favor. É nesse horário que serei atendida por Edward.

Kate fez o que pedi. Eu estava nas nuvens. Eu só peço que meus filhos estejam com saúde.

Trabalhei a parte da manhã tranquila, sem nenhum desconforto. Na hora do almoço, Edward apareceu na minha sala me trazendo um sanduiche natural e um suco de laranja e uma fruta.

- Edward? E se eu sentir mais fome que isso que você me trouxe, o que vai fazer? – disse pra ele. Eu não estava com muita fome, mas quis fazer um teste com ele.

- Bom pequena. Se você ainda sentir fome, você come mais uma fruta e só. Você não pode ficar se empanturrando de comida, ainda esta vomitando quase tudo o que você põe na boca.

- Ok. Você passou no teste. Eu só quis brincar um pouquinho com você. – me levantei e sentei-me em seu colo – Não estou com muita fome mesmo. Só vou comer isso aqui, porque foi você quem me trouxe e precisamos alimentar nossos pequenos.

Edward sorriu pra mim acariciando meu ventre. Ficamos ali namorando um pouquinho e fazendo planos, até que nosso horário de “lazer” acabou.

- Pequena já esta na hora de voltarmos com as nossas responsabilidades.

- É. Já está na hora mesmo. Nos veremos depois então?

- Com certeza.já avisei a Irina para reservar o último horário pra você.

- E ela não fez nenhuma pergunta?

- Ela somente me perguntou se você estava bem. Por que?

- Nada. Quer dizer, com o nosso pequeno descuido mais cedo, não vimos que Kate já estava aqui, e viu você beijando minha barriga, então...

- E você contou a ela.

- Eu não tive escapatória. Já te falei que ela é a Alice na versão loira? Pois é meu querido. Ela É a Alice na versão loira.

Edward começou a rir. Nos despedimos com vários selinhos. E então ele foi para sua sala enquanto eu arrumava a minha que estava um pouquinho desarrumada.

Não estava me sentindo muito bem. Estava enjoada mais uma vez nessa tarde. Quando a primeira consulta da tarde acabou, corri para o banheiro do consultório mesmo.

- Quando será que esses enjôos, essa vomitação do caramba vão acabar? Não esta adiantando muita coisa tomar remédio pra isso não. – perguntava pra mim mesma. Já não aguentava mais toda vez que vomitava eu me sentia fraca e com fome novamente.

O restante das consultas, foram normais. Já estava perto da hora de ir a sala de Edward. Resolvi ir mais cedo um pouquinho, já que agora estava livre. Estava caminhando distraidamente quando, trombei em uma pessoa.

- Oh! Perdão moça. – disse me desculpando.

- Não se preocupe. Você é Isabella não é?

- Sim, sou eu. E você quem é?

- Você já vai saber quem sou eu. É, realmente você é muito bonita. Mas não mais que eu querida.

- Me desculpe, mas, não estou entendendo. De onde você me conhece?

Não estava gostando nem um pouco desta história. Um frio percorreu minha espinha. Quem era essa mulher e de onde me conhecia?

- O que estou dizendo é que, eu vou ter o meu Edward de volta. – o quê? – E acho melhor você ir se acostumando a ficar sem ele. – que porra é essa? – Sabe. Nosso reencontro no Canadá foi bastante, tenso, intenso, diria até que explosivo.

http://www.youtube.com/watch?v=W-w3WfgpcGg

O quê? Como assim? ... Oh Deus! Não! Ele ... Não podia ter feito isso comigo.

- Oh querida, não fique assim. Acho que você o ama, não é mesmo? Sinto muito, mas, ele não sente o mesmo por você.

Eu não queria ouvir mais nada. Sai dali sem olhar pra trás. Isso não podia estar acontecendo comigo. DROGA! Porquê?

Quando estava dentro do taxi, permiti que as lágrimas que estava segurando, descessem livremente. Chorei o caminho todo até minha casa. Quando cheguei, meu celular começou a tocar, olhei o visor e era Rose. Não atendi, então, ela me mandou uma mensagem de texto me perguntando se estava tudo bem comigo. Apenas respondi que sim e que não poderia falar no momento.

Já em meu quarto, me joguei na cama. Só tirei meu sapato e deitei-me. Chorei e chorei muito.

Como que Edward teve coragem de fazer isso comigo? Com certeza esse foi o motivo do seu atraso. Ele estava com ela. Somente isso explicaria seu atraso e o motivo dele não querer me contar. Todas as vezes em que eu tocava no assunto de porque ele se atrasou, qual o motivo, ele simplesmente me dizia que outra hora me contaria. Claro que ele me contaria outra hora. Com a descoberta da minha gravidez, ele não se arriscaria a contar nada agora.

De onde ela me conhece? Essa pergunta já tinha resposta. Edward, era a resposta. Agora, que, é essa mulher e o que ela significa para ele, eu não sei.

Desliguei meu telefone. Não queria ser incomodada por ninguém. Ninguém.

POV EDWARD

Estava em minha última consulta do dia. Última não. Penúltima. A última estava reservada para a minha grávida. Minha pequena.

- Obrigada Dr. Masen. – disse minha paciente saindo de minha sala.

Agora é a vez da minha pequena. Fui até Irina, na sala de espera dos pacientes, para avisá-la que assim que Bella chegasse, era para ir direto para minha sala. Mas ao sair, tenho uma surpresa nada agradável. Tânia estava aqui. Como essa mulher me encontrou. O que ela quer aqui?

Irina estava com os olhos fixos em Tânia. Tenho certeza que se fosse em outro lugar, Irina já teria avançado em cima dela, só olhar dela diz isso. O clima estava pesado.

- Eu já te falei Tânia. Vá. Embora. – disse Irina entre os dentes.

- Eu já disse que só saio daqui depois que falar com Edward.

- Eu não tenho nada pra falar com você.

As duas se viraram surpresas em minha direção. Nenhuma delas havia percebido minha presença.

- Ed! Amor, que saudades de você! – Tânia falava alegre e vinha pra cima de mim. Segurei seus pulsos afastando-a.

- Eu já disse pra você não encostar mais em mim! Agora por favor, vá embora.

Afastei-me de Tânia indo até Irina, que só estava esperando um sinal meu, para por Tânia pra fora daqui pelos cabelos.

- Amor. Porque você me trata assim? Depois de tudo o que houve conosco no Canadá, é assim que você me trata?

Eu não acredito que essa louca está fazendo isso! Irina mirava sua ira pra mim agora. Era só o que me faltava. Irina acreditar nessa desmiolada da Tânia.

- O quê? Não me olhe assim não! Foi essa louca que apareceu onde eu estava, do nada. E a única coisa que eu quero dela é distancia.

- Nossa amor. É isso que você quer de mim? É distancia. Depois de tudo o que fizemos no seu quarto de hotel, onde estava hospedado? – ah, mas se essa maluca não parar com isso agora, eu mesmo vou tirá-la daqui pelos cabelos.

- Não me chame de amor Tânia. E pare de mentir. Você sabe muito bem o que aconteceu naquele hotel. E não foi nada disso do que você esta falando. Foi você que subornou um empregado do hotel, para entrar no meu quarto e ficar nua na cama, enquanto eu estava fora. Você destruiu o quarto por eu ter te rejeitado e ainda por cima tive que te acompanhar até o hospital local, por ser o único que te conhecia ali. E isso só aconteceu porque você cortou os pulsos.

Não estava aguentando mais essas barbaridades que Tânia estava dizendo. Minha respiração estava irregular, estava nervoso e com muita raiva. Irina, estava surpresa e decepcionada também com a prima. Já Tânia estava vermelha de ódio. Poderia apostar nisso.

- Isso é mentira. Irina, não acredite nele. Ele esta mentindo.

- Tem certeza de que estou mentindo Tânia?

- Sim, você está!

- Tudo bem. – fui em sua direção, e se pudesse, seus olhos estariam no chão agora. Peguei um de seus braços levantando o punho e puxando a manga de sua blusa, mostrando o curativo que ainda estava ali. No pulso – E isso aqui é o que. Hein, Tânia? – minha voz estava alterada – É uma tatuagem que você fez? Hein? Responda-me! Diz que é mentira minha! VAI!

- oi gente! O que está aconte... Tânia?! – Kate acaba de chegar. Olhei pra ela e Bella não estava com ela.

Soltei Tânia e me afastei novamente. Kate nos olhava esperando uma resposta, e foi Irina quem deu.

- Essa louca da Tânia que apareceu aqui do nada, se achando no direito de fazer o que quer. E ainda por cima, acha que Edward é dela.

E para minha surpresa, as duas começaram a gargalhar. Tânia estava morrendo de raiva, estava estampado em seu rosto, estava vendo a hora dela começar a fazer aqui tudo o que fez naquele hotel. Mas antes disse.

- Kate? Onde está Isabella? – e do nada ela parou de rir e me olhou sério.

- Ela veio direto pra cá. Ela não está aqui?

Não. Isso só pode ser um pesadelo. Já estava nervoso com a presença de Tânia e agora mais essa. Passava a mão nervosamente em meus cabelos. Onde será que Bella está?

- Edward! – chamou-me Irina com o telefone em mãos – O telefone dela esta dando caixa postal.

- O quê!

Eu não estava entendendo nada mais. Por que Bella não tinha vindo pra cá? O que será que aconteceu? E agora mais essa de que seu telefone esta na caixa postal. Não sei não. Isso esta estranho. Ela não sumiria assim, sem mais nem menos. E sem falar nada. Principalmente agora, estando grávida.

Meus pensamentos tomaram outro rumo, quando olhei para Tânia que tentava disfarçar seu sorriso. Quando ela percebeu que eu estava olhando-a, ela virou o rosto. Era isso. ESSA LOUCA FALOU ALGO PARA BELLA. MAS COMO, SE ELA NÃO A CONHECE. Gritei em pensamentos e quando ia verbalizar isso, meu telefone toca. Era Rose.

- Rose!

- Edward! Aconteceu algo com Bella? Porque eu ligo e só esta dando caixa postal. Eu só recebi uma mensagem dela me dizendo que estava bem e que não podia falar no momento. Eu estou preocupada. Ela está aí com você? – ela disse num fôlego só.

- Calma Rose. Não, ela não está comigo. Mas estou indo agora mesmo atrás dela. Tenho certeza de que esta em casa. – disse olhando bem para Tânia.

- Obrigada Edward. Eu não posso sair daqui agora, se não, eu mesma tinha ido atrás dela. Edward... – Rose hesitou por um momento – Eu sinto que ela não está bem.

Não sei como, mas, assim que Kate entrou aqui, e perguntou por minha pequena, que sinto que algo estar errado. Sinto que Bella precisa de mim.

Desliguei sem me despedir de Rose e parti pra cima de Tânia. Sei que é errado isso, mas não estou para o certo ou o errado agora. Segurei-a firme pelos ombros, perguntando.

- O que você falou pra ela?

- Solte-me Edward.

- Anda. Me fale o que disse para ela? – quanto mais ela tentava se soltar, mas eu a apertava. Estava tentando ao máximo me controlar.

- Eu não sei do que você está falando.

- Sim você sabe muito bem do que estou falando Tânia! Anda fala logo!

Tânia estremeceu em minhas mãos.

- Eu não... Eu não disse nada a ela. – estava mentindo.

- Tânia. Eu te conheço, não teste minha paciência . ANDA. FALA LOGO O QUE VOCÊ DISSE A ELA. – as meninas vendo que eu estava no limite com Tânia, e me puxaram pra trás. Não fiz força nenhuma para impedi-las, ou seria capaz de fazer uma loucura. – ANDA SUA DESGRAÇADA. FALA QUAL FOI A MENTIRA QUE VOCÊ DISSE A ELA? FALA? — eu gritava a plenos pulmões.

Tânia estava assustada com o meu surto. E era para estar mesmo. O que essa mulher disse para minha pequena.

- Eu... Eu... Bom. Eu só disse que... que. Ah, quer saber? Eu só falei a verdade pra ela. Disse que nos amamos. E que nos encontramos no Canadá . e que você voltaria pra mim. Edward... meu amor. Eu sei que você ainda me ama. Pare de tentar resistir ao nosso amor. Largue de uma vez dessa Bella e fica comigo. Eu sei que seremos felizes. Olha, podemos até termos um time de futebol se você quiser! O que acha?

Se não fosse Irina e Kate me segurando, esqueceria que Tânia é mulher e teria socado sua cara.

- Você é louca. Suma. Da. Minha. Vida. – sai Dalí em direção ah saída em busca de meu volvo.

Entrei nele e fui correndo para casa de Bella. Vou ganhar algumas multas por atravessar alguns sinais vermelhos. Mas não estava nem aí com isso. Eu queria minha pequena agora . precisava vê-la.

- DROGA. – soquei o volante com força – DROGA. MIL VEZES DROGA. Inferno. — ,minha respiração estava descontrolada – Eu devia ter dito a ela logo.

Mas agora é tarde de mais. Tenho certeza que Tânia contou a ela tudo inverso do que realmente aconteceu. Nunca pensei que essa louca seria capaz de algo desse tipo. Agora tenho que concertar meu erro. Erro de não ter dito nada.

Estacionei de qualquer jeito em frente a sua casa e sai correndo. Ainda bem que eu tinha uma chave extra da casa, pois a mesma estava trancada. Abri e fui a sua procura encontrando-a em seu quarto. No chão. Chorando e gemendo baixinho. Me aproximei devagar.

- Bella?

- Me ajude... Edward... Os bebês...

Dizia ela chorando alto ao me ver. Fiquei assustado ao processar sua palavras e sem demora a peguei no colo indo em direção ao carro. Coloquei-a no banco de trás deitada e voltei ao volante, dirigindo feito um louco. Juro que se algo acontecer com os três, eu mato Tânia.

- Pequena, o que você está sentindo? — perguntei a ela, com um olho no retrovisor e outro na estrada.

- Dói. Dói muito.

Cheguei ao hospital. Peguei-a no colo novamente e fui direto para a emergência eu mesmo comecei a examiná-la.

- Bella. Eu sei que é difícil. Mas por favor amor. Tente ficar calma.

- Eu vou perdê-los. Mais uma vez. Eu vou perdê-los. – dizia ela chorando. Meu coração não sabia se batia ou se parava de vez, ao ver seu sofrimento. Ele estava apertado, ouvindo-a dizer isso.

- Amor. Abra os olhos. Olhe pra mim. Você. Não. Vai. Perdê-los. Ouviu bem? – disse pausadamente.

Notas finais
e aí o que vcs acharam?? deixe-me saber please.....
mereço recomendações? sim? não?
bom bj bj e até o próximo post ♥♥♥