Notas iniciais
Yoo *-* Um novo cap sábado, como sempre kkk Espero que gostem *-* Vão ler *-* PS: Nos capítulos anteriores da História 2: Natsu, mexendo nas coisas de Kame, acabou descobrindo sobre seu sentimento por ele, fazendo com que Kame sentisse liberdade de fazer o que quiser com Natsu...

/História 2/Kame’s POV/

Tensão. Essa é a palavra perfeita para descrever o clima que está entre mim e Natsu. Bem, talvez só para ele, pois eu estou mais aliviado. Não preciso mais esconder agora que ele sabe de meu sentimento. Posso ficar olhando-o o quanto eu quiser e fazer meus desenhos na frente dele. Mas é claro que ele fica muito incomodado.

Desde a vez que eu acabei assediando Natsu, ele tem ficado um pouco desconfortável com minha presença e com um certo trauma de mim. Só de eu chegar perto dele, ele já se afasta. Bem, eu até que esperava por isso.

Fiquei realmente muito surpreso pelo fato dele não ter contado nada para nossos pais. Já estava até inventando umas desculpas caso ele contasse.

Como não contou e não ia contar, decidi abusar mais ainda. De vez em quando faço toques ousados, e digo coisas que o deixam corado. Fazer o quê? Eu amo as reações que ele tem a mim. Além de que, agora que ele sabe que o amo, não tenho que esconder nada.

“Vou ter que forçá-lo de novo então? Se é isso que ele quer...” Eu pensava nisso enquanto olhava para o teto, deitado na cama. Era fim de semana, então nós acordávamos mais tarde. Olhei para o lado e vi que Natsu ainda dormia.

Me levantei e fui até sua cama, sentando-me na beirada e comecei a observar a face adormecida dele. Ele ficava ainda mais lindo dormindo. Os olhos levemente fechados e a boca semiaberta o faziam parecer ainda mais indefeso. “Como ele é fofo!”

Acariciei bem de leve sua bochecha com as costas dos dedos. Subi meus dedos até sua testa e afastei um pouco de cabelo que cobria seu rosto.

Achei que ele iria acordar com aquilo, mas ele nem se quer se mexeu. Observando aquele rosto mais um pouco, não resisti e aproximei meu rosto ao dele. Aproveitei que a boca dele estava aberta para beijá-lo.

Eu fazia umas coisas pervertidas com ele, mas nunca tinha o beijado. E sim, era ótima a sensação de beijá-lo, apesar dele estar desacordado e não poder retribuir. Mas acho que mesmo se estivesse acordado, ele não retribuiria.
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/Natsu’s POV/

Abri meus olhos lentamente. Pelo fato de acabar de acordar, eu não estava raciocinando direito e minha visão estava embaçada. Eu só via um borrão a minha frente e sentia algo em minha boca.

Quando finalmente pareci acordar de verdade e recuperar a consciência, percebi que Kame estava me beijando.

Arregalei meus olhos e imediatamente usei minhas duas mãos para empurrá-lo. Ele saiu do beijo meio assustado pelo meu ato repentino.

Encostei-me na cabeceira da cama e encolhi minhas pernas, para me afastar o máximo possível dele.

– O que... Está fazendo? – perguntei, meio trêmulo.

Ele pareceu ignorar o que disse e apenas sorriu levemente. Me surpreendi com aquilo. Não era um sorriso malicioso, nem convencido. Era sereno e carinhoso.

– Bom dia. – Sussurrou ele, sem se importar com minha reação.

E depois disso, ele simplesmente voltou para sua cama e começou a vasculhar sua mochila. Eu fiquei meio paralisado por um tempo, mas depois decidi repreendê-lo:

– Ei! É desumano assediar uma pessoa enquanto ela dorme!!! – gritei bravo

– Não estava te assediando – respondeu rapidamente.

– Não importa como você chame isso! Quero que pare de ficar fazendo essas coisas pervertidas comigo! – me estressei mais ainda

Ela apenas riu e não respondeu nada. Isso só fez com que eu ficasse ainda mais irritado. “O que ele pensa que eu sou? O brinquedinho sexual dele??? Eu ainda mato esse cara!”

Bufei e me deitei na cama novamente, ficando de costas para ele. Pensei em dormir de novo, mas toda vez que pensava que Kame me assediaria de novo, resolvia ficar acordado.

Tentei fingir que dormia, para ele não falar comigo e se viesse fazer algo pervertido eu o batia. Porém, tive que olhar para ele e entregar meu plano quando ouvi um barulho de lápis riscando no papel.

Como eu virei repentinamente e assustado, Kame também olhou para mim. E como eu temia, ele estava rabiscando naquele caderno.

Ah, aquele maldito caderno! Se eu não tivesse visto, provavelmente ele não se sentiria a vontade para fazer essas coisas comigo. Estava tudo ótimo até eu descobrir que ele sentia algo por mim. Teria sido melhor eu não fuçar as coisas dele.

– O que está fazendo? – perguntei desconfiado

– Te desenhando – respondeu ele na maior naturalidade, como se aquilo não fosse me irritar.

– Hein??? – até me levantei da cama, incrédulo – Me desenhando bem na minha frente??? E ainda admite na maior cara de pau???

– É. – ele sorriu naturalmente, o que só me provocou ainda mais – Agora que você sabe, não preciso esconder.

Corri até o outro lado do quarto, onde era a cama dele e arranquei a folha de seu caderno bruscamente. Ele até se assustou um pouco com minha agressividade.

– Não vai me desenhar porra nenhuma!!! – gritei

Fiquei ali, parado a sua frente, bufando com a cara fechada e amassando a folha de papel. Ele, por sua vez, continuou sentando na cama, paralisado e com os olhos arregalados, surpreso com o que eu fiz.

Eu achei que finalmente tinha conseguido botar moral com ele. Bem, achei, antes dele começar a rir.

– Ta rindo de quê??? – gritei de novo. “Ele vai ficar me rebaixando outra vez?”

– Você fica tão fofo quando tá bravo! – ele sorriu e tentou apertar minhas bochechas, mas eu bati na mão dele e me afastei.

Dei um suspiro entediado revirando os olhos e voltei para a minha cama. “Aquele maldito!” Amassei mais ainda a folha de papel, contendo a raiva.

– Não importa quantas folhas você arranque, – ele disse com um tom convencido, mas não olhei para ele – eu vou continuar te desenhando.

Com raiva, arremessei a bola de papel gritando alguns palavrões. O papel bateu bem na testa dele, mas ele apenas riu. Não arrisquei ir até lá para batê-lo, vai que ele me prede na cama e me abusa?

Decidi ignorá-lo e me deitei novamente. Fiquei o xingando mentalmente sem olhar para ele, ouvindo aquele barulho de riscos, até que ele novamente provocou:

– Vou te desenhar vestido de empregadinha! – disse malicioso

– Eu jamais vou posar para esse desenho!!! – gritei, me sentando na cama.

– Não preciso que pose. – ele disse com superioridade – Eu posso te imaginar!

“Malditos desenhistas com imaginação fértil!” Eu não ia aguentar presenciar ele me violar daquela forma, então, saí do quarto bufando.

O dia novamente se seguiu como os anteriores. Bem, a diferença é que agora Kame sempre dá um jeito de me assediar quando nossos pais não estão olhando. E eu é que tenho que disfarçar para que eles não percebam.

O foda foi que ele me mostrou aquele desenho na maior cara de pau. E sim, eu estava vestido de empregadinha. Aquilo me deixou muito irritado. Confesso que o desenho em si estava bom, e o rosto se parecia muito comigo, mas me ver daquela forma, usando vestido preto, mostrando as coxas e com um dedo na boca me deixou enjoado.

Tenso mesmo foi na hora do jantar. Enquanto comíamos e conversávamos normalmente, Kame ficava passando a mão nas minhas pernas. O pior de tudo é que eu tentava fazê-lo parar sem deixar nossos pais perceberem.

Eu precisava fugir dali, então, praticamente engoli a comida e pedi licença para ir tomar um banho. Estava mesmo precisando de um banho para relaxar.

Liguei o chuveiro e deixei a água quente escorrer pelo meu corpo. Precisava lavar aquele nojo que estava sentindo. Sei que é apenas psicológico, mas eu sentia como se as patas pervertidas de Kame estivessem me sujando.

Eu tentava esquecer, mas só conseguia pensar: “Por que ele está fazendo isso? Estava tudo ótimo até ele estragar! Maldito!” Soquei a parede para conter a raiva “E ainda por cima, outro dia disse que ma amava! Sei, me ama. Se me amasse não estaria fazendo isso comigo!”

Juro que senti vontade de chorar, mas não de tristeza, de estresse. Aquele maldito realmente estava me irritando, e eu pensava em possibilidades de matá-lo.

Saí do chuveiro e me sequei com um roupão, vestindo-o logo depois. Comecei a desdobrar a muda de roupas que tinha pegado do meu quarto. Desde que Kame começou com essa historinha ridícula de gostar de mim, não arrisco trocar de roupa no quarto. Toda vez que faço isso ele fica me encarando sem nem mesmo disfarçar, e não evita de fazer comentários pervertidos.

Eu já ia tirar o roupão, tanto que cheguei a abrir um pouco na parte de cima, mas algo me fez parar. A porta do banheiro se abriu drasticamente, revelando o rosto pervertido de Kame.

Nesse momento me arrependi fortemente de não ter trancado a porta. Não sou acostumado a trancar portas. É que antes era só eu e meu pai. Não tinha problema deixar a porta destrancada, pois ele não iria entrar, e se entrasse, eu não ficaria tão constrangido como se fosse com o Kame.

“É, tenho que aprender a trancar a porta.”

– O que você quer? – perguntei, me afastando um pouco quando ele entrou no banheiro.

– Só vim pegar algo que esqueci aqui – disse ele normalmente enquanto retirava seu relógio de pulso da prateleira.

Eu achava que ele já ia sair e eu poderia trocar de roupa em paz, mas ele ficou lá me olhando. Sem que percebesse, fiquei meio corado com o olhar intenso dele e decidi perguntar:

– O que está olhando, idiota?!

Ele abriu um sorriso de quem achava fofo, mas logo se transformou em um sorriso malicioso.

– Você fica incrivelmente sexy de roupão – disse ele em um tom pervertido se aproximando.

– Olha, será que dá pra me deixar em paz? – tentei empurrá-lo para fora do banheiro – Eu preciso...

Não consegui terminar a frase, pois fui calado com um beijo. Ele me empurrou para trás, me fazendo encostar na parede e segurou minhas mãos ao lado do tronco. Novamente, a língua dele explorava minha boca, enquanto eu tentava afastá-lo.

– K-kame... Para... – Tentei dizer nas raras horas que conseguia fugir do beijo, mas ele selava nossos lábios novamente.

Tentei me rebater, mas ele segurava minhas mãos com força e prendia seu corpo ao meu, me impossibilitando de mover as pernas também. Decidi então morder sua língua para ver se ele se afastava.

Por incrível que pareça, deu certo. Não que eu tenha mordido tão forte a ponto de ferir seriamente, mas foi o suficiente para ele me soltar. Bem, soltar não, parar de me beijar, pois ele continuou segurando.

Ele soltou uma das minhas mãos para tocar sua língua. Achei que depois dessa, ele iria me matar, mas ele apenas sorriu maliciosamente e disse:

– Ah, decidiu revidar, foi? Desse jeito eu não vou resistir.

E com isso, ele abriu parte de cima do roupão e começou a passar a mão pelo meu tórax. Depois, voltou a segurar meu pulso e começou a beijar o meu pescoço, de vez em quando mordendo e lambendo. Eu tentava me rebater, mas ele era mais forte.

– Kame! Para com isso, porra! – gritei enquanto ele abusava do meu pescoço – Eu vou te denunciar por assédio sexual!

– Vai me denunciar, é? – sussurrou ele ao meu ouvido, fazendo um arrepio tomar conta do meu corpo – Sei. Se quer me denunciar, por que não fez isso antes? – arregalei os olhos, mas ele não viu – Você nem se quer contou para nossos pais. Foi por medo, vergonha, ou por que você gosta? – e com isso, mordiscou minha orelha.

Corei imediatamente, mas não consegui responder. Não era nada daquilo. Eu tinha meus motivos para não ter contado, mas ele não precisava saber. Não tinha que dar satisfações para ele.

Eu pensava em algo para falar, mas ele não deixou. Simplesmente enfiou a língua na minha boca de novo, e novamente, tentei relutar.

Antes que eu o mordesse de novo, ele saiu do beijo, fazendo um pouco de saliva escorrer e foi descendo aos beijos até meus mamilos. Ele começou a lambê-los e mordiscá-los na intenção de estimulá-los, fazendo-me tentar fugir de novo.

Nem eu sabia que aquele lugar era tão sensível e que poderia provocar esse tipo de sensação. Mesmo assim, eu queria sair dali. Não queria que ele me tocasse daquela forma.

– K-kame... – eu disse – Me solta! Eu não gosto disso!

Incrivelmente, ele parou de torturar meus mamilos e levantou a cabeça, para me olhar olho no olho, o que me deixou até meio amedrontado. O olhar malicioso não saia de sua face.

– Ah, não gosta? – disse ele convencidamente – Não diga isso enquanto está ficando duro tão rápido sendo tocado por mim – e com isso, ele colocou a mão no meu membro.

Só aí percebi que realmente acabei ficando excitado. Mas aquilo não fazia sentido, eu não gostava daquilo. Por que os toques dele me deixavam assim?

Remexi-me para tentar tirar a mão dele de lá, mas repentinamente, de uma forma até brusca, ele me puxou e me jogou na bancada da pia. Apoiei minhas mãos na bancada antes que batesse de cara, e então ele me abraçou por trás, voltando a passar as mãos pelo meu corpo.

Enquanto uma de suas mãos segurava meus pulsos, a outra agarrou meu maxilar e levantou minha cabeça, para que eu olhasse para o espelho.

– Olha só essa carinha de quem está pedindo pra ser tocado – sussurrou ele ao meu ouvido, me olhando pelo espelho.

Meu rosto não estava lá algo para se orgulhar. Eu estava totalmente corado, e com as sobrancelhas franzidas. Mas não era uma cara de quem pedia para ser tocado, e sim uma cara sofrida, de quem estava sendo torturado.

Apertei os olhos. “Não me faça ver isso! Por favor”. Porém, ele pareceu só gostar ainda mais quando eu fiz isso. Foi descendo a mão pelo meu abdômen até chegar ao meu membro.

– Parece que essa parte está precisando de um pouquinho de atenção – ele disse se referindo a minha ereção.

Por dentro do roupão, ele começou a me masturbar, assim como tinha feito antes. Novamente, tentei me rebater. Em vão. Não importava o quanto eu tentasse, não conseguia fugir.

Eu não ia deixá-lo fazer isso de novo. Com a mão que ele acabou soltando quando foi abusar do meu membro, segurei seu antebraço com força, fazendo parar os movimentos de vai e vem.

– Para com isso! – disse estressado – Eu não sou seu brinquedinho sexual! Você não pode abusar de mim quando bem entender pelo seu simples prazer!

Ele arregalou os olhos e levantou as sobrancelhas, fazendo uma cara incrédula. Não sei se foi pela minha reação ou pelo o que eu disse.

– Meu prazer? – ele riu

Não entendi muito bem porque ele zombou daquilo. Porém, não tive como perguntar, pois ele me puxou, se sentando no vaso sanitário, que estava tampado, e me colocou no colo dele.

Eu estava de costas para ele e paralisado com o ato repentino, então ele aproveitou para abrir minhas pernas, me deixando em uma posição totalmente erótica, montado nele com as pernas meio levantadas. Tentei desfazer essa posição, mas ele segurou minhas coxas. Pelo menos não estava mostrando nada, pois o roupão tampava.

– Meu prazer? – repetiu ele sussurrando ao meu ouvido – Alguma vez eu fiz você me tocar de alguma forma? – ele voltou a esfregar uma das mãos pelo meu corpo – Alguma vez, eu tentei penetrar em você?

Até me assustei com a ideia dele penetrando em mim. Aquilo eu não podia deixá-lo fazer. Não podia!

– Não, né? – ele não me deixou responder – Tudo que eu fiz, foi pelo seu simples prazer. Meu único prazer e te fazer ter essas reações...

E com isso, ele lambeu o lóbulo da minha orelha e voltou a me masturbar. Eu não concordava com o que ele tinha dito, mas não respondi nada. Mordi o lábio inferior antes que acabasse soltando algum gemido. Eu não podia incentivá-lo a continuar com aquilo ficando gemendo. Não podia o dar o prazer de me ouvir gemer. Porém, era meio difícil de aguentar e acabei soltado alguns.

– Não resista dessa forma... – disse ele com uma voz rouca ao meu ouvido, sem parar os movimentos – Você sabe que gosta.

Tenho que admitir, a sensação era boa, mas eu não queria que ele fizesse aquilo. Não queria que ele me tocasse daquela forma. Na verdade, não queria que nenhum homem me tocasse daquela forma.

Eu não conseguia fugir, pois ele me prendia. Não podia fazer mais nada a não ser o deixar fazer aquilo e esperar que acabe logo. O problema, é que eu mesmo não deixava acabar logo. Eu não queria que ele se desse ao prazer de ter meu sêmen em suas mãos pervertidas.

É claro que eu não ia aguentar por muito tempo. Ele acelerou os movimentos, fazendo eu me contorcer mais ainda. Ele brincava com meu pescoço e minhas orelhas enquanto eu me controlava para não ejacular.

– Se permita gozar, Natsu... – ele provocou – Se permita gemer.

Eu não ia “me permitir”. Meu orgulho não deixava. Porém, não aguentei e me desfiz na mão dele, involuntariamente, soltando um gemido que tentei abafar. Percebi que ele sorriu maliciosamente e lambeu o lábio superior.

Ele finalmente me soltou, então, saí logo do seu colo me apoiando na bancada da pia, ofegante. Ele também se levantou e se posicionou atrás de mim. Achei que ele ia me assediar de novo, porém, ele apenas passou seus braços por mim para alcançar a pia e lavar suas mãos. Arregalei meus olhos ao ver o líquido branco descendo pelo ralo junto com a água.

Depois que suas mãos estavam limpas, ele me deu um beijo na bochecha e simplesmente saiu do banheiro, sem falar mais nada.

Fiquei ali, olhando para meu reflexo traumatizado. Eu não podia acreditar que tinha o deixado fazer aquilo comigo de novo.

“Eu ainda mato esse idiota!”

Notas finais
É isso, espero que tenham gostado ^^ E por favor, não me venham com essa de "Ah, não comentei pq tava com preguiça"... Se vc tem paciência pra ler o cap todinho, tem paciência pra escrever algumas palavrinhas que formar um review, né? ^^ Bem, quero avisar uma coisa. Eu já postei grande parte dos capítulos que eu tenho acumulado, e uma hora vou postar todos que já escrevi. Só que eu estou... Digamos, com um bloqueio criativo para continuar de onde parei. Eu só posto semanalmente pq já tenho grande parte escrita, mas uma hora pararei de postar todos os sábados D: Me esforçarei para postar o mais rápido que puder D: Bem, só isso... Espero que tenham gostado do cap *-* Até o próximo sábado XD Kissus *-* PS: Próximo capítulo: História 3