Demon's Hunter
1 Prólogo
Notas iniciais
“ Demônio : um anjo que se rebelou contra Deus e que passou a lutar pela perdição da humanidade. Na antiguidade, contudo, o termo tinha outra conotação, referia-se a um gênio que inspirava os indivíduos tanto para o bem quanto para o mal.”
Uma garota de oito anos, com longos cabelos negros encarou a porta do quarto. Um nó lhe subiu pela garganta ao escutar a palavra demônio seguida de vovó. Levantara da cama, e aproximara-se da porta. Ruídos estranhos cercavam a casa. Abrira a porta ao ponto de ver seu pai com um revolver mirando para fora da janela. Um vulto se aproximara,não tinha forma definida. O tiro ecoara acertando o vulto, um liquido viscoso parecia escorrer do vulto. ‘ Mas que droga é essa?’
– Anne, rápido, vá ajudar sua mãe.
A garota entrou no quarto dos pais, viu sua mãe segurar uma besta e mirar para o outro lado. A ouviu gritar para que entrasse no armário e seguisse por um corredor, para que não olhasse para trás; Anne correu até que as lágrimas tornassem sua visão turva de mais. Ajoelhou-se e chorou.Não queria perder ninguém. Amava sua família.
Nem seu pai nem sua mãe seguiram pelo corredor estreito; a garota resolveu voltar. Ao abrir a porta do armário um cheiro agridoce penetrara suas narinas, pode ver ao longe o corpo da mãe, jogado contra uma parede, chorando em silêncio desparou atrás de seu pai. O viu deitado sangrando.
– Papai.
– Anne… — ele suspirara — procure por Daryl Fox, ele pode te … explicar … — ele limpou com esforço a lagrima que escorria pelo rosto da jovem e entregara um pedaço de papel para a menina. — Eu e sua mãe te amamos muito. Vá embora Anne. Prometa se cuidar!... Adeus.
A morena viu o pai perder o vestígio de vida, tentou correr mas suas pernas estavam fracas de tanto terror, caíra, sendo amparada por dois braços finos.
– Venha comigo garota, prometi cuidar de você até que tenha maioridade! — uma voz irritante e familiar atingiu os ouvidos da garota.
A garota parecia ignorar a existência da mulher imponente que a olhava de esguelha pelo retrovisor do carro.
–Você vai para o internato assim que eu fizer sua matricula. Não quero uma fedelha igual á eles na minha casa.
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