Notas iniciais
Yoo *-* Olha só e.e Eu to postando no sábado e.e auehuaheuaeh ~palmas pra mim~ Ah, só pra avisar... Esse capítulo ta tão gay, mas tão gay que até me doeu auheuaeh Então se vc não gosta de coisas açucaradas, não sei pq ainda lê essa fic '-' Bem... Espero que gostem *-* Nos capítulos anteriores da história 1: Depois de terem um encontro na praça e terem assumido o amor um pelo outro, Aki e Tsuki finalmente tiveram sua tão esperada primeira vez...

/História 1/Aki’s POV/

Acordei sentindo alguém me abraçando forte por trás. Abri os olhos lentamente e olhei em volta. Eu não estava na minha casa, mas tudo bem, eu já era acostumado a não acordar na minha casa.

Olhei para trás para ver quem me abraçava. Ao ver o rosto sorridente e carinhoso de Tsuki, me lembrei de tudo que tinha acontecido. É, desta vez não vai ser como sempre, e ainda bem.

– Bom dia – disse ele, enquanto depositava leves beijos no meu pescoço.

– Bom dia – respondi com voz rouca de quem acabou de acordar, voltando a fechar os olhos.

Tsuki deu uma leve risada e depois comentou:

– Hm... Que voz sexy.

Eu ri também, e logo respondi:

– É minha voz quando eu acordo.

– Tenho que acordar com você mais vezes – respondeu ele, com um tom um tanto insinuativo.

Me virei de frente para ele, abrindo meu típico sorriso sádico sem perceber.

– Sempre que quiser – respondi e encostei minha cabeça no peito de Tsuki, que me abraçou novamente.

Quando passei uma de minhas pernas pelo corpo de Tsuki, percebi que ele já estava com calça, apesar de termos dormido nus.

– Ta acordado há muito tempo? – perguntei, me afastando um pouco para ver seu rosto.

– Não muito – respondeu, com seu jeito fofo de sempre – Me levantei e tomei um banho. Você estava tão lindo dormindo, não quis te acordar.

– Idiota! – eu ri.

Tsuki voltou a me abraçar e acariciar meus cabelos. Ele deu um leve beijo na minha cabeça e perguntou, todo carinhoso:

– Dormiu bem?

– Muito bem – respondi, sem querer usando um tom meio insinuativo.

– Bem... – ele se afastou um pouco.

Me afastei também para olhar para seu rosto, e percebi que ele estava meio sem jeito, talvez hesitante para falar algo. Então ele finalmente disse:

– Você... Gostou?

Abri um largo sorriso típico e ri levemente. “Não acredito que isso estava intrigando ele!”

– É claro! – respondi, me aconchegando novamente em seu abraço – Você foi ótimo.

– Sério? – ele sorriu – Ainda bem. Eu fiquei meio com medo de você não gostar.

– Hã? – fiquei confuso – Como assim?

– É que tipo... – novamente ele ficou sem graça – Você já teve mais experiências... E fiquei meio receoso em não fazer como você gosta...

– Tsuki! – ri novamente, acariciando seu rosto – Você foi perfeito. Muito melhor que os outros.

Novamente ele sorriu, me olhando com aqueles olhos negros profundos, mas carinhosos. E então nos beijamos, mas apenas com os lábios. Por que beijar alguém de língua que acabou de acordar não é lá muito legal. Digo isso por experiência própria.

– Você tem que trabalhar hoje? – perguntou ele, se sentando na cama.

– Tenho – respondi, sentindo a preguiça dominar meu corpo.

Eu queria tanto passar a manhã inteira sendo mimado por Tsuki, mas a responsabilidade chama.

– É melhor você tomar um banho também. Aí comemos alguma coisa e eu te levo no trabalho. Ah, pode usar a toalha que quiser do banheiro.

– Hai – respondi, me levantando da cama.

Quando me levantei, me espreguicei de um jeito sensual. Confesso que estava mesmo tentando seduzir Tsuki, por fazer aquilo estando nu. E parece que funcionou, pois ele ficou me encarando com um semissorriso.

Enquanto caminhava até o banheiro que ficava no quarto mesmo, percebi que Tsuki continuava olhando para mim. Bem, olhando para a minha bunda, mais especificamente.

Antes de entrar no banheiro, apenas me virei para ele e lancei mais um de meus sorrisos sádicos, o que fez com que ele quase babasse.

Depois de finalmente fechar a porta, eu ia me olhar no espelho. Porém, vi que ele estava meio embaçado. Já ia passar minha mão pelo vidro para desembaçar, mas reparei em uma coisa. No espelho estava escrito: “Eu te amo, Aki”.

Através das letras, que eram as únicas partes que não estavam embaçadas, pude ver um enorme sorriso se abrir em meu rosto. “Tsuki idiota! O que ele tem pra me deixar sorrindo bobo desse jeito?”

Entrei no chuveiro e comecei a pensar no quanto Tsuki tem me feito feliz. Geralmente quando eu dormia com alguém, ia embora logo de manhã e nunca mais nos falávamos. Bem, dessa vez será diferente. O sexo não vai nos afastar, e sim nos juntar mais ainda.

Depois de terminar de me limpar todo, saí do chuveiro e peguei uma toalha qualquer. Quando saí do quarto, vi que Tsuki não estava mais lá. Ouvi uns barulhos vindo da sala, então deduzi que ele estava lá.

Olhei para a minha roupa espalhada pelo chão do quarto. Realmente não estava a fim de usar jeans e jaqueta logo pela manhã. Queria algo mais confortável. Então resolvi pedir:

– Tsuki! – chamei

– Sim? – respondeu ele, voltando para o quarto.

– Posso usar uma roupa sua? – pedi – É que não quero usar a minha agora, é desconfortável.

– Claro, à vontade. – respondeu ele, voltando para a sala.

Vasculhei as roupas dele e peguei uma camisa social branca. Ficou meio grande em mim, então apenas peguei minha cueca que estava jogada por aí e vesti, deixando as coxas à mostra.

Saí do quarto, e assim que Tsuki me olhou, fez uma expressão surpresa.

– O que foi? – perguntei, meio com medo de ter vestido algo que não devia.

– Nada. – sorriu ele, se aproximando de mim e passando os braços pela minha cintura – É que você ficou incrivelmente sexy desse jeito.

– E você então? – sorri também, passando a mão pelo seu peito nu.

Me aproximei dele e o beijei. Ele, sem sair do beijo, colou mais ainda nossos corpos, enquanto eu enlacei meus braços em seu pescoço.

Sem querer, abri os olhos um pouco e vi algo que me chamou atenção. Me afastei do beijo, perguntando:

– O que é aquilo?

Tsuki seguiu o meu olhar para ver a quê eu estava me referindo. Era uma mesa de café da manhã, com uma comida que parecia estar deliciosa e toda decorada com flores.

– Ah, eu preparei pra você – respondeu ele sorrindo.

– Tsuki. – o abracei, rindo sutilmente – Por que tudo que você faz é tão perfeito?

Ele correspondeu ao abraço, dizendo com aquela voz romântica:

– Se é pra você, tem que ser perfeito.

O abracei mais forte ainda. Se tem uma palavra para descrevê-lo, seria “perfeito”.
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/Tsuki’s POV/

Depois de mais um tempo assim, decidimos ir comer logo, para não nos atrasarmos. Enquanto comíamos, conversávamos sobre coisas diversas, até que me lembrei de algo que queria fazer.

– Aki... – comecei dizendo, segurando suas mãos – Você... Quer namorar comigo?

Ele me olhou com uma expressão de surpresa. Foi aí que um certo receio tomou conta de mim. Bem, para mim já estávamos namorando, mas e se para ele estávamos só ficando?

– Está... Me pedindo em namoro? – perguntou ele

– Sim... – soltei suas mãos – Não quer?

Ele riu levemente, ficando um pouco corado e depois disse:

– É claro que eu quero... É que é raro alguém ainda pedir pra namorar. E tipo... Faz muito tempo desde que namorei alguém, fico meio surpreso.

Lancei mais um de meus sorrisos sutis enquanto acariciava seu rosto, dizendo logo em seguida:

– É sempre bom oficializar não é? E garanto que não vai se decepcionar. Pretendo fazer de tudo pra te ver feliz.

Ele também sorriu, e ficamos um tempo, apenas nos olhando. Até que o som irritante da campainha cortou o clima.

Revirei os olhos. “Quem será a essa hora?”. Levantei-me para atender a porta, desejando que aquilo não tivesse acontecido.

“É, nada melhor do que Hiro aparecer na minha casa logo quando Aki está aqui!”

– Yooo! – disse Hiro com seu jeito animado de sempre – Tsuki, eu tava passando por aqui e...

Ele interrompeu o que ia dizer quando viu por trás de mim quem estava na mesa, terminando de beber seu café.

Não pude impedir a entrada de Hiro. Eu já sabia que Hiro ia ficar meio tenso se me visse com Aki, mas o que eu não esperava era a expressão dele.

Aki arregalou os olhos e quase se engasgou com o café.

– Ah, oi Aki – disse Hiro, meio sem graça – Há quanto tempo, hehe.

– É... Não achei que fosse te ver de novo, Hiro – respondeu ele.

Sério, dava pra sentir a tensão no ar. Então quer dizer que Aki lembrava de Hiro? E o pior de tudo, é que não sei se Aki sabe que eu sei dele o do Hiro.

Percebi que Hiro ficou reparando nas nossas poucas roupas, e como ele é “muito discreto”, resolveu dizer:

– Bem... Vocês não querem que eu espere lá fora até vestirem alguma roupa?

Eu não sabia o que responder, mas para minha surpresa, Aki disse, naturalmente, enquanto tomava mais um gole de café:

– Não precisa. Não tenho vergonha do meu corpo.

Dava pra ver que o clima ficou ainda mais tenso. Ficou pior ainda quando ouvi Hiro dizer para si mesmo “claro que não”. Fingi que não ouvi e decidir mudar de assunto:

– Então, o que veio fazer aqui, Hiro?

– Ah – ele também mudou de expressão – Eu ia te fazer um convite. Você sabe que eu toco numa banda amadora né? Então, fomos chamados pra tocar num bar semana que vem, e eu queria que você fosse assistir. Eu ia te dizer isso no trabalho, mas como estava passando por aqui, decidi falar logo. Eu não imaginei que...

– Ah, Claro. – respondi logo antes que aquele clima estranho voltasse – Vou adorar ir!

Hiro pareceu satisfeito, e logo depois disse:

– Você pode ir também se quiser, Aki.

– Obrigado – respondeu ele, apenas.

De repente, olhei para o meu relógio e constatei que já deveríamos estar nos arrumando para ir.

– Aki, daqui a pouco temos que ir. – disse eu – Você também, Hiro. Quer carona até o trabalho?

– Não precisa, já vou com outra pessoa.

Concordei, então Aki se levantou, dizendo que ia trocar de roupa. Achei que logo o Hiro iria embora, mas assim que Aki saiu, ele encostou-se à bancada da cozinha e perguntou:

– Ele passou a noite aqui?

“Não é óbvio?” pensei, mas apenas respondi:

– Sim...

Hiro pareceu não gostar muito da resposta, e logo disse num tom meio chateado:

– Então você realmente ficou com ele. Mesmo eu tendo dito milhões de vezes que ele não valia a pena.

– Hiro – me irritei um pouco, mas não elevei o tom da voz – Entenda, a visão que todos têm dele é errada. Ele realmente vale pena. Eu o amo mesmo.

Ele pareceu surpreso com minha resposta, mas logo fez uma cara intrigada e perguntou:

– E ele? Te ama?

– Ama. – respondi diretamente – Ele mesmo disse isso.

– E... Você não desconfia do sentimento dele?

– Como assim? – não entendi

– Tipo... – ele começou a explicar – Você acredita mesmo que ele te ama? Sabe, ele nunca amou ninguém, por que amaria você?

– Ele disse que não sou como os outros. Ele sabe amar sim, pare com essa visão que tem dele. – falei sério.

– Ai, tá, calma – ele levantou as duas mãos – Se tem tanta certeza, tudo bem, acredito em você. Ele também não desconfia do seu sentimento né?

– Por que ele desconfiaria? – perguntei

– Bem, se eu não te conhecesse tão bem, eu desconfiaria. Por que você meio que chegou do nada e disse que amava ele, sem nem ao menos conhecer. Além de que hoje em dia as pessoas dizem “eu te amo” como um “bom dia”. Não faz parecer que você só se sentia fisicamente atraído por ele?

Eu queria socar a cara dele, mas me controlei e disse num tom irritado:

– Está dizendo que acha que eu não o amo?

– Não disse isso, calma cara! – ele riu – Por isso o “se eu não te conhecesse tão bem”. Eu sei que você se apaixona rápido, relaxa.

Fiquei um pouco mais aliviado. Hiro então, foi andando em direção a porta, dizendo:

– Se vocês estão felizes, então tá, não vou tentar impedir nada. Já vou indo então, desculpe por interromper. Tchau!

– Tchau – respondi, vendo-o fechar a porta.

Ah, Hiro. Sempre falando besteiras.
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/Aki’s POV/

Depois de ouvir toda a conversa de Tsuki e Hiro escondido, senti um certo nó na garganta. Realmente, o que ele falou fazia sentido. Não há amor na nossa relação?

Ao perceber que Tsuki estava vindo, corri de volta para o quarto, me sentando na cama e agindo naturalmente.

Assim que ele entrou, pegou uma camisa social qualquer e a vestiu.

– O que Hiro estava falando? – perguntei meio hesitante

– Comentários desnecessários – respondeu ele, enquanto abotoava sua camisa.

– Era mentira né? – perguntei, num tom meio manhoso que até me deixou surpreso.

Tsuki olhou para mim e viu minha expressão desanimada. Ele suspirou e se sentou ao meu lado, perguntando:

– Você ouviu?

Fiz que sim com a cabeça, esperando que ele não ficasse com raiva de eu ter escutado. Eu também estava meio com medo do que ele acharia de mim se descobrisse sobre meu caso com Hiro. Será que ele já sabia?

Porém, ele me abraçou, dizendo:

– Não fica assim. Ele fala um monte de besteiras mesmo.

– Não era besteira. – me afastei do abraço – O que ele disse faz sentido. – olhei profundamente em seus olhos – Mas você acredita no meu sentimento, né?

– Claro! – ele tocou meu rosto – Como eu disse para ele, eu sei que é verdade. Você também acredita no meu?

Hesitei por um momento, mas fiz que sim com a cabeça. Porém, ele percebeu minha hesitação e fez uma cara meio desanimada. Tirou as mãos do meu rosto e apoiou os cotovelos nos joelhos, suspirando.

– Aki – ele começou a falar – Eu sei que parece que o que Hiro disse é verdade, mas não é. Deixa eu te explicar.

Ele se ajeitou melhor na cama, ficando de frente para mim, então começou a falar:

– Naquele dia, quando nos encontramos pela primeira vez no trem, eu percebi que você estava chorando. Eu, como não aguento ver pessoas chorando, tentei conversar com você pra ver se te animava. Aí você disse que estava sofrendo por amor, porque não tinha um amor. Eu fiquei pensando naquilo. Me peguei desejando ser seu amor, pra poder transformar aquelas lágrimas em sorrisos, e antes que percebesse, já estava apaixonado. Não foi só atração física, apesar de você ser lindo. Existem tantas pessoas bonitas no mundo, se eu me apaixonasse só pela beleza, já estaria apaixonado por um monte de gente. Eu sei que disse que te amava sem te conhecer, mas eu começo a amar rápido de mais. E agora que te conheço, posso dizer que te amo mais ainda. Entende?

Meus olhos começaram a ficar meio marejados, mas me segurei. Me aproximei um pouco e o abracei. Ele retribuiu ao abraço, dando um beijo na minha bochecha.

– Eu te amo, Tsuki – falei, me afastando do abraço.

Ele sorriu e então me beijou. Meu coração bateu forte novamente. Como era bom sentir aquilo!

Poderíamos continuar lá, nos beijando, mas lembramos que tínhamos que ir trabalhar, então saímos logo de casa.

Mas nada importava, Tsuki estava comigo, no meu coração. Eu não ia deixar nada mais estragar aquilo.

Tsuki, como consegue me fazer tão feliz?

Notas finais
Foi isso >< Espero que tenham gostado. Gente ;-; sobre a segunda temporada, ainda não sei oq fazer D: Uns falaram que eu não devia fazer, pq muitos leitores param de ler quando a fic se quebra desse jeito, e uns falaram que devo fazer, pq uma fic com mais de 100 caps é muito broxante e da muita preguiça de ler pra novos leitores. Ainda não sei oq faço D: Me ajudem... Bem... comentem por favor XD Até a próxima, Kissus *-* Ps: Próximo capítulo: História 2