Democracia de vampiros
1 O começo
–-final da aula, pessoal, vocês são ótimas no bale.
–Professora quando será nossa apresentação de bale?
–-Querida, pode me chamar de Letícia, será dia 19 de marco. Daqui a um mês.
–-daqui a 29 dias exatamente.
…
Leticia se despediu do resto de suas alunas e andou como sempre 2 quarteirões ate o ponto de ônibus. Ficou esperando seu ônibus chegar, percebeu que uma moca ruiva com a pele de tão clara quanto a neve, e seus olhos fixantes azuis, a estava encarando, e disfarça pegando seu celular e começa a escutar musica.Quando seu ônibus chega ao ponto, ambas entram nele e sentam no mesmo lugar, mesmo havendo vario assentos vagos. A garota ruiva começa a cantar de repente a mesma musica que estava escutando, Letícia achou estranho sentiu um pequeno calafrio, como se pressentisse que algo de ruim iria acontecer, mas acreditava que coincidências por mais estranhas que sejam, sempre acontecem, Ignorou e continuou a escutar musica; já estava chegando perto do bairro onde morava, então apertou o botão para sair. Ao sair do ônibus percebe que aquela mesma mulher ruiva continuava a encara-la Letícia ignorou-a andou mais dois quarteirões ate chegar a sua casa, passa por 3 pessoas que nunca tinha visto mesmo indo a 7 anos pelo mesmo caminho , essas pessoas eram iguais a moca que a encarou: ruivas, pálidas com seus olhos fixantes azuis e novamente sentiu aquele calafrio, Letícia reparou que alem da aparência eles 3 usavam o mesmo colar com um símbolo: “DV”com 8 rubis negros de cada lado aquele colar era o mais bonito que ela já tinha visto. Chegando em casa deixou sua chave cair, agachando viu as três pessoas atrás dela e imediataamen saltou e gritava freneticamente, então uma mulher que estava entre eles disse:
–-Para que gritar tanto?— com voz de sarcasmo.
Os seres estranhamente ruivos começaram a dar risada e fizeram aquele mesmo sorriso maléfico que a moça do ônibus havia feito, ao levantar do chão ainda com medo percebeu que todos tinham sumido deixando uma fina maca de nevoa em volta do jardim, deu uns passos pra frente e viu uma pequena pedra, rubi negro com o símbolo “DV”tatuado nele; o pegou e entrou em casa então deixou essa pedra em cima da mesa, pois mesmo com medo estava cansada de mais para pesquisar o que era isso então tomou um banho e se deitou para dormir.
…
Os ruivos sentiram falta de alguma coisa, mas não sabiam o que era, Kefera era a mais inteligente daquele grupo e falou:
– Kevin esta sentindo falta de algo?
– sim, estou mais fraco, devo estar cansado já esta tarde…
– tem certeza que e cansaso Kevin? Esta velho de mais para isso? A esta hora da noite ninguém de nos deveria sentir sono ou cansaço.
– eu sei Kefera, mas…
– sem mas Kevin! Ei espere oque e issso?...— Kefera arrancou o colar de Kevin e disse:
– o que e isso Kevin?
– um colar — disse Kevin com voz de sarcasmo.
– haha muito engraçado olha meu sorriso – Kefera o segurou quase o sufocando— você acha isso bonito? agora ficara mais fraco, cansado e velho bem mais rápido do que o normal. O que acha disso não e mais uma de suas brincadeirinhas, não? Você deveria saber que sua espécie… NOSSA espécie precisa muito destas pedras para sobreviver, talvez você não sobreviva nem ate a semana que vem então o que acha disso? em me diga oque acha disso Kevin se o…
–- Kefera me disculpe, mas não sei e nem sabia oque tinha acontecido e agora?
–- bem Kevin não a muitas escolhas.
–- diga-me, por favor, diga o que eu posso fazer? Sei que não sou digno de pena ou qualquer coisa do tipo, mas eu lhe pesso para que tenha misericórdia e não conte a ninguém alem de nos sobre isso… --Kevin disse ajoelhando.
–- bem ou você vai a dimensão dos mortais e morre tentando achar essa pedra ou você simplismente… morre — Kefera disse com voz de sarcasmo.
–-- Eu juro, vou achar essa pedra, e se não achar morrerei tentando.
Kevin arrancou o colar da mao de Kefera e saiu da sala ela o respondeu:
–- Que assim seja Kevin, que assim seja.
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