Demônios

1 Prólogo.


Notas iniciais

Prólogo com um pouco de modificações. É um pouco confuso de início sim, não se preocupem.

Era noite. Havia policiais atrás de suas viaturas e com armas apontadas para uma lanchonete onde se ouvia tilintar de metal.

Um dos guardas entrou no carro, pediu reforços, até que escutou um estrondo: uma porta de madeira se partindo ao meio.

Os oficiais ficaram mais atentos, esperaram alguém sair.

Tudo permaneceu quieto naquele momento, nada parecia ter acontecido, até que uma pessoa gritou fazendo aqueles que estavam armados olharem para a direção do barulho e verem um de seus companheiros caídos no chão e sangrando.

- O que aconteceu aqui? — perguntou um deles.

- Eu não... — Esse foi interrompido e gemeu, fazendo quem tivesse perguntado se virar e ver que o outro também estava morto.

O vigia amedrontado, deu dois passos para trás, observou o local e reparou que só outro companheiro ainda estava vivo. Ele não sabia o que havia acontecido, tinha dois guardas mortos com um corte profundo no abdômen.

- Olhe, tem alguém saindo da lanchonete — Avisou o outro sobrevivente.

De dentro, um homem apareceu e vestia uma camisa de força, ao que pareceu sua cabeça estava coberta com um lençol fino. podia-se ouvir gemidos da pessoa.

Um dos oficiais foi ajudá-lo.

- Calma, senhor, tirarei isso de você — Disse o rapaz até que escutou um grito, chamando a sua atenção.

Seu colega acabará de morrer.

- Mas que está acontecendo aqui? — Perguntou o ultimo policial até que foi agarrado por trás — Mas o que... — Aquele que antes estava preso por roupas pesadas agora estava livre e com suas mãos segurando quem iria resgata-lo — Me solta — Ordenou o guarda.

- Com prazer — sussurrou uma voz e logo depois um grito. O ultimo patrulha da lanchonete morreu.

Dentro do estabelecimento, um vulto saia das sombras do local. Uma garota de cabelos curtos até o pescoço e, de tonalidade um pouco vermelho escuro.

- Foi você que fez isso ? — Perguntou a menina apontando para o homem com a camisa de força — ah bem.

Ela empunhou uma espada reta curta e se posicionou para atacar o ser que vinha em sua direção.

Ele tentou agarrar a ruiva, mas ela rapidamente se esquivou e o atacou ao lado do abdômen, fazendo-o quase cair no asfalto. Depois desferiu um golpe nas costas que levou quem ela atacava ao chão.

Quando terminou a luta, Amanda escutou uma sirene, outra viatura vinha em direção ao palco da batalha.

Com isso, a jovem correu para longe.

Notas finais

Esse prólogo parece ser irrelevante, mas tem cabimento mais pra frente.