Demolition Lovers
9 Capítulo 9
Notas iniciais
Bom, comecei esse capítulo a dois séculos atrás, e só fui terminá-lo ontem xD Graaandes idéias!
Pra falar a verdade, eu ia desistir dessa história, iria começá-la novamente... Poréeem, dei um jeito de fazê-la ficar legal! UAHDAUHSAUHD
Enfim, vamos lá!
Quando chegamos à casa do Ray percebemos que todos já estavam ‘’almoçando’’ (fizeram lasanha de micro-ondas pra comer). Achei um tanto estranho, mas quando olhei no relógio, era uma hora em ponto. Assustei-me, porém, logo deixei de lado.
~*~*~*~*~*~*~*~*~
-Eae Ray! Trouxe meu amigo Frank comigo. – Ray viu que chegamos e levantou para nos cumprimentar.
-Hm, Oi Frank! Prazer, eu sou o Ray, Ray Toro. – estendeu a mão para Frank.
-O prazer é meu! – sorriu largamente – Frank Iero. – apertou a mão de Ray.
-E esse é Bob. – o garoto loiro que estava sentado se levantou e foi cumprimentar Frank
-Prazer Frank, sou Bob Bryar, ou urso albino, você que escolhe – riu – Espero sermos grandes amigos! – sorriu para Frank e o mesmo sorriu de volta.
-Eu também espero ursão! – rimos.
-Bom, quero lasanha! – já fui pegando um prato e o enchendo de lasanha.
-Gerard gordo pra cacete, escondam as comidas, pelo amor de deus! – Ray zombou da minha cara, e todos começaram a rir.
-Ah, muito engraçado Ray, muito engraçado! – rimos mais.
-Quer lasanha Franks? – Só foi Ray falar que os olhos de Frank começaram a brilhar.
-Quero... – Frank se acanhou.
-Então vai lá pegar! Os pratos estão guardados ali naquela porta, e os talheres naquela gaveta. – Ray apontou todos os lugares e assim Frank fez. Pegou o prato e os talheres.
-Vish Ge, já acabou com a lasanha? Puta que pariu viu! Calma Frank que eu vou fazer outra, aí você pode comê-la inteira! – Ray viu que a lasanha que estava em cima da mesa já tinha acabado, e foi fazer outra para Frank.
-Porra Ray, eu tava com fome! – tentei me explicar.
-Ok Gerard, ok. – riu
Esperamos Frank comer, aproveitei e peguei mais um pedaço da lasanha,e fomos jogar videogame.
Tinha de tudo no quarto do Ray. Pizza na parede, saquinhos de salgadinho espalhados por todo canto, sapatos em cima da penteadeira, xícaras no chão, guitarras em cima da cama, cobertores espalhados pelos cantos, e se deixar, tinha até gambá, e esses animais.
Quando entramos, Bob e Ray apenas se sentaram no chão, pegaram os controles e começaram a jogar. Frank sentou na cama, pegando a guitarra, sem se importar muito com toda aquela bagunça. Já eu, fiquei parado ali na porta, estático. Eu fiquei realmente impressionado com toda aquela bagunça.
-Vai ficar aí parado, estátua? – Bob falou para mim, mas sem tirar os olhos da TV.
-Vou, não entro nesse quarto nem fodendo! Olha essa zona! Deve ter insetos por tudo que é canto, até barata! Eca.
-Ah Gerard, faça-me o favor de entrar e sentar aqui. Não vem dar uma de mamãe agora não. – Ray falou um tanto bravo.
-Ah Ray, vai se foder! Vou arrumar isso tudo. – entrei no quarto e comecei a arrumar. Tirei a pizza da parede, e os tênis da penteadeira. Peguei um saco de lixo que havia na cozinha e o trouxe pra recolher o lixo. Ninguém falou nada. Ray e Bob estavam entretidos jogando, e Frank estava entretido tocando, e falando nisso, ele toca super bem.
Recolhi todo o lixo, coloquei os sapatos na sapateira, as roupas sujas num canto pra lavar e varri nos cantinhos pra ver se não tinha nenhuma barata, ou outro inseto. Coloquei o lixo lá fora e voltei.
-Acabou o serviço, empregadinha? – Ray disse, e todos riram.
-Ah, claro, agora quero meu dinheiro. – ri
-Opa, pode ser um beijo não, gracinha? – rimos mais ainda, mas pude ver Frank abaixar a cabeça, continuando a tocar.
-Ah Ray, agora você foi longe demais. Passa o controle, quero jogar Assassin’s Creed. Tem uma fase que eu não consigo passar... – sentei no meio dos dois, pegando o controle que Ray cedeu.
-Gerard, qual é, esse aí eu zerei de olhos fechados! – Frank falou lá da cama.
-Eu também... O Gerard que é meio lerdo mesmo. – riram da minha cara, e eu os olhei reprovando tudo aquilo.
-Ah Ge, estamos zoando! – Bob disse do meu lado.
-É, claro. Até perdi a vontade de jogar. Toma o controle. – o joguei pro lado para Ray pegar. Saí dali e sentei na cama ao lado de Frank. O mesmo estava com a Les Paul preta do Ray, tocando coisas aleatórias.
-Você toca muito bem! Não sabia que tocava... – olhei para ele, e o mesmo corou.
-Tocar é praticamente a minha vida... Eu solto meus sentimentos aqui, fico leve. É tipo um tratamento psicológico pra mim. – sorriu
-Eu... Eu canto... Mas não muito bem! Só canto quando quero me expressar, e não consigo colocar em palavras... – olhei para baixo.
-Canta pra mim Ge? Eu toco! – falou animado, porém eu fiquei vermelho, nunca cantei para alguém.
-Calma ai, Gerard cantando? Deve parecer uma gazela! – Ray debochou de mim. – Frank, você toca muito bem! – deu ênfase no muito – Poderíamos marcar de tocar juntos um dia... O Bob é baterista. Ele pode tocar com a gente também. Só vai faltar o baixista e o vocalista. – olhou para mim – Eae Ge vai nos mostrar quem vai ser nosso vocal? Ou vai me deixar te chamar de gazela? – riu – Vai mostrar-nos o contrário? – sorriu maldoso, me olhando desafiador.
-Aonde quer chegar Sr Toro? – levantei a sobrancelha
-Se cantar bem, será nosso vocalista! Só isso. – riu
-Aceito o desafio. – eu não estava seguro, mas eu teria que aceitar. Não queria pagar de cagão. – Frank, Creep do Radiohead, conhece? Uma de minhas preferidas.
-Sim... Não sei se me lembro dos acordes, mas vamos lá. – ele piscou pra mim, e sorriu.
-Essa eu quero ver. – Ray pausou o jogo e se virou para mim, e Bob fez o mesmo.
Frank começou a tocar, e fechei meus olhos.
Coloquei meus sentimentos, gritei, não estava me importando com nada. Era eu e a melodia. Meus problemas, minhas dúvidas, meu amor, foram todos jogados ali. Eu amava cantar, e fazia tempo que eu não cantava com toda essa força, todo esse poder.
Eu fui abaixando o volume de minha voz, até que a música acabou. Abri meus olhos lentamente. Todos me olhavam, e foi tanta emoção que não pude conter algumas poucas e caladas lágrimas.
-Cara... Isso foi... – Ray começou a falar, mas não acabou. Estavam todos com a boca aberta.
-Isso foi incrível! Vamos montar uma banda, e é isso! Você é o nosso vocal, e tá tudo perfeito! – Bob completou, com os olhos arregalados. Sorri ao ouvir isso, e Frank enxugou minhas lágrimas.
-Porra Ge, eu retiro totalmente que disse que tu devias cantar como uma gazela... Sério! – sorriu
Conversamos mais sobre a banda, comemos mais e logo deu nove horas.
~*~*~*~*~*~*~*~*~
21h17
-Ei galera, eu preciso ir pra casa... Amanhã tenho que pegar o Mi cedinho no aeroporto. Vemo-nos na escola. Frank, você vai dormir aqui? – olhei para ele.
-Não, eu vou pra sua casa. Amanhã quando você acordar pra pegar o Mikey, eu acordo junto e vou pra casa.
-Ok, tchau pra vocês! Até amanhã.
-Tchau – Ray e Bob falaram em uníssono.
-Tchau Ray, tchau Bob! – Frank se despediu – Gostei muito de conhecer vocês. Vamos virar o quinteto fantástico! – rimos
-Ué, quinteto? – Bob perguntou
-É! Ainda tem o Mikey, não se esqueçam dele. – eu sorri por Frank se lembrar do Mi.
-Verdade! O Mikey também faz parte do nosso grupo... Enfim, é isso. Amanhã ele volta, e ficaremos todos juntos novamente. – todos sorriram.
-É, enfim, tchau viciados! – me despedi novamente e saí do quarto junto com Frank.
Assim que saímos do quarto, fechei a porta. Descemos até a sala de mãos dadas, em silêncio. Abrimos a porta e andamos até em casa, que não era muito longe dali.
Chegamos em casa cansados, afinal era perto, mas nem tanto. Subi para o quarto correndo, junto de Frank. Desligamos a luz, tiramos as roupas e deitamos (lê-se jogamo-nos) na cama.
-Ger? — Frank sussurrou, não entendi muito, pois só havia nós dois em casa. Fiquei quieto para que ele pudesse continuar, mas ele simplesmente ficou quieto junto a mim por um momento.
Passou milhares de coisas na minha cabeça naquele momento. No que ele queria falar. Mas não insisti para que ele falasse como costumo fazer, deixei pra lá, fiquei apenas em meus pensamentos.
Passou um tempo, até que sua respiração pesou e eu não pude deixar de perceber. Ele se virou para mim, e a luz da lua que vinha da janela meio aberta brilhou em seus olhos.
-Eu te amo. – olhou no fundo de meus olhos, como se fosse a primeira vez em que falara isso.
Fiquei o olhando, mas logo fechou seus olhos e dormiu.
-Eu também te amo Frank, muito... – sussurrei para não acordá-lo.
Passei a noite em claro. Havia uma coisa que estava me incomodando, e que eu não podia contar à Frank. Teria que resolver isso logo, só não sabia como.
Notas finais
Hm, eu sei que demorei e que não mereço reviews, maaaas, eu juro não fazer mais isso ç.ç vou atualizar mais vezes... preciso de uma forcinha ae né gente u-u Review sempre é bom *-* Me incentiva! UAHDUAHSAUHD (super chata eu -qq )
Bom, jájá começo o próximo, bj leitores lindos e maravilhosos! Amo vocês ♥
Xoxo.
Fale com o autor